A apresentar mensagens correspondentes à consulta António Costa ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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quarta-feira, março 15, 2006

Democracia em Portugal é um ministro poder estar indiferente ao povo que o elegeu!

"Solte o revolucionário que há em si"
Pelo menos não mandaram lá… a polícia(!), como fizeram na Sorbonne
O governo PS é um caso exemplar de que os partidos políticos, mesmo os que se dizem “socialistas”, quando chegam ao poder, se comportam de uma forma prepotente, como mostrou hoje António Costa. Este comportamento é tanto mais chocante quanto mais o partido no governo tem uma história ligada às lutas sindicais. Tínhamos já tido conhecimento de outros casos de indiferença em relação aos sindicalistas por parte de outros ministros deste governo: por exemplo, a ministra da educação que em reuniões com sindicalistas exibiu a atitude de indiferença da teenager inconsciente que se entretem a brincar com o lápis e no final mostra não ter dado a mínima atenção às intervenções dos sindicalistas. Mas isto são atitudes vergonhosas de ministros que se passam em reuniões à porta fechada e que nem sempre se vêm a saber publicamente. Desta vez foi mais grave. O ministro da Administração Interna António Costa, fez questão de comunicar aos meios de comunicação social, para fazer passar a mensagem, que as manifestações da PSP e da GNR realizadas hoje simultaneamente em várias capitais de distrito lhe eram “completamente indiferentes”. Entretanto, a meio da tarde já os profissionais da PSP e da GNR se queixavam nos noticiários da TSF que lhes estavam a ser marcados serviços à última da hora para os impedir de participar activamente nas manifestações convocadas. Acreditando nos números depois avançados pela TSF de que a maior concentração foi em Lisboa, com cerca de 500 agentes. E a luta das forças policiais esfuma-se assim, posta ao lado de outras notícias mais sonantes em termos numéricos, como é o caso das OPAS e do número de mortos encontrados no Iraque.
Desta forma o direito à indignação e ao protesto das classes trabalhadoras que têm visto os seus direitos profissionais serem suprimidos, vai sendo pouco mais do que uma notícia banal. Um dia manifestam-se os polícias, noutro os enfermeiros, noutro os agricultores e por aí fora, até que qualquer dia, por este andar se torna apenas uma consequência normal do desenvolvimento do nosso país. Cada vez perdemos mais coisas que tínhamos: são as escolas (basta o caso do liceu D.João de Castro situado em terrenos apetecíveis para nos indignarmos!), são as maternidades (as mães de Elvas podem escolher entre ir para o interior do Alentejo ou ir logo ali ao lado a Badajoz(!), são os centros médicos que querem agora transformar em USFs (Unidades de Saúde Familiares) com trabalho escravo (voluntariado!), intentando-se encerrar urgências em centros que se encontravam a funcionar bem. Só um pai que perde um filho por perder tempo numa situação real de urgência sem saber se tem de ir ao Hospital da Estefânia ou se tem que se dirigir ao Hospital de Santa Maria pode compreender a importância de se perderem coisas todos os dias?
Estamos a perder coisas todos os dias. Quanto mais trabalhamos, quanto mais produzimos, mais dinheiro aparece em OPAs milionárias que disputam entre si oportunidades de gerar mais dinheiro. Têm tido lucros consideráveis, duplicam-nos, triplicam-nos e atiram-nos com o discurso da crise, do défice, da falta de dinheiro, dos cortes necessários à sobrevivência do país, a bem do desenvolvimeto. Entusiasmados fixam novas metas para lucros já por si astronómicos. Ameaçam a nossa sociedade de ir investir noutros países, fazem-nos sentir aliviados por afinal continuarem a investir cá e proceguem mais fortes, sugando-nos todo o salário, por todos os meios. Dã-nos com uma mão os salários ou a condenação ao desemprego e tiram-nos com a outra tudo o que podem, muito mais do que deram. Aumentam-nos o crédito para lhes ficarmos sempre a dever o que cada vez temos menos dinheiro para pagar. Nós já vimos que não podemos pagar, perdido por cem, perdido por mil...

O mundo é dos “indiferentes”. Em Portugal a indiferença é uma instituição, uma fórmula, uma atitude. Vai certamente passar despercebida a indiferença dó ministro António Costa aos problemas da classe que governa. Somos-lhe “completamente indiferentes”. E mesmo se saímos para a rua a nos manifestarmos corremos os risco da nossa atitude ser vista com essa atitude de indiferença! António Costa arranjou uma formúla de ignorar o problema: vê os trabalhadores e os sindicatos com indiferença e depois basta-lhe arranjar um sindicato para bode espiatório e vale a penafalar dele depreciativamente, generalizando o protesto a um bando de indigentes com quem nem vale apena falar. Depois de atitudes como a de Berlusconni com a jornalista "de esquerda" que lhe fez frente, se calhar até há quem ache que ainda bem que temos ministros contidos, que reagem de uma forma indiferente a quem os contraria. O Sócrates deve gostar e apoiar uma atitude destas vinda de um seu ministro. As pessoas organizam-se e manifestam-se, mas que importam as pessoas se aos Antónios Costas deste país lhes basta mostrarem-se … apenas "completamente indiferentes"!
É por isso que só haveria uma forma de combater essa indiferença: comparecer massivamente a todas estas manifestações. Mas falta aos portugueses a solidariedade. Serão alguma vez os portugueses capazes de se mostrar solidários, lutando pelos direitos de outras classes (pois se nem se mexem para defender os seus!)? Caso se participasse massivamente em cada manifestação (se não podiam ir todos os polícias iam também os estudantes e os agricultores e os cidadãos) talvez as manifestações passassem a ter maior significado político. Essa seria uma solução para que os políticos não pudessem continuar “indiferentes”. Quando os operários da Lisnave um dia marcharam contra os fuzileiros, estes perceberam que estavam do mesmo lado e acabaram a marchar com eles, engrossando a manifestação. Mas isso eram outros tempos. Hoje todos os direitos podem estar a ser postos em causa ao mesmo tempo que não há um movimento sindical forte que avance para a Greve Geral. Porquê? Desunião dos sindicatos?Terão medo da indiferença, da fraca adesão?
A indiferença do nosso governo às queixas dos portugueses que o elegeram em maioria, conta afinal com a indiferença generalizada, o sentimento português (tão contrário afinal ao de Fernando Pessoa e ao mesmo tempo tão igual a ele próprio) de que já não vale a pena lutar contra nada, o estado de conformismo em que nos encontramos começa no entanto a vacilar. Todos estão descontentes, menos os que ganham mais dinheiro com isso. Estamos a pagar a nossa indiferença. Vêm-nos com indiferença. Até quando vamos permitir que o governo nos veja com indiferença? Até quando vamos continuar indiferentes a essa indiferença?

sexta-feira, maio 25, 2007

A OTA do Costa

Questionado sobre a OTA, António Costa, candidato a presidente da Câmara de Lisboa apenas disse que, durante a campanha para as eleições intercalares, se devem discutir «todos os assuntos, incluindo a Ota». «Sobre essa questão, o Governo deve ouvir toda a gente, incluindo a cidade».

Muito se tem falado das razões que levaram Sócrates a abdicar do seu número dois no governo, e um dos ministros mais populares, para ser o candidato do PS à CML. Para uns é a necessidade que sente de vencer estas eleições, para outros pode mostrar que existem algumas discordâncias dentro do partido.
Será que o António Costa era contra a construção do Aeroporto na OTA e aproveitou para sair e assim se poder demarcar da sua construção nesse local? A afirmação de que o governo tem de ouvir toda a gente, depois de já ter terminado o período de discussão pública do assunto e quando a decisão já foi tomada, parece mostrar isso.
Sabendo como Sócrates gosta de ter tudo controlado, será que aproveitou a oportunidade destas eleições para se livrar da “concorrência” interna de quem lhe podia fazer sombra no futuro? As ultimas sondagens mostram ser António Costa o Ministro com melhor imagem do governo, superando o próprio Sócrates, pelo que não é uma possibilidade a descartar.
Ou, será que é tudo isto junto, e o Sócrates aproveitou para correr com uma voz critica que lhe poderia vir a fazer sombra e garantir a vitória na CML?

Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI

quarta-feira, maio 16, 2007

A Batalha de Lisboa

António Costa já prepara a sua estratégia para conquistar Lisboa. Veremos se não será já aqui o seu Whaterloo.

Carta-resposta do António Costa à carta que recebeu do Sócretino e já publicada anteriormente [AQUI]

Ilustre Chefe do Governo

Há momentos na vida, em que o orgulho nos preenche de tal maneira o ego que, não se conseguem articular palavras para descrever o que nos vai na alma. E, a alma, é pequena quando o convite é grande. Foi com enorme admiração e satisfação que li a tua, para mim, eloquente carta. Meu amigo, meu irmão, desculpa que te diga, nem parece carta de um engenheiro, muito menos licenciado pela independente. Nem o nosso ilustre primo, Saramago, conseguiria escrever palavras com um significado político tão profundo. Pois bem, voltemos ao princípio, quando recebi a carta, nunca pensei que fosses tu a escrevê-la. Muito menos depois de ter passado pelo blogue Cosa Nostra, do cronista do regime, Vital Moreira, e este considerar o convite uma armadilha, pensei que fosse um aviso em código, e a carta tivesse sido redigida em co-autoria pelos Gato Fedorento. Mas não, quando a rapaziada do SIS, por ordem do Rui Pereira, que tem interesses pessoais no caso, confirmou que a carta era autêntica, nem queria acreditar, telefonei logo ao meu irmão a pedir apoio informativo, na SIC Notícias. O mundo não é perfeito, o rapaz não está nos seus melhores dias, o escândalo da TVI vs Pina Moura têm criado um certo controlo nas suas actividades mas, não descarta, no entanto, um apoio discreto se as coisas melhorarem. Voltemos ao princípio, mais uma vez, nem queria acreditar que tu disseste, “perde o Governo do país, mas ganha o município de Lisboa”, calma, objectivamente não foste tu mas, ao escrevê-lo o Vital é como se fosses tu a dizê-lo. Soa a elogio o que o Vital acrescenta, “se ao menos o merecessem”, esta frase fez-me duvidar, realmente, do povo e do merecimento, será que o povo de Lisboa merece o grande líder à frente dos destinos da Câmara? Bah, não pensemos em azares, há quem diga que quando pensamos muito neles, acontecem na realidade. Falemos do futuro, e no slogan para a campanha, Lisboa ao fundo e a minha imagem em primeiro plano a mostrar as obras que vou adjudicar “Com o Costa é sempre a abrir, Lisboa nem vai dormir”.
Um abraço do teu presidente, António Costa
Texto do nosso amigo Jack

Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17

terça-feira, janeiro 10, 2006

Poetas e espiões.


"O candidato presidencial Manuel Alegre recusou os serviços de segurança da PSP, a que todos os candidatos presidenciais têm direito, por recear actos de espionagem do PS e, nomeadamente, do Ministério da Administração Interna (MAI), titulado pelo dirigente socialista António Costa.
«Não quisemos que o António Costa soubesse o que se passava aqui antes de nós» afirmou um elemento da candidatura. Fonte não-identificada contactada do MAI, considerou que «a situação é tão patética» que «não merece comentários». "
In: “Diário digital”


Na foto podemos ver o Ministro António Costa a espiar pessoalmente o candidato no local do comício. Propõe-se um inquérito parlamentar de imediato.

sábado, maio 12, 2007

Caro António Costa

Ia sair, para tomar um café, e encontro esta carta debaixo da porta. Não posso dizer que a mesma seja verídica, mas também nada me garante que não tivesse o Sócretino a escrevê-la!!!!!

Caro António Costa:
Como sabes, o nosso partido, cultivou durante muitos e longos anos a liberdade de expressão. Era esse, entre outros, o elemento preponderante que nos distinguia dos trapaceiros que abundam nos partidos à direita do PS. Pois bem, ainda eu era um estudante, à procura de uma universidade que cumprisse os quesitos de um ensino futurista e simplificado, e já via nessa tal de expressão, não um direito mas, o vírus que destruía a unidade interna da nossa família. A confirmá-lo, se houvesse alguém que duvidasse da minha palavra de homem sério, está a carta que a Helena Roseta me enviou. António, esta gaja ou julga que é a Helena de Tróia, tem pais ricos, ou então abriu uma conta no Off Shore da Madeira. António, não imaginas a dor que sinto quando vejo a minha imagem de líder ser posta em causa, por quem devia ser mais humilde para com a minha liderança. Pois bem, amigo António, a câmara, é a meretriz que veio dividir a nossa família. Mas, como sabes, sendo eu um líder indiscutível, não vou permitir que ninguém me diga que candidato hei-de escolher. Eu, António, como já o demonstrei nas presidenciais, é que sei qual é o melhor candidato. António, a decisão está nas tuas mãos, só tu, general de brigada, comandante dos exércitos da Administração Interna, habituado à disciplina partidária, é que podes fazer frente à independente, não, não estou a falar da universidade, estou sim a referir-me à Roseta. Se bem que o teu irmão, na SIC Notícias, sempre nos pode dar uma ajuda. António, aguardo a tua resposta mas, por favor, não a envies por fax, desde o teste de inglês que não consigo olhar para esse aparelho.
Saudações cordiais,
O teu Sócretino.

Texto recebido do amigo Jack

Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO

sexta-feira, outubro 09, 2009

Ao menino e ao borracho põe-lhe o Carvalho da Silva a mão por baixo.

Santo António

Carvalho da Silva acabou de tomar um café na Brasileira do Chiado com António Costa, tendo declarado que “é preciso para Lisboa e para os lisboetas que António Costa ganhe as eleições".

Será que só disse isto porque o Costa lhe pagou a bica?

quarta-feira, junho 11, 2008

O Plantel do Pedroso

 os=

«o primeiro-ministro José Sócrates
o presidente da Assembleia da República Jaime Gama
o ministro José António Vieira da Silva
o presidente da Câmara Municipal de Lisboa e ex-ministro António Costa
o ex-presidente da República Mário Soares
o ex-presidente da República Jorge Sampaio
o candidato a Presidente da República Manuel Alegre
o ex-primeiro-ministro António Guterres (Alto Comissário do UNHCR)
o ex-presidente da Assembleia da República António de Almeida Santos
o deputado e ex-ministro José Vera Jardim
o ex-ministro e ex-secretário-geral do PS Eduardo Ferro Rodrigues
o ex-secretário de Estado José Manuel Simões de Almeida
o ex-bastonário da Ordem dos Advogados José Miguel Júdice
Suponho que uma pessoa destas seja como os McCann: com um tal plantel, a inocência salta logo à vista.»

Retirei esta lista e este “comentário” de mais um dos muitos brilhantes textos com que o amigo Arrebenta nos presenteia nos Braganza Mothers, sobre o Processo do Paulo pedroso contra o nosso vizinho, António Balbino Caldeira. Nem vou fazer comentários sobre o Processo, que dos McCann à Casa Pia tudo isto me desgosta profundamente, me enoja e angustia. Certo seria termos uma justiça justa e célere que castigasse os culpados, mas infelizmente o sistema judicial que temos parece só ter força contra os mais fracos. O que aqui desejo fazer é mostrar a minha solidariedade para com um autor de um blog processado mais que não seja por ter tido a coragem de afrontar o sistema.

Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO

sexta-feira, setembro 20, 2013

Autárquicas 2013 LX - António Costa


Nas eleições autárquicas os candidatos são tantos que é impossível fazer aqui bonecos deles todos, mas os cartazes de campanha são de tal qualidade fazem um trabalho bem melhor que o meu. Mas Lisboa é Lisboa, a capital do país e por isso aqui fica o António Costa. Com um adversário como o Seara, se fosse eu a ele ia dormir até ao dia das eleições e só me levantava para ir fazer a festa da vitória. É que este cargo está-lhe mesmo a calhar pois evita que tenha de concorrer à liderança do PS, ter o desgaste de ser Primeiro-Ministro e assim pode concorrer directamente a Belém.

sexta-feira, março 16, 2012

Estrada para Belém


20 Anos na vida política descritos ao longo de 447 páginas, é este o cartão de visita do livro Caminho Aberto, da autoria de António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa.
A Sala do Rei na Estação do Rossio, em Lisboa, foi pequena para acolher as milhares de pessoas que quiseram assistir à apresentação do livro de António Costa. Na sessão de lançamento, estiveram diversas personalidades da vida política e onde destacavam-se os três antigos Presidentes da República Mário Soares, Jorge Sampaio e Ramalho Eanes.

Já aqui tinha dito que este ia directo para Belém sem passar pela liderança do partido. Se lhe juntarmos o Professor Martelo já temos o problema dos candidatos à presidência resolvidos.

segunda-feira, novembro 07, 2011

Os corvos descem à Cidade


A Câmara Municipal de Lisboa (CML) está a planear um conjunto de medidas de contenção para avançar já a partir de Janeiro.Em causa está a possibilidade de reduzir a semana de trabalho para quatro dias, com um corte salarial correspondente a 20% do vencimento base e a eliminação ou limitação da recolha do lixo na cidade ao sábado. As medidas constam de um despacho do presidente da Câmara, António Costa.

Não gosto de políticos mentirosos nem corruptos, mas irritam-me imenso os que se armam em bonzinhos e nos querem fazer passar por parvos. Depois de vir dizer que por as receitas do Município de Lisboa, só na derrama e no IRC são menos 70 milhões, iria ser obrigado a deixar de abrir alguns serviços nos cinco dias da semana passar a fazê-lo só durante quatro, o que implicaria que quem lá trabalha veria o seu vencimento reduzido em 20%, veio depois dizer, perante a indignação geral, que isto não se aplicava a ninguém que não se mostrasse interessado. “Há situações em que pode ser do interesse do próprio só trabalhar quatro dias, recebendo menos, naturalmente, mas podendo ganhar disponibilidade para outras actividades”, considerou António Costa.
Parece-me que se a medida se aplica só a quem o deseje não vejo como vai conseguir poupar os tais milhões que necessita porque duvido que, com os cortes nos salários e subsídios impostos pelo governo, perder mais 20% do salário, para quem trabalha nos serviços da câmara, seja uma opção. Atirou o barro à parede para ver se pegava. Não pegou mas fica a ideia, que certamente já fez o Victor Gaspar estar a dizer para si mesmo, "porque não me lembrei disto" e muitos privados telefonarem ao Relvas a sugerir que esta possibilidade seja acrescentada ao aumento do horário de trabalho. E, já que tantas outras medidas do governo são ou anti-constitucionais ou até ilegais, sem que ninguém se pareça importa com isso, é só mais uma.

quarta-feira, julho 29, 2009

O Assalto a Lisboa

Assalto a Lisboa

Ontem lá aconteceu o embate entre o António Costa e o Santana Lopes. Não assisti a toda aquela venda de banha da cobra e só foco triste em ver que a minha cidade continua a ser pasto para lutas partidárias. O que Lisboa realmente necessitava era de ser governada por alguém que a amasse, que reconhecesse a sua história e ocupasse o cargo em benefício de quem nela vive ou a visita. O António Costa é um político que sabe que uma derrota nestas eleições pode ser uma machadada nas suas ambições de chegar a outros cargos. O meio mandato em que governou a cidade foi cinzento, mas não podemos esquecer o estado calamitoso em que a governação alaranjada deixou Lisboa. O Santana, por mais vidas que tenha, por mais desculpas que dê, tem contra si o seu passado e nenhum de nós se pode esquecer das trapalhadas que foram os seus tempos de Presidente da Câmara e de Primeiro-Ministro. Por mais que ele continue com a sua vitimização de “Calimero”, tentar branquear esta realidade é tentar tapar o Sol com uma peneira.
Lisboa necessita de uma governação competente, mas necessita também de alguém que a faça recuperar a sua identidade e a transforme numa cidade viva, com habitantes e não só escritórios, com vida e não só com negócios, com uma alma que já teve e perdeu.

domingo, março 01, 2009

Um Parasita da esquerda

Parasitas

António Costa, afirmou durante o congresso do PS que o Bloco de Esquerda "é um partido oportunista, que parasita a desgraça alheia, mas incapaz de assumir os riscos da governação".

Parasita por parasita, eu honestamente parece-me que há mais parasitas no PS, pelo menos há muita gente que lá chegou com uma mão à frente e outra atrás e hoje vive abastadamente. Alguns passaram pelo governo, outros pelas “Independentes” e outros carregam dezenas de cargos em Administrações e milionárias reformas. Na minha opinião, parasita por parasita, se fosse eu ao António Costa não procurava fazer a comparação.

terça-feira, junho 03, 2008

Colheita Bilderberg 2008

Bilderberg

«Os presidentes das Câmaras de Lisboa e Porto, António Costa (PS), e Rui Rio (PSD), são os convidados portugueses do grupo Bilderberg, que realiza a sua reunião anual no final desta semana em Washington.
Bilderberg é um grupo de reflexão restrito e que procura, todos os anos, convidar personalidades influentes do mundo político e empresarial. Em 2004, por exemplo, os portugueses convidados foram Pedro Santana Lopes e José Sócrates, que viriam mais tarde a tornar-se primeiros-ministros.
Além de presidentes das maiores câmaras do país, tanto António Costa como Rui Rio são vistos como fortes candidatos, no futuro próximo, a líderes dos seus partidos.
A reunião deste ano do Bilderberg decorre entre quinta-feira e domingo num hotel nas imediações de Washington.
Francisco Pinto Balsemão, presidente da Impresa, é o único português na direcção do grupo Bilderberg.»

Que simpático o jornal ao referir-se ao Clube de Bilderberg como sendo um grupo de reflexão restrito. O Clube de Bilderberg é uma associação que gente poderosa que quer instaurar uma nova ordem mundial que fará do Nazismo, Estalinismo ou outros ismos do género, meninos de couro. Dominam já todos os centros de poder e implacavelmente vão cumprindo a sua estratégia de morte e miséria. Para quem desejar saber mais deixo aqui alguns links:

Organização e Estrágias
EndGames – Alex Jones
Top Secret

Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17

sexta-feira, julho 17, 2009

Casamento de Santo António de Lisboa

Casamento de conveniencia

Afinal sempre houve casamento do António Costa com a Helena Roseta e apadrinhado pelo Manuel Alegre. Segundo consta ela não adoptou o nome do marido e exigiu um acordo pré-nupcial. Estes casamentos de Santo António de Lisboa já não são o que eram.

quarta-feira, junho 13, 2007

Dia de Santo António

Oh meu Santo António Costa
Tu não me leves a mal
Mas levas a Socretina
P’ra Câmara Municipal
.
João Rato said...

O António não é santo
porque só a cara é de pau
O José não é menino
Porque não tem pirilau
.

Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17

terça-feira, março 21, 2006

Arrumações ...

Adaptado de "Poleiro" de Paula Rego - 1997

Sócrates entrou no seu gabinete com o objectivo de encontrar na sua gaveta um aspergic. Abriu-a a salta-lhe o volume grosso intitulado “Socialismo” que Mário Soares um dia pusera na gaveta. Sempre aquele calhamaço a entupir a gaveta. Tinha que se livrar dele, quem sabe lhe passasse a terrível dor de cabeça que o acometia. Saiu do gabinete com o pesado volume debaixo do braço, endireitando a gravata. “If you want to act like a lider, pull yourself together in any situation”, lembrava. Quase esbarrou com a Isabel Pires de Lima. Desculpa, Isabel e tal e ela ai o que é que leva aí? Ó Isabel o que é que quere, se fosse a senhora onde é que o arrumava? Eu sei lá, agora não tenho tempo, tenho convites para ir ao cinema. Ponha-o num sítio onde não o incomode mais, pronto, sei lá.
Tinha-se esquecido da gabardina e a chover! Voltou ao gabinete e teve uma tontura que o fez sentar-se um pouco. Olhou aturdido à sua volta e deu de caras com o retrato do António Costa na parede. Ó António diz-me lá o que é que hei-de fazer a isto? Do quadro soou a voz do ministro É-me completamente indiferente. É-me i-n-d-i-f-e-r-e-n-t-e! Sócrates volta-se então para a outra parede E tu, António Correia de Campos que se há-de fazer a isto? Ó Sócrates, eu agora estou mais interessado em lhes tratar da saúde. Fechar maternidades, fechar centros médicos, fechar urgências, fechar, fechar, fechar! Olha, fecha-o num sítio qualquer que não te incomode mais, deita-o fora.
Vendo que a sua dor de cabeça só piorava, pegou na gabardina e no “Socialismo” e saiu determinado a só parar em casa. Ó coiso, apetecia-me algo…, sim pode ser um Ferrero Rocher.
Já em casa voltou a sentir o peso do grosso volume na mão direita. Pelo menos tirei-o do gabinete, nunca mais tornará a cair-me da maldita gaveta. E agora, José?
Com uma brilhante iluminação lembrou-se do sótão. Subiu a escada e abriu a porta. Um odor um tanto bafiento soltou-se lá de dentro. Ali estavam as pilhas de Tintins e os discos velhos de vinil. Afastou uns quantos para arrumar o “Socialismo” na prateleira de trás. Um deles caiu-lhe ao chão “Mudam-se os tempos, Mudam-se as vontades”, José Mário Branco. O que fazia ali aquele disco? Ah, devia ser algum José Mário Branco a armar em Camões. Tinha mesmo que fazer ali uma limpeza. Pelo menos para já livrara-se daquele peso, ufa!

quarta-feira, junho 05, 2013

Fábula da semana em que "Miss Fardas" foi a Bilderberg, acompanhada pela sua valise de carton, António José Seguro


O boneco não é novo mas a falta de tempo anda a complicar-me a vida e como foi este o boneco que o grande "Arrebenta" escolheu para ilustrar mais um dos seus fantásticos textos, aqui o deixo para todos poderem ler.

Toda a gente sabe que as teorias da conspiração só são teorias da conspiração até se descobrir que o não são, ou, evitando o trocadilho, quando aquilo que nos parecia um delírio se revela ser a mais concreta das realidades.

Essa história de Bilderberg, que começou por andar pelo anedotário, começou agora a fazer parte do horário, e na escala da descarada. Como defende Estulin -- e a Margarida Rebelo Pinto, honra lhe seja feita... -- não há acasos, ou seja, toda esta porcaria que parece desordem não é mais do que uma fase da Nova Ordem, em formato de pronto a vestir, com direito a toilette de manhã, tarde e noite.

Naquela fase cavernosa em que Portugal andou a votar, através de SMS de valor acrescentado quem era o Maior Português de Sempre, e chegou àquela triste conclusão, devia ter sido imediatamente lançado um debate para se eleger o Português Mais Sinistro de Sempre.

Não vos quero influenciar, mas o meu voto ia para Pinto Balsemão, o político há mais tempo na sombra desta decrepitude, a que chamamos "Democracia".

Contas feitas, se Salazar lá esteve uns quarenta anos, este para lá caminha, e pode ter prolongamento, se o Clube assim o decidir. À sua pobre maneira, é um Kissinger português, uma coisa de aldeia, com algum pedigrée, vindo de D. Pedro IV ter ido à cona a uma sopeira, e deveria ter ficado por aí, não fosse o país estar contaminado por meio século de falta de opinião pública, e o cavalheiro ter encontrado uma receita mágica que era ainda conseguir poupar a esse povo, por mais meio século, o esforço de pensar, inventado o "Expresso", que punha as questões, orientava o debate, abafava os contraditórios, e impunha as conclusões.

Aparentemente, porque já era de família, também o "Expresso", depois, foi à cona a tudo o que estava à mão, e foram nascendo algumas SIC bastardias, umas "Caras", umas "Ativas", uns "Jornais de Letras", umas "Visões", e toda a casta de mobiliário folheante dos cabeleireiros de bairro, que não frequento, nem os cabeleireiros, nem a matéria a folhear, obviamente.

Até aqui tudo bem, porque o papel higiénico, como dizia Gutenberg, divide-se entre o impresso e o não impresso, e eu gosto do branco, ao contrário do pão, que prefiro integral, não fosse o papel higiénico ter tomado uma tal escala que nos começou a impedir de respirar, e, sobretudo, essa sofreguidão de impedir o pensamento livre tivesse tornado um país distorcido num amontoado de gente ainda mais distorcida e esclerosada, tipo Somália, na época dos piratas hibernarem.

No princípio, já que temos sempre de voltar lá, era o secretismo. Na fase em que estamos, é tudo à descarada, desde os olhinhos ávidos da Teresa Guilherme, passando pelo branqueamento de capitais de todos os subterrâneos russos, até desaguar nesta porcaria de Bilderberg, que começou por ser uma anedota, mas acabou numa perigosíssima peregrinação.

Enquanto o Mundo inteiro, o das Sombras, ali se reúne, para retirar o pouco de luz que ainda resta ao Mundo que a tem, o Balsemão vai, penosamente -- tanto quanto lhe permite o furo de coca, pelo qual ainda respira, como os cachalotes -- levar os seus pastorinhos anuais, para ver que tipo de solzinho irá dançar, na próxima "saison", no miserável quintal português. Como dizem os crentes, alguma coisa de importante deve mesmo andar a acontecer por aqui, porque não há a mesma preocupação de muitos outros terreiros, com a escala mínima de Portugal, a levar, ano após ano, os seus beatificados, para que recebam qualquer coisa da mão do próprio Senhor.

Nos últimos anos, a coisa bateu certo: Barroso foi, e Kissinger colocou-o como o supra-sumo da nulidade, para Obama ter tempo de destruir o Euro e a Europa. A seguir, a romaria levou Sócrates e Santana, que logo foram Primeiros Palhaços de Portugal. Houve uns interregnos, com Rui Rio, que deverá ir substituir o lambedor de conas de pretas, como líder do P.S.D., e o Tição, que reinará no Sul Mouro, como António Costa. Pelo meio, Clara Ferreira Alves, a ver se arranjava homem e RTP, mas o Relvas foi-se embora e a Isabel dos Santos resolveu trocar a nacionalidade portuguesa pela russa, porque aquilo vai explodir, e os impostos são mais baixos. E sendo que mais vale uma discoteca em Moscovo do que o bordel da RTP, em Lisboa, a Ferreira Alves preferiu a sua estabilidade de "horizontale", no novo coio do "Canal Q": aparentemente, o seu topo da base já foi pelo cano. Temos pena: houve pernas que, abrindo menos, conseguiram mais.

Agora, vem a parte negra.

Como é sabido, é das regras de Bilderberg que os seus pares interajam interpares, ou seja, um pouco como o Cavaco continuou a apoiar o Duarte Lima e a Beleza, e depois o Relvas recebe, recebeu e recebia, na sua casa, da Rua da Junqueira, já que o Aníbal o não podia fazer diretamente, o escroque, "Conselheiro de Estado (!)", Dias Loureiro.

À margem da Lei, Bilderberg é como as Termas do Vimeiro, depois de lá se banharem, todos perdem os crimes, e passam a meros agentes da Estratégia Global.

Para mim, que sou certeiro nas lotarias negras, pensei que este ano fosse a vez de João Galamba, mas o galambismo fica para depois, como vos irei explicar, ou melhor, aguarda, na retaguarda, que as hostes marchem para as tricheiras, através da Santíssimo Trindade, Vítor, Pai; João, Filho, e a Pombinha do Espírito Galamba, e não pensem que me desviei do assunto, porque, este ano, Balsemão, o Português Mais Sinistro de Sempre, leva, por arrasto, Paulo Portas, uma víbora luminosa, que o demónio dotou com o dom da palavra, e a Vénus Vulgar, com o dom da mamada, e como esta gente não se desloca, nunca, sem criados nem camareiros, enturmaram com o merceeiro António José Seguro, o típico parolo, cara de seminarista, que se percebe que nunca irá muito alto, mas poderá servir de cobertor a quem mais alto queira por ele ascender.

Senil, Balsemão já nem esconde o que procura para Portugal. A morte política de Passos Coelho vai na agenda secreta, e o seu sucessor já está na calha, só que o sucedido só vai perceber, no último instante o que lhe sucedeu. Não percebi -- mas também não chego para tudo -- se Cavaco irá ser empalhado, e exposto, como Lenine, no Mausoléu da Quinta da Coelha, ou se a questão turca se sobreporá ao que fazer com o Cadáver de Boliqueime, embora isso me preocupe pouco, porque a romaria só tem três sentidos: ou é o povinho da Favela PSD que vai enturmar num Governo chefiado pelo Maior Demagogo... bom, maior, não sei, talvez um ex-aequo com o Professor Marcelo, e com o PSD, desvitalizado, a reboque, numa rui risada; ou o povão do Centrão que está preparado para votar, à justinha, no ar, à justinha, do António José Seguras o quê, e segura muita coisa, como as piranhas de extrema-direita, de cariz galambista, que só estão à espera de que lhes abram a porta, como aqueles cães assassinos, que são fechados, semanas, em quartos escuros, para virem cegos de ira e carnificina, ou, se a coisa não funcionar, a velha solução do Tio Soares, um casamento entre pederastas do Largo do Caldas e pedófilos do Largo do Rato.

Creio que seria o governo ideal para Portugal, e, para mim, já teve um efeito profilático e terapêutico: fiquei, hoje, com a absoluta certeza dos sítios onde NÃO irei votar, nas próximas eleições.

Para o ano, se a "branca" ainda o não tiver feito estoirar, talvez Balsemão convide Jerónimo de Sousa. No fundo, este mundo é tão pequeno, e tão escassa a nossa finitude, que nada me espantaria...


domingo, fevereiro 17, 2013

Padrinhos


Ao confirmar-se o que aqui digo há já algum tempo, que o António Costa quer seguir directamente para o Palácio de Belém sem passar pelo de São Bento, ficou praticamente decidido que o António José Seguro será o próximo Primeiro-ministro, o que não deixa de ser estranho, ou melhor demonstrativo da mentira em que vivemos ao falar em democracia, faltando só saber quando. Mais cedo ou mais tarde o Passos Coelho vai sair de cena pela porta pequena e no seu lugar vai-se sentar outro tão incompetente como ele. Mas, é assim porque ambos são os "padrinhos" das suas famílias politicas que reinam na democracia de alterne. Com a sucessão que poderá mudar? Muito pouco porque ambos servem os mesmos donos, os mercados, as grandes corporações e os senhores do mundo. Nós, todos nós, continuaremos a ser carne para canhão, meros instrumentos das suas ambições e ganancia e números nas suas folhas de cálculo.
Por tudo isto, o ir para a rua pedir simplesmente eleições é uma falácia e uma mentira que o sistema, uma vez mais utiliza para nos acalmar e convencer que algo vai mudar quando no fim tudo ficará na mesma. Temos de mudar a forma como vivemos a democracia, como participamos nela. Os nossos sonhos já não cabem nas urnas de voto que nos oferecem de quatro em quatro anos, os nossos sonhos exigem que possamos tomar parte activa nas decisões que afectam a nossa vida e definem o nosso futuro. Não só no dia 2 de Março quando as ruas se encherem de gente, muitos arregimentados, muitos mais enganados a pedir a demissão do governo e novas eleições, exige a mudança do próprio sistema e o teu direito a poderes decidir o teu futuro na plenitude. Democracia verdadeira, directa e participada por todos.

quarta-feira, dezembro 19, 2012

Uma coisa que não é coisa nenhuma


Hoje não sei porquê apetecia-me fazer alguém ou alguma coisa que não servisse para nada. Mal cheguei ao computador, embora personagens irrelevantes não faltem por aí,  foi fácil decidir, só podia ser o António José Seguro, que sem saber como um dia destes ainda chega a Primeiro-ministro sem nada fazer por isso ou o merecer. Num país em que o poder é uma exercício de alterne, em que a comunicação social, pertença dos grandes grupos económicos e ao seu serviço, condicionam a liberdade e a democracia com mentiras e enganos, as ditas alternativas não passam de meros piões no jogo do sistema, nada é muito difícil prever. Ao Seguro, um mais um Jotinha, parece bastar-lhe sentar-se e calmamente esperar que o governo lhe caia nas mãos. Claro que há sempre o perigo, se deixar que os aldrabões que nos governam se aguentem por lá, de que no PS alguém se impaciente ou seja mordido pelo bichinho do poder e lhe puxe o tapete debaixo dos pés. Para sua sorte o António Costa parece preferir ir directamente para o lugar do Sr. Silva sem passar pelo governo. 
A pergunta que me vem à cabeça é se ainda não será desta que vamos acordar e perceber que toda esta gente que se alimenta do sistema não é realmente uma alternativa séria. Só com uma mudança real, recusando mais do mesmo, exigindo uma real democracia mais directa e participativa e a recusa de participar nos jogos dos mercados especuladores que nos controlam com dividas forjadas para nos roubarem direitos e a própria dignidade como pessoas, podemos ter esperança. Até quando vamos continuar a aceitar ser condicionados e enganados por esta gente?


segunda-feira, setembro 26, 2011

Tarot presidencial


Marcelo Rebelo de Sousa afirma que António Barreto "é um possível candidato a Belém", mas não fecha a porta a ser candidato a Belém nas próximas presidenciais: "Escolherei o momento e no momento escolhido decidirei se faz sentido ou não faz sentido".

Ele nem necessita de dizer nada que há muito que lhe está estampado na cara que sonha em ser Presidente da Republica. Até agora, com as candidaturas do Cavaco isso tem-se mostrado impossível, mas ele sabe que o tempo não pára e ele já não vai para novo. Na entrevista dada ao jornal I debita uma série de nomes que vão desde o Guterres ao Durão Barroso passando pela Leonor Beleza até ao António Costa.
Não se percebe que com as eleições presidenciais ainda a tantos anos de distancia já se ponha a falar deste tema e a adivinhar futuros candidatos a não ser para criar ruído e lançar desde já a futura candidatura mesmo que diga que ainda não decidiu. Curioso é que este politico que tantos gostam de ouvir nunca tenha ganho nenhuma eleição mesmo andando aos caixotes de lixo ou a mergulhar nas águas do Tejo. Um ser que gosta mais de lançar a confusão política do que a exercer e mais de falar do que fazer.