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quinta-feira, outubro 13, 2011

As reduzidissimas hipóteses de isto correr bem


O secretário-geral do PS, António José Seguro, afirmou que é «reduzidíssima» a hipótese do seu partido chumbar o Orçamento do Estado para 2012. António José Seguro remete uma decisão final para depois da apresentação do documento por parte do Governo, o que acontecerá na próxima segunda-feira, mas vai já adiantando que «a probabilidade disso acontecer é 0,0001%».

Uma percentagem tão pequena como a que me parece ir ser a percentagem do PS em futuras eleições se mantém este António como líder. É que a única segurança que dá é a de se chamar Seguro e isso é mesmo muito inseguro. Quanto à aprovação do orçamento para 2012 por parte do Partido Socialista parece ser mais um erro eleitoralista, primeiro porque vai ficar colado à carnificina fiscal que por aí vem e depois porque algo está a mudar um pouco por todo o mundo com o desabar do liberalismo financeiro. Dia 15 de Outubro lá estarei no Marquês de Pombal para dar uma mãozinha.

quarta-feira, junho 05, 2013

Fábula da semana em que "Miss Fardas" foi a Bilderberg, acompanhada pela sua valise de carton, António José Seguro


O boneco não é novo mas a falta de tempo anda a complicar-me a vida e como foi este o boneco que o grande "Arrebenta" escolheu para ilustrar mais um dos seus fantásticos textos, aqui o deixo para todos poderem ler.

Toda a gente sabe que as teorias da conspiração só são teorias da conspiração até se descobrir que o não são, ou, evitando o trocadilho, quando aquilo que nos parecia um delírio se revela ser a mais concreta das realidades.

Essa história de Bilderberg, que começou por andar pelo anedotário, começou agora a fazer parte do horário, e na escala da descarada. Como defende Estulin -- e a Margarida Rebelo Pinto, honra lhe seja feita... -- não há acasos, ou seja, toda esta porcaria que parece desordem não é mais do que uma fase da Nova Ordem, em formato de pronto a vestir, com direito a toilette de manhã, tarde e noite.

Naquela fase cavernosa em que Portugal andou a votar, através de SMS de valor acrescentado quem era o Maior Português de Sempre, e chegou àquela triste conclusão, devia ter sido imediatamente lançado um debate para se eleger o Português Mais Sinistro de Sempre.

Não vos quero influenciar, mas o meu voto ia para Pinto Balsemão, o político há mais tempo na sombra desta decrepitude, a que chamamos "Democracia".

Contas feitas, se Salazar lá esteve uns quarenta anos, este para lá caminha, e pode ter prolongamento, se o Clube assim o decidir. À sua pobre maneira, é um Kissinger português, uma coisa de aldeia, com algum pedigrée, vindo de D. Pedro IV ter ido à cona a uma sopeira, e deveria ter ficado por aí, não fosse o país estar contaminado por meio século de falta de opinião pública, e o cavalheiro ter encontrado uma receita mágica que era ainda conseguir poupar a esse povo, por mais meio século, o esforço de pensar, inventado o "Expresso", que punha as questões, orientava o debate, abafava os contraditórios, e impunha as conclusões.

Aparentemente, porque já era de família, também o "Expresso", depois, foi à cona a tudo o que estava à mão, e foram nascendo algumas SIC bastardias, umas "Caras", umas "Ativas", uns "Jornais de Letras", umas "Visões", e toda a casta de mobiliário folheante dos cabeleireiros de bairro, que não frequento, nem os cabeleireiros, nem a matéria a folhear, obviamente.

Até aqui tudo bem, porque o papel higiénico, como dizia Gutenberg, divide-se entre o impresso e o não impresso, e eu gosto do branco, ao contrário do pão, que prefiro integral, não fosse o papel higiénico ter tomado uma tal escala que nos começou a impedir de respirar, e, sobretudo, essa sofreguidão de impedir o pensamento livre tivesse tornado um país distorcido num amontoado de gente ainda mais distorcida e esclerosada, tipo Somália, na época dos piratas hibernarem.

No princípio, já que temos sempre de voltar lá, era o secretismo. Na fase em que estamos, é tudo à descarada, desde os olhinhos ávidos da Teresa Guilherme, passando pelo branqueamento de capitais de todos os subterrâneos russos, até desaguar nesta porcaria de Bilderberg, que começou por ser uma anedota, mas acabou numa perigosíssima peregrinação.

Enquanto o Mundo inteiro, o das Sombras, ali se reúne, para retirar o pouco de luz que ainda resta ao Mundo que a tem, o Balsemão vai, penosamente -- tanto quanto lhe permite o furo de coca, pelo qual ainda respira, como os cachalotes -- levar os seus pastorinhos anuais, para ver que tipo de solzinho irá dançar, na próxima "saison", no miserável quintal português. Como dizem os crentes, alguma coisa de importante deve mesmo andar a acontecer por aqui, porque não há a mesma preocupação de muitos outros terreiros, com a escala mínima de Portugal, a levar, ano após ano, os seus beatificados, para que recebam qualquer coisa da mão do próprio Senhor.

Nos últimos anos, a coisa bateu certo: Barroso foi, e Kissinger colocou-o como o supra-sumo da nulidade, para Obama ter tempo de destruir o Euro e a Europa. A seguir, a romaria levou Sócrates e Santana, que logo foram Primeiros Palhaços de Portugal. Houve uns interregnos, com Rui Rio, que deverá ir substituir o lambedor de conas de pretas, como líder do P.S.D., e o Tição, que reinará no Sul Mouro, como António Costa. Pelo meio, Clara Ferreira Alves, a ver se arranjava homem e RTP, mas o Relvas foi-se embora e a Isabel dos Santos resolveu trocar a nacionalidade portuguesa pela russa, porque aquilo vai explodir, e os impostos são mais baixos. E sendo que mais vale uma discoteca em Moscovo do que o bordel da RTP, em Lisboa, a Ferreira Alves preferiu a sua estabilidade de "horizontale", no novo coio do "Canal Q": aparentemente, o seu topo da base já foi pelo cano. Temos pena: houve pernas que, abrindo menos, conseguiram mais.

Agora, vem a parte negra.

Como é sabido, é das regras de Bilderberg que os seus pares interajam interpares, ou seja, um pouco como o Cavaco continuou a apoiar o Duarte Lima e a Beleza, e depois o Relvas recebe, recebeu e recebia, na sua casa, da Rua da Junqueira, já que o Aníbal o não podia fazer diretamente, o escroque, "Conselheiro de Estado (!)", Dias Loureiro.

À margem da Lei, Bilderberg é como as Termas do Vimeiro, depois de lá se banharem, todos perdem os crimes, e passam a meros agentes da Estratégia Global.

Para mim, que sou certeiro nas lotarias negras, pensei que este ano fosse a vez de João Galamba, mas o galambismo fica para depois, como vos irei explicar, ou melhor, aguarda, na retaguarda, que as hostes marchem para as tricheiras, através da Santíssimo Trindade, Vítor, Pai; João, Filho, e a Pombinha do Espírito Galamba, e não pensem que me desviei do assunto, porque, este ano, Balsemão, o Português Mais Sinistro de Sempre, leva, por arrasto, Paulo Portas, uma víbora luminosa, que o demónio dotou com o dom da palavra, e a Vénus Vulgar, com o dom da mamada, e como esta gente não se desloca, nunca, sem criados nem camareiros, enturmaram com o merceeiro António José Seguro, o típico parolo, cara de seminarista, que se percebe que nunca irá muito alto, mas poderá servir de cobertor a quem mais alto queira por ele ascender.

Senil, Balsemão já nem esconde o que procura para Portugal. A morte política de Passos Coelho vai na agenda secreta, e o seu sucessor já está na calha, só que o sucedido só vai perceber, no último instante o que lhe sucedeu. Não percebi -- mas também não chego para tudo -- se Cavaco irá ser empalhado, e exposto, como Lenine, no Mausoléu da Quinta da Coelha, ou se a questão turca se sobreporá ao que fazer com o Cadáver de Boliqueime, embora isso me preocupe pouco, porque a romaria só tem três sentidos: ou é o povinho da Favela PSD que vai enturmar num Governo chefiado pelo Maior Demagogo... bom, maior, não sei, talvez um ex-aequo com o Professor Marcelo, e com o PSD, desvitalizado, a reboque, numa rui risada; ou o povão do Centrão que está preparado para votar, à justinha, no ar, à justinha, do António José Seguras o quê, e segura muita coisa, como as piranhas de extrema-direita, de cariz galambista, que só estão à espera de que lhes abram a porta, como aqueles cães assassinos, que são fechados, semanas, em quartos escuros, para virem cegos de ira e carnificina, ou, se a coisa não funcionar, a velha solução do Tio Soares, um casamento entre pederastas do Largo do Caldas e pedófilos do Largo do Rato.

Creio que seria o governo ideal para Portugal, e, para mim, já teve um efeito profilático e terapêutico: fiquei, hoje, com a absoluta certeza dos sítios onde NÃO irei votar, nas próximas eleições.

Para o ano, se a "branca" ainda o não tiver feito estoirar, talvez Balsemão convide Jerónimo de Sousa. No fundo, este mundo é tão pequeno, e tão escassa a nossa finitude, que nada me espantaria...


quarta-feira, novembro 21, 2012

A canção dos gatunos


A direcção do PSD voltou esta noite a apelar a António José Seguro que participe no debate sobre a redefinição das funções do Estado, argumentando que o PS tem "responsabilidades especiais" e a "obrigação" de entrar nessa discussão. "Existe a obrigação de todos de participarem no debate estrutural do Estado por razões de qualidade dos serviços e também por razões orçamentais", disse Moreira da Silva, lembrando que a maioria quer concluir essa redefinição "do ponto de vista conceptual das funções do Esrtado" até Fevereiro. Num reiterado apelo ao secretário-geral socialista, António José Seguro, o vice-presidente do PSD repetiu: "O PS não pode deixar de estar presente". O Governo quer cortar até 2014 quatro mil milhões de euros em despesa.
Moreira da Silva desafiou ainda os socialistas "a clarificarem" a sua posição sobre a despesa pública. " Ou assumem que querem reduzir a despesa para evitar aumentar impostos, como nós queremos, ou decidem que não se deve reduzir despesa mas têm que assumir que querem aumento de impostos",

Esta gente é mesmo reles. Primeiro sobem os Impostos a um nível que se torna insuportável para os cidadãos e para a própria economia do país, destruindo empregos e empresas e agora vêm matar o estado social com a ameaça de ou isso ou mais impostos. Esta "refundação do Estado Social" que querem ter pronta até Fevereiro vai ser mais um ataque à dignidade e a condenação à mais profunda miséria e até à morte de milhares de cidadãos. É por o saberem e também porque para muitas das mudanças que desejam fazer necessitarem de alterar a Constituição que esta cambada de gatunos vem pedir batatinhas ao PS. Assustador é saber que este PS não é de confiança e, em troca de alguns favores ainda lhes faz o favor. Se o país já está mal, se as pessoas já passam por enormes dificuldades imagine-se o desespero quando as reformas forem cortadas, o Serviço Nacional de Saúde e a Escola Pública destruídos e os apoios sociais cancelados. Claro que tudo isto não será feito de uma vez só, mas vai ser colocada a primeira tábua no caixão onde nos pretendem enterrar. Ou se calhar nem isso porque, para está escória da sociedade que assaltou o poder, uma vala comum serve-nos muito bem.
Está na hora de dizermos definitivamente não, de correr com a bandidagem e construir uma sociedade mais justa, mais assente numa verdadeira democracia participativa, na liberdade de escolhermos o nosso próprio caminho e na dignidade de todo os ser humano. Não pode ficar para amanhã tem de começar já hoje e todos, mas mesmo todos, têm de sair para a rua impondo a mudança. 

sábado, março 23, 2013

Sangue na Arena Parlamentar


O António José Seguro avisou o governo, que por acaso tem maioria absoluta no parlamento, que está lixado. Ele vai apresentar uma moção de censura e facilmente nos apercebemos que, se até as suas abstenções são violentas, então isto só pode acabar num banho de sangue. A Arena do parlamento abre as portas aos seus Deuses e o sangue jorrará abundantemente. Ou, quem sabe se no espírito do consenso politico que todos andam a dizer que o país necessita o António José, jogando pelo Seguro, não resolve acabar por se abster ou mesmo votar contra a sua própria moção de censura. Deste PS já tudo se pode esperar. 


sábado, setembro 01, 2012

Vai fogoso e não Seguro

 
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, convocou o líder do maior partido da oposição, o PS, António José Seguro, que interrompeu as suas férias, para uma reunião de emergência, que teve início às 19 horas desta quinta-feira. O encontro durou um pouco mais de uma hora.

Todos dizem que são amigos de longa data e desde que o Passos Coelho chegou a São Bento que faz o Seguro fazer papel de corno manso. Decide o que quer fazer sem lhe perguntar qualquer opinião, desprezando-o, mas quando necessita do seu apoio, chama-o, diz-lhe que tudo vai mudar, promete-lhe amor eterno para depois o desprezar uma vez mais.
Contente  vai a São Bento
António, sem futuro;
vai fogoso e não Seguro.

quarta-feira, fevereiro 29, 2012

Em que laboratório nasceu a ideia deste laboratório de ideias?


O secretário-geral do PS, António José Seguro, apresentou esta segunda-feira o Laboratório de Ideias e de Propostas para Portugal. «Não é criado em véspera de eleições para eleitor ver, é uma proposta a pensar em 2024. O resultado do seu trabalho será apresentado aos portugueses em 2015, para executar em duas legislaturas», afirmou Seguro durante a apresentação do projecto. «É necessário uma ruptura política, a começar pela própria forma de fazer a política. Este é o caminho certo, o caminho que aproxima a política das pessoas e as pessoas da política».

Seria de pensar que um partido que se afirma como alternativa ao actual já tivesse soluções e ideias de como deveria ser a governação. Em 2015 onde já irá este governo e certamente não será o Seguro o líder do PS tão fraquinha tem sido a sua prestação. Também este laboratório já terá encerrado há muito.
Já agora aproveito para aconselhar o Seguro que a forma de aproximar as pessoas da politica não é juntar meia dúzia de "iluminados" desejosos de um futuro tacho numa sala a falarem, mas convocar os cidadãos para participarem nesse debate e na apresentação de novas ideias e novos caminhos. Mas isso, pressupunha que esta gente estivesse minimamente interessada na criação de novos caminhos e em aceitar que muitos dos privilégios e compadrios teriam de terminar que é exactamente aquilo que querem evitar. Mais um grupo de estudo que vai ter o mesmo resultado de todos os outros que foram criados ao longo do tempo pelas oposições; nada.

segunda-feira, março 18, 2013

O Seguro é um cómico


O secretário-geral do Partido Socialista, António José Seguro, defendeu hoje que "chegou a hora da mudança" para Portugal e apelou à mobilização dos portugueses em torno do projecto do PS. Só muda se os portugueses se juntarem todos em torno de uma alternativa" e "esse caminho só poderá ser liderado em Portugal pelo PS"

Eu sei que isto parece uma piada, mas é mesmo verdade. O Seguro diz que a alternativa é juntarmos-nos em torno do projecto do PS. Saltemos da frigideira para o lume. Se este governo do PSD é uma vergonha continuar com o alterne politico não resolverá nada. Por cá continuará a troika, a dívida, a austeridade, o desemprego e a pobreza. É necessária uma mudança radical nas premissas, um repensar nas politicas e nos objectivos. Este caminho já mostrou não ter saída a não ser a miséria. Os cidadãos são gente, não são números e merecemos todos que a nossa dignidade seja respeitada. Deixem de mentir e de fazer de nós todos parvos. Cada vez há mais gente a compreender que esta democracia de alterne ao serviço do grande capital já não nos representa e exigem uma democracia mais verdadeira e directa em que os escolhidos possam ser exonerados a qualquer momento se não cumprirem com o que prometeram, em que sejamos consultados sempre que qualquer decisão mais importante tenha de ser tomada e em que a justiça seja despolitizada com zero tolerância para a corrupção. Já chega de mentiras e de hipocrisia.

quarta-feira, dezembro 19, 2012

Uma coisa que não é coisa nenhuma


Hoje não sei porquê apetecia-me fazer alguém ou alguma coisa que não servisse para nada. Mal cheguei ao computador, embora personagens irrelevantes não faltem por aí,  foi fácil decidir, só podia ser o António José Seguro, que sem saber como um dia destes ainda chega a Primeiro-ministro sem nada fazer por isso ou o merecer. Num país em que o poder é uma exercício de alterne, em que a comunicação social, pertença dos grandes grupos económicos e ao seu serviço, condicionam a liberdade e a democracia com mentiras e enganos, as ditas alternativas não passam de meros piões no jogo do sistema, nada é muito difícil prever. Ao Seguro, um mais um Jotinha, parece bastar-lhe sentar-se e calmamente esperar que o governo lhe caia nas mãos. Claro que há sempre o perigo, se deixar que os aldrabões que nos governam se aguentem por lá, de que no PS alguém se impaciente ou seja mordido pelo bichinho do poder e lhe puxe o tapete debaixo dos pés. Para sua sorte o António Costa parece preferir ir directamente para o lugar do Sr. Silva sem passar pelo governo. 
A pergunta que me vem à cabeça é se ainda não será desta que vamos acordar e perceber que toda esta gente que se alimenta do sistema não é realmente uma alternativa séria. Só com uma mudança real, recusando mais do mesmo, exigindo uma real democracia mais directa e participativa e a recusa de participar nos jogos dos mercados especuladores que nos controlam com dividas forjadas para nos roubarem direitos e a própria dignidade como pessoas, podemos ter esperança. Até quando vamos continuar a aceitar ser condicionados e enganados por esta gente?


domingo, fevereiro 17, 2013

Padrinhos


Ao confirmar-se o que aqui digo há já algum tempo, que o António Costa quer seguir directamente para o Palácio de Belém sem passar pelo de São Bento, ficou praticamente decidido que o António José Seguro será o próximo Primeiro-ministro, o que não deixa de ser estranho, ou melhor demonstrativo da mentira em que vivemos ao falar em democracia, faltando só saber quando. Mais cedo ou mais tarde o Passos Coelho vai sair de cena pela porta pequena e no seu lugar vai-se sentar outro tão incompetente como ele. Mas, é assim porque ambos são os "padrinhos" das suas famílias politicas que reinam na democracia de alterne. Com a sucessão que poderá mudar? Muito pouco porque ambos servem os mesmos donos, os mercados, as grandes corporações e os senhores do mundo. Nós, todos nós, continuaremos a ser carne para canhão, meros instrumentos das suas ambições e ganancia e números nas suas folhas de cálculo.
Por tudo isto, o ir para a rua pedir simplesmente eleições é uma falácia e uma mentira que o sistema, uma vez mais utiliza para nos acalmar e convencer que algo vai mudar quando no fim tudo ficará na mesma. Temos de mudar a forma como vivemos a democracia, como participamos nela. Os nossos sonhos já não cabem nas urnas de voto que nos oferecem de quatro em quatro anos, os nossos sonhos exigem que possamos tomar parte activa nas decisões que afectam a nossa vida e definem o nosso futuro. Não só no dia 2 de Março quando as ruas se encherem de gente, muitos arregimentados, muitos mais enganados a pedir a demissão do governo e novas eleições, exige a mudança do próprio sistema e o teu direito a poderes decidir o teu futuro na plenitude. Democracia verdadeira, directa e participada por todos.

quarta-feira, setembro 01, 2010

Contos do Reino dos Rosas

O jornal i noticia que Carlos César pode ser o sucessor de José Sócrates na liderança do Partido Socialista para travar a ascensão de António José Seguro.

domingo, março 17, 2013

Sorrindo na tormenta


Quem olhe para o António José Seguro vê que anda satisfeito. Claro que quando fala para as televisões põe aquela ar sério e preocupado, quando discursa o de indignado e zangado, mas quando se distrai não evita o sorriso. Já se vê como Primeiro-ministro e ganhar eleições é tudo o que deseja. Está programado para isso, cresceu na juventude socialista, foi ai que aprendeu a fazer acordos de bastidores, a comprar apoios e a fazer promessas. Ganhar eleições sempre foi o que lhe disserem ser o mais importante e a meta de qualquer dirigente partidário, um objectivo que vale tudo e que se sobrepõe a tudo e todos. O que fazer com essa vitória é secundário, é algo que depois se vê. Há favores a pagar, promessas privadas a cumprir, negócios a fazer e claro um país a governar, mas para isso há a desculpa do estado em que encontraram as contas, a credibilidade externa para os mercados e as obrigações para com os credores e os nossos parceiros europeus para com a inevitabilidade e a falta de alternativas para tudo ficar na mesma.
Neste longo e chuvoso inverno, muitos esperam por uma primavera mais amena, mas a meteorologia politica só prevê avisos vermelhos e um agravamento das condições  para os próximos tempos. Só o Seguro parece gostar de dançar à chuva.

domingo, janeiro 27, 2013

Tão in-Seguro que ainda cai


Na continuação do post anterior e já que estou a falar das grandes mentes e sumidades da nossa politica que podem desaparecer a todo o momento resolvi fazer o António José Seguro, o inventor da abstenção violenta e candidato a pior líder de oposição de sempre. É normal que tanto o PS como o PSD escolham Zés Ninguéns para atravessarem os longos desertos de oposição, mas desta vez exageraram. Não dá uma para a caixa, não apresenta uma ideia e ninguém acredita nele como alternativa. Se isso é assustador para muita gente mais o é para o sistema que se vê confrontado com o problema de não ter ninguém credível para utilizar na sua politica de alterne se isso se mostrar necessário. Certamente que já lhe passaram a certidão de óbito politica e não deve demorar muito para lhe fazerem o funeral.


quarta-feira, janeiro 02, 2013

Um To-Zé pouco seguro


Continuando na ressaca do ano novo e uma vez mais aproveitando um dos bonecos que ficou por publicar desta vez do António José Seguro, o suposto putativo próximo Primeiro Ministro desta democracia de alterne. Deveria talvez por isso estar satisfeito, mas sendo ele mais um jotinha daqueles que a única vida que conhece é a avida de um partido não devemos esperar muito dele. Nem ele parece realmente esperar muito dele próprio tal é a sua cara de menino com lágrima. 
Este país tem de mudar, de destino e também de gente que tudo o que deseja é poder. Encontrar alternativas, não só de pessoas, mas sim de ideias, de novos caminhos e novas soluções. Um caminho que só pode ser trilhado, evitando a ideia dos salvadores que tantas vezes se transformam em ditadores, se for feito pelas pessoas numa nova forma de democracia mais directa e participativa. Essa é a resposta agora falta fazermos todas as perguntas que faltam e ver como as encaixamos nela. 


terça-feira, outubro 02, 2012

O homem da Varinha Mágica


António José Seguro afirmou durante a reunião da Comissão Nacional do PS «A manifestação que houve no dia 15 de Setembro foi maioritariamente e esmagadormente contra as políticas do Governo, mas há uma parte daquela manifestação que também é contra a forma como se faz política em Portugal. E o Partido Socialista tem que entender isso».  «Essa gente que sofre, precisa de nós, e a nossa responsabilidade, que estamos na política, é de encontrar soluções para essas pessoas e não a varinha mágica que tudo se resolve de um dia para a outra».

Este "Passos Coelho" do PS, quando parece que o governo lhe pode cair ao colo sem nada ter feito para isso, como tinha acontecido com o Coelho, também vem com a conversa do falar verdade, do não enganar e depois viu-se como foi. São gente vinda das Jotas partidárias, que nunca fizeram nada na vida que não seja puxar cordelinhos nos aparelhos partidários. Este, o Seguro,  diz não ter uma varinha mágica para resolver os problemas, que como já podemos adivinhar desde já só irá agravar fazendo uma politica que não será muito diferente do Coelho. O que talvez devêssemos fazer era uma cotização, oferecíamos-lhe um "varinha mágica" e mandávamos o homem para a cozinha. Quem sabe não se perdia um mau político e se ganhava um bom cozinheiro. 

segunda-feira, julho 09, 2012

Triste alternativa


O António José Seguro sempre me pareceu ser uma personagem errada, no momento errado, por ser uma cópia barata do Sócrates e demasiado parecido com o Passos Coelho para lhe ser alternativa credível. São todos demasiadamente iguais no percurso e na forma como chegaram à liderança dos seus partidos. Vieram das juventudes partidárias, onde fizeram a sua aprendizagem politica, com todos os defeitos e vícios que isso cria, só chegaram ao poder quando as alternativas estavam esgotadas e, mesmo assim, por serem homens do aparelho que durante anos manobraram as estruturas dos respectivos partidos. Sem ideias nem ideais tudo o que ambicionam é o poder.
Sendo assim que alternativa é o Seguro? Basta ver as suas posições, a sua abstenção violenta para se perceber que nenhuma. Andou a defender que só se deveria ter cortado um dos subsídios para se mostrar mais simpático que o governo sem ver que com isso apoiava a ilegalidade que agora o Tribunal Constitucional veio provar. Vem agora defender que a solução para o país é prolongar o "reinado" da Troika por mais uma ano como se isso resolvesse alguns dos problemas do país; desemprego, recessão, um país submisso ao grande capital especulador e sem uma economia produtiva que lhe permita libertar-se das amarras com que o tornaram dependente. Não apresenta soluções, só criticando sem ter uma resposta alternativa que não seja o prolongamento da agonia. Não questiona as soluções nem combate as ilegalidades, simplesmente tenta torná-las mais "cor-de-rosa". Uma nulidade que mesmo assim ainda corre o risco, ou melhor nos faz correr o risco, de um dia chegar a Primeiro-ministro. Mais do mesmo para que tudo fique na mesma.

segunda-feira, novembro 21, 2011

Eis a famosa abstenção violenta


O secretário-geral do PS defende a manutenção do IVA na restauração, na alimentação para bebés e na Cultura. António José Seguro afirma que já fez as contas e há forma de compensar a redução das receitas que daí resultaria.

Encontrei esta notícia na coluna de Entretenimento do Google Noticias, e honestamente pareceu-me o lugar apropriado para ela. Um partido que se diz socialista, um partido que se diz oposição, tudo o que tem para criticar e alterar num orçamento repleto de ilegalidades e de inconstitucionalidades, num orçamento cego ao sofrimentos das pessoas mas muito atento à salvação dos bancos, um orçamento que vai atirar o país para uma profunda recessão, é o IVA nos restaurantes, na comida de bebés e na Cultura. Só como nota de rodapé, o Passos Coelho já veio afirmar que estes pedidos do Seguro são impossíveis de ser aceites, porque reduzem as receitas.
E nós calamos e nada fazemos?

terça-feira, outubro 04, 2011

Start making sense


De cada vez que oiço o António José Seguro fico com a nítida impressão que veste um fato grande demais para quem é o líder do Partido Socialista. Primeiro porque nunca lhe vi as capacidades para ser líder de coisa nenhuma, mas podia estar enganado. Depois porque se lhe juntar o facto de ser oposição com o peso de ter de apoiar o acordo que assinaram com a Troika é areia demais para a camioneta de um líder de oposição. Apesar da ajuda do PSD lhe vai dando, sendo mais Troikista que a própria Troika, não renegando definitivamente o João Jardim e aceitando os pedidos do Seguro de ser recebido com urgência quer o Primeiro Ministro, quer o Presidente, não consegue mostrar ser alternativa para coisa nenhuma. Acaba sempre por concordar com as opções do governo mas pedindo para que as medidas sejam um pouco mais "lights".
Com este não podemos contar para mudar nada, mas a verdade é que nunca pudemos, com os outros que se sentam no Parlamento podemos esperar muitas queixas e acusações mas não a apresentação de uma alternativa credível de poder, pelo que têm de ser as pessoas a assumira essa responsabilidade nas suas mãos. Dia 15 de Outubro algo tem de começar a mudar.

terça-feira, agosto 30, 2011

A Madeira com Bicho


Líder do PS esteve na região e exigiu ao primeiro-ministro controlo sobre Jardim, que acusa de ter levado a Madeira à bancarrota. "Bancarrota", "irresponsabilidade", "chantagem", "basta". Palavras fortes de um discurso todo feito em altos decibéis pelo líder do PS, António José Seguro, ontem na Madeira. Mas não se pense que as críticas são para Alberto João Jardim. O primeiro destinatário é mesmo Pedro Passos Coelho que Seguro diz ser "cúmplice da situação pelo silêncio".

Por muito que a Madeira e o João Jardim embaracem o Passos Coelho a verdade é que ele não pode exercer a austeridade e os sacrifícios e permitir que na Madeira se esbanje em nome do poder do Bicho da Madeira e de ganhar umas eleições regionais. Se afirma que este governo vai ser exigente e rigoroso com as contas públicas ao "tostão" não pode dar este exemplo na Madeira.

sábado, agosto 27, 2011

Um pedido Seguro


"É altura de o governo mudar de opinião, demonstrar alguma sensibilidade social e particularmente poder dar os seus votos no parlamento às propostas do PS e eu espero que o primeiro-ministro ouça este meu apelo e de facto possa fazer uma repartição dos sacrifícios de modo mais equitativo", afirmou António José Seguro.

Depois de um longo tempo em que andou desaparecido e em que o governo aumentou os transportes públicos, alguns em mais de 25% e o IVA da electricidade e gás de 6 para 17 por cento, olha quem se voltou. Soubre os sacrificios impostos aos mais pobres não tinha nada para dizer e escondeu-se para tentar que ninguém se lembrasse dele, mas quando se trata de taxar os mais ricos já quer aparecer na fotografia como simbolo de justiça social. Ele pede, ele apela ao Passos Coelho que tenha compaixão dos mais pobres, mas não pede que substitua nenhuma das medidas tão penalizadoras para os que menos têm pelo dinheiro feito por um imposto que os que mais têm estão dispostos a pagar para tentar evitar a indignação que cresce, todos os dias, sobre o aumento brutal das desigualdades sociais e a revolta que sentem ao ver os especuladores aumentarem os seus lucros em compadrio com o poder político, defendidos pela Justiça e pela vendida comunicação social.
Se acreditarmos que vai ser gente como esta que nos vai safar temos um futuro muito negro.

domingo, setembro 29, 2013

O palhaço de serviço


"Esta campanha eleitoral superou as minhas expectativas, porque sinto que há uma relação de confiança que se estabeleceu entre os portugueses e o PS", sustentou António José Seguro em declarações à agência Lusa. "Já fiz imensas campanhas e, nesta, em vez de ser eu a dizer às pessoas que conto com elas, são as pessoas que me dizem força, precisamos de si, não desista, isto só lá vai quando o senhor for primeiro-ministro"

Só me vem à cabeça um nome para isto para além de trampolineiro; Palhaço.  Mas há alguém neste país que acredite que alguém neste país acredite que este aldrabão é solução seja lá para o que for? Haverá alguém que acredite e lhe diga  "precisamos de si", que isto lá vai quando ele for Primeiro-ministro. Ele não passa de mais um Boy saído das juventudes, mais um que não sabe o que é a vida real, mais um que nunca fez nada mais na vida que a baixa politiquice. É mais um para quem o mundo é o que se passa em gabinetes, em acordos de corredores, em promessas de tachos e oferta de favores. O futuro deste país passa por uma mudança real de politicas  e não por substituir simplesmente o palhaço do circo. E este nem piada tem.