Se há quem chore de alegria porque não haveremos de rir de tristeza. Todas as imagens deste blog são montagens fotográficas e os textos não procuram retratar a verdade, mas sim a visão do autor sobre o que se passa neste jardim à beira mar plantado neste mundo, por todos, tão mal tratado. A pastar desde 01 Jan 2006 ao abrigo da Liberdade de Expressão.
sábado, setembro 21, 2013
Porquinhos mealheiros
sábado, julho 28, 2012
Lista de Luz Negra
segunda-feira, dezembro 19, 2011
A Privatização da EDP vai dar à luz

Certo é que as águas já rebentaram e, se a ecografia não enganar, a criança vai-se chamar E.ON.
quinta-feira, abril 27, 2006
O DESCALABRO DA DESGOVERNAÇÃO: A avidez é a verdadeira mentora da crise
É inacreditável, mas é o país que temos .Era a manchete do Expresso de Sábado e custa acreditar. A nossa petrolífera tem vindo a ser albergue de parasitas e toca de incompetentes. Veja-se:
Outros exemplos avulsos:
terça-feira, abril 09, 2013
A saga continua
O Bastonário da Ordem dos Médicos já veio avisar que se houver mais cortes na saúde há o perigo de começarem a morrer mais gente nos hospitais por falta de condições. A Troika mata e tudo em nome do lucro, dos mercados.
sexta-feira, março 16, 2012
António Mexia e a Marioneta made in China
quinta-feira, março 15, 2012
O poder eléctrico

«O secretário de Estado da Energia é a primeira baixa no Governo de Pedro Passos Coelho. Henrique Gomes - que foi substituído no cargo por Artur Trindade, director da entidade reguladora do sector energético (ERSE) - apostou na reestruturação do sector e no corte de custos que têm um impacto na tarifa energética, mas fê-lo contra os operadores do sector e acabou numa guerra que resultou na sua demissão.
Os verdadeiros motivos para a sua demissão prendem-se com as tensões entre Henrique Gomes e os principais ‘players' do sector, em especial a EDP, que começaram praticamente desde que tomou posse há oito meses. O mais recente caso terá sido o estudo encomendado pelo Governo a uma entidade independente para avaliar o custo das rendas excessivas pagas pelo sistema eléctrico nacional às grandes produtoras de electricidade, e que apontava para um ‘cheque' de 3,9 mil milhões de euros a essas empresas. O objectivo do Governo seria cortar 2,5 mil milhões deste montante, seguindo assim as orientações da ‘troika' que exigem uma forte redução dos custos de interesse económico neste sector.»
Uma renda de quase 4 mil milhões de euros corresponde quase a um BPN por ano para a empresa que num ano pagou 4 milhões ao seu António Mexia de salários e prémios, e que todos os anos bate os recordes de empresa com maiores lucros (este ano acima dos mil e duzentos milhões). Paga e sobra os cortes nos salários e nos subsídios ou no Serviço Nacional de Saúde. É para aí que são canalizados os sacrifícios que nos pedem num país onde pagamos os mais altos preços na conta da electricidade. Oferecem os dividendos da EDP e da REN, aceitam que a lusoponte receba as portagens e a compensação paga pelo estado para não as receberem e descarregam milhares de milhões nas contas dos Senhores do capital.
Será que temos de aceitar um país atirado para a miséria para encher o papo a esta gente?
terça-feira, fevereiro 22, 2011
Quando a realidade envergonha

Como vive esta gente? Não me perguntem que nem consigo imaginar, nem como sobrevivem, nem o desespero de verem os seus filhos com fome e despejados na miséria. Que discurso pode fazer um dos nossos politico que não fique logo desacreditado por esta realidade. Um país em que tantos vivem na pobreza extrema e os outros no medo de também lá poderem cair. Vidas sem esperança algumas, vidas precárias de outros.
sábado, outubro 02, 2010
O Sr. Professor de renováveis

Segundo parece são 3 milhões que a EDP vai pagar para o Manuel Pinho ir dar aulas aos americanos. Com a crise que por aí anda, por ouvir os nossos empresários como o Mexia a falararem da baixa qualificação dos portugeses parecia mais acertatado que utilizassem esse dinheiro em faculdades cá do burgo? Afinal os milhares de milhões de lucros da EDP ao longo destes anos foram todos conseguidos com a venda em monopólio de uma, senão da, electicidade mais cara da Europa.
domingo, maio 30, 2010
Amigos e afinados
Portugal é dos países da União Europeia com preços de energia mais elevados, tendo em conta o poder de compra das famílias. Os preços da energia caíram na média dos países da União Europeia entre a segunda metade de 2008 e a segunda de 2009. Em Portugal, isto não aconteceu para a electricidade. Os preços da electricidade desceram 1,5% entre os 27 países comunitários mas em Portugal subiram 4,5%, segundo os dados do Eurostat, o gabinete de estatísticas da Comissão Europeia.
Quanto ao gás doméstico, tanto os portugueses como os europeus pagaram menos entre 2008 e 2009, mas em Portugal esta descida foi na ordem dos 5,5% enquanto a factura da média da União a 27 diminuiu, nesse período, 16%.
Assim é fácil vir o Sr. Mexia obter milhares de milhões de euros de lucro dizer que cumpriu os objectivos e reclamar o pagamento de 3 milhões em ordenados e prémios ao fim do ano, sobretudo quando a ERSE, que devia regular os preços em nome dos contribuístes é a primeira a defender mais aumentos. A lata desta gente que ainda veio dizer que estamos com muita sorte em termos o governo que temos e que limitou os aumentos pois este não deveria ter sido de 4 mas sim de 40%. Tocam bem afinadinhos, o “ladrão” e o “polícia” que o devia vigiar.
segunda-feira, abril 12, 2010
Agradeço este prémio de 3.1 milhões...mereci-o
Parece-me que a resposta a estas três perguntas é não, que não há mérito, numa empresa que devia ser publica, em explorar os cidadãos de um país e asfixiar ainda mais as já aflitas pequenas e médias empresas, que são os trabalhadores de uma empresa que realmente constituem a sua grande riqueza e que mais contribuem para o seu lucro e que se houvesse alguma justiça o desenvolvimento do país deveria ser construído de baixo para cima, utilizando o dinheiro para ajudar quem mais necessita, para criar empregos, para criar uma maior justiça social diminuindo o fosso entre quem nada tem e quem suga as poucas riquezas deste país. São quadros muito qualificados e se não lhes pagarem bem vão-se embora, dizem-nos. Pois que vão e que façam boa viagem que haverão muitos outros interessados em fazer o mesmo trabalho, quem sabe até muito melhor. Correr com esta gente que se vêm como Deuses deveria ser a primeira coisa a fazer.
sexta-feira, abril 02, 2010
O "João Ratão" e o tacho dos milhões
António Mexia ganhou mais de 3 milhões em ordenados e prémios no ano de 2009. A este a crise não incomoda muito.
sexta-feira, julho 07, 2006
O Regresso
Depois de “andar por ai” Santana Lopes, está de volta à vida politica, ocupando o seu lugar na AR, para alegria dos humoristas deste país. A acinzentada vida política portuguesa pode contar a partir de agora com mais animação.“Não venho para causar incómodo, venho para ajudar” afirmou
Estamos certos que não vai incomodar nada e nos vai ajudar muito ter razões para rir.
Gostei principalmente da sua confissão de que “Não é fácil para quem foi primeiro-ministro reorganizar a sua actividade profissional”. Imagino as enormes dificuldades porque deve ter passado nas filas do fundo de desemprego, no desespero na hora de voltar para casa, de mãos a abanar, e sem saber onde ir arranjar dinheiro para levar a Santanete do dia a jantar fora. Valeu-lhe o seu ex-ministro Mexia para lhe arranjar um “biscate” na GALP. Afinal é sempre bom ter amigos.
Mas a grandeza de um homem vê-se quando, apesar de ter sido “espancado” ainda na incubadora consegue afirmar, “Não estou zangado com o mundo, nem com ninguém”.
.
quarta-feira, abril 26, 2006
Eu não sou parvo!
Correm boatos de que Santana Lopes, pela mão de António Mexia, assumirá o cargo de assessor jurídico da EDP.Se isso acontecer, mais uma vez se provará que pertencemos a um país onde a esperteza é a moeda sempre valorizada. Um país onde o compadrio é promovido como virtude e a pobreza como um destino.
Enquanto nos pedem rigor e austeridade, assistimos a esta chico-espertice congénita, esta desonestidade, que cresce e evolui em escândalo.
É este oportunismo autóctone que é um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento.
Jorge Matos
.
Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17






