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sábado, setembro 21, 2013

Porquinhos mealheiros


António Mexia considera que o Tribunal Constitucional tomou algumas decisões “desenquadradas” e que “não têm em consideração o contexto” do país. Pensa ainda que Portugal irá conseguir acesso aos mercados” e que “para isso é decisivo que não se haja decisões” como as que já foram tomadas, como os chumbos do Tribunal Constitucional. “Acho que foram decisões relativamente complicadas, que não têm em consideração o contexto. Temos de ter a noção que temos de ter acesso ao  mercado e os direitos são também em função daquilo que é a capacidade que a economia tem em se financiar.”

Eu quando olho para esta personagem que ganha mais num ano que muitos de nós todos juntos durante toda uma vida, vejo um porquinho mealheiro e uma personagem ascorosa.Mas isso sou eu e depois de ler as suas declarações até me apetece concordar com ele. O principio é, as leis são para ser cumpridas ou não dependendo do contexto em que nos encontramos. Como o país está em crise suspende-se a constituição. Então pela mesma lógica qualquer cidadão que se considere em crise tem também o direito de não cumprir com as leis, ou seja pode deixar de pagar impostos, ir a lojas e simplesmente servir-se do que precisar, andar de transportes e não pagar, entrar num banco e simplesmente pegar em dinheiro e sair e se perder a casa entrar pela do Mexia a dentro e passar a viver lá. A lei só se aplica em tempos de vacas gordas porque quando são só os porcos a engordar podem-se suspender. Afinal estes que pensávamos serem os grandes capitalistas acabam por se demonstrar mais avançados que qualquer anarquista e defendem uma sociedade sem leis. O importante é que a crise se mantenha para que tudo se possa fazer e a Constituição possa ser colocada na gaveta, talvez a mesma onde um dia o Mário Soares colocou o Socialismo e que nunca mais foi encontrada.  

sábado, julho 28, 2012

Lista de Luz Negra


O presidente da EDP disse estar de acordo com a criação de uma lista negra que integre pessoas que devam mais de 75 euros de electricidade ou gás. António Mexia adiantou que esta lista negra permitirá «condições de informação fácil» às empresas que vão entrar no mercado da electricidade.


Impõem uma austeridade brutal, fazem subir o desemprego a números nunca vistos, aumentam impostos e a pobreza no país, vendem a EDP ao Governo Chinês, aumentam brutalmente os preços, preparam a liberalização do mercado da electricidade e agora pretendem que quem deva 75 euros passe a estar referenciado numa lista negra. Claro que o Mexia, que com o seu "pornográfico" salário concorda totalmente. A electricidade que como a água, saúde, educação, transporte se tornaram em bens essenciais deviam ser garantidos a todos independentemente dos seus rendimento e não ser uma fonte de negócio e de lucros brutais para gente gananciosa e sem respeito pelo ser humano como individuo com sentimentos, sofrimento e necessidades.

segunda-feira, dezembro 19, 2011

A Privatização da EDP vai dar à luz


«No caso da E.ON, além de contactos directos entre as administrações das empresas – dos quais terá surgido a ‘promessa’ dos alemães a Mexia da sua continuidade como CEO e de um lugar de administrador não-executivo na eléctrica germânica –, houve um envolvimento directo dos líderes políticos. Numa conversa recente com Passos Coelho, noticiada pelo Financial Times, a chanceler Merkel enfatizou os benefícios para Portugal da proposta da E.ON.»

Lá se vai mais um anel, e já não há muitos. Segundo parece, quem oferece mais por ele, por cima da mesa, são os chineses, mas tudo indica que no fim o alemão acabará por ser a língua oficial da EDP. A Merkel já perguntou, "não nos faz uma atençãozinha?", o Mexia já vê os milhões que ganha por ano a poderem aumentar com mais um cargo de administrador-não-executivo e quem sabe se para outros não ficará guardado um "bom emprego" para garantir o "futuro". Isto é um negócio para nos venderem a luz, mas como sempre tudo acaba por me parecer muito escuro.
Certo é que as águas já rebentaram e, se a ecografia não enganar, a criança vai-se chamar E.ON.

quinta-feira, abril 27, 2006

O DESCALABRO DA DESGOVERNAÇÃO: A avidez é a verdadeira mentora da crise

É inacreditável, mas é o país que temos .
Era a manchete do Expresso de Sábado e custa acreditar. A nossa petrolífera tem vindo a ser albergue de parasitas e toca de incompetentes. Veja-se:
Um quadro superior da GALP, admitido em 2002, saiu com uma indemnização de 290.000 euros, em 2004. Tinha entrado na GALP pela mão de António Mexia e saiu de lá para a REFER, quando Mexia passou a ser Ministro das O.P. e Transportes.
O filho de Miguel Horta e Costa, recém licenciado, entrou para lá com 28 anos e a receber, desde logo, 6600 euros mensais.
Freitas do Amaral foi consultor da empresa, entre 2003 e 2005, por 6350 euros/mês, além de gabinete e seguro de vida no valor de 70 meses de ordenado.
Manuel Queiró, do PP, era administrador da área de imobiliário(?) 8.000euros/mês.
A contratação de um administrador espanhol passou por ser-lhe oferecido 15 anos de antiguidade (é o que receberá na hora da saída), pagamento da casa e do colégio dos filhos, entre outras regalias.
Guido Albuquerque, cunhado de Morais Sarmento, foi sacado da ESSO para a GALP. Custo: 17 anos de antiguidade, ordenado de 17.400 euros e seguro de vida igual a 70 meses de ordenado.
Ferreira do Amaral, presidente do Conselho de Administração. Um cargo não executivo(?) era remunerado de forma simbólica: 3.000 euro por mês, pelas presenças. Mas, pouco depois da nomeação, passou a receber PPR's no valor de 10.000 euros, o que dá um ordenado "simbólico" de 13.000 euros...
Outros exemplos avulsos:
Um engenheiro agrónomo que foi trabalhar para a área financeira a 10.000 euros por mês;
A especialista em Finanças que foi para Marketing por 9800 euros/mês.
Neste momento, o presidente da Comissão executiva ganha 30.000 euros e os vogais 17.500. Com os novos aumentos, Murteira Nabo passa de 15.000 para 20.000 euros mensais.
A GALP é o que é, não por culpa destes senhores, mas sim dos amigos que ocupam, à vez, a cadeira do poder. É claro que esta atitude, emula do clássico "é fartar, vilanagem", só funciona porque existe uma inenarrável parceria GALP/Governo. Esta dupla, encarregada de "assaltar" o contribuinte português de cada vez que se dirige a uma bomba de gasolina, funciona porque metade do preço de um litro de combustível vai para a empresa e, a outra metade, para o Governo. Assim, este dream team à moda de Portugal, pode dar cobertura a um bando de sanguessugas que não têm outro mérito senão o cartão de militante. Ou o pagamento de um qualquer favor político.
E AINDA DIZEM QUE A CRISE É CULPA DA FUNÇÃO PÚBLICA !!!
Texto recebido por Email
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Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17

terça-feira, abril 09, 2013

A saga continua


Felizmente há algum tempo que me deixei de assistir a noticiários nas nossas televisões por uma questão de sanidade mental, mas hoje, nem sei porquê resolvi sentar-me em frente ao televisor e carregar no botão. Fiquei completamente horrorizado com a campanha a que assisti. Desde a chantagem dos nossos "amigos" europeus que ameaçam cortar com o dinheiro, ao arrebanhar de comentadores, uns para criticarem o Tribunal Constitucional por ter cumprido com a sua função de fazer respeitar a lei inscrita na Constituição,  outros para nos mostrarem já onde o governo vai obrigatoriamente ter de cortar, na saúde, na educação e na segurança social, com a sugestão de milhares de despedimentos na função pública. Eram 2 mil milhões aqui, mais 700 milhões acolá, mais 1500 milhões noutro lado, mais mil milhões por todo lado. Aquilo somado dava muitos milhares de milhões sem haver quem dissesse que o Tribunal Constitucional só cortou 1300 milhões. Se fizerem todos os cortes que foram anunciando vamos ser um país riquíssimo heio de gente sem um pão para comer. É que nos jornais os cortes já se transformam em mais impostos e o IRS para os funcionários públicos vai subir. É um fartar vilanagem. Mas não refilem, tenham medo porque já paira a ameaça de não haver dinheiro para pagar os salários de Abril (a próxima tranche de ajuda só estava prevista chegar em Maio), Este país entrou em loucura e a comunicação social já está a fazer a cabeça das pessoas para a inevitabilidade, para aguentarem e calarem. Ah, e afinal o tal relatório do FMI, a dizer aquilo que o governo pediu para lá vir escrito e que era só um estudo, uma achega ao debate da "refundação do estado" agora já é a Bíblia dos próximos tempos e há que começar a cumprir com os seus mandamentos.  Mais gente para o desemprego, mais cortes nos salários, nos subsídios, aumento das taxas moderadoras, das propinas, dos horários de trabalho, da idade da reforma e sei la´que mais. Ah, e para a semana troika vem de novo a Portugal entregar mais um caderninho de exigências e medidas e quem sabe um segundo resgate. Realmente não somos a Grécia mas alguém me vai ter de explicar a diferença que não seja um ano de atraso na rota da miséria.
O Bastonário da Ordem dos Médicos já veio avisar que se houver mais cortes na saúde há o perigo de começarem a morrer mais gente nos hospitais por falta de condições. A Troika mata e tudo em nome do lucro, dos mercados. 
Num país onde o Mexia da EDP ganha 8500 euros por dia e onde o tal bandalho do Ulrich, veio dizer que os portugueses aguentam, a pergunta a fazer. Vamos mesmo aguentar ou vamos dizer basta? vamos ficar parados a assistir a mais esta vergonha? Vamos ficar à espera que alguém se lembre de convocar mais uma manifestação para daqui a uns meses? 


sexta-feira, março 16, 2012

António Mexia e a Marioneta made in China


Quatro mil milhões de rendas só para o sector energético e a electricidade mais cara da Europa. Assim também eu sou um grande gestor e defender que mereço um ordenado de milhões todos os anos. Quem paga?

quinta-feira, março 15, 2012

O poder eléctrico


«O secretário de Estado da Energia é a primeira baixa no Governo de Pedro Passos Coelho. Henrique Gomes - que foi substituído no cargo por Artur Trindade, director da entidade reguladora do sector energético (ERSE) - apostou na reestruturação do sector e no corte de custos que têm um impacto na tarifa energética, mas fê-lo contra os operadores do sector e acabou numa guerra que resultou na sua demissão.
Os verdadeiros motivos para a sua demissão prendem-se com as tensões entre Henrique Gomes e os principais ‘players' do sector, em especial a EDP, que começaram praticamente desde que tomou posse há oito meses. O mais recente caso terá sido o estudo encomendado pelo Governo a uma entidade independente para avaliar o custo das rendas excessivas pagas pelo sistema eléctrico nacional às grandes produtoras de electricidade, e que apontava para um ‘cheque' de 3,9 mil milhões de euros a essas empresas. O objectivo do Governo seria cortar 2,5 mil milhões deste montante, seguindo assim as orientações da ‘troika' que exigem uma forte redução dos custos de interesse económico neste sector.»

Uma renda de quase 4 mil milhões de euros corresponde quase a um BPN por ano para a empresa que num ano pagou 4 milhões ao seu António Mexia de salários e prémios, e que todos os anos bate os recordes de empresa com maiores lucros (este ano acima dos mil e duzentos milhões). Paga e sobra os cortes nos salários e nos subsídios ou no Serviço Nacional de Saúde. É para aí que são canalizados os sacrifícios que nos pedem num país onde pagamos os mais altos preços na conta da electricidade. Oferecem os dividendos da EDP e da REN, aceitam que a lusoponte receba as portagens e a compensação paga pelo estado para não as receberem e descarregam milhares de milhões nas contas dos Senhores do capital.
Será que temos de aceitar um país atirado para a miséria para encher o papo a esta gente?

terça-feira, fevereiro 22, 2011

Quando a realidade envergonha


Os números do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que há 416,3 mil indivíduos entre os 18 e os 59 anos que vivem em agregados familiares nos quais nenhum dos elementos tem trabalho.

Como vive esta gente? Não me perguntem que nem consigo imaginar, nem como sobrevivem, nem o desespero de verem os seus filhos com fome e despejados na miséria. Que discurso pode fazer um dos nossos politico que não fique logo desacreditado por esta realidade. Um país em que tantos vivem na pobreza extrema e os outros no medo de também lá poderem cair. Vidas sem esperança algumas, vidas precárias de outros.

PS: Claro que há o outro lado da moeda, gente como o Mexia da EDP que ganhou num ano 17,5 milhões de euros, os Dias Loureiros refugiados um pouco por todo o lado, ou os Guedes que têm de abandonar 30 cargos de topo em empresas para poderem ser Ministros de Portucale. a engenharia independente dos Freeports ou dos BPNs que por aí há. Esses não contam para a estatística da pobreza em Portugal.

sábado, outubro 02, 2010

O Sr. Professor de renováveis


A cadeira sobre energias renováveis que Manuel Pinho, ex-ministro da Economia, vai dar na Universidade da Columbia, em Nova Iorque, é paga com um donativo da EDP, num programa de quatro anos.

Segundo parece são 3 milhões que a EDP vai pagar para o Manuel Pinho ir dar aulas aos americanos. Com a crise que por aí anda, por ouvir os nossos empresários como o Mexia a falararem da baixa qualificação dos portugeses parecia mais acertatado que utilizassem esse dinheiro em faculdades cá do burgo? Afinal os milhares de milhões de lucros da EDP ao longo destes anos foram todos conseguidos com a venda em monopólio de uma, senão da, electicidade mais cara da Europa.

domingo, maio 30, 2010

Amigos e afinados

guitarristas

Portugal é dos países da União Europeia com preços de energia mais elevados, tendo em conta o poder de compra das famílias. Os preços da energia caíram na média dos países da União Europeia entre a segunda metade de 2008 e a segunda de 2009. Em Portugal, isto não aconteceu para a electricidade. Os preços da electricidade desceram 1,5% entre os 27 países comunitários mas em Portugal subiram 4,5%, segundo os dados do Eurostat, o gabinete de estatísticas da Comissão Europeia.
Quanto ao gás doméstico, tanto os portugueses como os europeus pagaram menos entre 2008 e 2009, mas em Portugal esta descida foi na ordem dos 5,5% enquanto a factura da média da União a 27 diminuiu, nesse período, 16%.

Assim é fácil vir o Sr. Mexia obter milhares de milhões de euros de lucro dizer que cumpriu os objectivos e reclamar o pagamento de 3 milhões em ordenados e prémios ao fim do ano, sobretudo quando a ERSE, que devia regular os preços em nome dos contribuístes é a primeira a defender mais aumentos. A lata desta gente que ainda veio dizer que estamos com muita sorte em termos o governo que temos e que limitou os aumentos pois este não deveria ter sido de 4 mas sim de 40%. Tocam bem afinadinhos, o “ladrão” e o “polícia” que o devia vigiar.

segunda-feira, abril 12, 2010

Agradeço este prémio de 3.1 milhões...mereci-o

o prémio

António Mexia, o Presidente da EDP saiu em defesa própria afirmando que os 3,1 milhões de euros que ganhou no ano de 2009, ano da grande crise financeira, foram merecidos pois ultrapassou os objectivos traçados numa empresa com milhares de trabalhadores. Este pensamento pode ser questionado de três formas distintas. Primeiramente a de saber se será realmente mérito o aumentar os lucros numa empresa que tem o monopólio do mercado e vende a electricidade mais cara da Europa num dos países mais pobres. A segunda, saber porque só ele e a “quadrilha” do Conselho de Administração merecem ser premiados e não todos os trabalhadores que contribuíram para o sucesso da empresa. Finalmente se é lícito sequer que, num país à beira do abismo económico, onde existem milhões abaixo do limiar de pobreza, com mais de 10% de desempregados e onde o ordenado mínimo é inferior a 500 euros é moralmente agitável que alguém receba tal quantia.
Parece-me que a resposta a estas três perguntas é não, que não há mérito, numa empresa que devia ser publica, em explorar os cidadãos de um país e asfixiar ainda mais as já aflitas pequenas e médias empresas, que são os trabalhadores de uma empresa que realmente constituem a sua grande riqueza e que mais contribuem para o seu lucro e que se houvesse alguma justiça o desenvolvimento do país deveria ser construído de baixo para cima, utilizando o dinheiro para ajudar quem mais necessita, para criar empregos, para criar uma maior justiça social diminuindo o fosso entre quem nada tem e quem suga as poucas riquezas deste país. São quadros muito qualificados e se não lhes pagarem bem vão-se embora, dizem-nos. Pois que vão e que façam boa viagem que haverão muitos outros interessados em fazer o mesmo trabalho, quem sabe até muito melhor. Correr com esta gente que se vêm como Deuses deveria ser a primeira coisa a fazer.

sexta-feira, abril 02, 2010

O "João Ratão" e o tacho dos milhões

tacho edp

António Mexia ganhou mais de 3 milhões em ordenados e prémios no ano de 2009. A este a crise não incomoda muito.

sexta-feira, julho 07, 2006

O Regresso

Depois de “andar por ai” Santana Lopes, está de volta à vida politica, ocupando o seu lugar na AR, para alegria dos humoristas deste país. A acinzentada vida política portuguesa pode contar a partir de agora com mais animação.
Não venho para causar incómodo, venho para ajudar” afirmou
Estamos certos que não vai incomodar nada e nos vai ajudar muito ter razões para rir.
Gostei principalmente da sua confissão de que “Não é fácil para quem foi primeiro-ministro reorganizar a sua actividade profissional”. Imagino as enormes dificuldades porque deve ter passado nas filas do fundo de desemprego, no desespero na hora de voltar para casa, de mãos a abanar, e sem saber onde ir arranjar dinheiro para levar a Santanete do dia a jantar fora. Valeu-lhe o seu ex-ministro Mexia para lhe arranjar um “biscate” na GALP. Afinal é sempre bom ter amigos.
Mas a grandeza de um homem vê-se quando, apesar de ter sido “espancado” ainda na incubadora consegue afirmar, “Não estou zangado com o mundo, nem com ninguém”.
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Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17

quarta-feira, abril 26, 2006

Eu não sou parvo!

Correm boatos de que Santana Lopes, pela mão de António Mexia, assumirá o cargo de assessor jurídico da EDP.

Se isso acontecer, mais uma vez se provará que pertencemos a um país onde a esperteza é a moeda sempre valorizada. Um país onde o compadrio é promovido como virtude e a pobreza como um destino.

Enquanto nos pedem rigor e austeridade, assistimos a esta chico-espertice congénita, esta desonestidade, que cresce e evolui em escândalo.

É este oportunismo autóctone que é um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento.

Jorge Matos
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Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17