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sexta-feira, janeiro 09, 2009

A Crise dos ovos de ouro

Mota Engil

O ex-ministro das Obras Públicas e actual presidente executivo da Mota-Engil Jorge Coelho acredita que este ano será um "teste de fogo" para as empresas, mas admitiu ter dúvidas em relação aos apoios pontuais concedidos pelo Estado a alguns sectores económicos para combater a crise. "O Estado deve ter o papel que está a ter, garantindo o normal funcionamento do sistema financeiro, que é vital para as empresas e pessoas [...]. Quanto aos apoios pontuais a alguns sectores, já tenho algumas dúvidas, sou franco a dizê-lo. Porque se tem de garantir a normal concorrência de funcionamento do mercado", afirmou à Lusa Jorge Coelho.
Para o antigo ministro socialista, o importante para as empresas é um "sistema financeiro a funcionar normalmente, com encargos que sejam suportáveis pelas rentabilidades normais dos negócios". Isto, apesar de compreender que "há sectores que precisam de ser apoiados", como é o caso do sector automóvel, para o qual o Governo aprovou um pacote de 900 milhões de euros.
in “CM

Umas vez tem duvidas sobre apoios pontuais, depois compreende os pacotes. Claro que para este as obras públicas é a “Crise dos ovos de ouro” que convém aproveitar e para a “Jessica” convêm ter quem lhe ofereça o milho. É que eles parvos não são e ambos têm muito a ganhar; um certamente muitos contratos de muitos milhões e outro eleições lá mais para o fim do ano.

segunda-feira, setembro 20, 2010

O Caso dos Contentores

PJ na Liscont à procura de ‘luvas’
A Direcção Central de Combate à Criminalidade Económica e Financeira da Polícia Judiciária fez ontem buscas à sede da Liscont, firma do Grupo Mota-Engil, onde é administrador executivo Jorge Coelho, por suspeitas de tráfico de influências.

Em vez de luvas não deviam procurar contentores?

sexta-feira, abril 30, 2010

A honra renegada

honra

Em relação à tornada pública adjudicação à empresa Mota Engil, para concessão rodoviário do Pinhal Interior, no valor de 1,4 milhões de euros, o responsável governamental pela área das Finanças esclareceu tratar-se de um caso em que já existia um compromisso assumido pelo Estado português uma vez que já se teria procedido à adjudicação da obra. "O Estado deve honrar e respeitar os seus compromissos. Renegar esses compromissos, em vez de poupar dinheiro, poderia fazer com que o Estado gastasse mais dinheiro, depois de ser demandado em tribunal", alegou Teixeira dos Santos.

Também concordo que o estado deve honrar e respeitar os seus compromissos como aquele que nos fez a todos nós em relação ao não aumento de impostos, à segurança social, às reformas e ao subsidio de desemprego. Claro que, pelos visto renegar aos compromisso é mau se o estado perder dinheiro, porque se ganhar é de aproveitar, sobretudo se o prejudicado seja o elo mais fraco, o caminho mais fácil; os que trabalham e aqueles a quem esta sociedade nem isso consegue oferecer.

domingo, julho 19, 2009

Um Coelho mágico

Tirar um homem do chapéu

O contrato em causa foi feito sem concurso público e a concessão foi alargada por mais 27 anos. O TC considera que este contrato é ruinoso para o Estado e não acautela o interesse público. “Foi um negócio ruinoso para o Estado”, que “só serviu os interesses do promotor”, confirmou uma fonte do Tribunal de Contas, sobre as conclusões desta auditoria. Estas conclusões saíram do relatório final da auditoria do TC ao contrato feito entre o Governo, a Administração do Porto de Lisboa (APL) e a empresa Liscont, do grupo Mota-Engil. O Ministério Público prepara-se para avançar com uma investigação à prorrogação do contrato de exploração.

Neste negócio, parece que foi um Coelho que tirou um Ministro da cartola.

domingo, abril 12, 2009

Boa Páscoa para todos.

O Coelho pascoa

Em entrevista à SIC Notícias, o presidente-executivo da Mota-Engil, Jorge Coelho, afirmou que a empresa tem sofrido pressões para acabar as obras antes das eleições.
Hoje, em declarações à margem do 9º Congresso Nacional do Transporte Ferroviário, Jorge Coelho disse que as pressões que sofre são "para acabar as obras nas datas que estão nos contratos".

É o que dá haver coincidências de datas, certamente uma outra coincidência. Ficam confusos. Até o vermos, e muito bem, obras publicas terminadas dentro do prazo parece mais uma coincidência. Ou talvez não.

PS: Aproveito para desejar uma boa Páscoa a todos mesmo com muitos coelhinhos. Os ovos deixem-nos para a Sinistra Ministra que ela bem os merece.

segunda-feira, julho 14, 2008

Um Furacão feito em merda

Operação Furacão

O Tribunal da Relação de Lisboa levantou o segredo de justiça interno no caso "Operação Furacão". A decisão aconteceu depois de os advogados terem apresentado recurso. Perante o recurso de duas sociedades de advogados o tribunal considerou que o segredo de justiça devia ter sido levantado em Dezembro, à luz do actual código de processo penal. Uma decisão que vai contra a vontade do Ministério Público que pretendia ver o segredo de justiça prolongado até Junho de 2009devido à complexidade do processo.
Entretanto alguns advogados dos arguidos admitiram à Lusa a hipótese de pedir a anulação do processo, dado que o segredo de justiça foi mantido além do limite legal.
A investigação da Operação Furacão está a cargo da Direcção Central de Investigação Central e Acção Penal (DCIAP), que tem por missão investigar a criminalidade económica e financeira mais sofisticada e complexa. O caso começou em Outubro de 2005 com buscas ao BES, Millenium BCP, Finibanco e BPN, depois foi a vez da Mota Engil, Monte Adriano e Soares da Costa. Actualmente, estende-se a mais de 200 sociedades.

Três anos de trabalho, mais de 200 sociedades investigadas, que vão da Banca aos Casinos, passando por tudo quanto é grupo económico, não sei quantos agentes a trabalhar, tudo pode ser deitado para o lixo se o processo for anulado, como acontece frequentemente neste país, por razões processuais ou simplesmente porque o crime já prescreveu. Com tantos poderosos implicados, e que certamente já contrataram os maiores especialistas em engonhar processos temos de estar preparados para o dia em que sair a noticia que tudo isto se vai desfazer em nada. Querem apostar?

Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17

quarta-feira, junho 04, 2008

TGV Mais um Coelho tirado da Cartola

Coelho da Cartola

«Estado vai compensar os consórcios que percam o concurso para o primeiro troço do TGV, entre o Poceirão e Caia, desde que as propostas sejam boas. Ou seja, as empresas que fiquem bem classificadas receberão um valor, ainda indeterminado, pelos custos de participação no concurso que, entre a aquisição de estudos, caderno de encargos, entre outros, deverão ser elevados.
Carlos Fernandes, administrador da RAVE - Rede de Alta Velocidade, explicou que este processo tem como objectivo principal estimular os privados a apresentar as melhores propostas possíveis e que, com este mecanismo, a concorrência vai aumentar e o Estado será favorecido.
Dois consórcios já mostraram interesse neste projecto: um composto pela Mota-Engil, Somague e Teixeira Duarte, e outro pela Brisa, Soares da Costa e Bento Pedroso.»

Vejam lá, e eu a pensar que o estímulo aos privados para apresentar as melhores propostas era ganharem o concurso.
Aqui está mais um coelho tirado da cartola para encontrar maneira de servir toda a clientela e ninguém ficar zangado. Nós, comuns e mortais cidadãos, a ouvir que não há dinheiro para o estado cumprir com as suas obrigações básicas, para atacar o flagelo da fome e da pobreza, para tanta coisa que faz falta, ficamos. Ficamos, mas como sempre esta gentinha está-se bem nas tintas para isso. O que lhes importa é garantirem que as riquezas deste país acabam todas nas mãos de meia dúzia de nababos. Depois vêem falar de crise e pedir sacrifícios a quem já pouco ou nada tem. Puta que os pariu.

C
ontribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO

sábado, abril 12, 2008

Cantam bem mas não me alegram

A cantora pimba

Desde a entrada em vigor da nova lei do tabaco que todas as manhãs, tenho de deixar o que estou a fazer para me dirigir a uma sala que a empresa onde trabalho arranjou para fumar o meu cigarrinho. Ia comecar a falar o Alberto Martins pelo PS no debate quinzenal com o Promeiro-ministro. Ouvi-o a ele e ouvi depois o discurso-resposta do Sócrates. Ambos tentaram justificar o novo contrato com a Aeronorte, que como disse num post anterior tinha sido condenada por tentativa de lesar o estado em mais de três milhões de euros, e a ida do Jorge Coelho para a Mota-Engil , empresa que tutelou como ministro. Ambos tentaram dizer que tudo tinha sidi feito de acordo com a lei e que não aceitavam criticas morais. Eu, como mero cidadão, não me posso esquecer que as leis de que falam são leis feitas pelo poder politico que agora justifica a legalidade daquilo que se passsa com essas leis. Fazem as regras do jogo, um jogo que só eles podem jogar e onde nunca podem perder (Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é tolo ou não tem arte e esta gente é artista nestes jogos). Recusam a critica moral , a critica dos valores e da sériedade porque aí não têm onde se agarrar. Na politica comi muito bem se diz, quem por lá anda tem de ser como a ulher de Cesar. Não lhe basta ser honesta, tem de mostrar que o é, coisa que esta gente parece recusar fazer. Eles lá sabem porquê.

Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO

quinta-feira, abril 03, 2008

Receitas de Coelho

O Tacho

«O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, vai substitui Jorge Coelho no programa "Quadratura do Círculo" que sai para ir presidir à construtora Mota-Engil.»

Agora que tanta gente fala da "Bimby", a panela maravilhosa que faz tudo, ainda há quem prefira um bom tacho.

Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping