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segunda-feira, maio 16, 2011

Magia Eleitoral


Nestas eleições, e para as poder ganhar, o Coelho que o Sócrates tem para tirar do Chapéu é o próprio Passos Coelho. Mas este Coelho também tem o seu Coelho para tirar, o Paulo Portas e a esperança que a sua subida eleitoral lhe confira a possibilidade de uma maioria absoluta coligado ao CDS. Mas, o Paulo Portas, também tem o seu chapéu e o seu Coelho, Passos Coelho, a quem pela calada vai roubando voto atrás de voto.
No dia 5 de Junho, quando não houverem Coelhos para tirar, mas votos para meter, logo veremos quem é o melhor mágico.

sexta-feira, julho 06, 2012

Quem está a tramar o Passos Coelho?


Quando o Miguel Relvas foi chamado como Nr.2 para o governo do Passos Coelho todos diziam que ele era o único ministro verdadeiramente politico  e que seria uma mais valia. Afinal, com o problemas das secretas, que o Passos Coelho, depois com a ameaça a jornalistas, a pressão sobre a nomeação da administração do Metro do Porto e agora a Licenciatura essa mais valia acabou por se transformar numa pedra no sapato do Passos Coelho. Ela lá vai desvalorizando tudo e afirmando manter toda a confiança  no Relvas, (como o Cavaco fez com o Dias Loureiro), mas mais cedo ou mais tarde vai ter de largar este peso morto ou acaba a ir ao fundo com ele.

sexta-feira, abril 13, 2012

Um aborto laranja


A inseminação artificial segundo Passos Coelho

Passos Coelho descobriu um destino a dar aos serviços públicos de excelência, divide-os em bocados pequenos e usa estes para os inocular nos outros serviços que apresentem problemas de qualidade, isto é, usa-os num processo de inseminação artificial com vista à sua clonagem.
Esta é a teoria do Passos Coelho que entende que os portugueses são idiotas, a realidade é outra, ao desmembrar os serviços de excelência está a destruí-los e a promover a competitividade dos serviços privados. Ao encerrar a Maternidade Alfredo da Costa o governo está a promover o negócio das maternidades privadas que em tempos já floresceu em Lisboa. Só que a partir de determinada altura a classe média e os mais endinheirados percebeu que era melhor esquecer a criadagem dos hospitais privados e apostar na qualidade dos públicos, o negócio privado caiu.
Um serviço público de excelência não tem boas equipas por coincidência, é o resultado de um processo que demora anos, a qualidade atrai profissionais de qualidade mesmo quando a remuneração não é estimulante, as equipas de qualidade criam condições para investigar e promover novas técnicas e o uso de novas tecnologias. Ao distribuir as equipas da MAC o governo não está a destruir excelência, está a destruir o ambiente que favoreceu essa excelência e está a criar condições para que os hospitais privados contratem os excelentes médicos da MAC que não vão querer servir para "inseminação".
O que Passos Coelho pretende não é melhorar o SNS ou poupar dinheiro, é destruir a concorrência que um serviço público de excelência faz ao sector privado, é isso que o irmão Macedo pretende, conseguir com o que não conseguiu como gestor da MEDIS; assegurar que o sector privado passa a ser competitivo e ter uma grande fonte de receitas num sector onde ficou sem clientela, a maternidade.
Texto "roubado" ao blog "O Jumento"

segunda-feira, março 07, 2011

Intrigas em família


O líder da distrital de Lisboa do PSD sai em defesa de Passos Coelho e acusa antigos dirigentes, como Santana Lopes, Rui Rio e Pacheco Pereira, entre outros, de "má consciência", "egoísmo" e "ciúme".

Já aqui disse muitas vezes que o Passos Coelho corre o perigo de nunca chegar a ser Primeiro-ministro. Sei que com os resultados das sondagens, com os ratos que se têm chegado a ele por já lhes cheirar a poder e o descrédito total do actual governo dizer isto é um risco, mas nem me parece que o Sócrates atire a toalha ao chão nem que as guerras "intestinas" do PSD garantam uma vida calma ao Passos Coelho. Isto sem falar de que o Cavaco gosta quase tanto do Passos Coelho como gosta do Sócrates...nada. Esta laranja há muito que está bichada por dentro.

terça-feira, julho 19, 2011

Fenomenologia do ser Passos Coelho


Numa entrevista a uma revista francesa Passos Coelho tentou vender a imagem de um grande gestor de enorme cultura, tão culto, tão filosofo que até leu Kafka muito depois da 'Fenomenologia do Ser", de Sartre. E Voltaire mais cedo do que Eça". Só que, se há coisa em que não se deve fazer é querer mostrar cultura que não se tem. Rapidamente foge o pé e cai-se no ridículo. Mas, honra que seja feita que conseguiu ler um livro do Sartre que este nunca escreveu. O Pacheco Pereira já o desancou escrevendo que Não existe nenhuma 'Fenomenologia do Ser' de Sartre. Passos Coelho, em mais uma entrevista do nada, resolveu atribuir-se uma biografia do nada". "Fenomenologias só conheço as de Hegel e de Husserl". "A mania para mostrar cultura dá como resultado o 'Concerto para Violino' de Chopin e as mesas de cabeceira cheias de Eça". "Esta mania de querer parecer culto traduz um problema de carácter". Passos "é um produto de marketing, como Sócrates", concluiu.
Os defeitos estão lá todos só que menos inteligente que o seu antecessor, digo eu.

sexta-feira, janeiro 18, 2013

Homenagem ao hipócrita


Esta devia e era uma estátua de homenagem aos emigrantes e que relata uma época trágica da vida de Portugal, em que muitos tiveram de abandonar as suas aldeias, deixar as suas terras e famílias para partirem em busca de sustento em terras estrangeiras. Ainda me lembro dos bidonville em França e da forma como os portugueses que emigraram eram tratados como cidadãos de segunda. Como aconteceu primeiro com os Cabo-verdianos e mais recentemente com os imigrantes de leste, viviam quase sem condições e poupando tudo o que podiam para enviar todas as suas poupanças para ajudar as suas famílias que por cá ficavam. Era aliás uma das políticas do "Botas" que paralelamente ao turismo, tinha no dinheiro enviado pelos emigrantes a forma de conseguir divisas estrangeiras.
Hoje, e não só por conselho do aldrabão Passos Coelho mas também por não existirem condições de trabalho e por o país estar a ser pilhado por esta cambada de gatunos, muitos outros têm de seguir o mesmo caminho. Já não uma emigração de analfabetos e desgraçados, mas uma de gente qualificada, gente educada nas escolas que Abril criou, gente que muito tinha para dar a este país. Emigrem, disse o aldrabão do Passos Coelho há um ano e muitos milhares tiveram e continuam a ter de o fazer. Hoje soube-se que a emigração aumentou 85% em relação ao ano anterior, um aumento que mostra bem o estado a que chegámos. Tantos anos a falar-se das baixas qualificações dos nossos trabalhadores e justificando assim os baixos salários, tantos milhões investidos na qualificação dos nossos jovens para depois os obrigar a abandonarem o seu pais em busca de um trabalho e de um salário digno. Hoje o mentiroso do Passos Coelho veio dizer que nunca mandou os nossos jovens emigrar mas que compreende que muitos o façam em busca de melhores condições. Aldrabão, trampolineiro, mentiroso. Estes bandalhos estão a destruir o país, estão a permitir o saque de tudo o que temos e reconstruir um país de pobreza e miséria que tinha pensado fazer parte do passado negro do Salazarismo. Vivi nesse tempo e Portugal era um país cinzento e triste, vi a alegria desabrochar e florir num país que ganhou cor naquela manha de Abril e nunca pensei ver morrer tudo e tudo voltar a ser cinzento e triste. Será que vamos todos fugir e desistir? Eu não e não me calarei enquanto puder falar, não desistirei enquanto houver por ai um cravo vermelho mesmo que murcho e não hesitarei em colocar o meu braço e a minha força ao lado de todos os que quiserem lutar contra este estado de coisas e esta corja que o propaga. Esse é o meu compromisso com todos os que aqui vierem e lerem estas linhas.

domingo, janeiro 13, 2013

Conversas de um Domingo tranquilo



O primeiro-ministro, Passos Coelho afirmou que «é preciso destruir o mito de que o Governo está a provocar recessão». Eu que sou uma pessoa que por principio quero acreditar nas pessoas, fui até à tasca que fica aqui perto e disse à Sra. Maria enquanto ela me servia o café o que o Passos Coelho tinha afirmado. Ouvi logo, "esse filho da puta que nos aumentou o IVA, esse ladrão que aumentou os impostos que cada vez temos menos clientes por não terem dinheiro, devia era ir lavar aquela boca com sabão, o grande ......" e por ali fora. Repeti a conversa no quiosque do tabaco do Sr. Jorge, que até interrompeu a sua discussão sobre o Sporting para também ele descarregar todos os palavrões que conhece, e são muitos, para rematar dizendo que um tiro nos cornos é que ele merecia. Como sei que o Passos Coelho nunca tem feito aquilo que diz provavelmente a Sra. Maria e o Sr. Jorge têm razão.

quinta-feira, novembro 29, 2012

Queres aprender? Paga


O Primeiro-ministro, Passos Coelho não trouxe boas notícias para o sector educativo, . O governante considera que há margem de manobra para se mexer na área educativa, admitindo que a gratuitidade poderá ter os dias contados. Passos Coelho recorreu-se da Constituição para lembrar que o documento "não trava mudanças no financiamento do sistema educativo que pode assim passar a ser semi-público com a introdução de co-pagamentos nos níveis de ensino que hoje são gratuitos". Em seu entender, a Constituição permite, na área da educação, avançar para um sistema de financiamento "mais repartido entre os cidadãos e a parte fiscal directa que é assegurada pelo Estado". A introdução de propinas no ensino secundário é agora uma possibilidade.

Para aqueles que gostam de elogiar o Velho Botas Salazar, seria bom lembrarem-se que no tempo do ditados o analfabetismo atingia os 70% e metade dos portugueses não sabiam ler nem escrever. Ainda me lembro de com 10 anos ir visitar a aldeia onde tinha nascido o meu pai e haver senhoras que me pediam se lhes lia as cartas que tinham recebido dos filhos ou netos emigrados e que tinham guardadas por não as saber ler. Eu, um miúdo com a quarta classe escrevia as cartas que me ditavam para poderem depois enviar na volta do correio. A Escola Pública e o ensino obrigatório foram uma das grandes conquistas do 25 de Abril e um passo enorme na qualidade de vida das pessoas. Já era ridículo que tenhamos gasto tanto dinheiro em Escolas e equipamentos para apostar na educação e no aumento das qualificações dos portugueses para chegar uma besta como o Passos Coelho e mandar essa gente toda emigrar, perdendo-se um enorme potencial de desenvolvimento e condenando-se este país a trabalho de baixo custo e precário. Pior agora quando se quer voltar a um passado que já pensávamos nunca ter de reviver. Quem tem dinheiro estuda, quem não tem vai trabalhar. Claro que vai começar lentamente dizendo que só quem tem mais rendimentos vai pagar, mas com o passar do tempo, como tem sempre acontecido, o pagamento será estendido a todos e o custo aumentado. Uma vergonha e a destruição de todo um futuro para este país. Sinto asco destes nossos governantes. Pulhas.


terça-feira, setembro 04, 2012

O professor aldrabão


«O primeiro-ministro e presidente do PSD, Pedro Passos Coelho garantiu este domingo que o défice está ser reduzido apesar do comportamento adverso da receita fiscal. "Volto a sublinhar que o défice está a cair, e cai sobretudo por causa da despesa e não por causa da receita, o que não deixa margem para duvidar de que o Governo está a cumprir o seu compromisso de cortar a despesa do Estado e a consolidar as finanças públicas", referiu o líder do PSD no discurso de ‘reentré' politica que marca o final da Universidade de Verão do PSD, em Castelo de Vide.»

Depois de ver a licenciatura do Miguel Relvas ainda temi que toda aquela juventude reunida em Castelo de Vide saíssem dali muitos doutores. Tanto mais que os professores não deram grandes lições bastando ver o Passos Coelho "ensinar" mentiras a toda aquela criançada. É que a queda do défice, muito abaixo do que previu, (Unidade Técnica de Apoio Orçamental fala em 6,9% no primeiro semestre do ano) e mesmo assim conseguida com cortes anticonstitucional de subsídios de férias e Natal, um buraco colossal inventado e privatizações feitas à pressa. (E, despedir professores, se corta na despesa, corta muito mais no futuro deste país). Passos Coelho foi dizer que estamos muito melhores que há um ano para tentar justificar o próximo orçamento, mas a realidade não é aquilo que um mentiroso diz mas aquilo que realmente é. Pode mentir e enganar os miúdos da jota e até convencer alguns portugueses, mas quanto mais tempo passar mais pesada será a a realidade que lhe cairá na cabeça.

segunda-feira, agosto 20, 2012

Estrada para o paraíso


Em plena Silly Season em que uns descansam a pensar como nos vão lixar já em Setembro e outros a pensar como vão conseguir pagar as contas, as noticias estão cheias de futilidades e só por isso se compreende o destaque que foi dado ao discurso do Pontal do Passos Coelho e à sua piada de que Portugal começaria a crescer já em 2013. Muitos já vieram afirmar não acreditar nessa possibilidade, mas vendo bem há sempre uma alternativa para tornar isso possível. Se daqui até ao fim do ano conseguir acabar com toda a produção nacional em 2013 basta fazer um fosforo que já passaria a haver crescimento.É um pouco como acabar com o aumento de desempregados despedindo toda a gente pois a partir dai as estatísticas já não podiam mostrar um aumento do desemprego. Bastava ao Passos Coelho contratar alguém para lhe engraxar os sapatos e até veríamos as estatísticas a mostrar um inversão na tendência com a diminuição do desemprego.  E, por este andar corremos mesmo o perigo de chegar a 2013 num estado em que não podemos piorar mais. O Passos Coelho aponta-nos uma estrada para nos levar ao paraíso já no próximo ano, mas todos sabemos que no fim dela estará o inferno para todos os que não forem banqueiros, administradores dos grandes grupos económicos, motoristas do Paulo Portas, amigos de algum governante ou boy do partido.

domingo, julho 01, 2012

O grande sucesso do Passos Coelho


O primeiro-ministro considerou que os dados das contas nacionais  apenas confirmam as «más notícias» que já eram conhecidas pelos recentes números da execução orçamental, mas também trazem várias boas.
Falando no dia em que dados do Instituto Nacional de Estatísticas apontam que o défice orçamental no primeiro trimestre se agravou para 7,9 por cento do PIB, muito acima da meta de 4,5 por cento prevista para o final do ano, Pedro Passos Coelho comentou que «Os resultados que estamos a observar são positivos na medida em que indicam que estamos a fazer um ajustamento bem sucedido», disse, acrescentando que tal implica um aumento dos riscos, tanto de «natureza social», como o aumento do desemprego, como em termos de cumprimento das metas orçamentais.

Os resultados são catastróficos mas até são positivos para o Passos Coelho por provarem que está a fazer um ajustamento bem sucedido pois aumentam os riscos de natureza social, do desemprego e do não cumprimento das metas orçamentais. Esta é a sua definição de sucesso, mas não devemos estranhar, afinal há já algum tempo que avisou que a sua vontade era empobrecer os portugueses. Nisso está a ter um sucesso retumbante, não sei é se os portugueses lhe vão dar tempo para festejar antes de o atirarem da ponte.

quarta-feira, março 14, 2012

Já brilha o futuro para o Passos Coelho


O primeiro-ministro insistiu, mais uma vez, que não vai pedir mais tempo nem mais dinheiro à troika e reafirmou que o País vai regressar aos mercados em Setembro de 2013. «Já dissemos que vamos voltar aos mercados de dívida em Setembro de 2013 e é o que vai acontecer. Nessa altura, deixaremos de precisar de financiamento externo para a economia», afirmou Pedro Passos Coelho.

Mesmo que o Passos Coelho acredite que vê a luz lá para o fim do ano que vêm, noto nestas declarações algumas incorrecções. Primeiro parece evidente que neste sistema o país vai necessitar de mais tempo e mais dinheiro, segundo que Portugal tenha dinheiro para pagar os juros que vamos estar a pagar em Setembro de 2013 e terceiro que nessa altura já não será ele o Primeiro-ministro do país. E já agora, ir aos mercados não é precisar de financiamento externo?

sexta-feira, setembro 02, 2011

Pérola do Atlântico


Das "fantásticas" justificações do João Jardim para o "buraco" no défice já nem vou falar, mas sim de que, mais uma vez, alguém nos anda a mentir. Quando por cá andou a Troika, afirmaram ter descoberto na Madeira um buraco de 223 milhões para agora, quando a União Europeia descobriu que afinal já vai nos 500 milhões, vir o Passos Coelho dizer que esse valor do buraco já era conhecido e até já tinha aumentado uns impostos para o tapar. Quando mentiu o Passos Coelho, quando confirmou o buraco de 223 milhões ou agora quando disse que já sabia, desde sempre, que era de 500 milhões? O que parece certo, é que, sejam lá quantos milhões forem quem os vai pagar somos nós com mais um imposto. Que o Passos Coelho não queira fazer frente ao desbocado Bicho da Madeira, sobretudo em tempo de Eleições Regionais até posso compreender, mas que nos obrigue a pagar a nós pela sua falta de coragem e por interesses meramente partidários já não posso aceitar. Este é um caso em que não há desculpas possíveis.

terça-feira, agosto 23, 2011

Serenata Madeirense


A dívida da Madeira cresceu mais de 100% em apenas cinco anos, é hoje da ordem dos mil milhões de euros e serviu para financiar a perpetuação de Alberto João Jardim no poder. Agora, perante a realidade, quer negociar um acordo de urgência com Pedro Passos Coelho a pouco mais de um mês das eleições regionais. Não há decisão oficial, mas está apalavrado. Pedro Passos Coelho admitiu já a Alberto João Jardim ir à Madeira para marcar presença na campanha das eleições regionais de Outubro,

Um problema para Passos Coelho. Quando pede às gentes do "Contenete" que faça saacrificios enormes, quando antecipa outros para tapar o "Buraco Colussal", criado em grande parte pelos gastos do João Jardim, dificilmente pode justificar que ainda premeie o infrator. Um problema porque há eleições regionais e o João Jardim quer dinheiro para poder continuar a fazer inaugurações diárias, bem regadas ce recheadas, durante a campanha e garantir uma vitória gorda. Um problema porque sabe que o Jardim tanto lhe passa a mão pelo pêlo como no dia seguinte o critica e chama de todos os nomes que lhe passam pela cabeça.
O João Jardim sempre deu muitos votos, vitórias e deputados ao PSD, mas sempre foi uma dor de cabeça para todos os seus líderes. Porque será que não tenho pena deles? Porque todos acabaram por ceder e o Jardim de sorrir.

quarta-feira, agosto 17, 2011

Sem oposição no calr do Verão


PS, PCP e Bloco de Esquerda chumbam o discurso de Passos Coelho. Os socialistas acusam o Governo de tomar uma única medida para o crescimento económico ou para cortar na despesa. PCP e Bloco de Esquerda acusam Passos Coelho de fazer chantagem com os portugueses quando fala em sacrifícios.

Custa-me a entender que a oposição a este governo, que tem aproveitado o Verão para anunciar gravissimas medidas para os cidadãos e para o país, e pouco mais faz que algumas declarações para mostrar a sua discordancia enquanto esperam pelo fim das Férias. O que se está a passar é grave demais para não haver já uma mobilização e acções contra estas políticas e estes politicos. Quando o Passos Coelho pede que se evite o clima de conflito social mostra exactamente qual o único caminho a seguir; o do conflito social. Do PS não espero grande coisa para além de uns discursos de ocasião e uns floreados oposicionistas no Parlamento, mas do BE e do PCP esperava-se que estivessem já na rua e não a apanhar sol em alguma praia do Algarve. Este governo tem de ser travado e já.

segunda-feira, junho 27, 2011

Viagens low cost ministrial


O Passos Coelho não desejou voar para a Cimeira Europeia em Classe Executivo e embarcou em classe económica. Os jornais lá foram descobrir que isso nada poupa ao estado já que as viagens governamentais são oferecidas pela TAP. Desta vez até vou dizer bem de uma decisão do Passos Coelho, não pelo que poupa, mas pela imagem que passa. Se isto for o exemplo que vem de cima, se a poupança em mordomias e luxos for para aplicar ao próprio Passos Coelho e em todo o Estado, se isto se generalizar seria bom e positivo. Temo é que seja como da última vez de um governo PSD/CDS, em que o Paulo Portas decidiu viajar num C130 militar para poupar o dinheiro da viagem. Uma vez sem exemplo, que depois tudo voltou ao que sempre foi e o exemplo não passou de propaganda populista.
Isso se a política deste governo ainda nos aumentarem a despesa na área das viagens. Basta privatizar a TAP e lá se vão as viagens de borla e lá vai o estado ter nova despesa.

sexta-feira, junho 24, 2011

A Educação do Santana Castilho


Neste blog, durante a negra era da Maria de Lurdes Rodrigues, apoiei os professores na sua luta pelos seus direitos e por uma melhor escola pública até que estranhei que aceitassem transforma-la numa "vendetta" contra o Sócrates. Santana Castilho foi uma das vozes fortes e ouvidas dessa luta, mas também foi depois um aliado do PSD para o derrubar. Não esqueço todos os blogs e páginas do Facebook onde se podiam ver apelos ao voto contra o Sócrates. Votar Passos Coelho era derrotar o Sócrates.
Agora o Santana Carrilho, já escreve:
... Bem consciente do ónus de me declarar tão cedo contra a corrente, não comungo da euforia generalizada, que abriu braços à Educação. Explico o que posso explicar. Em Abril, Passos Coelho tinha um programa eleitoral para a Educação. Em Maio tornou público outro, que não só nada tinha a ver com o primeiro, como era a sua antítese. Escassos dias volvidos sobre a divulgação do último, Passos Coelho comprometeu-se publicamente a melhorá-lo. Mas faltou à palavra que empenhou e apresentou-se ao eleitorado com um programa escrito em eduquês corrente, com medidas até a 19 anos de prazo, pasme-se, e que, entre outros disparates, consagrava: a recuperação de duas carreiras no seio da classe docente; o enterro definitivo da eleição dos directores; a diminuição do peso dos professores nos conselhos gerais; o aumento da promiscuidade entre a política partidária e a gestão pedagógica do ensino; a protecção da tirania e do caciquismo; a adulteração do sentido mais nobre do estatuto da carreira docente; a consolidação dos mega-agrupamentos; a manutenção da actividade nefasta das direcções regionais; uma significativa omissão sobre concursos de professores e muitos outros aspectos incontornáveis da política educativa; a recuperação da ideia bolorenta de uma agência externa de avaliação educacional e a subserviência à corporação do ensino privado, por forma que a Constituição proíbe. Os professores, agora em êxtase, esqueceram-se disto? Eu sei que o programa de Governo ainda não é conhecido. Mas só pode resultar do que contém isto e do do CDS. E o do CDS não se opõe a isto.
Nuno Crato é um notável divulgador de ciência e um prestigiado professor de Matemática e Estatística. Em minha opinião, o merecido prestígio intelectual que a sociedade lhe outorga foi trazido a crédito incondicional como político da Educação. No mínimo, o juízo é precipitado. Permito-me sugerir que leiam a sua produção escrita sobre a matéria. Que ouçam, com atenção, e sublinho atenção, a comunicação apresentada em 2009 ao “Fórum Portugal de Verdade” e as intervenções no “Plano Inclinado”. Os diagnósticos não me afastam. Os remédios arrepiam-me. Nuno Crato é um econometrista confesso, que repetidas e documentadas vezes confunde avaliação com classificação. Nuno Crato pensa que se mede a Educação como se pesam as batatas e que muda o sistema de ensino medindo e examinando. E não mudará. Ou muda ele ou não muda nada. Fico surpreendido como os professores deixam passar com bonomia a hipótese, admitida, de contratar uma empresa privada para fazer os exames ou a intenção, declarada, de classificar os professores em função dos resultados. Estes dislates patenteiam pouco conhecimento sobre as limitações técnicas dos processos que advoga e uma visão pobremente parcial sobre o que é o ensino. Nuno Crato, que muitas vezes tem sido menos cauteloso ao apontar o indicador às ciências da Educação, tem agora o polegar da mesma mão virado para ele. Espero que não se entregue às ciências ocultas da Economia para redimir a Escola pública.
...
Texto completo "AQUI"

Ou se enganou, foi enganado ou enganou os professores. Ajudou a crescer a árvore onde será enforcada a sua carreira.

quinta-feira, junho 23, 2011

As tormentas que se anunciam


Pedro Passos Coelho tomou hoje posse como primeiro-ministro do XIX Governo Constitucional, propondo ao país “um novo pacto de confiança”. No discurso preparado para a cerimónia do Palácio da Ajuda, antecipou “mais tormentas”.
Para responder à “estagnação económica” de Portugal, Pedro Passos Coelho anunciou a implementação, a breve trecho, de “um Programa para o Crescimento, a Competitividade e o Emprego, que ataca os bloqueios à produtividade e à iniciativa empresarial e que aposta nos setores dos bens transacionáveis”. Por outro lado, haverá medidas de “desvalorização fiscal” para consubstanciar “uma aposta decisiva na reaquisição de competitividade externa”, uma vez que “é urgente reduzir os custos de contexto” e “acentuar a intensidade concorrencial”. Haverá também um “Programa Nacional de Poupança” com “o intuito de elevar a taxa de poupança par reduzir o endividamento das famílias e das empresas”. O Programa incluirá, segundo Passos Coelho, “um esforço de atração das poupanças dos portugueses que vivem no estrangeiro, travando assim a dependência extrema e insustentável da económica nacional relativamente ao financiamento externo”.

Isto foram coisas que ele disse, o que eu ouvi foram mais sacrifícios. A estratégia parece passar por reduzir o custo com o trabalho aos patrões, aumentar mais os impostos para quem trabalha. Para resolver o problema da nossa dependência externa aposta-se no dinheiro dos emigrantes. Mais do mesmo que só pode vir a dar mais do mesmo, sobretudo agora que com uma emigração mais qualificada, mais disposta a instalarem-se de vez lá fora e sem a mesma disponibilidade de enviar dinheiro para casa. O barco já mete água por todos os lados, vêm ai mais tormentas e este timoneiro com esta navegação só nos pode conduzir ao naufrágio certo.

quarta-feira, junho 01, 2011

A Tragédia Grega


Passos Coelho afirmou, que não quer que aconteça a Portugal a «tragédia» que está a acontecer na Grécia, pelo facto de o país não ter conseguido cumprir o acordo da ajuda externa. «Já imaginaram o que pode acontecer por não se ter um Governo que não seja capaz? Eu não quero que isso aconteça a Portugal».
Assim, o presidente social-democrata defendeu um Governo «estável e sólido» saído das próximas eleições para que não se cometa «o mesmo erro que cometeram outros países que tiveram de recorrer à ajuda externa».

O Passos Coelho parece esquecer que a tragédia grega já está a ser representada no palco português; chama-se FMI. O que o Passos Coelho não quer dizer é que independentemente de quem nos governar a tragédia vai ser trágica demais. O dinheiro que aí vem é para pagar juros aos credores e não para resolver os problemas do país. Basta ver o estado em que estão Grécia e Irlanda um ano depois da ajuda. Ainda estão pior do que estavam e basta relembrar as palavras do
Economista-chefe do Deutsche Bank de que uma reestruturação da dívida pública portuguesa é uma hipótese que não pode ser excluída. O destino está traçado nesta tragédia Europeia.

terça-feira, maio 24, 2011

E ainda não foi a boda, quanto mais a lua-de-mel

O presidente da Câmara Municipal das Caldas da Rainha. Fernando Costa, perante o embaraço de Passos Coelho, diz-se "ofendido" por Portas ter falado dos autarcas do PSD como caciques com clientelas, disparou: "Eu não estou atrás de clientelas, nem nas dos sobreiros, nem nas dos submarinos",
António Pires de Lima desafiou Pedro Passos Coelho a mostrar que tem autoridade no PSD, pondo "na ordem" os responsáveis sociais-democratas que estão a atacar Paulo Portas. "Os líderes veem-se nestas alturas", disse o dirigente do CDS,

Com a sangria que o Portas anda a tentar fazer ao Passos Coelho roubando-lhe votos, já era de esperar que alguém no PSD viesse tentar defender a fronteira eleitoral partido. Ainda agora começou a campanha, os que têm andado a prometer um casamento pós-eleitoral, começam a zangar-se. Claro que este também nunca foi um casamento de amor.