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terça-feira, abril 03, 2012

Quem quer esta ajuda?


Vítor Constâncio, o número dois do Banco Central Europeu, decidiu furar este fim-de-semana a linha de comunicação definida entre Lisboa e Bruxelas, ao admitir que o País poderá precisar de um reforço da assistência financeira, em função da evolução dos mercados e do seu próprio desempenho. "É uma questão que tem de estar sempre em avaliação" e "debaixo de análise", disse à margem do Ecofin informal de Copenhaga.

O ex-Governador do Banco de Portugal e actual vice-presidente do Banco Central Europeu, ganhou 318.132 euros em 2011, mais 73% do que no ano anterior.

Há gente que vive numa espécie de paraíso económico a quem as dificuldades , muitas vezes criadas por eles, que obrigam os outros a passar passam ao lado. Esse paraíso chamado Bancos Centrais, seja ele o de Portugal ou Europeu passam ao lado de qualquer austeridade, permitem-se a viver rodeados de mordomias que nem nababos, erram previsões atrás de previsões, deixam escapar por entre os dedos ilegalidades que lhes passam à frente da cara, (BCP, BPN,...) e ainda vêm aconselhar mais austeridade e pobreza.
Neste caso o Vítor Constâncio, que durante o reinado do Sócrates foi também conhecido pelo ceguinho hipócrita do BdP antes de ser "premiado" pelo seu mau desempenho com um lugar de Vice-presidente no BCE, veio desmentir os nossos governantes ao assumir a possibilidade de mais um empréstimo que como sempre virá acompanhado de mais austeridade e miséria.
Este é o futuro que inevitavelmente nos está destinado se continuamos a acreditar no discurso da inevitabilidade das politicas que nos querem impor. Politicas que estão a destruir a economia, a criar pobreza enquanto para os principais responsáveis pela crise e pela divida que nos atribuem, os bancos, continuam a ser beneficiados com empréstimos a 1% (mais de 37 mil milhões nos últimos três meses) com que depois compram divida publica a taxas de cinco ou seis por cento. Para alguns esta crise é mais que uma oportunidade é um autentico maná, para outros é a condenação à miséria. De que estamos à espera para correr com a canalhada e criar um novo futuro?

sexta-feira, abril 17, 2009

Marretas - Cozinheiro Sueco

 Cozinheiro sueco

O Banco de Portugal reviu hoje em forte baixa as suas estimativas para a economia nacional em 2009.

Item

Projecção actual

Projecção anterior

PIB

-3,5%

-0,8%

Consumo Privado

-0,9%

+0,4%

Consumo Público

+0,4%

-0,1%

Procura Interna

-3,5%

0,0%

Exportações

-14,2%

-3,6%

Importações

-11,7%

-1,0%

Inflação Harmonizada

-0,2%

+1,0%

Fonte: Boletim Económico de Primavera do Banco de Portugal

O governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, adiantou ainda que a actual crise está a colocar todas as previsões num clima de grande incerteza em particular no que toca ao investimento, mas também à redução do consumo em 0,9 por cento.«Esta diminuição registar-se-á apesar de continuarmos a prever um aumento real de cerca de dois por cento do rendimento disponível médio das famílias portuguesas», adiantou.

Como fiz recentemente os “Velhos Marretas do PSD” apeteceu-me fazer mais um boneco e coube a vez ao “Cozinheiro Sueco” aqui na versão Vítor Constâncio. Como ele este também fala muito embora este se engane muitas vezes na quantidade dos ingredientes da receita.


quinta-feira, janeiro 22, 2009

O egocêntrico e o concêntrico

O vingador

O governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, acusou hoje o ex-presidente do Banco Português de Negócios (BPN), Miguel Cadilhe, de ter uma "visão egocêntrica" do seu papel no processo que envolve o BPN. Miguel Cadilhe "pôs a defesa do interesse à frente da objectividade com uma visão egocêntrica do seu papel no processo", afirmou Vítor Constâncio, comentando as declarações feitas na semana passada pelo ex-presidente do BPN, que esteve na comissão de inquérito que levou à nacionalização do banco. "As declarações foram lamentáveis e desprestigiantes", disse ainda o governador, que criticou Miguel Cadilhe por "distorcer factos e fazer acusações sem elementos de facto".

Ui! Zangam-se as comadres o que quer dizer que talvez venhamos a saber um bocadinho da verdade. Bom mesmo era que se zangassem tanto que começassem a esgatanhar-se em publico e, sabendo eles aquilo que sabem uns dos outros e, quem sabe, talvez se descaíssem. Façam figas.

quinta-feira, janeiro 24, 2008

O Anjinho dourado

 Enfeite

O Provedor de Justiça, Nascimento Rodrigues, denunciou esta quarta-feira no Parlamento que os bancos estão a congelar algumas contas bancárias e a penhorar salários e pensões de forma ilegal, com o conhecimento do Banco de Portugal. A casa governada por Vítor Constâncio já reagiu e esclarece que esta matéria não é da sua competência.
O Código do Processo Civil prevê que os rendimentos de salários e pensões só podem ser penhorados até ao limite de um terço, caso o contribuinte em causa não tenha outra fonte de rendimento. Além disso, o valor penhorado desse tipo de rendimentos não pode ultrapassar o valor do salário mínimo, ou seja, 403 euros.
Nascimento Rodrigues assegurou ainda no Parlamento que a Direcção-Geral das Contribuições e Impostos (DGCI) não tem qualquer responsabilidade neste procedimento incorrecto.
In”Agencia financeira

Esta matéria não é da sua competência, mas parece que já enviou uma carta para os bancos a chamar-lhes a atenção para o assunto. Acredito que o Constâncio não tenha responsabilidade nisto, mas afinal quem tem? Estão a ser violados os direitos dos cidadãos, a ser cometidas ilegalidades e a responsabilidade não é de ninguém. Parece-me que a única solução que resta, já que todos parecem lavar as mãos é mover processos contra os bancos que congelem contas e estou certo que os haverá logo a quem possamos apontar o dedo. Não é admissível que cidadãos sejam enviados para a miséria e para a fome através de ilegalidades.
Mas, já que estou a falar do Camarada Constâncio, que não tem competências neste caso, que naqueles que tem parece andar distraído enquanto a Banca faz as maiores trafulhices, como no caso do BCP, gostaria de saber se a fortuna que recebe, de um dos maiores salário da administração pública, se justifica. É que se a função é só fazer umas previsões e umas contas ao fim do ano para as confirmar não vale a pena. Vivemos bem doudadas figuras decorativas que não servem para nada.

Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17

sexta-feira, novembro 02, 2007

Voyeur Constâncio

Voyerismo

O Governador do Banco de Portugal mostrou-se indignado com o teor das notícias sobre empréstimos a administradores do Banco de Portugal, considerando-os legais. Vítor Constâncio adiantou que a instituição tem sido vítima de um «voyerismo» sem paralelo na comunicação social, com o objectivo de limitar a sua actuação e o desempenho do seu dever de supervisão.

O outro diz que anda a ser escutado e agora vem este queixar-se que anda a ser vítima de voyerismo. Oh Sr. Governador, bem se pode queixar que a comunicação social tem toda a razão. Vêm dizer-nos que o Banco de Portugal, que não é uma instituição de crédito, empresta o nosso dinheiro a administradores, coisa que nem os bancos privados podem fazer e é tudo legal. Talvez seja, mas o que não tenho dúvidas é que é uma “amoralidade” política. Numa altura em que grande parte da população anda com a corda no pescoço, com a subida dos juros e a ganância da banca, são logo administradores pagos a peso de ouro que usam esse cargo para conseguir crédito barato. Gostava de saber qual a taxa de juros, o spread, que comissões lhes cobra o banco.
Não pode ser quem prega a moral, os bons costumes e as boas práticas, que depois é o primeiro a fazer o contrário. Do Sr. Constâncio já não esperava grandes atitudes de coerência, pois quem paga a si próprio salários milionários, vive com todas as mordomias e nos vem aconselhar moderação salarial para quem sente os meses cada vez mais compridos, já mostrou daquilo que é feito. Que o governo nada faça, compreende-se pelos belos relatórios com que sempre o presenteia, mas espanta-me que também a oposição nada tenha a dizer sobre o assunto e da necessidade de acabar com a pouca vergonha. Não venham depois falar-nos de credibilizar e dignificar a classe politica. Pelo menos esta que temos, não merecem mesmo nada.

Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI

quarta-feira, maio 12, 2010

Papa Constâncio 1º

papa

"A mudança do clima internacional tornou inevitável que o nosso ajustamento tenha que ser agora mais abrupto, mais rápido e mais severo", lê-se numa nota do banco central português assinada por Vítor Constâncio

Para arrumar dois assuntos de uma só vez, a visita do Papa e a despedida do quase ex-governador do Banco de Portugal, em demanda da catedral das finanças europeias, o BCE. Um pede-nos penitencia para a alma e que sejamos mais comedidos com o que fazemos com a pilinha e o outro penitencia nos salários e severidade nos sacrifícios. Ambos nos pedem que acreditemos no que dizem e nas soluções que apresentam pela fé. Graças a Deus que sou ateu.

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

Adeus ou vai-te embora

 o cagão

"Sinto alguma amargura por ter sido motivado a deixar o país" Vítor Constâncio

Até sinto uma dor no peito só de imaginar a amargura do Constâncio com esta nomeação. Coitado, vai deixar de nos lixar cá dentro para nos ir lixar lá fora.

terça-feira, março 17, 2009

Cá as fazem, cá as recebem

trading places

Teixeira dos Santos vai substituir Constâncio à frente do Banco de Portugal quando este terminar o seu 2.º mandato. Assim, o actual ministro das Finanças já não deverá fazer parte do próximo Governo, após as eleições

Os Braganza Mothers definiram bem esta situação no simples título de um post:
Vítor Constâncio versus Teixeira dos Santos: princípio da substituição do bacio pelo penico, nada se perde, nada se ganha, tudo se deforma.

quinta-feira, outubro 09, 2008

Põe-te lá a jeito

 Confiança

O mais importante nesta altura é ninguém confiar em rumores nem boatos. Confiem naquilo que eu e outros responsáveis disserem publicamente. Isto é muito importante em momentos de incerteza”.
Vítor Constâncio, Governador do Banco de Portugal

Está-se mesmo a ver que é no Constâncio que vou confiar. Uma tal personagem que representa muito daquilo que eu mais desprezo na politica, a soberba, a cegueira com a realidade de vida dos outros, a sua indiferença a tudo o que de mau lhes aconteça enquanto se paga a si próprio ordenados e benesses de um autentico nababo, quer que eu só acredite naquilo que ele e outros responsáveis pela crise nos diga. O Deus das finanças, a palavra séria e competente. Pois é mesmo em gente como ele que mais desconfio, que sei terem a cara de pau suficiente para nos dizerem amanhã exactamente o contrário do que dizem hoje e ainda nos atirarem com a culpa, mas sobretudo com o custo, para nos fazerem pagar a nós pelos seus erros enquanto eles nada sofrem. Quem fala de tempos de incerteza não nos pode vir querer vender certezas.

Contributo para o Echelon: 15kg, DUVDEVAN

quinta-feira, maio 11, 2006

As inconstâncias de um Constâncio

Adaptado da obra “Fred as Scrooge” de David M Bowers
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O governador do Banco de Portugal (BP) referiu ontem, no Parlamento, que as previsões de Junho da instituição deverão rever em alta as previsões de crescimento da economia portuguesa para 2006, antecipando agora um aumento do Produto Interno Bruto (PIB) para 1%.
Sobre a execução orçamental deste ano, Vítor Constâncio referiu não saber se "serão necessárias novas medidas para controlar o défice público português", frisando, "Espero que a qualquer momento o Governo tome as medidas que forem necessárias para atingir esse objectivo".
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Será que este homem, quando foi aluno, era bom em Matemática? Vidente, parece querer ser, mas a cada relatório publicado os números são diferentes. Nuns a economia vai a pique, para logo a seguir vir outro em que as coisas estão melhores. Eu que não entendo nada disto fico confuso. Pior ainda fico, quando ele, depois de falar, termina sempre a dizer que aquilo que disse pode estar tudo errado se acontecer isto ou aquilo.
Não sabe se serão necessárias novas medidas para controlar o défice, mas espera que o governo tome as necessárias. Afinal, que sabe ele que justifique o chorudo ordenado que ganha no Banco? O que ele sabe dizer muito bem é que é necessário contenção nos salários, dos outros.
O melhor mesmo era ela ficar no seu gabinete do banco de Portugal a contar cêntimos e para com estas informações económicas que, em vez de esclarecerem só confundem o pagode. Veja-se o caso do Marques Mendes que ainda não acabou de referir os dados de um relatório já lhe cai outro em cima a desmentir o primeiro. O homem que já por si é um bocado baralhado ainda se deve sentir mais pequeno. Depois vêm queixar-se que não há oposição.
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Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17

domingo, setembro 16, 2012

Porco capitalista


"Como noutros países acontece, o que importa é que haja um Governo e uma maioria parlamentar que executem os programas e as medidas, e o ajustamento continue a ser feito", afirmou Vítor Constâncio. "É claro que um maior consenso ajuda ao processo, mas o que é importante é que o processo prossiga", acrescentou.

Este incompetente que deixou que muito banqueiro roubasse milhares de milhões aos portugueses concorda com o "custe o que custar". Mas é um custe o que custar a todos nós a não aos senhores do grande capital. Não lhe interessa que haja consenso, que isso lixe todo um povo que isso lixe o pais porque o importante é que o processo continue. Um monte de estrume que não merece qualquer respeito. O perfeito exemplar daquilo a que o povo chama de um Porco Capitalista.

segunda-feira, junho 27, 2011

O vingador banqueiro


"Este e mais um dia de audições do caso em que sete antigos gestores do maior banco privado português foram acusados de falsificação de contas e informação falsa. Jardim Gonçalves foi quem teve um castigo mais elevado. O banco de Portugal decidiu que o ex presidente do BCP não pode exercer funções na área durante nove anos e obrigou ao pagamento de um milhão de euros."

Para Jorge Jardim Gonçalves «houve todo um processo cientificamente dirigido» por parte do governo de José Sócrates e dos reguladores dos mercados para tomar controlo do Millenium bcp. O objectivo era resolver «dois grandes problemas»: o BPP e o BPN. Em entrevista ao «Correio da Manhã», o ex-patrão do maior banco privado nacional aponta o dedo a José Sócrates e ao seu ministro das Finanças, Teixeira dos Santos; a Vítor Constâncio e a Carlos Tavares, governador do Banco de Portugal e presidente da CMVM, respectivamente.

Mal mudou o governo e já saem dos seus buracos os acusados de corrupção crimes para passar a culpa para outros. Não defendo os Sócrates, Constâncios ou Teixeira dos Santos, mas também não defendo esta gente que andou a abusar do país e de todos nós, sobretudo quando andamos todos de tanga muito por causa deles. Pague esta raça tudo o que roubou e os prejuízos que causou ao país e acusem-se todos aqueles que nos governos lhes abriram as portas e lhes facilitaram a tarefa.

sábado, junho 12, 2010

A fuga da crise

fuga da crise

Estive durante algum tempo na duvida sobre qual das afirmações destas duas sórdidas personagens devia dedicar este post.
Um, o ignóbil Vítor Constâncio, lá do longínquo taxo no Banco Europeu, ganho por serviços bem prestados, aos Senhores da Nova Ordem, no Banco de Portugal, (afinal esta gente pode ser mazinha, mas recompensa sempre os seus servos mais dedicados), veio proclamar a necessidade de um PEC 3. De cada vez que fala, só parece ter como único objectivo investir contra os direitos, salários e pensões dos que menos têm neste país. (Claro que os que ganham muitos, mas mesmo muitos milhares por mês como ele merecem o que ganham).
O outro, o considerado como o "pior Ministro das Finanças da Europa", Teixeira dos Santos, que veio admitir que o governo concordava em alterar a Lei laboral para a tornar mais flexível. Propõe-se combater o desemprego facilitando ainda mais os despedimentos, combater a crise criando ainda mais precariedade. Vivemos uma crise financeira, uma crise com culpados bem conhecidos e identificados, mas é nos direitos de quem trabalha que encontram as soluções para a resolver. Alteram uma lei já imoral para a transformar ainda em algo ainda pior sabendo que em nada contribui para a crise, mas as crises têm costas largas e sempre serviram para justificar tudo.
Acabei por me decidir não o fazer nem sobre um nem sobre o outro, mas sim sobre as soluções que encontram para fugir da crise que só faz com que não se saia do mesmo sítio.

quarta-feira, dezembro 09, 2009

Deste não se livram os agricultores

prémios europa

O ex-ministro da agricultura, Jaime Silva, deixou o Governo de Sócrates sob um forte coro de protestos de todos os agentes do sector. Agora, foi convidado para número dois - chefe de gabinete - do comissário europeu para a Agricultura e Desenvolvimento Rural. Um cargo pelo qual Jaime Silva receberá 13 mil € por mês.

Já se sabia que a incompetência, para não querer levantar a hipótese, bem mais grave, de não o ter sido, Vítor Constâncio tem uma cadeira reservada na vice-presidência do Banco Europeu. Agora é a vez da do Jaime Silve também ser contemplada com um belo tacho. Esta Europa não esquece os lacaios que cumprem bem as suas ordens.


quarta-feira, novembro 25, 2009

Pobreza e impostos

 Eles comem tudo

Vítor Constâncio veio dizer que para o ano o Estado devia conter os aumentos de salários e aumentar os impostos. Fácil de dizer quando se é Governador do Banco de Portugal e se tem um salário de burgesso. Fácil quando, devido à falta de competência como regulador e de parcialidade com o governo, se já se está preparar para ir ocupar uma vice-presidência do Banco Europeu. Os favores pagam-se, sem avaliação de desempenho nem vergonha na cara.

domingo, fevereiro 22, 2009

A Cegueira

Cegueira

«O ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, considerou esta sexta-feira de «irresponsáveis» as críticas que têm sido lançadas ao governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio.»

Também concordo que quem o faz é irresponsável. Anda o homem há tanto tempo a olhar para o lado para não ver e vêm agora acusá-lo disso. Até parece que preferiam que os tivesse fisgado quando estavam com as mãos na massa. Ingratos.
Já todos percebemos que o que se passava no BPN e no BPP acontecia e tinha de haver quem olhasse para o lado para não ver o que não queria ver. Olhava e deve continuar a olhar porque se as coisas se passavam assim nesses bancos o que nos garante que não se passam também assim nos outros. Se aqueles que deviam ser os “policias” que controlam o mais ambicionado de todos os poderes, o dinheiro, mostram que deixavam roubar mesmo por baixo dos seus narizes não nós dá grandes garantias. Nem grandes, nem pequenas, não nos dá nenhumas. O que se passará por detrás de das paredes desses bancos que por aí há?

terça-feira, janeiro 27, 2009

Prejuizo lucrativo

Mealheiro

«Vítor Constâncio considera que os bancos precisam de mais ajudas. O governador do Banco de Portugal vê como provável que o Governo português tenha de aumentar, este ano, as garantias concedidas às instituições financeiras. "Os 20 mil milhões de euros (aprovados em Conselho de Ministros no final do ano passado) são um valor que parte do princípio de que os mercado se vão normalizar este ano", explicou.»

Também penso que sim, basta olhar para o pobre BPI que este ano baixou os lucros em quase 60% e só lucrou 150 milhões de euros. Coitados.

quarta-feira, janeiro 07, 2009

Dia de Reis

 O ano de 2009

Quase que me passava esta data tão linda e tão festiva, que é o Dia de Reis. O Silva e o José a receberem em sua casa os cantadores das Janeiras para lhes oferecerem uma fatia de Bolo-Rei. Como isto acontece no mesmo dia em que o repelente Vítor Constâncio nos veio informar da derrocada da nossa economia. Nada que já não soubéssemos há muito tempo mas agora é oficial. Quanto aos Reizinhos também a crise parece tê-los atingido, que para este ano, em vez de Incenso, Mirra e Ouro só nos oferecem, Pobreza, Desemprego e Maus augúrios.

sexta-feira, dezembro 12, 2008

Consumismo

Consumismo

Ouvir o Vítor Constâncio, governador do banco de Portugal, está a tornar-se numa palhaçada. Vem agora dizer que afinal Portugal vai entrar em recessão, coisa que todos nós já sabíamos há muito tempo. Diz, o país vai ficar mais pobre, como se, mesmo com aquilo a que chamam crescimento, este jardim não tenha vindo a empobrecer de ano para ano. Bem pode aumentar o PIB que se continuamos a comprar mais do que vendemos, ficamos um pouco mais pobres a cada hora que passa (dois milhões por hora é o aumento da nossa divida externa). Claro que para o capitalismo, o que conta é se houve negócio, se foram vendidos produtos não interessando se foram produzidos no país ou comprados ao estrangeiro. Foi por isso que nos disse que baixar impostos só valia a pena se gastássemos esse dinheiro em consumo. Se o utilizássemos em poupança ou para pagar os créditos que nos estrangulam a vida, então mais vale continuar como estamos. Incrível como o Presidente de um Banco central vem defender o despesismo e negar a poupança ou o pagamento das dívidas.
Vamos é incentivar a nossa agricultura e a nossa indústria para fornecermos aos Portugueses aquilo que necessitam sem termos de ir comprar fora. Vamos é poupar para deixarmos de estar dependentes do estrangeiro de da necessidade de lhes pedirmos empréstimos e mais empréstimos. Deixem lá os aeroportos, os TGV’s e de desbaratar dinheiro para salvar banqueiros e as fortunas dos ricos e utilizem esse dinheiro a produzir bens essenciais para este país. Vamos quebrar esta corrente de pobreza em que estamos metidos.

Consumismo

quarta-feira, março 12, 2008

O profeta da desgraça

O Nababo

Em declarações aos jornalistas no Fórum do Diário Económico sobre Banca e Mercados de Capitais, em Lisboa, Vítor Constâncio disse que "o custo de financiamento para os bancos vai aumentar". "Até agora, os bancos não reflectiram isso concretamente, mas a continuação desta situação, se não houver uma normalização nos mercados internacionais, terá reflexos no preço a que os bancos oferecem os serviços aos seus clientes", acrescentou o governador.

Não há dia em que, quando vejo aparecer este profeta da desgraça nas televisões, sei que vêm aí mais uma maldição. Não há vez em que ele fale que não nos recite a Bíblia dos Bilderberg em homilias de louvor ao Deus do Lucro e do Capitalismo. Quem reclama para si salários milionários não se cansa de nos condenar a salários cada vez mais baixos, vem agora informar-nos que os Bancos tem toda a razão em nos assaltar ainda mais as contas. Custa a entender toda esta crise financeira, em que a ganância da banca por lucros cada vez maiores, acaba em problemas de crédito mal parado e, somos nós que temos de a pagar. Custa a entender que a Banca se queixe de problemas quando apresenta aumentos de lucros superiores a 20 ou 30 por cento. Custa a entender que queiram que sejam aqueles que perdem poder de compra todos os anos que tenham de sustentar os salários e reformas de milhões que os abutres recebem. Vai custar a entender e a aceitar vermos os custos das nossas contas bancárias aumentarem ou, quando finalmente conseguirem cobrar.nos um euro e meio de cada vez que nos dirigirmos a uma Caixa Multibanco. O Governador do Banco de Portugal devia estar ao serviço do estado, ou seja dos cidadãos, que são quem lhe paga principescamente os salários e as mordomias que recebe, e não de interesses privados e de lucros das arábias para meia dúzia de nababos.

Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17