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domingo, março 31, 2013

O Grande democrata


O Presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João jardim afirmou que, "Tanto quanto eu conheço, ou julgo conhecer as pessoas que estão neste Governo da República, não acredito que se demitam por causa de qualquer decisão do Tribunal Constitucional". "Penso que o actual Governo tem o mesmo apego ao poder que tinha o engenheiro Sócrates e a sua gente".

Ora ai está um verdadeiro democrata a colocar o dedo na ferida. Não havia ninguém com mais moral e prática que o pudesse dizer sem nos fazer rir. Talvez o Salazar mas esse felizmente já enterrou as botas. Será que não têm vergonha na cara?
 

sexta-feira, março 01, 2013

A fazer a sua própria gravata


Como nos tempos do Salazarento "Botas" cada vez mais há menos dinheiro para comprar e cada vez mais é necessário começar a fazer em casa. Ir buscar as velhas máquinas de costura, os ovos de madeira para arranjar meias, as agulhas de croché, e mais dia menos dias voltaremos a ver as cerzideiras às janelas.O Passos Coelho já começou a dar o exemplo e aqui costura a sua própria gravata. Na gravura é com agulhas, na realidade é com austeridade e indignação dos cidadãos.

domingo, novembro 25, 2012

Troliteiros do poder


No discurso de abertura do XIV Congresso Regional do Partido Social Democrata, Alberto João Jardim, disse ter sido alertado para eventuais manobras de correlegionários com o objectivo de prejudicar eleitoralmente o partido. Aos delegados ao congresso, o Presidente do PSD-M disse que tal cenário constituiria motivo de expulsão do partido.

Assim se governa na Republica das Bananas, esta é a democracia dos caciques, daqueles que não aceitam nem a critica nem sequer outras opiniões. Na Madeira reina há décadas, por cá cada vez mais as liberdades são contestadas pelo poder, quem se opõe ao roubo a que estamos a ser sujeitos é considerado anarquista ou violênto. Vigiar, controlar, espiar, tudo parece valer para criminalizar quem dia não. Pois que saiba este poder que não o temo, que não me calo e que não me deixarei de manifestar sempre que assim o deseje. Eles têm a força e o poder para me travar, mas não o poderão fazer sem deixarem cair a máscara da hipocrisia e sem terem de mostrar a sua verdadeira face. Não me calo e o único medo que tenho é o de algum dia ter medo. 

domingo, setembro 30, 2012

A mama não acaba


O Estado português concedeu em 2011 benefícios fiscais de quase mil milhões de euros a 40 empresas, segundo dados publicados pelo Ministério das Finanças.
No total, o Estado concedeu no ano passado benefícios fiscais em sede de IRC a perto de 11 mil empresas (10.834), num total de 1370 milhões de euros, o que representa quase um quinto do défice de 2011. Assim, 0,37% das empresas com benefícios fiscais arrecadaram 972,7 milhões de euros, o que corresponde a 71% do total concedido.
Na lista disponibilizada, destacam-se claramente duas empresas, a Livermore Lda e a Aljardi SGPS, com benefícios fiscais de respectivamente 217 milhões e 160 milhões de euros. Seguem-se a Itasant, a Broadshit Gibraltar e a Malpensa, com benefícios de respectivamente 78,3 milhões, 76,3 milhões e 48,4 milhões de euros. Estas cinco empresas recebiam estes benefícios por terem sede na Zona Franca da Madeira.
A Livermore é uma sociedade unipessoal com actividade na consultoria de serviços, segundo a informação dos directórios on-line de empresas, onde não se identifica o seu proprietário. A Aljardi é uma holding do Grupo Santander com actividade na finança e seguros.
A Itasant é uma gestora de participações sociais também unipessoal, enquanto a Malpensa e a Broadshit Gibraltar são ambas consultoras – a primeira de serviços e a segunda de projectos.
As primeiras 22 empresas da lista de beneficiários de IRC em 2011 têm na sua esmagadora maioria sede na Zona Franca da Madeira, com três excepções: PT Ventures (do grupo PT), Portucel e o Banco BPI, com benefícios de respectivamente 40,2 milhões, 27,7 milhões e 16,3 milhões. Algumas delas deixaram entretanto este centro de negócios.
Nos lugares seguintes surgem algumas grandes empresas nacionais: a Autoeuropa (23ª, com quase oito milhões), a PT (24ª, 7,9 milhões), ou Celbi (26ª, com 7,3 milhões). A Lactogal está em 33º (5,6 milhões) e o BCP em 38º (4,9 milhões).
Os 1370 milhões de euros atribuídos em benefícios fiscais às empresas representam 18,86% do défice de 7262 milhões de euros que o Estado teve no ano passado (4,2% do PIB, segundo foi comunicado a Bruxelas), conseguido apenas com recurso a uma medida extraordinária. [Publico]

Há mais algum comentário a fazer a esta noticia que a própria noticia? Chamar-lhes porcos, mamões, canalhas  alivia mas não resolve. Roubam-nos, tiram-nos tudo o que levamos anos a conquistar, saúde pública, educação, justiça, transportes, reformas, direitos laborais, e sei lá que mais, atiram centenas de milhares para o desemprego e milhões para a precariedade, pobreza e miséria. Aumentam brutalmente os impostos sobre quem trabalha e dão benesses a empresas que nada produzem a não ser especulação. Beneficia-se quem se esconde na zona Franca e a banca com grandes culpas na situação a que chegámos. Uma vergonha a que a indignação começa a ser pouco. Há alternativas e estes números mostram-nas bem. Rua com esta canalha toda já.

sexta-feira, setembro 28, 2012

À moda do PSD


A Fundação Social Democrata da Madeira, ligada ao PSD da ilha e que desenvolve a actividade na área da "ajuda humanitária, desenvolvimento social ou económico e educação", teve uma nota positiva de 62,9% na avaliação feita pelas Finanças. [DN Economia]

Retirado da página da Fundação Social Democrata da Madeira 
 Ultima entrada registada:
A moradia onde Alberto João Jardim nasceu e viveu até perto dos seus trinta anos, virá a ser transformada numa casa-museu. A Fundação Social Democrata da Madeira adquiriu o imóvel para esse fim, tendo em conta Jardim anunciar a sua retirada em 2011.
A moradia onde Alberto João Jardim nasceu e viveu até perto dos seus trinta anos, virá a ser transformada numa casa-museu. A Fundação, para além de pretender recriar o ambiente em que decorreu a infância e juventude daquele que é Presidente do Governo Regional desde Março de 1978 e, em 1974, foi cofundador do PSD, conta ali expor toda a grande colecção de medalhas comemorativas destes mais de trinta anos, quer nacionais, quer estrangeiras, que foram sendo oferecidas a Jardim.
28-02-2008
Penúltima entrada registada :
Alberto João Jardim presidiu, ontem, à cerimónia de entrega de 80 cabazes de Natal a famílias carenciadas. Foram ainda entregues 900 livros à Associação Académica da Universidade da Madeira.
06-12-2007

«O Governo não extinguiu a Fundação Social Democrata da Madeira, que está a ser investigada pelo Ministério Público (MP). O processo foi desencadeado por queixa do PND contra o presidente da instituição e líder regional do PSD, Alberto João Jardim, por suspeita de prática de crime de peculato, corrupção passiva e abuso de poder. O inquérito está parado há dois anos, pelo facto da Assembleia Legislativa da Madeira não ter autorizado, como tem solicitado o Tribunal Judicial do Funchal desde 2008, o levantamento da imunidade a Jardim. Uma prerrogativa específica dos deputados mas que o PSD alargou aos membros do governo regional na única revisão do Estatuto da Madeira, efectuada em 1991. » [Público]

A lógica, a prática e a Justiça à moda do PSD

terça-feira, agosto 21, 2012

Eram térmitas mas já é caruncho


O líder do PSD-Madeira, Alberto João Jardim, considerou que foi o Governo Central, de coligação PSD/CDS-PP, a dar o primeiro passo de separatismo ao remeter ao arquipélago o pagamento da sua dívida. "Quando um Estado como Portugal diz 'amanhem-se lá na Madeira e paguem o que fizeram', está dado o primeiro passo de separatismo, mas quem deu o passo foi o Governo de Lisboa".

Dê-em lá a independência ao homem e não se pensa mais nisso.

sábado, agosto 18, 2012

Tadinhos dos Banqueiros


«A remuneração que BCP, BPI e CGD vão pagar ao Estado pelo apoio público concedido através de instrumentos de capital contingente ("CoCos") vai ser dedutível na factura fiscal que estas instituições terão de suportar ao longo dos próximos anos. No total, os três bancos poderão abater mais de 400 milhões de euros aos seus encargos com impostos, o equivalente a um quarto dos custos totais que terão com a ajuda estatal nos próximos cinco anos e que podem ascender a mais de 1.650 milhões. »

Como há quem tenha muito mais arte para dizer o que me apetecia dizer deixo aqui um texto do blog "O Jumento".
Tenho pena dos nossos queridos banqueiros, foram eles as grandes vítimas da orgia de consumo dos tesos, dos abusos de Sócrates na noite longa da asfixia democrática quem em bom tempo acabou graças ao 25 de Abril do movimento dos Relvas. Compreende-se que sejam os contribuintes a financiar o aumento de capital e a suportar os juros como o nosso Gasparzinho muito bem decidiu. 
Tadinhos dos nossos banqueiros que foram abusados por um insaciável Sócrates que os obrigou a baixar as calcinhas e comprar dívida soberana portuguesa. Aliás, a taradice de Sócrates era tanta que tinha um verdadeiro fetishe pelas dívidas soberanas que ainda os obrigou a comprarem outras dívidas, como a grega. 
Tadinhos dos banqueiros que eram obrigados a dar cartões Visa a torto e a direito, eram ameaçados por clientes pobres que tinham perdido a vergonha e que quando queriam consumir acima das suas possibilidades e a juros dignos de proxenetas forçavam os banqueiros a fazer horas extraordinárias abrindo banquinhas de cartões de crédito nos corredores dos hipermercados. 
Tadinhos dos nossos banqueiros, foram obrigados a instalar-se na Zona Franca da Madeira para transformarem os impostos de que o país precisava em dividendos para distribuir pelos seus accionistas. 
Tadinhos dos nossos banqueiros que foram obrigados a corromper-se, a empregar ex-políticos e familiares de dezenas de altos quadros da Administração Pública a troco de favores e negócios que nunca pediram. 
Tadinhos dos nossos banqueiros que foram forçados a manter uma das bancas mais permissivas a branqueamento de capitais, como foi defendido por algumas polícias e organizações internacionais. 
Tadinhos dos nossos banqueiros a quem os consumidores pobres gulosos e insaciáveis forçaram a desviar o crédito à actividade industrial para crédito ao consumo e à habitação. 
Tadinhos dos nossos banqueiros que foram forçados a financiar contra a sua vontade as grandes obras públicas promovidas pelo Estado. 
É por terem sido vítimas de tanta injustiça que o mesmo governo que cortou subsídios a funcionários e pensionistas, muitos deles já falidos, vem agora dar sob a forma de deduções de impostos quase metade do que roubou em 2012 e foi impedido de voltar a roubar porque o TC não lho permitiu. 
É por terem sido vítimas de tanta injustiça que o governo decidiu poupá-los a impostos devolvendo-lhes os juros de um empréstimo cujos juros serão suportados pelos portugueses. 
É por isso que quando ouço alguns destes canalhas, designadamente, o do BCP e o tal dr do BPI que nunca acabou qualquer curso criticarem o Tribunal Constitucional por ter declarado ilegal o corte dos subsídios, acho que o que eles mereciam era serem vítima das inconstitucionalidades que defendem na hora de roubar aos outros, muitos deles seus clientes.
Se é legítimo roubar vencimentos e subsídios à margem da lei constitucional também o é adoptar leis penais de excepção para levar a tribunal estes refinados canalhas, chulos e oportunistas que desde a privatização da banca que não fazem outra coisa senão roubar os portugueses e levar o país à ruína. Até abriria uma excepção e acabaria com o limite dos 25 anos de prisão, alguns destes canalhas merecem muito mais.

quarta-feira, agosto 01, 2012

A outra função pública


Este governo declarou guerra aos funcionários públicos porque é mais fácil e eleitoralmente não é tão penalizador. O Passos Coelho e muito menos o Paulo Portas se estão a lixar para perderem eleições. O Funcionário Público é um bom alvo. Volta aquela imagem do funcionário Público, burocrata, lento e sentado por detrás de velhas secretárias de madeira rodeados de pastas e carimbos. Funcionários públicos são médicos, enfermeiros, professores, bombeiros, polícias e todos aqueles que servem o público, todos nós. Claro que também há os que se servem mais a eles que ao público, aqueles que contratam motoristas (mesmo quando se tem de esperar uns meses para que ele tire a carta),  mais bem pagos que médicos e enfermeiros, aqueles que contratam assessores à pazada e especialistas acabadinhos de licenciar, aqueles que negoceiam as privatizações, os negócios e as parcerias. Também há disso na Função Pública mas esses não contam. 

segunda-feira, julho 16, 2012

Trabalhadores públicos e privados


Segundo Paulo Portas, que participava no Congresso do CDS Madeira, com esta decisão do TC ( que declarou a inconstitucionalidade da suspensão do  pagamento dos subsídios de férias e de Natal a funcionários públicos ou  aposentados), há "um problema político"  que é necessário "procurar resolver com soluções que não são simples nem  são fáceis". "Não será comigo que Portugal vai diabolizar a função pública", garantiu  Paulo Portas, considerando, no entanto: "Temos de saber e entender que,  se o problema de Portugal é défice do Estado, não é justo pretender que  o sector privado tem a mesma responsabilidade de ajudar". 

Temos assistido nos últimos tempos a mais uma campanha para tentar criar uma "guerra" entre quem trabalha para o Estado e quem trabalha para privados. Dividir para reinar é uma velha forma de governar e nisto este governo em nada diverge dos anteriores, A verdade é que todos nós, trabalhemos para o público ou para o privado temos sido vitimas das políticas desumanas e das  medidas de austeridade deste governo. Mas, esta teoria que nos querem impingir cai pela base quando se sabe que em relação aos reformados os cortes não distinguiram publico e privado e todos viram os seus subsídios cortados. Também a desculpa de que os funcionários públicos ganham mais que os trabalhadores do privado não faz sentido quando se sabe que os cortes só se efectuam para ordenados superiores a mil euros. e mil euros são iguais para todos. Também o argumento do Portas, que só vem a Portugal quase exclusivamente para participar em actividades do seu partido, é ridícula, porque se o défice é do Estado isso não implica que tenham sido os vencimentos dos funcionários que o criaram. Um médico no hospital trabalha para o Estado, um professor trabalha para o Estado, um Juiz trabalha para o Estado, um funcionário das finanças trabalha para o Estado e todos eles prestam serviços a todos e não só ao próprio Estado. Quem geriu mal foram quem governou, gente como o Portas que comprou submarinos e carros blindados, quem fez parcerias Público Privadas ruinosas, quem deu tachos a boys e ajudou a enriquecer muitos privados. Se o problema do Portas é atribuir a responsabilidade do défice a quem teve realmente culpa e a quem contribuiu fortemente para isso estamos de acordo. Apontem-se os antigos governantes, os banqueiros, os "merceeiros e trolhas do regime" e cobre-se a eles. Esses sim é que deviam ser chamados a suportar o custo do descalabro das contas públicas e nunca quem sempre trabalhou para patrões, sejam eles o estado ou um privado, no país que desde sempre teve os mais baixos ordenados da Europa.

quinta-feira, maio 31, 2012

Cagar no Parlamento

 
Durou três minutos a sessão da Assembleia Legislativa da Madeira onde esta manhã iria ser votada uma moção de censura ao Executivo de Alberto João Jardim. O Partido Socialista retirou a moção devido à ausência do Presidente do Governo Regional, que faltou à sessão plenária. Toda os partidos da oposição tinham anunciado que iriam votar a favor da censura à governação de Alberto João Jardim.

Não se entende muito bem porque está o PS-Madeira zangado com o Bicho-da-Madeira, afinal em todos estes anos de governante nunca compareceu em nenhuma das moções de censura ao governo. Esta falta de respeito por aquele que deveria ser o Centro da Democracia na Madeira não se estranha, tantas têm sido as vezes em que a desrespeitou e tantos foram os atropelos à democracia que por lá acontecem. Se já em Portugal falar de democracia já é um exercício de boa vontade na Madeira há muito que é algo que não se pratica.

segunda-feira, março 26, 2012

Sacrificios e sofrimento do 1º Ministro Passos Coelho


Tinha de fazer um boneco para assinalar o congresso do PSD. Podia ter escolhido o Bicho da Madeira, o mais apalhaçado e desenvergonhado de todos, ou outro qualquer, mas parece-me importante deixar aqui expresso os enormes "sacrifícios" que atingem o Passos Coelho. "Está-nos a sair do lombo, está-nos a sair da pele". As portugueses já lhes sai dos ossos, que lombo há muito se foi e a pele já está mais que gasta.

quinta-feira, março 01, 2012

Festa é festa e paga pelos outros ainda é maior


A secretária Regional do Turismo e Transportes, Conceição Estudante, na conferência de imprensa em que divulgou o programa das festas de Carnaval, tinha afirmado que o governo regional iria investir este ano 283 mil euros. Tratava-se, frisou, de uma redução de 15% em relação a 2011, justificada com as medidas de austeridade e do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro assinado pelo governo regional, para obter um financiamento de 1500 milhões de euros, necessários par fazer face aos encargos decorrentes de uma dívida superior a 6500 milhões.»
«O Governo Regional da Madeira gastou 502 mil euros na festa de Carnaval, quase o dobro do valor anunciado. Só os oito grupos e escolas de samba que desfilaram no sábado custaram ao executivo madeirense um total de 234 mil euros, de acordo com as resoluções ontem publicados no Jornal Oficial da região. A este montante há que juntar 210 mil euros (sem IVA), do ajuste directo à Luzosfera para as iluminações decorativas, e 24 mil euros do apoio logístico ao sistema de som fornecido pela Art of Sound.

Que mais se pode dizer disto? Talvez que é uma espécie de um outro BPN ao ar livre para pagarmos. Nós e os Madeirenses.

quarta-feira, janeiro 25, 2012

Estátua da Madeira


Jardim queixa-se das "estratégias para virar portugueses contra portugueses". Alberto João Jardim fez críticas violentas ao "continente". O presidente do governo regional da Madeira queixa-se de estratégias vindas do continente para virar portugueses contra portugueses e afirma mesmo "que se não querem que a Madeira faça parte do país que o digam de uma vez por todas".

Tenho pena é dos madeirenses entalados entre a loucura de um governo cego pela austeridade e cobarde nos sacrifícios e a prepotência arrogante de um Rei de Republica das Bananas que arruinou a ilha e escondeu o facto para poder gastar ainda mais. Vão murchar muitas flores na Pérola do Atlântico.

segunda-feira, janeiro 09, 2012

Pianto pagliaccio


A Associação Nacional de Farmácias (ANF) garante que vai suspender a partir de hoje o crédito ao Governo da Região Autónoma da Madeira, alegando que o mesmo “não tem cumprido o plano de pagamentos para recuperar a dívida ao longo dos próximos oito anos”. O Executivo liderado por Alberto João Jardim deve cerca de 77 milhões de euros à ANF, que não recebeu o dinheiro de uma parte da dívida que deveria ter sido paga. “O pagamento não foi efectuado, nem foi dada qualquer explicação”, diz a associação em comunicado. Assim, a partir de amanhã, todos os beneficiários terão de solicitar directamente ao Governo Regional a comparticipação no preço dos medicamentos, que até agora era logo descontada pelas farmácias.

Mesmo depois de se saber do buracão de 6 mil milhões nas contas da Madeira o Bicho da Madeira não se poupou, nem aos habitantes da ilha, a lautas inaugurações bem regadas nem a fartas promessas. Agora que já se reconfirmou no poder chegou a hora de começar a pagar mas como sempre quem vai pagar em sacrifícios e pobreza são os cidadãos. Lá como cá, uns engordam outros apertam o cinto.

quinta-feira, dezembro 29, 2011

Um manual de pirataria


O plano de resgate financeiro da Madeira, que envolve um empréstimo cujo valor Alberto João Jardim não quis revelar, implica a transferência da gestão da dívida pública da Madeira para o Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público, proibindo a região de mais endividamento. Todos os impostos pagar pelos contribuintes madeirenses passam a ser equiparados aos aprovados a nível nacional, de que resulta um agravamento médio de 25%. “É o acordo possível, mas sem este acordo seria pior porque estava em causa a sustentabilidade da dívida pública”, afirmou.

Os Madeirenses têm culpa de estarem onde estão porque elegerem repetidamente o Bicho da Madeira, mas quem são os verdadeiros responsáveis por aquilo que foi feito. Quem gastou fortunas em propaganda, festas, inaugurações, quem controlou a comunicação social, quem usou os dinheiros públicos a garantir vitórias eleitorais, quem impôs um "défice democrático" na Região, quem fez negócios chorudos, quem foi beneficiado, quem enriqueceu rapidamente, quem, quem, quem. A coisa está fresca, é possível apontar os culpados, politica, administrativamente e até criminalmente se houvesse vontade para isso. É possível porque eles estão lá e tem nomes e caras, mas lá como cá, uns servem-se e empanturram-se com aquilo que é de todos, mas na hora de pagar é aos cidadãos que entregam a conta ainda os acusando de viverem acima das suas possibilidades. Estas dividas não são nossas, são daqueles que geriram mal os dinheiros públicos e dele se serviram. Eles que a paguem.

sábado, dezembro 10, 2011

Um buraco insaciável


O secretário regional do Plano e Finanças, Ventura Garcês, revelou nesta terça-feira que a dívida pública da Madeira ascendia a seis mil milhões de euros, em Outubro, mais 200 milhões do que inicialmente contabilizado.

Um grupo de cientistas revelou a existência dos maiores buracos negros alguma vez encontrados no Universo, sendo que o maior tem aproximadamente 10 vezes o tamanho do nosso sistema solar.

Não sei se estas notícias estão relacionadas, mas para encontrar grandes buracos não é necessário olhar para o espaço infinito. A Madeira, o BPN, tudo aqui tão perto, tão à vista de todos mas que todos parecem preferir esquecer. O Bicho da Madeira, depois de ter enviado os seus lacaios eleitos para a Assembleia da Republica fazerem chantagem o governo no orçamento do Estado, vem agora exigir ao Coelho o cumprimento das promessas feitas por debaixo do pano. Desbocado como é, abre a bocarra e sai tudo cá para fora, já o Coelho, mentiroso como já mostrou ser, atrapalha-se e tem muito para sofrer com o Jardim da Madeira. Não fosse o dinheiro nosso, pago com os nossos subsídios, reduções de salários, impostos e cortes nos direitos sociais até poderia ser um espectáculo interessante de assistir. Assim é mais uma vergonha para juntar a tantas outras com que nos têm presenteados estas duas personagens.

quarta-feira, novembro 02, 2011


Este Álvaro é uma personagem que não existe. Vê-lo sorridente no fim daquilo a que chamam reunião de concertação social a informar-nos de quão bem tinha corrido a reunião, com sindicatos a saírem "indignados" e a apelarem à greve geral de dia 24 e os patrões descontentes, deixa perplexo qualquer um. Não se se já colocou bandeirinhas em todas as bananas da madeira, nos galos de Barcelos e na cerâmica das Caldas nem se já apagou todas as luzes do Ministério. Não sei nem me interessa muito, preferia saber quando lhe irão entregar um bilhete para Vancouver que os alunos dele andam com saudades. Este nem com a imprensa cor-de-laranja a puxar por ele consegue não nos fazer rir, mesmo que aquilo que diga seja muito triste.

terça-feira, outubro 11, 2011

Banana, banana, banananas.....Bananas


O PSD conquistou este domingo a 10ª maioria absoluta em legislativas regionais da Madeira, mas com o pior resultado de sempre, conseguindo apenas 48,56 por cento e 25 deputados, apenas dois acima do limiar da maioria absoluta, e perderam perto de vinte mil votos em relação ao sufrágio de há quatro anos.

Já li tanta notícia, tanto blog a falar da vitória do Bicho da Madeira que já tudo foi dito ou escrito. Fico-me por isso pelo assinalar o facto e por fazer um boneco, mistura de comediante meio apalhaçado e o famoso quadro do Rene Magritte adaptado à Republica das Bananas em que se transformou a Madeira.

sábado, outubro 08, 2011

A Branca de Neve no Jardim do Bicho da Madeira


«A inauguração da sede do Sindicato dos Professores no Funchal, juntou ontem o improvável num mesmo acto oficial – o presidente do Governo da Madeira, Alberto João Jardim, e o líder da Fenprof, Mário Nogueira. "Se o problema da dívida existe, e aqui de dimensão agravada, é bom recordar que não é por responsabilidade de quem, honestamente, tem como quotidiano o trabalho", referiu no discurso o sindicalista, que ao CM frisou não estar ali a fazer campanha pelo PSD madeirense.»

Até pode não ter estado a ajudar a campanha eleitoral do João Jardim, mas que parecia e que ajudou não restam dúvidas. Basta ter ouvido o Bicho da Madeira referir a sua oposição à avaliação dos professores para perceber que o Mário Nogueira se deixou enrolar mais uma vez. Primeiro quando mordeu a maça envenenada do Memorando de Entendimento que a Sinistra Ministra lhe estendeu e agora quando aceita estar ao lado do "Caçador" que se rebelou contra o governo do seu partido. Desconfio que ele gosta de fazer o papel de Branca de Neve.

quinta-feira, outubro 06, 2011

Onde o poder laranja reina


Olhando para onde o PSD é agora Rei e Senhor, Belém, São Bento e Madeira, esta é a realidade e a qualidade da governação que demonstram. Estranho é que ainda haja quem lhes dê o seu voto.