Mais um para a fila do desemprego, mas desempregos destes não preocupam ninguém. Sendo um comentador do sistema, que o defende e serve interesses bem conhecidos, não demorará muito a ter um novo espaço para fazer as suas homilias e impingir as suas opiniões. Quando há PSD? Quando há orçamento? Quando há presidenciais? Quem se pensa ele para pensar que sem ele o PSD não vai continuar na confusão e o orçamento aprovado? Claro que nas presidenciais, há a velha questão de ele se babar pelo cargo, mas aí terá de escolher outra televisão para fazer a sua campanha.
Se há quem chore de alegria porque não haveremos de rir de tristeza. Todas as imagens deste blog são montagens fotográficas e os textos não procuram retratar a verdade, mas sim a visão do autor sobre o que se passa neste jardim à beira mar plantado neste mundo, por todos, tão mal tratado. A pastar desde 01 Jan 2006 ao abrigo da Liberdade de Expressão.
quarta-feira, janeiro 13, 2010
Mais um na lista do desemprego
Mais um para a fila do desemprego, mas desempregos destes não preocupam ninguém. Sendo um comentador do sistema, que o defende e serve interesses bem conhecidos, não demorará muito a ter um novo espaço para fazer as suas homilias e impingir as suas opiniões. Quando há PSD? Quando há orçamento? Quando há presidenciais? Quem se pensa ele para pensar que sem ele o PSD não vai continuar na confusão e o orçamento aprovado? Claro que nas presidenciais, há a velha questão de ele se babar pelo cargo, mas aí terá de escolher outra televisão para fazer a sua campanha.
sexta-feira, janeiro 27, 2006
O Fado Português. Anda Pacheco!

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Estou convencido que Cavaco Silva terá aí um papel moderador, no sentido de tentar, dentro do âmbito das suas funções presidenciais, impedir que se cometam muitos erros em projectos que, de alguma maneira, ele recebe já decididos, mas que em bom rigor ainda não sabemos como vão evoluir.
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Espero que impeça o nepotismo, a utilização do Estado pelos partidos políticos. Nomeações de pessoas pelo cartão.
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Nós sabemos que os governos, todos, são um local de muitas pressões, muitos lobbies, muitos grupos de interesse. O Presidente Cavaco Silva tem de estar muito atento à possibilidade do Estado ser usado para interesses privados.
Realmente podemos estar todos enganados. O que gostaria de ver explicado é quais poderão ser essas situações políticas que tornem muito complicado a coabitação. Se não exclui essa hipótese saberá provavelmente o que terá de acontecer ou que situações concretas terão de surgir para que isso aconteça. Isso é que eu gostaria de ver explicado.
Tenho também muitas dúvidas sobre o que quer dizer com isso de “dentro do âmbito das suas funções presidenciais, impedir que se cometam muitos erros em projectos”. Não me parece que tais funções estejam dentro das competências presidenciais, a não ser que as tais “situações politicas” a que se referia, sejam a não-aceitação por parte do PM da intromissão do PR na área governativa.
Quanto às pressões, lobbies e grupos de interesse estamos de acordo. Realmente se nós sabemos pelo que vimos ou ouvimos dizer com muito mais razões sabe o Sr. Silva que por lá andou dez anos. Ainda nos lembramos, bem dos seus governos e dos lobbies e grupos de interesses da altura. Os apoios à sua campanha presidencial foram uma boa forma de o recordarmos. Afinal o Sr. Silva é um economista e sabe bem os significados de dívida e de crédito. Também não nos esquecemos quão importante e valioso era, nessa altura, ter um cartão laranja. Bom, era que cartões Rosas ou laranjas não valessem mais do que aquilo que realmente valem, ou seja nada. O pior é que, se estamos numa época em que até já o valor do dinheiro é virtual. Assim sendo tudo também o pode ser.
segunda-feira, setembro 26, 2011
Tarot presidencial

Ele nem necessita de dizer nada que há muito que lhe está estampado na cara que sonha em ser Presidente da Republica. Até agora, com as candidaturas do Cavaco isso tem-se mostrado impossível, mas ele sabe que o tempo não pára e ele já não vai para novo. Na entrevista dada ao jornal I debita uma série de nomes que vão desde o Guterres ao Durão Barroso passando pela Leonor Beleza até ao António Costa.
Não se percebe que com as eleições presidenciais ainda a tantos anos de distancia já se ponha a falar deste tema e a adivinhar futuros candidatos a não ser para criar ruído e lançar desde já a futura candidatura mesmo que diga que ainda não decidiu. Curioso é que este politico que tantos gostam de ouvir nunca tenha ganho nenhuma eleição mesmo andando aos caixotes de lixo ou a mergulhar nas águas do Tejo. Um ser que gosta mais de lançar a confusão política do que a exercer e mais de falar do que fazer.
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
Perderam-se 60 mil votos. Alvisseras a quem os encontrar

Depois dos milhares que não puderam votar devido à trapalhada do cartão único sabemos agora que se perderam 60 mil votos. O Ministro Rui Pereira, que já se devia ter demitido no próprio dia das eleições presidenciais, melhor já se devia ter demitido muito antes e muitas vezes tantas têm sido as trapalhadas porque passou o seu reinado como Ministro da Administração Interna, nem agora mostra vontade de resignar ao cargo. O Jorge Coelho demitiu-se só pela tragédia da Ponte de Entre-os-Rios e este agarra-se ao lugar como uma lapa. Todos querem que se demita, da direita mais extrema à mais extrema esquerda. Faça-lhes a vontade a eles e a nós também.
domingo, junho 06, 2010
A guerrinha de Boliqueime
Paulo Portas e Santana Lopes tem mostrado a vontade de a direita apresentar um candidato alternativo ao Cavaco Silva nas próximas eleições presidenciais. Tal como o Mário Soares em relação ao Manuel Alegre há vinganças que não se esquecem. Vozes criticas a esta posição não têm faltado pois ninguém se pode esquecer que o Cavaco é o Presidente eleito com somente 50,5% dos votos e todos esperam que neste segundo mandato ele coloque finalmente os seus amigos no poder. É que com a reeleição da "Múmia de Boliqueime" uma desgraça nunca virá só.
segunda-feira, maio 24, 2010
Presidenciais 2011
Que ele faça comunicações ao país para se desculpar pela promulgação do casamento homossexual, que diga que não tem comentários quando quando questionado sobre o estado trágico do país, ainda aguentamos, agora que já ande "on the road" a fazer campanha paga por todos nós é que me parece um exagero.
sexta-feira, maio 04, 2007
O Pilatos de Belém
Sempre que se realizam eleições para o Palácio de Belém, um dos principais assuntos a que se procura resposta dos candidatos é qual a sua visão dos poderes presidenciais. No caso do actual presidente, este foi mesmo um dos casos em que as suas palavras pareciam exageradas, pois falava como se fosse ser governo e ultrapassando em muito aquilo que normalmente se considerava como funções do cargo. Ia fazer mundos e fundos para gáudios dos partidos seus apoiantes, que o viam como um contra poder ao governo do PS e a sua arma de vingança pelo derrube do Santana Lopes. Tudo parecia apontar para uma presidência interventiva mas, com o passar do tempo, a montanha mostrou ter parido um rato. Numa primeira fase, reuniam-se comentadores, analistas, políticos e sei lá que mais para analisar as palavras presidenciais, fazendo-se conjecturas e grandes histórias à sua volta. Cada discurso era um arraial de estudos e debates em todos os jornais, televisões e rádios. Com o tempo, até os seus apoiantes começaram a ver que afinal tudo aquilo espremido dava pouco ou nenhum sumo. Dedica-se agora a uns discursos de ocasião, umas visitas de obrigação e a um roteiro de exclusão sem grande significado.Vem isto a propósito do que se vai passando no país. Quando questionado como vê a forma como João Jardim está a fazer a campanha eleitoral, chutou para a Comissão Nacional de eleições, sobre o problema da CML não quer falar, assim como não quis no caso do diploma do Sócrates ou, como manda para o tribunal Constitucional e foge para o estrangeiro de cada vez que promulga uma lei menos consensual, como foi a das finanças locais, das finanças regionais ou do aborto. Este homem que tudo ia fazer, que tudo ia mudar, lava as suas mão, qual Pilatos, sempre que algum assunto mais complicado lhe aparece pela frente. Sei que há instituições para tratar de certos assuntos, mas gostava de ver um Presidente, que tem como obrigação defender a constituição, a liberdade e a democracia, ter a coragem de dizer aquilo que realmente pensa sobre os assuntos. Não se deveria dar às palavras de um Presidente um peso tão grande que o transformem num eunuco de opiniões.Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping
terça-feira, fevereiro 07, 2006
O gigantone

«Todas as pessoas são livres de dar opiniões. Mas eu, como responsável político, tenho de dar orientações. As pessoas não estão preocupadas com a regionalização, mas com a perda de emprego. O que o país quer é mais trabalho e menos impostos. Não será a regionalização ou qualquer outra matéria a desviar-me das prioridades».
«O Governo tem sido useiro e vezeiro em agredir juízes, funcionários públicos, outros sectores. Agredir seja quem for, neste caso os juízes, é de um populismo inaceitável»
Depois de uma época de silêncio estratégico, durante as eleições presidenciais, em que Marques Mendes não falava para não ser associado a Cavaco Silva e este não falava para não meter a pata na poça, o descanso chegou ao fim. Marques Mendes começou a falar mesmo quando nada tem para dizer. É que este governo está a fazer a politica que ele gostava de poder fazer, e que o seu partido nunca teve coragem de fazer quando esteve no poder. Por muito que lhe custe, e a nós também embora por razões diferentes, esta é a realidade. Assim, sentindo a necessidade de protagonismo, (vem ai um congresso do PSD), fala por falar atirando tiros para todo o lado mas não acertando uma que seja. Senão vejamos:
- Retira qualquer mérito ao governo por o malfadado défice ficar abaixo do previsto, afirmando ser, mesmo assim superior ao de 2004. Será que não se lembra do estado caótico em que Santana Lopes deixou o país? Será que não se lembra de que as contas do défice eram sempre resolvidas à última hora com as malditas “receitas extraordinárias” só para tapar os olhos a Bruxelas? Foi a venda das dívidas fiscais, a venda de activos do estado, as caixas de aposentações da CGD, NAv, etc.
- Desvaloriza a regionalização dizendo não ser nada de importante. Há quem seja contra e quem seja a favor e o referendo realizado disse não. Independentemente da posição de cada um a regionalização é um tema muito importante, e tentar minimiza-lo com as bandeiras do desemprego e dos impostos não é mais do que demagogia. É daqueles casos em que se pode dizer que o cu não tem nada a ver com as calças. Para mais, sendo o seu partido um dos principais responsáveis pelo enorme desemprego existente e também ele ter subido os impostos na sombria época da ministra Manuela Ferreira Leite.
-Este governo tem, efectivamente, sido mau para os funcionários públicos. Mas o que fez o seu partido quando esteve no poder. Congelou salários, retirou direitos, chegando mesmo a ameaçar com o despedimento de 200 mil funcionários. E porque será que mexer com os juízes é um populismo inaceitável. Serão eles intocáveis? Serão eles de uma casta superior a quem não se pode retirar direitos como tem acontecido com outros funcionários?
Se algum mérito tem de se dar a este governo é exactamente o oposto. Embora se possa não concordar com as suas politicas tem sido corajoso na sua acção. Tem sido tudo menos populista o que aliás já lhe custou a derrota nas autárquicas e nas presidenciais.
Todos nós compreendemos que Marques Mendes tem de fazer oposição a este governo tanto por razões eleitorais como para consumo interno do seu partido. Deveria, no entanto, tentar atirar certeiro e dizer alguma coisa que faça sentido para os portugueses. Isto de se estar a por em bicos de pés para ver se alguém repara em si não está a dar resultado. Experimente pintar o cabelo de cor de laranja, mascare-se de gigantone no Carnaval que ai vem, faça qualquer coisa diferente porque assim não vai lá. Pelo menos compre um escadote que estou farto de olhar para baixo.
domingo, janeiro 29, 2006
Quando Pensar Grande é Pensar pequeno

A comissão politica que apoiou Alegre na corrida a Belém, não teve dúvidas de que é preciso aproveitar mais de um milhão de votos depositados em Alegre no último domingo.
Manuel Alegre diz que o movimento de cidadãos nada vai ter a ver com os partidos, nem sequer lhe parece que o movimento seja incompatível com os lugares políticos que ainda tem. Alegre garante que ainda não decidiu o que fazer com os cargos de deputado e vice-presidente da Assembleia da República.
In”TVI”
Nada tenho contra movimentos cívicos. Antes pelo contrario, eu próprio estou há já algum tempo, a trabalhar na formação de um, direccionado para a resolução dos problemas de Algés. Acredito que são as pessoas que têm de se juntar, lutar e colaborar na resolução dos problemas que os afectam. Acredito que a democracia participativa é muito mais que o direito de ir colocar um voto numa urna de quatro em quatro anos. É o direito de cada um de nós poder exprimir e defender as posições que acha mais correctas em todos os assuntos que influenciam as suas vidas. É ter o direito a uma palavra activa.
Assumo aqui que votei Manuel Alegre nas últimas presidenciais. Os motivos porque o fiz não são agora importantes, mas sim as consequências que daí querem tirar. O movimento cívico agora formado corre o perigo de se tornar num enorme bluff. A ideia de “que fazer com o milhão de votos no Manuel Alegre”, parece-me falsa. Esse foi o número de pessoas que votou nele na escolha do Presidente da Republica. Uns porque concordavam com o que ele dizia, outros porque lhes parecia o mal menor, outros ainda só para “chatear” o Sócrates ou o Soares e ainda outros por ser a alternativa mais viável para derrotar Cavaco Silva. Razões há muitas e cada um tem a sua.
Que pode este movimento fazer? Não poderão falar em nome de um milhão de pessoas porque não foi para isso que os cidadãos votaram. Aparecerem um grupo de pessoas a levantar um ou outro problema a quem os políticos acabam por nada ligar. Que ligação conseguirão eles ter com uma base de apoio popular que realmente os apoiem. E, se a tiverem como o podem demonstrar ao poder que contestarem. São muitas questões que podem acabar por realmente desperdiçar esse milhão de votos.
O que me parecia mais correcto era direccionar esta “força” para a criação não de um, mas de centenas de pequenos movimentos cívicos locais, ao nível de freguesia. Depois tentar integrar estes pequenos movimentos em federações concelhias e depois distritais e finalmente numa nacional. É de baixo que se tem de começar a construir. Não se pode construir uma cúpula se não existir uma base que a sustente. O lema da tal Associação de amigos de Algés, em que estou empenhado na criação é “Se não posso mudar o mundo posso pelo menos mudar a minha rua”. O caminho parece-me ser o de começar a pensar pequeno, resolver aquilo que está ao nosso alcance. Motivar as pessoas com pequenas vitórias e aproveitando a inércia por elas criada alargar os horizontes para novas lutas.
quinta-feira, agosto 29, 2013
O fascismo com cores de arco iris
Alertada "por um cidadão que considerou que os quadros expostos infringiam a legislação russa", a polícia apreendeu na terça-feira quatro obras do pequeno Museu do Poder, indicou o porta-voz da polícia, Viatcheslav Steptchenko, citado pela agência de notícias AFP.
Os polícias foram ao museu armados com espingardas 'Kalachnikov', relatou Alexandre Donskoï, fundador do museu inaugurado em meados de agosto, em pleno centro da antiga capital imperial russa.
O museu está agora selado e Konstantin Altunin, autor das telas, fugiu da Rússia e encontra-se em França, acrescentou Donskoï, ex-presidente da câmara de Arkhangelsk, no norte da Rússia, que passou para a oposição e foi perseguido e detido depois de ter tornado públicas as suas ambições presidenciais nas eleições de 2008.
"Depois de ter sido informado de que a polícia o esperava em sua casa, Konstantin comprou o primeiro bilhete disponível, para a Dinamarca. E agora está em França", indicou.
O porta-voz da polícia precisou que "os especialistas estão agora a analisar" as telas apreendidas, sem especificar quais são as leis russas que a exposição terá violado.
Poderá tratar-se de uma lei controversa que proíbe qualquer "propaganda homossexual" perante menores, recentemente promulgada pelo Presidente Putin e classificada pelo Ocidente como homófoba e discriminatória.
Um dos quadros apreendidos intitula-se "Travestis" e representa Vladimir Putin de 'baby doll' penteando Dmitri Medvedev, que, por sua vez, enverga um soutien.
Outro mostra o deputado Vitali Milonov, autor da polémica lei que penaliza a "propaganda homossexual perante menores", de pé à frente de uma bandeira com as cores do arco-íris, símbolo da homossexualidade.
Um terceiro, que se intitula "O Partido Comunista da União Soviética na Igreja Ortodoxa", exibe o rosto do patriarca russo Kirill tatuado no corpo de um criminoso, ao lado de outra tatuagem com a efígie de Estaline.
O fundador do museu, Alexandre Donskoï, acusou o deputado Milonov de estar na origem do encerramento do museu.
"Ele visitou a exposição há alguns dias e depois regressou ontem (terça-feira) à tarde com a polícia", declarou Donskoï.
Citado pelos 'media' locais, o deputado Milonov explicou que não queria ser retratado "com uma bandeira brandida por pervertidos e sodomitas seropositivos".
Interrogado pela rádio Echo de São Petersburgo, Milonov afirmou que tinha, assim, "salvado" a administração do museu daqueles que lhe queriam "partir a cara".
"Há demasiados percevejos, está na hora de os exterminarmos", acrescentou, referindo-se aos liberais e aos homossexuais.
segunda-feira, maio 07, 2012
Sarkozy, o fim de um pequeno lider
O Reinado do Sarkozy chegou ao fim. Não sei se o que lhe vai ocupar o lugar será melhor ou se tudo continuará na mesma, mas pelo menos é um prazer saber que este pequeno "Lord Farquaad" caiu, ainda por cima com a vergonha de ser o primeiro Presidente Francês que não consegue ser reeleito. Ele merece.
domingo, junho 12, 2011
Uma coisa sem nobreza nenhuma

in Diário de Notícias
Este Nobre que se apresentou nas Presidenciais como o mais anti-político dos candidatos, que se mostrou contra o clientelismo e a distribuição partidária de tachos, não necessitou nem de seis meses para se tornar naquilo que dizia criticar. Ansioso por poder e depois de não ter conseguido a Presidência não hesitou em transformar os seus míseros 15% de votos na possibilidade de ser a segunda figura da nação. Pequeno, pequenino demais para merecer o respeito, sobretudo daqueles que votaram nele. Sem experiência parlamentar, dificilmente vai conseguir ser eleito, tanto mais que o voto é secreto e há muitos, mesmo dentro do PSD, que não lhe reconhecem competência para o lugar. Espero que não o consiga para ver como vai reagir. Ele merece isso.
quinta-feira, maio 19, 2011
Ecografia eleitoral

terça-feira, abril 12, 2011
Mon AMI Passos Coelho
Fernando Nobre encabeça lista do PSD por Lisboa e é candidato a presidente da Assembleia da Republica. Lembram-se do discurso nobre do Fernando quando foi candidato a Presidente de Republica? Lembram-se do grande movimento de cidadania, do discurso contra os partidos e pela transparência na vida politica, contra o compadrio, o negócios de lugares e agora aceita o segundo lugar nas presidenciais, que não obteve, para aceder ao cargo de segunda figura da Republica. Ele há gente por aí.
domingo, janeiro 30, 2011
Tau-tau que o menino portou-se mal

Jerónimo de Sousa lançou críticas ao candidato eleito, Cavaco Silva, PS e Bloco de Esquerda, e sublinhou ainda os «preconceitos» e «trafulhices» verificados, numa alusão às sondagens. O comunista também não poupou críticas ao «discurso populista e demagógico» de Fernando Nobre e José Manuel Coelho.
Este tinha que ser mesmo um boneco a preto e branco, tão velha é esta visão do paizinho que se zanga com o filho mas não pode deixar de gostar dele. Afinal são pobres de espírito que não compreendem a palavra da razão do PCP, um povo que se deixa enganar por preconceitos e populismo. Não estará na hora de o PCP olhar mais para dentro de si mesmo, de fazer uma auto-critica, de pensar onde falham na comunicação, no seu comportamento e no relacionamento com os outros? Ou é o PCP como aquela mãe que ao ver desfilar o seu filho com o passo trocado diz que são todos os outros que estão errados?
Este país necessita de um PCP que compreenda a necessidade da esquerda poder ser alternativa de poder, da necessidade de dar a esses povo que temos uma alternativa em que possam acreditar. Essa alternativa não pode ser conseguida sem o PCP, mas não é nem será só o PCP sozinho. Enquanto mantiver esta postura é ele o principal obstáculo à mudança urgente e necessária para travar o avanço do capitalismo selvagem.
quinta-feira, janeiro 27, 2011
Desculpem lá qualquer coisinha

Este ministro já mostrou que não possui as qualidades exigidas para o cargo que ocupa. Demita-se, ou melhor demitam-no que ele merece. Ou melhor ainda demitam-se todos.
A estranha leveza da justiça

Saber isto no dia em que os jornais noticiavam que íamos pagar 3 milhões e 800 mil euros aos candidatos presidenciais para pagarem as suas campanhas. Só para o Cavaco são logo 2 milhões. mas para a justiça poder funcionar, não há dinheiro. Claro, devem seguir a máxima de que quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é tolo ou não tem arte. E, arte para isto têm eles.
terça-feira, janeiro 25, 2011
O anjo negro da vingança

Como eu gosto de ver estes democratas a babarem-se para o ajuste de contas, para a "vendetta" contra todos aqueles que se atreveram a fazer-lhe perguntas a que ele não queria, ou não podia, responder. A vil-baixeza de perguntar, a infâmia de sequer imaginar que algo podia macular a sua pureza. O cadafalso é pouco para eles.
Mas, o ter vencido não será suficiente para que se considere respondidas as perguntas a que nunca respondeu. Os Oliveiras e Costas, os BPNs, as Aldeias das Coelhas e as Acções continuam a existir e as respostas a ser necessárias. Cada vez mais.
quarta-feira, janeiro 19, 2011
Um coelho que pode ser lebre

Há alguns dias, quando falava com amigos meus, na sua maioria mostravam-se insatisfeitos com os candidatos às presidenciais e afirmavam que, ou não iam votar ou iam votar em branco. Hoje, surpreendentemente, muitos deles, já me dizem que vão votar no José Manuel Coelho. Também aqui nos comentários ao post, em que defendi o voto no "Coelho ao poleiro", e no meu mail. tenho recebido mensagens de apoio ao Coelho. Se a abstenção ou o voto em branco ou nulo, (que não entram para as contas), é meio voto no Cavaco, se não queremos lá o Cavaco e se nenhum dos outros candidatos nos agrada, o verdadeiro voto de protesto, o voto que os envergonha é certamente o voto no Coelho. Já decidi, "Coelho ao Poleiro" ou "Coelho ao taxo", (como sugeriram num comentário), vai ser o meu voto.
sábado, janeiro 08, 2011
O Pastel do Palácio Belém

Tenho falado com muita gente e na sua grande maioria o que me têm dito é que não vão votar para as presidenciais. Confesso que perante as personagens que se perfilam para ocupar Belém também a mim me apetecia fazer o mesmo, mas há no meio deles um que não mo permite. Tenho mesmo que votar, não a favor de ninguém mas sim contra o Sr. Silva porque aquele palácio merece ser mais bem frequentado. É,Por isso, importante votar. Não gostam do Alegre não votem nele, nem do Nobre então também não votem nele, nem do Moura porque não o conhecem, não votem nele, nem do Chico porque é do PC, então votem Coelho. É o mais parecido que ali há com um voto de protesto, não pelas suas ideias, mas pela sua personagem.
Eu ainda não sei em quem vou votar, mas que vou, vou.




