domingo, novembro 20, 2011

IVA a bem das criancinhas


Assunção Cristas, que está no Parlamento a debater o Orçamento do Estado para 2012 na especialidade, respondia às críticas do deputado socialista Miguel Freitas, que está contra o aumento do IVA nos alimentos infantis.
"Basta falar com pediatras ou nutricionistas para perceber que boiões de fruta, de carne ou de peixe não é exactamente o que se deve dar aos bebés", respondeu.
A ministra acrescentou que "as alturas de crise são também alturas para os pais reflectirem sobre o que dão às crianças e voltar a dar fruta em estado natural, que não tem IVA". E rematou: "não vejo ninguém da área da saúde com essas preocupações".»

Porque é que esta gente não é honesta e diz ao que vem. Querem mais dinheiro e por isso vão aumentar os impostos, neste caso o IVA, estando-se nas tintas se isso vai criar pobreza e fome. Vir com desculpas que é pela saúde das criancinhas é de uma tremenda hipocrisia. Já agora porque não justificam o corte do subsidio de férias porque o sol pode fazer mal e assim não corrermos o risco de nos afogarmos no mar e o subsidio de Natal porque comer tantos doces nessa época faz mal? E porque não justificar o aumento de mais meia hora de trabalho com o velho slogan de "trabalhar dá saúde"?

sábado, novembro 19, 2011

Expulsão dos vendilhões

Adaptação do quadro "Expulsão dos vendilhões do Templo" de Rembrandt

Ia escrever alguma coisa mas, pensando bem, já está tudo dito no boneco.

Duarte Lima: Uma personagem tenebrosa


O Duarte Lima é um personagem que ao longo dos anos me tem feito rodopiar entre o "não gosto nada daquele gajo que me irrita" de quando era deputado nos tempos do Cavaquismo, da simpatia perante a leucemia que o atacou e à qual conseguiu sobreviver, acabando mesmo por criar a Associação Portuguesa Contra a Leucemia, a repulsa quando os indícios da sua possível participação no assassinato de Rosalina Ribeiro se iam tornando conhecidos até à acusação formal no Brasil e depois o asco e o desprezo agora que foi detido por negócios fraudulentos com o BPN, banco que tantos milhares de milhões já custou a todos nós. Foi por isso a minha primeira reacção me fez imaginá-lo vestido às riscas e por detrás de umas grades, para depois preferir fazê-lo antes de anjinho. Não me perguntem porquê?


PS: Já agora que o prenderam a ele e ao filho, convidem para lhes fazer companhia na cela o Isaltino Morais e o Dias Loureiro. Sempre podiam fazer um joguinho de cartas.

sexta-feira, novembro 18, 2011

Um Santissimo Mercado


O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, anunciou hoje no Parlamento que Portugal vai encerrar sete embaixadas, quatro vice-consulados e um escritório consular. As embaixadas portuguesas que vão ser desactivadas são Andorra, Bósnia-Herzegovina, Estónia, Letónia, Lituânia, Malta e Quénia.
"A Associação República e Laicidade manifestou a sua estranheza por se manter quer a embaixada da República portuguesa na Santa Sé quer o posto de embaixador permanente junto desse governo". A associação salientou, que Portugal mantém outra embaixada na cidade de Roma, pedindo assim a Paulo Portas para esclarecer "a efectiva relevância das relações comerciais com a Santa Sé e a justificação para a continuidade desta desnecessária duplicação de meios".

Deve ser na esperança que aconteça algum milagre que resolva os problemas da nossa economia ou então para lhes vender Santinhas de Fátima
.

A "Prenda" de Natal da Troika



O Governo passou no exame da Troika como um bom menino e por isso merece receber lá para o Natal uma prende de mais oito mil milhões. Não é bem uma prenda, é mais um empréstimo, com altos juros e que só se vai somar à outra dívida que já tínhamos e que com a recessão não teremos maneira de pagar. Depois eles emprestam mais, mas mesmo gostando do que já foi feito ainda pedem mais umas coisinhas. Como disse o Gasparzinho, "A missão introduziu dezenas de pequenas alterações, coisas de nada, como reduzir os ordenados aos trabalhadores privados como foi feito no Estado, (explicaram que se assim não fosse podia haver trabalhadores do Estado a saírem para trabalharem para os privados que pagam melhor). O outra ainda, de recomendar o despedimento de milhares de funcionários públicos, os tais que tinham medo de perder para o privado. Importante mesmo é que os bancos «têm que ter uma almofada caso precisem». Depois, em Janeiro eles voltam.

quinta-feira, novembro 17, 2011

Não questionável a bem da nação


“A bem da Nação”, a informação emitida pela RTP Internacional deve ser “filtrada” e “trabalhada” pelo Governo, defendeu João Duque. Um tratamento que, acrescentou, “não deve ser questionado”. ‘Se [o Governo] quiser manipular mais ou manipular menos, opinar, modificar, é da sua inteira responsabilidade, porque estamos convencidos [de] que o faz a bem da Nação, porque foi sufragado e foi eleito para isso.’

Controlo e filtragem sobre a informação não é nada de novo e há muito que é feito. Agora, esse controlo não deve ser questionado, ao som do velho chavão salazarento do "a bem da nação". A justificação é, a promoção de Portugal através da imagem ou do som deve ser enquadrada numa visão de política externa e portanto quase que sob a orientação ou em contrato de programa com o Ministério dos Negócios Estrangeiros”. Como imagino que também devia gostar de colocar os blogs e o Facebook sob orientação do Ministro, o melhor é não questionar, a bem da nação.

O Boneco da Merkel


Para um qualquer cidadão de um país seria natural e o que espera é que o seu Primeiro Ministro tenha como principal objectivo servir esse mesmo país e quem nele habita. O que nenhum povo devia aceitar era que esse Primeiro-ministro se vergue de forma humilhante ao poder económico de um governante, seja ela Alemão ou Francês. Foi a humilhação que os portugueses sentiram perante o seu rei quando aceitou o ultimato Inglês do Mapa Cor-de-Rosa que precipitou o seu fim e o nascimento da Republica. Os portugueses nunca perdoaram aqueles que se vendem ao serviço de outros, seja por incapacidade, por medo, ou por sede de poder. Este não vai ser diferente.

quarta-feira, novembro 16, 2011

Fotografia do dia de amanhã


Há dias em que me passeio pela internet em busca de imagens que possam servir para fazer um boneco sobre uma qualquer ideia que me passou pela cabeça e me passa pela frente uma imagem que me mostra uma fotografia do futuro. A noticia que oiço na televisão só a confirma, quando a ministra da Agricultura, Assunção Cristas, saudou hoje a decisão da Alemanha de viabilizar, nos próximos dois anos, o Programa Comunitário de Ajuda Alimentar a Carenciados (PCAAC). Portugal receberá 20 milhões de euros para ajudar 400 mil pessoas carenciadas.

Quantas mais o serão no próximo ano?

O Álvaro já vê a luz. Paz à sua alma


De manhã no parlamento o Ministro Álvaro Santo Pereira anunciou o fim da crise para 2012. Da parte da tarde veio corrigir o que disse, afirmando que seria o inicio do fim da crise pois a recessão ainda iria aumentar bem como o desemprego.

Que a crise não vai acabar em 2012, nem em 2013, nem em 2014, nem......, se continuarmos com estas políticas e sob as ordens da toda poderosa Merkel, parece que só o Álvaro tem dúvidas. O que eu não tenho dúvidas é que 2012 será o fim, não da crise, mas do próprio Álvaro. Num super-ministério colocaram um super-nhónhó e que não sabe muito bem o que anda a fazer. Já nem dentro do próprio governo o parecem respeitar. Acredito que se lhe oferecerem um espelho no Natal até ele próprio perceberá que governar não é o mesmo que escrever livros e voará para o Candá de onde nunca devia ter saído.

terça-feira, novembro 15, 2011

Sie sind ein Esel


Uma cena do Conselho de Ministros relatada por Maria João Avillez
Numa intervenção do ministro da Economia submeteu ao Conselho de Ministros as suas medidas para intervenção na economia. Terminada a exposição, o ministro Vítor Gaspar afirmou seca e cortantemente: "Não há dinheiro". Mas Santos Pereira insistiu; e então o ministro das Finanças retorquiu-lhe apenas: "Qual das três palavras é que não percebeu?"

Se o Primeiro-Ministro não estava preparado e é incompetente para governar um país a sua única aposta é colocar todo o poder num tecnocrata como o Vitor Gaspar que se comporta, ou melhor, é um pequeno ditador. Ditador para o simplesmente atarantado Álvaro. Ditador para o próprio Passos Coelho que dança à sua música. Ditador para um povo que não respeita com a sua total falta de sentido social e não se importando de o mandar para a miséria em troca da opinião dos seus mercados. Ditador ainda para um país que condena ao empobrecimento e, ainda por cima, Gaspar rima com Salazar.

A Nova De(s)mocracia Europeia

O presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, sobre a nomeação de Mario Monti para substituir Silvio Berlusconi na liderança do governo, afirmou que a Itália «precisa de reformas e não de eleições»

Depois de proibirem o ex-Primeiro-ministro grego Papandreus de fazer um referendo ao povo grego sobre se queriam aceitar as novas medidas de austeridade que lhes eram impostas, de o substituírem por um homem de confiança do BCE, Lucas Papademos, chegou agora a vez de em Itália nomearem outro burocrata de confiança da UE para liderar a Itália e afastarem a necessidade de haver eleições antes de 2013. A democracia é coisa que esta Europa desdenha e cada vez mais repudia vivamente. Como se não bastasse que esta democracia representativa em que vivemso já pouco tenha de democrático, como provou a recusa em questionar os povos sobre os tratados que nos impuseram e possibilitar que quem é leito possa fazer o que quer, mesmo tendo sido eleito com base em mentiras e aldrabices, durante quatro anos sem haver um mecanismo que permita aos cidadãos correr com ele, chegou agora a hora de já nem quererem que os governos sejam eleitos pelos seus povos.
Os partidos mais à esquerda, os sindicatos e muitos cidadãos têm protestado nas ruas contra o aumento de impostos, a redução de salários e o roubo dos subsídios de férias e Natal, a privatização daquilo que é publico e de todos nós, o aumento dos preços e destruição do estado social. É uma luta justa e que merece ser travada, mas mais importante, aquilo que realmente nos devia levar a todos a protestar e a ocupar as ruas era a exigência de uma verdadeira democracia em que todos tivéssemos o direito e o dever de participar nas decisões que condicionarão o nosso futuro. Um democracia mais participativa em que pudéssemos correr com os "Migueis de Vasconselos" da actualidade, onde pudéssemos exigir mais respeito e dignidade para todos recusando sermos tratados como mercadorias nas mãos de banqueiros e políticos corruptos. É numa nova forma de democracia que se encontra a resposta para um melhor futuro e não neste fascismo liberal escondido sob a mascara de democracia. Esta é a luta essencial e que permitirá a mudança.

segunda-feira, novembro 14, 2011

A Grande Farra

Como se a Itália tivesse ganho um campeonato do mundo, milhares de italianos festejam nas ruas a queda do Berlusconi. Caiu um porco, uma personagem abjecta onde se cruzavam, a corrupção, a máfia, a falta de educação e de respeito, os negócios, a justiça, a mentira, a badalhoquice, a porcalhice, e todas as outras coisas que degradam a condição humana. Pediu a demissão depois de fazer aprovar mais um pacote de medidas de austeridade impostas pelo IV Reich. Também na Grécia o Papandeus caiu vitima dos mercados e garantindo mais um pacote imposto pela Europa. Em ambos os casos, a queda destes governantes, bem ou mal eleitos, vai substitui-los por burocratas comprometidos com o sistema económico europeu e que não passaram por qualquer crivo eleitoral.
Vivemos numa Europa construída nas costas dos cidadãos, que sempre lhes negou a possibilidade de manifestarem a sua opinião nos tratados que foi assinando, numa Europa governada pelo par Merkle-Sarkozy è revelia da opinião de todos os outros. Agora vemos que até os governantes dos países começam a ser substituídos por burocratas da confiança dos Senhores da Europa. Já começo a imaginar, quando estas medidas de austeridade mostrarem não funcionar e for necessário pedir mais ajuda e aplicar mais austeridade, que ainda vamos ver um Constâncio ou um Borges a ser nomeado Primeiro-ministro. Onde vai isto parar?

No Circo da Assembleia

O Relvas nem necessita de chicote para domar o Seguro abstencionista, mesmo sendo esta violenta.

domingo, novembro 13, 2011

Que tendes na vossa consciência? São Robalos, Senhor, são Robálos


Há uns dias que começou o Julgamento da Face Oculta, esse processo onde estão metidos os Penedos, Godinhos, Varas e muita outra gente acusada de corrupção. Essas faces já nós conhecemos, até bem demais, falta agora saber qual vai ser a face da justiça. Podia, mas não me apetece adjectivar o que penso de tudo isto e de muita desta gente, prefiro assinalar o momento e recordar os Robalos às caixas.

Despacho n.º 15296/2011


Diário da República, 2.ª série — N.º 217 — 11 de Novembro de 2011

Gabinete do Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais

Despacho n.º 15296/2011

Nos termos e ao abrigo do artigo 11.º do Decreto -Lei n.º 262/88, de

23 de Julho, nomeio o mestre João Pedro Martins Santos, do Centro de

Estudos Fiscais, para exercer funções de assessoria no meu Gabinete,

em regime de comissão de serviço, através do acordo de cedência de

interesse público, auferindo como remuneração mensal, pelo serviço de

origem, a que lhe é devida em razão da categoria que detém, acrescida

de dois mil euros por mês, diferença essa a suportar pelo orçamento do

meu Gabinete, com direito à percepção dos subsídios de férias e de Natal.

O presente despacho produz efeitos a partir de 1 de Setembro de 2011.

9 de Setembro de 2011. — O Secretário de Estado dos Assuntos

Fiscais, Paulo de Faria Lince Núncio.

sábado, novembro 12, 2011

O inevitável eventual fracasso


O ministro das Finanças, Vitor Gaspar, acusou o PCP e ao BE de serem os promotores de um eventual fracasso do programa de resgate financeiro. "Permitam-me aqui notar, com desgosto, que são aqueles que repetidamente referem a inevitabilidade do fracasso do programa que mais dividem os portugueses e favorecem, por acções e atitudes, tal desfecho".

Se eu fosse do PCP ou do BE certamente que me sentiria muito orgulhoso com estas palavras do Ministro. Ser acusado de contribuir para o fracasso deste programa de resgate é injusto porque ele fracassará por si próprio sem ser necessário fazer nada por isso. O pior é que de fracasso em fracasso quem se vai lixar sempre são os mesmos. É por isso importante não se ficar só com a fama de ser o responsável pelo fracasso é preciso evitá-lo evitando que se siga esse desastroso caminho. O PSD e o CDS têm a maioria absoluta ainda mais com a estranha "abstenção violenta" do PS, mas sabendo que a legitimidade deste governo há muito foi desbaratada nas mentiras do Passos Coelho, há que fazer na rua aquilo que esta democracia podre não deixa fazer no Parlamento. Impedir este Orçamento de ser aprovado e este governo de conduzir este país de austeridade em recessão obrigando a mais austeridade que só pode agravar ainda mais a recessão, numa espiral de miséria e pobreza, é essencial. É na rua que o podemos fazer, exigindo uma nova forma de democracia mais directa e mais participativa em que os metirosos sejam corridos e os corruptos castigados.

Otelo, os militares e os seus limites


Otelo Saraiva de Carvalho defende que "se forem ultrapassados os limites" a resposta deve ser um "golpe militar para derrubar o governo" e não em manifestações como a que está marcada para sábado próximo. Esse golpe, acrescenta Otelo que até seria "mais fácil" de levar a cabo actualmente do que o de 1974.
O presidente da Associação Nacional de Sargentos (ANS) manifestou-se hoje contra as declarações de Otelo Saraiva de Carvalho, considerando que as revoluções "não se anunciam na comunicação social".

Tem razão o Presidente da ANS quando diz que as revoluções não se anunciam, elas fazem-se. Já o Otelo, não anunciou nada, o que fez foi dizer de sua justiça com a experiência de quem já uma vez participou no derrube de um governo anti-democrático. Agora é legal fazerem o desfile faltando saber se o que procuram é ajudar os cidadãos deste país ou só procuram ajudar-se a si mesmos. Quanto ao mentiroso do Passos Coelho e a sua camarilha talvez ainda venham a descobrir que mais valia uns tumultos. Como diz o Otelo há limites para tudo.

sexta-feira, novembro 11, 2011

11:11:11 11:11

São 11:11 horas do dia 11:11:11 quando este post for publicado. Porquê? Porque hoje é mais uma data internacional de luta dos Indignados um pouco à volta de todo o mundo. Este é o meu sinal de que também eu pertenço a essa enorme multidão de indignados, a minha contribuição porque, como sou dos felizardos que ainda têm emprego, não posso estar como alguns outros, à Porta da Assembleia da Republica a bater tachos nesta democracia silenciada. Pode não ser grande coisa, pode não ser nada de muito efectivo, não o será, mas que anda Alta Tensão pelo ar disso não tenho dúvidas e amanhã volta a ser dia de muita gente mostrar a sua indignação nas ruas de Lisboa.

Por aí abaixo


Ontem abri o Google Noticias para ver as novidades que perpassavam o mundo e na Itália os juros da dívida ultrapassavam os 7%, número mágico para a queda de um governo e para a Troika afiar as facas. Em França um novo plano de austeridade com cortes na saúde, educação e aumento de impostos. A Alemanha prevê uma queda no crescimento para menos de 1% em 2012. A Grécia continua como estava, mal. Por cá a bolsa cai e quando formos tomar um café já nos devemos perguntar: Tomo o café ou compro 6 acções do BCP? O meu conselho é que bebam o café. O Cavaco esse, enquanto por cá se debate o orçamento da miséria, anda pelas Américas a apreciar o "puguesso" da nação com a maior dívida externa do mundo.

quinta-feira, novembro 10, 2011

Netanyahu: Chato e mentiroso



A conversa decorria informal entre Nicolas Sarkozy e Barack Obama, e foi acidentalmente ouvida pelos jornalistas durante a cimeira dos G20 na semana passada. O presidente francês confessou que «não suporta» o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu. «Nem posso vê-lo, é um mentiroso», terá dito Sarkozy, a que Obama respondeu: «Se está farto, imagine eu, que tenho de lidar com ele todos os dias».

Deixem, tenham um bocadinho de paciência que os Palestinianos têm de lidar com ele muito mais e têm mesmo de o ver nos muros, nos colonatos e nas bombas que lhes caiem em cima. Quanto ao ser mentiroso, não o são também todos vocês?