quinta-feira, julho 27, 2006

Portugal admite integrar força da ONU no sul do Líbano

O ministro dos Negócios Estrangeiros português defendeu um "papel mais activo da comunidade internacional" na crise do Médio Oriente e admitiu a possibilidade de os portugueses integrarem uma missão da ONU no sul do Líbano.
(Das agências noticiosas)
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O exército israelita, na falência da ocupação efectiva do terreno (por mais de duas décadas), opta pela táctica do bombardeamento aéreo.
Não desiste do objectivo de exterminar a população xiita do sul do Líbano (“comparsas do eixo do mal”) e aceita (através de Bush, Solana e Barroso) que outros se instalem no terreno, em seu lugar, e se atolem num problema semelhante ao iraquiano.
O MNE de Portugal e Durão Barroso são solidários com uma estratégia que amplia tempestades ao serviço dos interesses hegemónicos regionais dos Estados Unidos.
Os elogios ao actual MNE, que a direita conivente com Bush nunca regateou, faziam sentido!

Jorge Matos

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Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO

15 comentários:

  1. E já vem tarde, porque a comunidade internacional e a Europa em particular, há muito se devia ter envolvido nos conflitos entre Israel e os árabes e não deixar que o único suporte fossem os EUA.
    Mas, mais vale tarde que nunca.

    Um abraço.

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  2. piresf:
    Concordo que todo o mundo já se devia ter metido no conflito, não para servir de suporte a ninguem, mas para lhe por um fim. Vamos é ver se o caminho escolhido não será uma vez mais o do aumentar a tensão e criar novos problemas. O Azenar já veio propor que a NATO se juntasse a Israel na continuação dos bombardeamentos. Espero é que consigam acabar é com as mortes.
    um abraço

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  3. Pois...(o meu coração doi)
    Tudo um negócio até nessa dos apoios, mas quem sou eu para falar destas coisas, eu que até nunca entendi as guerras, nem as caseiras?! Esperemos que anbem estes verdadeiros massacres.
    Mesmo correndo o risco de me repetir, fico sempre extasiada com os textos com que o Jorge nos brinda. A imagem...poderosa. Um murro no peito.
    Bjinhos

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  4. Só me ocorre 'ninguém pára os judeus, oléeeeee'...

    desculpem a tirada futebolística.

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  5. porque é que os invertebrados (de esquerda ou de direita) que governam o rectângulo ficam tão excitados sempre que surge a oportunidade de enviar uma tropa fandanga para um qualquer conflito?
    é uma posição estranha, para quem é incapaz de ter voz própria, e que, cobardemente, se pretende escudar na opinião da ue.
    o importante seria, a exemplo do que fizeram países da europa, exigir o fim imediato dos ataque israelitas!
    ou seguir o exemplo do governo espanhol, que disponibilizou os seus hospitais e meios logísticos para que feridos libaneses sejam tratados em espanha!

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  6. tb:
    Isto por aqui anda um bocado pesado, mas as noticias desta guerra não nos dão paz ao espirito.
    bjinhos

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  7. desinformador:
    Realmente têm a equipa com mais dinheiro para contratar novas bombas e os arbitros não são assim muito imparciais.
    um abraço

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  8. luikki:
    Fazemos a figura ne falsos novos ricos que querem dar nas vistas. Mas acabamos sempre por mostrar o nosso servilismo. O Zapatero tem sido bem diferente e demonstrado que se pode ser independente. Basta ver a forma como recebeu o Papa e agora isto.
    um abraço

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  9. eu sei, kaos, eu sei, infelizmente!...
    Beijinhos

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  10. Nada que me espante, portanto. O serviço de catering vai continuar.;)


    BeijInhas Gordas e continuação de boas férias!:)

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  11. Jorge Lorosae29/7/06 03:18

    Quando o Jorge Matos diz:
    "O exército israelita, na falência da ocupação efectiva do terreno (por mais de duas décadas), opta pela táctica do bombardeamento aéreo.
    Não desiste do objectivo de exterminar a população xiita do sul do Líbano"
    Não devo estar a ver o mesmo filme. Então não foram os motherfuckers do Hezbollah que começaram esta merda (raptos dos soldados, lançamento de mísseis Katiusha para Israel, etc.), então não são os xiitas que se misturam com a população civil, de forma a que a comunidade internacional faça apelos para os israelitas pararem os bombardeamentos.
    Sejamos sérios, tudo isto não passa de um plano árabe, conduzido pelo Irão e pela Síria, em que os gajos do Hezbollah e do Hamas são puros fantoches.
    Pergunto eu quem é que tem a ganhar com esta guerra? De certeza que não é Israel!
    Qual a solução que o Jorge Matos tem no bolso? Será a de e após o 1º ataque do Hezbollah, Israel devesse ter ficado quieto e com isso contribuir para a paz na região? Hello! Em que mundo é que vives? É óbvio que Israel, rodeado de países que os odeiam por todos os lados tem obrigatóriamente que ter uma política de defesa musculada, como o seu próprio povo exige, pois de outra forma eram completamente aniquilados em 3 tempos.
    Acho também piada à expressão usada "...interesses hegemónicos regionais dos USA..." Quem tem interesses hegemónicos aqui são os xiitas.
    Um abraço

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  12. jorge lorosae:
    Olá Jorge, tudo bem ai por Timor?
    Ou é por estares muito longe ou andas a ver mal as noticias. Israel retirou do sul do Libano por pressão interna dos Israelitas fartos de ver vidas a serem perdidas (uma espécie de Iraque Israelita). Agora o que pretendem é limpar aquela região de toda a população para depois colocarem lá forças internacionais ficando eles livres de problemas. Passam a batata quente. Depois, claro que os EUA tem interesses na região e não são poucos. Estratégicos, a defesa de Israel a todo o custo e o sempre omnipresente petroleo. Oh Jorge Dã-ãã~.
    um abraço

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  13. Jorge Matos31/7/06 14:57

    Jorge lorosae:

    Nem a Rice vai tão longe !

    Aproveito o comentário já feito ( abaixo)
    FALSOS CORDEIROS

    1. Os ataques ao Líbano fizeram cessar um diálogo nacional, que envolvia a comunidade xiita, visando o desarmamenti do Hezbollah. Aliàs, a comunidade internacional não acompanhou esse esforço. Nos, EUA, depois da invasão do Iraque, como é sabido, a diplomacia é exercida por militares.

    2. É redutor ver o Hezbollah como um peão dos interesses da Síria e Irão. O Hezbollah, como todos os movimentos radicais, prospera nas regiões mais pobres do Líbano ao abandono da comunidade internacional. E, não é na falência da hegemonia militar que as organizações terroristas prosperam. É na falência da democracia!.

    3. A maior parte do povo do Líbano deseja a paz e é crítica a provocações irresponsáveis. Israel,ao desencadear este pesadelo sobre todos os Libaneses suscitou uma unidade patriótica em todo o Líbano.

    Há alguma coisa suicidária nestas políticas !

    Com bocas assim o gajo do lacinho ainda te repatria.

    Manda notícias sobre o julgamento

    Abraço

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  14. Anónimo4/8/06 21:48

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