quarta-feira, maio 19, 2010

Ai, Ai que são pecadores. Autorizaram o casamento gay.

casamento gay

Que me lembre, o Cavaco fez três comunicações ao país nesta legislatura. A primeira, no pino do Verão para falar do Estatuto das Regiões Autónomas, depois foram as famosas e pitorescas escutas em Belém para agora nos vir dizer que só promulgou o casamento entre pessoas do mesmo sexo por o país estar em crise e para defender os superiores interesses de Portugal. Quando se tratou das leis que realmente mexiam com a nossa vida e os nossos direito, como a do trabalho ou a da segurança social, assinou de cruz e não nos deu Cavaco. Nem mesmo agora que o país está em queda livre e o governo aumenta impostos e corta com todo o investimento publico, só tem para nos dizer que não tem comentários a fazer. Incomoda-o muito mais a liberdade da vida privada das pessoas, os usos e costumes da moral tradicionalista. Aí sim, tem de se justificar não vá este povinho não o reeleger. Ter um Presidente destes ou não ter lá ninguém, antes não ter lá ninguém.

7 comentários:

  1. DEMISSÃO DO GOVERNO JÁ!!!

    Caro
    Kaos,
    Dizem alguns, e depois quem é que está por aí a jeito para tomar conta do barco???
    Aliás, isso era um grande jeito que faziam a Sócrates, ficava livre que nem um passarinho.
    Em pouco mais de 5 anos, conseguiu mandar isto ao fundo ainda mais do que já estava, estamos na bancarrota, mesmo que venham dizer o contrário, estas medidas tomadas agora com "urgência", quando muito, poderão resolver" de momento problemas imediatos de Tesouraria do Estado, mas não resolvem o problema de fundo, a incapacidade de produção nacional que não é suficiente, nem para o consumo interno, nem para compensar as importações, e esta situação tende a agravar-se, reparem, o aumento do IVA e o aumento do IRS, poderá retirar em média, uns 2% aos rendimentos familiares, ora para uma família que tenha m rendimento médio de 1000 Euros, isso pode corresponder a cerca de 30 Euros por mês, vezes 12 meses (já nem falo na fatia que vão retirar aos subsídios de Férias e de Natal, isto, se os trabalhadores os chegarem a receber, o que é mais que certo nalguns casos), dá qualquer coisa como 360 Eurospor ano, aonde vão as pessoas cortar nos gastos???
    Nas coisas mais supérfluas e naquelas que podem dispensar, se houver uma média de um milhão de famílias a serem-lhes retirados esse valores, estamos falar de 360 milhões de Euros, acham que numa Economia frágil como a nossa e altamente dependente do emprego no comércio e serviços, isso não vai fazer mossa???
    Calculo, que pelo menos, esse corte nas despesas familiares, vá acrescentar "apenas" mais um 100.000 desempregados à longa lista que já existe, com a agravante, de muitas dessas pessoas já terem uma idade em que não é fácil arranjar emprego, o qual, devido à crise económica vai ser cada vez mais raro.
    Assim, se fizermos as contas e calcularmos por alto, que cada pessoa precisa para se sustentar, mesmo com todos os cortes possiveis, de cerca de 300 Euros por mês (incluo a renda de casa, gás, electricidade, água, etc.), vamos ter cerca de 3.600 Euro por ano, o que multiplicando por 100.000 dá exactamente 360 milhões de Euros, tanto como aquilo que tiraram ao milhão de contribuintes em causa, mas, não nos ficamos por aqui, supondo que cada uma dessa pessoas descontava 225 euros por mês para a SS (750 E x30 % =225 Euros (inclui a parte do desconto do trabalhador e da entidade patronal) x 12 meses= 2.700 por ano, é o que em média o Estado vai deixar de receber de cada trabalhador, mesmo já nem contando com os descontos sobre os subsídios já aqui falados, ora 2.700 E x 100.000 = 270 milhões de Euros,por conseguinte este é o valor que o Estado passa a receber a menos (e já não falando da parte de IRS correspondente a esses vencimentos que o Estado passa a ver por um canudo), mas, mais ainda, e o trabalhador não tem direito a subsídio de desemprego???
    Claro, que tem (tinha), vamos pôr só metade do ordenado 750 E/2= 375 Euros x 12 meses=4.500 Euros x 100.000 (o número de desempregados criados), dá a"módica quantia de 450 milhões de Euros, coisa pouca como se vê.
    (continua)

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  2. (conclusão)
    Assim, o Estado vai sacar numa primeira oportunidade cerca de 360 milhões de Euros, a um milhão de famílias, mas como vai criar 100.000 desempregados (isto por baixo), vai deixar de receber só da SS cerca de 270 milhões de Euros de SS, e vai pagar (vamos a ver) mais 450 milhões de Euros de subsídios, tirando o lápis detrás da orelha, temos; receitas 360 milhões de contos, despesas: 270+450=720 milhões-360 milhões de receitas extraordinárias)= 360 milhões negativos, como se vê, um rico "negócio", e isto, feito assim desta forma simplista à merceeiro de vão-de-escada, pois, não conto com os IRS que o Estado vai deixar de receber, uns bons milhões), não conto com os IRS e IRC que vão igualmente deixar de receber pelo "simples" motivo de que muitos estabelecimentos comerciais e empresas vão fechar, já não conto com os milhares e milhares de senhorios que vão ver as suas lojas vazias sem ninguém lhes pegar (nem os chineses, que esses só querem lojas grandes), e vai igualmente deixar de receber os 15% de IRS que se paga mensalmente sobre as rendas às Finanças, posso avaliar assim por baixo, muito mesmo, que o Estado vai deixar de receber "só" 500 a 600 milhões de Euros, com este negócio, com agravante de que a desmoralização se está apossar das pessoas, que o povo português ao começar a ver a sua vida andar para trás, não vão cortar só os 2% que agora vão ter de "doar" ao Estado, vai voltar o tempo do pé-de-meia, as pessoas vão deixar (já deixaram), de acreditar nos políticos, vão-se fechar ainda mais, o desespero, a frustração e a depressão vão assumir aspectos ainda mais graves, os suicídios vão subir, a desmoralização, até dos empresários e investidores, não vai ficar na mesma, a sua inquietação quanto ao futuro vai levá-los a segurar o que puderem, com fecho de empresas, com a retirada de dinheiro (quem o tiver e puder), daqui para fora e finalmente será o descalabro total, pois todos vão acusar todos, sendo, que todos sãos culpados, uns porque não cumpriram as promessas, só lhes interessavam eram os tachos, outros, porque foram "anjinhos" e foram no canto da sereia dos aldrabões dos políticos e votaram neles, temos assim, um bom cenário para uma valente cena de pancadaria, tanto mais, que sem umas Forças Armadas com prestígio, que meteram a honra de defender a soberania portuguesa na gaveta, hoje, sem capacidade de resposta perante a desintegração da Pátria, mais que certa, sem um PR com tomates, com um1º Ministro que diz uma coisa hoje para se desdizer amanhã, ainda por cima, culpando "as voltas que o Mundo dá", com partidos sem líderes, por exemplo, ninguém vai acreditar em ninguém, vamos ter uma Banquecoque um dia destes.
    Ah! Vamos, vamos!!!
    Não digam que eu não vinha avisando há muito tempo, não serão os Freeport's, os diplomas de fim-de-semana, as Faces Ocultas, e outras alegadas trapalhadas que irão retirar o tapete a Sócrates, é a sua incompetência e arrogância, é a sua mania de que é um bom governante, é a sua soberba ao não querer ouvir ninguém, parece aquele Ministro de Saddam, que dizia que estavam a bater os americanos quando eles já estavam dentro da capital iraquiana.
    É só cromos!!!
    Cumprimentos e divirtam-se enquanto podem!!!

    LUSITANO

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  3. A piada maior é que o Cavaco ainda veio para a TV se justificar. Afinal a ala conservadora onde ele saca votos tinha de ser acalmada...
    Não temos um, mas dois Socas...

    Saudações Chaladas

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  4. Começou a campanha eleitoral!
    Por isso, teve de se justificar.

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  5. É isso, a campanha eleitoral começou ontem.

    Já agora, como podem votar num tipo (por acaso é presidente!!!) que diz mais ou menos isto:
    ....sou contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo....
    mas
    ... promulgo este diploma pelos superiores interesses da nação....

    Mas que merda é esta?
    Onde está a coerência deste tipo?

    Porra, como pode um gajo, dizer "não fui eu que o matei, foi a pistola que disparou"

    Vá-se catar sr. Cavaco.

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  6. O Presidente da República esteve mal. De facto, se fosse de outra estirpe, devia ter dito: cuidado os novos tempos permitem que as medidas do governo se sintam como nunca no pêlo: agora a lei já permite mesmo que sejamos enrabados!

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