quarta-feira, novembro 24, 2010

Em greve

6 comentários:

  1. O Kaos que já deu a entender em vários post's ser um trabalhador inveterado (o trabalho é mesmo a sua religião, pelo que se percebe!) está hoje de greve. Deve ser um dia difícil e custa a perceber uma coisa destas...

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  2. Pois eu e os alemães estivemos a trabalhar para sustentar - que remédio! - os mandriões...
    Será que é desta vez que vou ver os sindicatos a indignarem-se contra as admissões à base da cunha e compadrio para a função pública (com as autarquias à cabeça!)?

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  3. O anónimo das 21.25 esqueceu-se de referir que também para as empresas
    privadas a cunha e o compadrio, hoje mais do que nunca, existe com
    muito pouca vergonha!
    Aliás está "TUDO" "minado"!...

    Zé de Aveiro

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  4. A ministra foi para a televisão mentir, mas já não o consegue fazer com convicção, via-se-lhe perfeitamente, nos olhos, a mentira. Entretanto, na CNN, a equipa de reportagem que veio a Portugal estava a dizer que a greve estava a ser maciça.

    Andei a manhã toda a tentar pagar uma factura da EDP. Tentei o call center, só me diziam que não conseguiam fazer, e mandaram-me a um agente da EDP. Fui lá, e ele disse-me que não podia pagar porque o sistema informático estava em baixo há duas horas. "Se calhar é melhor voltar amanhã?", perguntei eu. Ele sorriu e encolheu os ombros...

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  5. Pois é, fala-se muito dos "boys" dos partidos, mas no sector privado há muitos, muitos "boys". Alguns são nomeados tão cuidadosamente, que a farsa acaba saltando à vista de todos; veja-se o caso de José Eduardo Bettencourt, magnífico gestor do BES, entretanto em comissão de serviço na presidência do Sporting Clube de Portugal...

    E quanto aos alemães... ah, os heróicos alemães. Santa ignorância! Isto parece-se mesmo com aquela conversa, quando nos diziam que na Irlanda "se trabalhava a sério", era um exemplo que Portugal devia seguir.

    Quem sustenta os verdadeiros mandriões (que são a burguesia comercial e financeira do Ocidente, os seus paus mandados e seus "boys" do público e do privado) são os chineses. Mas isso acabará, as leis do próprio capitalismo assim o ditam.

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  6. Anónimo das 18:31
    Felizmente não tenho religião e trabalho como qualquer outro que ainda não tenha tido a pouca sorte de cair no desemprego. O tempo que utilizo no meu blog é retirado dos meus empos livres e de algumas horas de sono perdidas. Se faço greve é porque acredito que há outros caminhos para resolver os problemas do país.

    Anónimo das 21.25
    Agradeço que tenhas estado a trabalhar para me sustentar. Eu nada te pedi.

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