quinta-feira, abril 26, 2012

Abraço de pedra


De os portugueses não aguentarem mais austeridade há um ano, neste mesmo dia 25 de Abril, para o discurso da esperança no futuro mesmo quando mais e brutais medidas de austeridade foram  aplicadas e os números até agora conhecidos das contas do Estado, do desemprego e da recessão são muito piores que o previsto. Este é o Presidente da Republica que temos. Infelizmente.


8 comentários:

  1. imagens são cada vez mais perfeitas
    cumprimentos

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  2. O que se esperava de um conivente com toda a palhaçada?
    Só falta usar, também, a bandeirinha na lapela do casaco e dormir com ela para ser como todos os outros!
    PATRIOTAS 100% a lixar a maior parte dos Portugueses!

    Zé de Aveiro

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  3. amanhã, a não perder, vai-se fazer um debate sobre as mentiras da dívida com Charles-André Udry, António Garcia Pereira e Renato Guedes.
    O CADPP convida todos os interessados a assistirem e participarem neste debate que visa expôr as mentiras da dívida, tais como esta "ser de todos" e causada por vivermos "acima das nossas possibilidades".

    As mentiras da dívida são o canivete suíço com que tudo se faz em matéria de ataques aos interesses gerais da população portuguesa: espoliação de bens públicos, destruição do estado social, pacotes de austeridade, etc.
    A ordem de encerramento da Maternidade Alfredo da Costa, o ataque ao SNS e a extorsão das pensões de reforma pagas ao longo de vidas inteiras de trabalho são apenas duas das consequências mais recentes dessas mentiras.
    Enviamos este convite pensando que, como pessoas directamente afectadas pelas medidas de austeridade em curso, poderá ser do vosso interesse participarem neste debate.
    Cordialmente

    http://www.cadpp.info/2012/04/e-ja-amanha.html

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  4. Lindos de morrer!... Filhos da mãe!

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  5. Excelente imagem, KAOS.

    Congratulo-me também com o debate organizado pelo Comité para a Anulação da Dívida Pública Portuguesa.

    De facto, uma das grandes mentiras com que têm vindo a enganar o povo português é a ideia de que "gastámos demais". Ora, isso contradiz o cânone em que eles, supostamente, acreditam. Esse cânone afirma que numa economia de mercado as pessoas tomam decisões sobre gastos ou poupança da forma que lhes é mais favorável, tendo em conta as condições de mercado. Por isso eles acreditam que o mercado livre origina um desempenho óptimo da economia. Por isso, quem acredita na economia de mercado não pode afirmar que "gastámos demais".

    Seguindo a teoria económica aceite, as pessoas só podem "gastar demais" se houver MANIPULAÇÃO DE MERCADO. Portanto, das duas uma: ou bem que vivemos numa economia de mercado pura e bem regulada (e então não podíamos ter gasto demais) ou vivemos numa economia de mercado distorcida (por uma moeda demasiado forte, taxas de juro desadequadas, etc) e então aí a culpa de termos "gasto demais" é dos responsáveis que nos governaram desde a adesão à UE, ou seja, desde 1985.

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  6. antigos, cinzentos e retrógrados... e maus tambem.

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  7. Além disso, e segundo as estatísticas do próprio EUROSTAT, um euro de produção em Portugal tem menos custos de trabalho que um euro de produção na Alemanha, na Bélgica ou na Espanha. O valor português é, inclusivamente, superior à média europeia. Apesar de a produtividade ser inferior em Portugal, os salários são muito mais baixos, o que compensa a menor produtividade.

    Portanto, e tendo em conta o que produz, o trabalhador português merece melhor salário.

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  8. Noto que o trabalhador não recebe a totalidade dos 11€/hora de trabalho, que dariam 2000€ / mês de salário. O salário médio em Portugal é de cerca de 750€. O remanescente constitui as contribuições para a Segurança Social, pagamentos aos administradores e outros custos atribuíveis à "criação e manutenção do posto de trabalho".

    Noto também que, só este ano, os empresários portugueses já subtraíram 4400 milhões de euros à Segurança Social, o que lhes baixou (ainda mais) o custo do trabalho.

    (Segundo estimativa de Eugénio Rosa, em http://www.eugeniorosa.com/Sites/eugeniorosa.com/Documentos/2012/18-2012-Dividas-Seguranca-Social-aumentam-3.pdf)

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