segunda-feira, outubro 08, 2012

Mais uma poupança do governo...para os amigos


«O Governo decidiu extinguir a Fundação das Salinas do Samouco, instituição que o Estado se comprometeu a criar junto de Bruxelas como contrapartida do financiamento comunitário para a construção da Ponte Vasco da Gama.   
A fundação tinha por objectivo preservar as salinas que se encontram na Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo. Entre as entidades presentes na génese da fundação, está a Lusoponte, presidida por Ferreira do Amaral, que, como concessionária da ponte, assumiu o compromisso de contribui r com 300 mil euros anuais, até 2030, para o funcionamento da fundação. Com a extinção decretada, o Estado liberta a Lusoponte de qualquer compromisso e transfere todas as responsabilidades para o Instituto Nacional de Conservação da Natureza.
» [CM]

Mais uma enorme poupança. Não para o Estado mas para a Lusoponte. Vivemos tempos loucos em que uma vezes por incompetência, noutras por desespero e noutras por compadrio este governo vai destruindo o país e quem nele vive. Esta noticia prova-o e mostra que temos de mudar e quanto mais depressa melhor. Tem de ser antes que destruam o pouco que ainda nos resta e já não é muito.

15 comentários:

  1. Já estão na fase do roubar à descarada. E Cavaco Silva faz como com a bandeira invertida: finge que está tudo bem, e continua com o protocolo.

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  2. Alguem conhece alguma atividade desta fundação que justifique 300 mil €/ano?

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  3. هنا كل شئ للجميع من دون مستوى الكثير من الشيوعيين دون خجل انهم يريدون اقناع الجميع اننا بحاجة الى ثورة جديدة هذه المرة مع الدم.

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  4. É só ler...., mas se os gatunos se estão cagando para Portugal, isso é outro tema !

    Em 1994 o Estado Português escolheu o corredor Montijo–Sacavém para a construção da segunda travessia sobre o rio Tejo em Lisboa, cujo traçado da ponte atravessou as salinas do Samouco. Como medida de minimização ambiental associada à construção e à exploração da Ponte Vasco da Gama, foram expropriados 360 ha das salinas do Samouco com o objectivo de aqui criar uma área protegida de conservação da natureza.

    Tendo em vista promover a conservação e a manutenção das salinas do Samouco, bem como estudar, implementar e gerir a aplicação prática de um modelo socio-económico do desenvolvimento sustentável para o Complexo das Salinas, o Estado instituiu por DL nº 306/2000, de 28 de Novembro, uma fundação que denominou “Fundação para a Protecção de Gestão Ambiental das Salinas do Samouco”.

    Neste decreto foi ainda instituído um conselho de fundadores com representantes nos Ministérios do Equipamento Social, do Ambiente e do Ordenamento do Território, da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas e da Ciência e da Tecnologia, pela Lusoponte, pelo Oceanário de Lisboa e pelo Instituto da Conservação da Natureza.

    A Fundação é uma instituição de direito privado e de utilidade pública. Tem o direito de usufruto por 30 anos, concedido pelo Estado, sobre os imóveis expropriados no complexo das salinas do Samouco.
    Etc... Etc...

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  5. QUE GRANDE MAMA... 300 MIL/ANO (25mil/mes)PARA FAZER DE CONTA QUE SE TRABALHA.

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  6. Lá nisso tens razão, mas como sabemos, este país está cheio de gente séria, a começar pelo empalhado !

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  7. Também podem ler o texto de ontem 7/10/12 de Alberto Gonçalves, que nos diz:

    O hino, a bandeira e o vereador
    Reunidos em congresso no fim-de-semana, os autarcas queixaram-se de ser alvo de uma "campanha" que visa criar "uma imagem negativa" do poder local. A campanha existe, mas não organizada por quem os autarcas sugerem, isto é, o Governo. A imagem negativa do municipalismo é pública (nos dois sentidos) e a sua congeminação está inteirinha a cargo dos próprios autarcas.
    Que se saiba, são eles que contraem dívidas extravagantes, cozinham arranjinhos, servem compinchas, iniciam obras perpétuas, patrocinam "arte" e rotundas, distribuem sacos azuis, arrasam património, dormem com os "agentes" da bola, desfeiam as cidades, negoceiam "cunhas", plantam empresas municipais, passeiam prepotência, inauguram "multiusos" sem uso nenhum, atentam contra a língua portuguesa que enchem de "paulatinamentes" e "alavancagens", prestigiam "certames" engendrados por amigos, mandam os motoristas catar a descendência à escola e, pelo menos num caso, recorrem ao mesmo motorista e ao mesmo transporte financiados por dinheiro alheio para atravessar metade do território pátrio e comparecer, todas as semanas, num debate televisivo (sobre futebol, claro).

    Por aqui, se vê que por muitos impostos pagos e a pagar, nunca chegará para nada !!FORA COM A CORJA !

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  8. e quem fazia parte dessa Fundação das Salinas do Samouco? familiares do Ferreira do Amaral? se assim era tenho pena deles e do tadinho do xoupa de maxa

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  9. mas que bandidos

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  10. Lone Wolf8/10/12 20:20

    Caro anónimo das 17:53,

    Deveras muito pertinente, o texto aqui referido por si, da autoria de Alberto Gonçalves.

    Incisivo, assertivo e exemplificativo de parte dos problemas que assolam o poder local em Portugal.

    Gostei especialmente da passagem – “…arrasam património, dormem com os "agentes" da bola, desfeiam as cidades, negoceiam "cunhas"…”.

    Muito interessante, muito interessante mesmo, mas tem um problema!

    Pois é! Que inconveniente que é existir sempre um problema!

    E o problema é…

    …Alberto Gonçalves…

    Esse pseudo-intelectual começou a trabalhar como “jornalista / colunista” no Jornal de Matosinhos, à custa de uma “cunha metida” pela sua (dele) mãe, que na altura trabalhava na Câmara Municipal dessa cidade.

    E quem era o Presidente da edilidade Matosinhense de então?

    Surprise, surprise…

    Nem mais, nem menos que o “digníssimo”, o “justíssimo”, o íntegro e impoluto Narciso Miranda.

    Como vê meu caro, como diz o povo: “pela boca morre o peixe”!

    É muito provável que o caro anónimo desconheça este e outros factos.

    Deixe lá… É compreensível que um indivíduo bem-intencionado e talvez um pouco ingénuo fique perplexo quando constata que a MÁFIA está por todo o lado…

    Mas é por esta e por muitas outras que NUNCA referencio artigos de opinião, sejam de quem forem!

    Qual é a alternativa?

    Se quiser e souber, faça como eu: pense pela sua cabeça, escreva os seus próprios textos e “cite-se a si próprio”.

    Não quer, não sabe ou não pode?

    O.K., tudo bem! Mas então, pelo menos certifique-se que cita alguém digno da citação ou corre o risco de “cair no ridículo” juntamente com o autor!!!

    P.S.: Há sempre alguém que sabe…

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  11. TECNOFORMA 26% das candidaturas aprovadas O RESTO A DIVIDIR POR OUTRAS 45 EMPRESAS!

    COELHO E RELVAS SÃO COMO O BRANDY CONSTANTINO A FAMA JÁ VEM DE LONGE...E NÃO HÁ FAVORECIMENTO ALGUM É SÓ 26% DE COINCIDÊNCIA ATÉ PORQUE LIDERAVA O PS ATÉ PARECE QUE NÃO FAZEM PANELINHA UNS COM OS OUTROS NÃO NADA DISSO ALIÁS COMO DIZIA A OUTRA NÃO HÁ CORRUPÇÃO EM PORTUGAL


    VOLTA SÓCRATES O M.P. PERDOOU-TE QUANDO ACABARES O CURSO DE FILOSOFIA PODES VIR DAR MUSICA NOVA AOS TUGAS É GARANTIDO VOLTAM A ACREDITAR EM TI MUDA O NOME PARA MESSIAS E DIZES QUE VENS SALVAR A PÁTRIA.

    O PISA BANDEIRAS FALTOU Á CERIMÓNIA ARMOU-SE EM SAMARITANO E DISSE QUE AQUILO ERA PARA O POVO E DEVIA DE SER ABERTO (TEM RAZÃO) PORÉM NÃO FOI POIS ACHO QUE ESTAVA COM MEDO QUE FIZESSEM MERDA LÁ DENTRO OU AFINAL O GAJO QUE PISA A BANDEIRA NO CHÃO NÃO IA AGUENTAR VER A DITA DO AVESSO.

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  12. Para quem (estupidamente) acha que o Estado vai lucrar com o fim da fundação, desiluda-se: as obrigações, contraídas com a União Europeia e que visam a protecção de uma área de nidificação de aves que vêm do norte da Europa para o estuário do Tejo passam da LUSOPONTE para O ESTADO PORTUGUÊS. Portanto, é como na negociação das SCUTS: não há poupança para o Estado.

    Notem que a União Europeia pode exigir o cumprimento dessas contrapartidas; em caso de recusa, o Estado português pode ser obrigado a repôr os montantes que recebeu de Bruxelas para construir a ponte.

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  13. Caro Lone Wolf:

    Tudo o que diz está muito certo e até concordo consigo.
    Sei que o Sr. em causa é todo de direita (pró Cavaquista, se não for pior que isso).
    Desconhecia em absoluto o curriculum do Sr. em causa, no entanto, o que ele afirma no seu escrito é o que está sucedendo na nossa sociedade, ou não ?
    Foi por isso que o transcrevi...( Não quis dizer que estou de acordo com o articulista que reputo de pró-anti-democrata.

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  14. Lone Wolf9/10/12 12:26

    Caro anónimo das 04:55,

    O que me repugna não é o facto de um indivíduo ser de direita, esquerda, centro ou qualquer outro “sentido” ou “direcção”.

    O que verdadeiramente me repugna é um indivíduo não ter escrúpulos nem honestidade intelectual, chegando ao ponto de escrever artigos de opinião onde critica atitudes e situações (que diga-se de passagem, são absolutamente criticáveis), mas que foram e são replicadas na sua vida e “carreira” profissional, configurando-se esta situação como o típico – “…olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço…”.

    De facto, o que ele afirma representa uma PARTE, uma PEQUENA PARTE do universo de escândalos, abusos e crimes que estão a destruir o país rapidamente. Um país que tem TUDO para ser um país próspero e com um futuro brilhante – passando pelo povo, clima, recursos paisagísticos, naturais, geográficos, minerais, energéticos, etc., mas que uma horda de vampiros se tem encarregue sistematicamente de adiar durante décadas. Tudo para manterem o seu status quo, que passa por se manterem colados ao estado (que representa todos os portugueses), com o intuito de o sugarem (com a complacência e cumplicidade de quem é eleito para o administrar), ao mesmo tempo que pressionam esse mesmo estado a deixar de prestar os serviços que lhe competem perante os cidadãos que supostamente representa.

    Quanto ao seu desconhecimento do autor do texto citado, entendo que já expressei a minha opinião sobre isso no comentário anterior.

    Mas, caro anónimo - e para que não restem dúvidas, garanto-lhe que compreendo e respeito a sua posição.

    Cumprimentos.

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  15. oh joaopft só não há protecção para a miséria a que o povo está acometido com este governo ou o povo é areia na engrenagem do governo ou uma espécie de erva daninha a mais no ecosistema (€uro sistema governamental)

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