terça-feira, dezembro 11, 2012

O Avatar a portuguesa


 O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, defendeu hoje, em Bruxelas, uma política industrial europeia mais "amiga do investimento", e criticou o "fundamentalismo" de algumas regras ambientais.
"A Europa tem que flexibilizar algumas das suas regras. Muitas vezes, a Europa está mais preocupada em manter regras muito fundamentalistas, que prejudicam a nossa indústria e prejudicam o nosso emprego". Em relação aos instrumentos para a reindustrialização da União Europeia (UE), Santos Pereira desejou que "ao nível das regras ambientais e doutras regras obviamente que sejam importantes, a Europa não seja mais papista que o papa em relação a outras regiões do globo".

Logo no dia internacional para contestar um enorme crime ambiental que é a construção da barragem de Belo Monte na Amazónia, vem o Álvaro defender que a economia é mais importante que o ambiente e que se deve flexibilizar as regras que o regem. Se queremos ser competitivos temos de nos deixar de mariquisses, que se lixe o ambiente e vamos usar o planeta para enriquecer nem que o destruamos. Como o que conta é produzir a todo o custo isso implica que mais dia menos dia também possa defender o trabalho infantil, que isso é ser mais papista que o papa, o até o regresso do esclavagismo que não vale a pena sermos picuinhas.  Esta praga chamada Álvaro que temos de aturar deve ter sido daqueles que quando foi ver o filme do Avantar deve ter saído triste porque para ele, certamente, perderam os bons, os que estavam a tentar produzir e fazer dinheiro. Maldita natureza esta que se mete no caminho.
esta gente anda desenfreada e já nada, por mais indecente, irreal, criminoso que seja os trava. Vão destruir tudo, o estado social, os direitos dos cidadãos, a liberdade, a democracia e até o mais básicos principios morais e humanos. Esta gente não presta, esta gente está louca, esta gente tem de ser travada e ou nós o fazemos ou destroem tudo.


7 comentários:

  1. O Patriota11/12/12 18:45


    O “MEDO” DE SALAZAR… - Parte 1

    A avaliar pelo que se disse e fez à figura de Salazar, o homem deve habitar no mais profundo dos infernos!

    Retiraram o seu nome de ruas e praças; apearam-lhe as estátuas (quando não as destruíram à bomba – isto sim, um problema de ordem pública), mudaram cavilosamente o nome de uma ponte que mandara construir (e que ele, na sua sabedoria, previu), chamando-lhe 25/4 – quando foi inaugurada a 6/8 – assassinaram-no politica e moralmente; apostrofaram-no no discurso público e nos livros da Escola, enterrando-o na mais vil das valas comuns.

    Não contentes com tudo isto até querem riscar o seu nome dos rótulos do vinho, de que ele, por sinal, foi um pequeno produtor! Será que entrámos no reino da paranoia?

    Não deixa de ser estranho, tudo isto – e aqui sim, entra a consciência colectiva – quando ele foi um homem de origem humilde, que subiu a pulso, sem gozar do favor de ninguém e ter chegado ao Poder sem lutar por ele, mas a pedido de outrem.

    Saneou as finanças em menos de dois anos (sem ajuda do FMI nem do BCE) e equilibrou o orçamento durante 40 anos, garantindo uma das moedas mais fortes e respeitadas do mundo e acumulando enormes reservas de ouro e divisas.

    Recebeu um país falido, moralmente esfrangalhado, em guerra civil permanente (entre 1921 e 1925 rebentaram, só em Lisboa, 325 bombas – herança de 90 anos de liberalismo falhado e 16 anos de republicanismo jacobino, serôdio, absolutamente pavorosos – e, em poucos anos tirou a Nação da lama e o Estado da sarjeta, em que se encontravam. E quando por esse mundo fora, se empregava o termo “portugalizar” com um significado dos mais infamantes!

    Que lavagem ao cérebro foi feita à população para se ter chegado à falta de consciência histórica actual?!

    Como se pode compreender e aceitar tanto desvario mental e cobardia moral?

    Porque será, então, que um governante que nunca perdeu uma batalha política em toda a sua vida - excepção feita para a perda inestimável dos sagrados territórios de Goa, Damão e Diu, que só não se podem considerar cativos da escabrosa invasão da União Indiana, em 18/12/1961, porque um desvairado governo português a reconheceu “de Jure”, em 1975 – ganhou, aparentemente, tanta inimizade e ódio?

    Ele roubava? Era pedófilo? Batia na governanta (já que nunca casou)? Drogava-se? Embriagava-se? Esteve envolvido nalgum escândalo? Mentia? Tinha outros vícios? Era corrupto? Cobarde? Formou-se ao domingo?

    Foi incompetente? Não defendeu sempre a individualidade e identidade de Portugal? Traíu o seu País? Desertou de algum combate? Não defendeu sempre os interesses portugueses sem tergiversar, e só esses? Deixou que algum país ou instituição tivesse afrontado Portugal e ficasse sem resposta?

    Quis entregar o país a organizações secretas internacionalistas? Havia algum organismo do Estado que não pagasse a horas? Algum se endividou?

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  2. O Patriota11/12/12 18:46


    O “MEDO” DE SALAZAR… - Parte 2

    Não dava o exemplo? Acaso dizia uma coisa hoje e outra diferente, no dia seguinte, com o maior dos à - vontades? Fez promessas que não cumpriu? Lembram-se de alguma gaffe pública? Desbaratou alguma vez os dinheiros públicos? Inventou alguma “PPP”? Nacionalizou algum banco – e respectivo buraco financeiro - com o dinheiro dos contribuintes?

    Não desenvolveu lenta, mas sustentadamente, todo o país?

    Não melhorou a Indústria, o Comércio, a Agricultura, a Pesca, as Minas, a Marinha Mercante, as Forças Armadas, as Artes, a Educação, a Justiça, enfim, todos os sectores da vida nacional, tanto na Metrópole como no Ultramar? (Foi pouco, dizem, digamos que foi parcimonioso e equilibrado, gastando o que se podia com a riqueza criada e sem estar enfeudado ou dependente de ninguém!).

    De que se acusa então, o excelente e sério, Professor de Coimbra, de uma integridade rara e à prova de bala, que se alcandorou à categoria de estadista de nível internacional chegando a ser apelidado de “Le sage de l’ Occident”?

    Pois acusa-se o Homem de não ser “Democrata”! Coisa que ele, aliás, sempre assumiu e nunca contestou.

    Mas também parece que D. João II foi um excelente Rei e não consta que tenha sido democrata…

    E, já agora, desde quando é que ser “democrata” é garantia de se ser bom em seja o que for?

    Bem lhe chamou, José Hermano Saraiva, na sua derradeira entrevista televisiva, de “Ditador Santo”. Opinião de certo modo corroborada por seu irmão António – um reconhecido e respeitado intectual - e arrependido comunista – que disse de Salazar, e cito: ”Salazar foi, sem dúvida, um dos homens mais notáveis da História de Portugal e possuía uma qualidade que os homens notáveis nem sempre possuem: a recta intenção”.

    Creio que esta foi, até hoje, a mais conseguida síntese sobre Salazar.

    Por tudo o que se disse e o muito que ficou por dizer, se pode concluir que a campanha constante e doentia, da maioria dos círculos políticos e mediáticos, contra o “Botas”, como depreciativamente lhe chamam – vejam que até aproveitam a sua parcimónia económica no calçar, para o tentarem desprestigiar – apenas reflete um incontrolável medo e pavor por alguém que jaz em campa rasa, por sua vontade, há 44 anos.

    Medo e pavor da sua memória e exemplo, que não conseguem apagar e desmerecer.

    Não lhes chegam aos calcanhares e sabem disso.

    E muitos têm ainda, medo e pavor de que o rol extenso de crimes, traições, incompetências, sujidades morais e alarvidades várias, que cometeram – tudo, aliás, em nome dos princípios democráticos, sempre invocados – apareçam cada vez mais recortados como condenáveis, obscuros e mesquinhos face à luz que emana da obra de um “ditador”.

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  3. Reservas em ouro do Banco de Portugal:

    1974 - 865.936
    2006 - 382.540

    25 de Abril Sempre!

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  4. Em toneladas!!!

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  5. O patriota foi para cama com Salazar e teve um filho chamado António. Os dois foram muito felizes para sempre.

    Final da Parte 1 e Parte 2 de "O Medo de Salazar"

    Não percam nos cinemas desta cidade, em que o Patriota faz renascer Salazar pelo... traseiro.

    (Cena retirada do filme, em que Salazar começa lentamente a querer novamente sair do traseiro do Patriota)

    «Ai, filho, isso, vá lá, mais um bocadinho... ai, é tão bom... tão bom!»

    (No final, em vez do Salazar, Patriota repara que apenas fez mais um bocado de merda, mas errou no alvo).

    Fantástico! Não percam!

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  6. Podes ter muita piada mas,

    Reservas em ouro do Banco de Portugal:

    1974 - 865.936 toneladas
    2006 - 382.540 toneladas

    25 de Abril Sempre!

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  7. oh afonso agradece aos PS(D)

    Começou com o bochechas e o Franco C.

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