quinta-feira, fevereiro 28, 2013

Vamos pendurar o Coelho


Hoje não fiz um boneco novo e fui reciclar um já criado para a manifestação de 15 de Setembro. A razão é simples, como fui para o Rossio, distribuir panfletos, pintar cartazes e faixas, falar com quem passava,não houve tempo para mais.Já estou a ouvir alguns a pensar, pois no 15 de Setembro já se falava em pendurar o Coelho e afinal ele ainda por ai anda. Verdade, mas isso não quer dizer que não tenha servido par nada. Serviu e muito porque eles mesmo sorrindo para fora por aquele cuzinho fica-lhes bem apertado pois nunca sabem quando é que uma maré de gente como aconteceu então não se transforma num maremoto que lhes entre pela porta dentro, o que para eles seria uma tragédia mas para muitos simplesmente um limpeza.
Vem isto também a propósito do animal ter dito hoje que "a indignação por si só não é suficiente" para "uma política de resposta à crise". E não é, chegou a altura de ela se transformar em acção, porque a nossa indignação não é contra a crise, é contra as suas causas, os seus responsáveis que se passeiam por aí impunemente a engordar cada vez mais  e contra as soluções que não passam de uma aproveitamento para implementação de  mais capitalismo neo-liberal, roubo de direitos sociais, salários e recursos e património do país por parte das grandes corporações que já são donos de governantes que se comportam como lacaios e sabujos. Mas se não é, também é verdade que o é, afinal a indignação só por si não é suficiente para responder a esta crise, é necessária também a acção e participação para correr com a escumalha que usurpa o poder em nome de uma democracia caduca e de alterne. É que está mais que na hora de pendurar o Coelho.

6 comentários:

  1. EU PENDURAVA-O PELOS CUL.........CULARINHOS BANDIDO

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  2. Anónimo1/3/13 04:57

    O banqueiro, a sua Isabel e o senhor Presidente

    Sabem quem é uma das «consultoras» do senhor Presidente da República? Não sabem? Então comecem pelas quadras. Se não acreditarem, vejam, mais abaixo, o Despacho do Aníbal.

    Era uma vez um banqueiro
    a Dona Isabel ligado.
    Vive do nosso dinheiro,
    mas nunca está saciado.

    Vai daí, foi a Belém
    E pediu ao presidente
    que à sua Isabel também
    desse um job consistente.

    E o bom do senhor Cavaco
    admitiu a senhora,
    arranjando-lhe um buraco
    e o cargo de consultora.

    O banqueiro é o Fernando,
    conhecido por Ulrich,
    e que diz, de vez em quando,
    «Quero que o povo se lixe!».

    E o povo aguenta a fome?
    «Ai aguenta, aguenta!».
    E o que o povo não come
    enriquece-lhe a ementa.

    E ela, Dona Isabel,
    com Cavaco por amigo.
    não sabe da vida o fel
    nem o que é ser sem-abrigo.

    Cunhas, tachos, amanhanços,
    regabofe à descarada.
    É fartar, que nós, os tansos,
    somos malta bem mandada.

    Mas cuidado, andam no ar
    murmúrios de madrugada.
    E quando o povo acordar
    um banqueiro não é nada.

    É só um monte de sebo,
    bolorento gabiru.
    Fora do banco é um gebo,
    um rei que passeia nu.

    Cavaco, Fernando Ulrich,
    Bancos, Troikas, Capital.
    Mas que aliança tão fixe
    a destruir Portugal!

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  3. Anónimo1/3/13 09:52

    GOSTO POUCO DE COELHO NO PRATO E MUITO MENOS DESTE E DOS SEUS BANDALHOS COM AS SUAS TENDENCIAS SÁDICAS!

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  4. Madalena Serpa1/3/13 10:10

    Vamos a isso, KAOS!!!

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  5. Anónimo1/3/13 11:31

    E que tal uma ideia contrutiva?

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  6. Anónimo1/3/13 14:07

    Ideia construtiva :

    Deitar abaixo este (des)governo e eleger um outro que cuide de Portugal e dos portugueses, incluindo aqueles que perguntam, por ideias construtivas...

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