
Ainda bem que nos veio esclarecer, não fôssemos nós acreditar que ele pudesse não estar bom da cabeça quando disse que: "Podem haver alguns casos em que se justifique o uso do preservativo, quando, por exemplo, uma prostituta utiliza um profilático. Isso pode ser o primeiro passo em direcção a uma moralização, um primeiro ato de responsabilidade, consciente de que nem tudo é permitido e não se pode fazer tudo o que quer". Não é que fosse um grande avanço na incipiente capacidade mental da Igreja sobre a utilização do preservativo, mas temos que nos lembrar que o Papa é o representante de Deus na Terra, os dois devem conferenciar com frequência, e o seu trabalho é o de arranjar almas para entregar no céu. O seu negócio não é salvar vidas, mas sim salvar almas. Claro que há outros há que acreditam no Pai Natal.










