Manuel Maria Carrilho deverá ser convidado para, dentro de um ano, assumir o lugar de representante na missão permanente de Portugal junto da UNESCO.
Recorde-se que o Governo já nomeou outro dirigente socialista para uma embaixada em Paris. Ferro Rodrigues é o representante português na OCDE.
João Cravinho, convidado por Sócrates para a administração do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento, aceitou e ruma a Londres.
Oferecendo-lhes uns verdes pastos, longe deste jardim, livra-se assim de dores de cabeça. Ferro Rodrigues estava queimado pelo caso da “Casa Pia”, João Cravinho queria aprovar um pacote anti-corrupção que assustava muita gente e o Carrilho é um contrapeso que, não pode ser descartado, não serve para nada e só atrapalha.
É por essas e por outras que não vale a pena virem-me falar de crise e pedir sacrifícios. Primeiro mostrem que são gente séria e honesta, que os interesses do país estão acima dos vossos interesses pessoais e depois, talvez acredite em algo que me digam.
Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI








