terça-feira, novembro 28, 2006

Uma Miss na Turquia

O Papá Ratsszinger vai à Turquia, um país onde 99% da população é muçulmana, numa viagem de charme. Uma viagem de quatro dias para tentar esquecer as infelizes afirmações que proferiu há algum tempo atrás e onde, como penitencia, vai defender a entrada da Turquia na União Europeia. Só posso esperar que desta vez leve a lição bem estudada e faça um discurso tipo “Miss”, defendendo a paz no mundo e o fim da fome e da pobreza. É que eu, tenho sempre medo do que dizem estes personagens que se dizem representantes de Deus na terra.

Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17

16 comentários:

  1. Olha Kaos, que Deus o perdoe. Não consigo dizer mais nada sobre este chefe de Estado.
    Bjs

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  2. Carminda:
    Duvido que ele o possa fazer tais os pecados que comete.
    bjs

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  3. às vezes até tenho tenho pena desse Deus...
    Jinhos

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  4. Realmente estes retratamentos esfarrapados da igreja católica são muito tristes. Infelizmente já se tornaram um hábito... Desde o perdão a Galileu e do triste pedido de desculpas pela inquisição, temos agora o pedido de desculpas ao mundo muçulmano pela ofensa que saiu da boca do próprio intitulado "santo" padre...
    Um Abraço.

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  5. tb:
    E será que ele tem pena de ti?
    bjs

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  6. outsider:
    Na altura estranhei a afirmação, que não foi de boca para fora já que estava a ler. Esta retratação posterior parece demonstrar uma falta de visão estratégica, ou seja neste momento existe um papa que não sabe o que anda a fazer.
    abraço

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  7. esta sinistra miss visita a turquia como chefe de estado e não como papa...subtilezas do protocolo...

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  8. Talvez pela 1ª vez, não concordo com o retrato que fazes do Papa, embora goste tanto dele como de alguém que nem sequer conheça.
    Não gosto nem detesto. é-me, amim, indiferente.
    Mas há milhões de almas por todo o mundo que vêem no Papa, seja ele quem for, um líder espiritual do bem.
    Urbano XVI será tudo menos um bom político, mas as suas palavras de Regenburg, que tive o cuidado de ir ler, na altura, para aquilatar em que contexto foram proferidas, não foram de achincalhamento da fé islâmica. E, na minha simples opinião, foram vergonhosamente empoladas, num claro aproveitamento dos extremistas islâmicos, não do povo islâmico.

    um abraço
    Jorge G

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  9. luikki:
    Se não tem lá ninguém a que fazer missas tem de arranjar outro motivo qualquer. Será que levou o Ministro da Guerra do seu governo?
    abraço

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  10. politicopata:
    Até gostas do corpinho não é?
    abraço

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  11. Jorge:
    Quando critico o vaticano não me refiro só a um ou outro acto de um ou outro papa. São homens que em nome de um Deus fazem com que diáriamente morram milhares de pessoas. A sua recusa em aceitar o preservativo faz com que a sida e outras doenças se espalhem pelo mundo. Não contesto a fé de ninguém, mas isso não pode ser uma arma.
    abraço

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  12. aqui está uma criatura sem aqual a humanidade passava bem...se lhe pusesses a cara do Ben Laden?? podia ser que os americanos.....


    :P

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  13. Cristina:
    Pensas mesmo que se podiam enganar? É que eu não tenho tanta certeza que eles andem a tentar matar o Bin Laden.
    bjs

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  14. Peço desculpa pois chamei Urbano ao Papa Bento ou Benedito XVI.
    Só agora reparei.

    Eu também não gosto nem nunca gostei da política do Vaticano e dos conceitos dogmáticos das Igrejas, sejam quais forem.
    É verdade o que dizes quanto ao preservativo. E não só!

    Agora que as palavras dele foram empoladas por extremistas que também matam em nome da sua fé, aí continuo a achar que sim.

    Um abraço.

    Jorge d'O Sino da Aldeia

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  15. Jorge:
    Eu nunca poderia apoiar as posições muçulmanas por vários motivos. Primeiro porque pecam nas mesmas falsidades e preconceitos que a igreja católica, depois porque defendo muito mais a minha liberdade para poder aceitar que me queiram proibir de me manisfestar e depois porque nunca gostei de fundamentalismos. Agora, quando se sabe que alguém anda mais exaltado não convem entrar à bruta e fazer piorar as coisas. Quem ocupa cargos importantes e diz falar em nime de outros tem de pesar muito bem o que diz em momentos mais sensiveis tendo o cuidado de não poder ser acusado de deitar gazolina para a fogueira. Houve ali muita falta de tacto.
    abraço

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