sábado, outubro 17, 2009

Visita de médico

 fim da festa

Ainda muitos deputados estavam a entrar na Assembleia da Republica pela primeira vez, já alguns renunciaram ao cargo ou o suspenderam. Uma autentica visita de médico,o
João de Deus Pinheiro, cabeça de lista do PSD por Braga foi logo dos primeiros, alegando razões pessoais, razões que já tinha quando se candidatou. Só o fez para ajudar o seu partido, mesmo que com isso tenha mostrado que só esteve a enganar as pessoas de Braga e que a politica de verdade da sua líder, a Manuela Ferreira Leite não passava de palavras escritas em cartazes.

Quanto ao outro caso, o do António Preto, aquele que andava de um lado para o outro com malas de dinheiro e fingiu partir o braço para poder não fazer prova da sua assinatura na Policia Judiciária, já é mais incompreensível. Porque raio concorreu ele se não era para assumir o cargo? Se é para tentar limpar a imagem da Manuela Ferreira Leite, parece-me que já veio tarde.

3 comentários:

  1. Este é um post de blasfémias!|!!deus pinheiro e,posso acrescentar a carga cristã ,de jesus,foi um ganda combatente de portugal ao estar nas massagens tailandesas em Bruxelas.Este cabrão deveria levar com as mais altas condecorações da herdae,ops!,portugal.Patriota dos 7 costados(expressão dum grande paneleiro politico, que gosta muito!) ,foi o continuador desse grande traficante de armas para Angola aque levasse a alimen~ção dos portugueses ser fornecida em 80%,por estrangeiros.Um grande pémio para o FDP!!!!!!Mais,um psd competente,rigoroso e dinâmico.O que esta merda precisa é do povo na rua para os pôr no paredão!!!!!

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  2. Oops!|Desculpe,o atropelo ao português mas,foi de rajada.Deveria ser de balas

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  3. Enquanto não EXIGIRMOS a criação, em exclusivo, de círculos uninominais, a que possam concorrer todos os cidadãos, estaremos a brincar às democracias.

    Os eleitos têm que responder perante os eleitores e poder ser destituidos por estes, sempre e quando justificável.

    Aceitar o sistema político-eleitoral actual é acreditar no Pai Natal ou, quem sabe, ocupar o seu tempo a ver passar as cegonhas, transportando os recém-nascidos.

    Temos que ter a coragem de exigir aquilo que é nosso, por direito.

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