sexta-feira, novembro 06, 2009

O casamento gay e o Ribeiro e Castro

casamento gay

Uma nova legislatura, um novo parlamento e a velha questão do casamento gay. Já se viu que o Engenheiro gosta de lançar uma questão “fracturante” no início das legislaturas para se tentar vender como progressista e de esquerda (e fazer esquecer os verdadeiros problemas). Desta vez é o casamento homossexual que está na berra, (depois de o PS se ter recusado a resolve-lo na legislatura anterior), e claro, quem sai a terreiro para manifestar a sua opinião de que o casamento só devia ser permitido entre homens e mulheres, exigindo um referendo, é o CDS, aqui na voz do Ribeiro e Castro. Eu, honestamente não me preocupa minimamente que gays possam casar entre si ou não, mas sabendo que isso é um desejo que têm manifestado, não vejo porque não se lhes resolve o problema de vez. Querem casar, pois que casem. Choca-me mais ver o Ribeiro e Castro, depois da maneira como foi tratado, denegrido, ofendido, traído e escorraçado da liderança do seu partido pelo Paulo Portas, tenha vindo a correr para se atirar para os seus braços mal ele lhe assobie. Isto sim é algo degradante.

3 comentários:

  1. São os profissionais do sistema, são tipos que nada sabem fazer e estão sempre numa qualquer esquina à espera de esmolar um tacho a um Portas de ocasião. São uns tristes trastes.

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  2. ....quanto mais me bates, mais gosto de ti .....

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  3. Não sou homossexual mas acho bem que se autorizem os casamentos homossexuais. Como diz o ditado popular "Cada um é como cada qual". Agora se a igreja quer ou não abençoar uniões homossexuais isso é lá com ela. Muito me espantaria se a igreja católica abençoasse estas uniões que não trazem mal maior ao mundo e que são até do foro íntimo de cada um. Isto nem deveria ser assunto para polémica mas, infelizmente, é e nem entendo bem porquê?! para mais num país que se diz laico. As leis não devem refletir as opções da igreja mas princípios de liberdade. Para isso foi feito o 25 de Abril de 74. Porquê fazer um referendo? para se saber se deve haver liberdade em Portugal para actos que não prejudicam terceiros?

    Acho bem que se façam referendos sobre outros assuntos de interesse geral, como por exemplo, se se deve aligeirar ou aumentar as penas dos crimes violentos e até da corrupção, onde quase não há condenações, até parece que estamos todos paranoicos, a corrupção é inexistente e vivemos no melhor dos mundos.

    Já a adopção de crianças por parte de casais de homossexuais, julgo que deveria ser referendada porque afecta, ou pode afectar, terceiros (as crianças).

    Enquanto andarmos a discutir estas "porras" este país não pode avançar.

    Zé da Burra o Alentejano

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