sábado, junho 26, 2010

Esquerda capitalista

esquerda capitalista

'Diálogo à esquerda não é preferencial'. Augusto Santos Silva, ministro socialista da Defesa, defende que a "esquerda democrática" não deve ter medo de ser centrista. E que deve assumir que aprendeu a gostar do mercado... com a direita.

O Partido Socialista está cheio de gente que não presta, de gente mazinha, de gente que ainda consegue ser mais feia por dentro que por fora e, como se isto não bastasse, ainda têm o Augusto Santos Silva…e não só. É que há gentinha que não presta mesmo para nada.

5 comentários:

  1. Esquerda capitalista: até que enfim que encontro alguém que não teme chamar a merda pelo seu nome...
    Abraço
    LUSIBERO

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  2. Morreu um homem amargo e mau, incapaz de sorrir, que se esforçava por tornar
    a sua Pátria amarga, como ele.

    José Saramago, era de facto um homem mau. Provava-o a sua cara vincada
    incapaz de exprimir um sorriso, prova-o a sua escrita prenhe de ódio e
    crítica aos valores mais normais e caros à civilização que o viu nascer,
    valores esses que ele, com as suas ideias, suas declarações e sua obra,
    renegou em Lanzarote. Será que no fundo, Saramago, para além do seu marcado
    azedume e soberba, tinha valores? Nunca o saberemos.

    Repito, José Saramago era um homem mau. Que o digam os seus colegas, que em
    pleno período revolucionário foram vítimas de saneamentos selvagens. O
    homem, nessa época, tinha o “estribo nos dentes”, e era imparável algoz como
    sub-director do Diário de Notícias. Tinha por desporto arruinar a vida de
    quem não era comunista como ele.

    Foram 87 anos de infecundidade, travestida de um aparente sucesso, revelado
    pelos livros que vendeu, e pela matreira estratégia de marketing que o
    conduziu ao Prémio Nobel, em detrimento de outros escritores Lusos,
    genuinamente com mais categoria e menos maldade crónica do que ele. Penso,
    por exemplo, no insuspeito Torga.

    Tentei ler dois livros dessa personagem, para com honestidade poder dizer
    que, para além de não gostar dele como pessoa, o não considerava como um bom
    escritor, e que ofendia na sua essência a cultura Cristã da nossa Grei.
    Consegui apenas ler um, e o início de outro. A sua escrita, para além de ser
    incorrecta, era amarga como as cascas dos limões mais amargos. A sua
    originalidade era, afinal, o sinistro das suas ideias; o que, convenhamos, é
    pouco original. É mais fácil ser sinistro, provocador e mau, do que ter
    categoria, e valor. Saramago optou pelo mau caminho, como sempre, o mais
    fácil. E teve aparentemente sorte, na Terra, que a eternidade pouco lhe
    reservará. (continua)

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  3. Fiquei contente quando ameaçou (apenas ameaçou, porque na realidade a sua
    vaidade não lho permitia praticar), nunca mais pisar solo Pátrio. Uma figura
    como ele, é melhor estar longe da Pátria que em má hora o viu nascer. Afinal
    de que serve a este Portugal destroçado, um Iberistra convicto, ainda para
    mais, estalinista? Teria ficado bem por essas ilhas perdidas de Espanha, não
    fosse uma série de lacaios da cultura dominante “chorarem” por ele, por aqui
    por terras lusas, alimentando-lhe a sua profunda soberba.

    Para além da sua obra escrita, de qualidade duvidosa e brilhantemente
    catapultada por apuradas técnicas comerciais que lhe conseguiram um Prémio
    Nobel da Literatura, (prémio com cada vez menos prestígio devido à carga
    política que contém), nada deixou em herança, para além de certamente muito
    dinheiro, o que é um contrasenso para um qualquer estalinista como ele. Mas
    a sua existência foi um perfeito logro. Foi uma existência desnecessária.

    Saramago afastou-se da Pátria, e estou certo de que a Pátria, no seu todo
    mais puro, que não no folclore da "inteligentzia", não teve saudades dele.
    Foi uma bandeira da esquerda ortodoxa, e também da esquerda ambígua, essa do
    Primeiro-Ministro que nos desgoverna. Dessa mesma esquerda que decidiu usar
    o nosso dinheiro, para trazer em avião da Força Aérea Portuguesa, os seus
    restos inanimados para Portugal, a expensas de todos nós, e infamemente
    coberto com a Bandeira Nacional. Um Iberista, coberto com a Bandeira
    Nacional, que Saramago ofendeu vezes incontáveis, na essência da sua obra, e
    no veneno das suas declarações públicas. Era um relapso. Um indesejável.

    Um homem que voluntariamente se afastou da sua Pátria, comentando-a de uma
    forma negativa no Estrangeiro, não é digno de nela entrar cadáver, coberto
    com a sua Bandeira. A bandeira de Saramago, era a do ódio, da arrogância, e
    da maldade praticada.

    Mas os símbolos Nacionais estão hoje nas mãos de quem estão, e a
    representação das “vontades” Nacionais, está subordinada a quem está: à
    esquerda, tão sinistra como foi Saramago. Assim sendo, as homenagens que lhe
    fazem, incluindo os exagerados e ilegítimos dois dias de Luto Nacional,
    valem o que valem, e são apenas um acto de pura “camaradagem”, na verdadeira
    acepção da palavra. Quem nos desgoverna, pode cometer as maiores
    atrocidades, que ao povo profundo só resta pagar, e calar. Até ver.
    (continua)

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  4. Amanhã, Saramago mergulhará pela terceira vez nas chamas. A primeira, terá
    sido quando nasceu, e ao longo de toda a sua vida, retrato que foi de ódio e
    maldade pela sua imagem espelhados e espalhados; a segunda, terá sido quando
    o seu corpo ficou irremediavelmente inanimado, e estou certo de que entrou
    no Inferno, a confraternizar com o seu amigo Satanás; a terceira, amanhã,
    será quando o seu corpo inerte e sem alma, entrar para ser definitivamente
    destruído, no Crematório do Alto de S. João.

    Será um maravilhoso e completo Auto de Fé. O Homem e a sua obra venenosa,
    serão queimados definitivamente nas chamas da terra, que nas da eternidade
    já o foram no dia em que morreu.

    De Saramago recordaremos um homem que não sabia rir, que gostava certamente
    muito de dinheiro, e que o terá ganho, que era mau e vaidoso, e que o provou
    ao longo da sua vida, que quis viver longe da sua Pátria por a ela não saber
    ter amor, e que foi homenageado por meia dúzia de palhaços esquerdistas,
    “compagnons de route” coniventes com um dos últimos fósseis estalinistas,
    que ilustrava uma forma de estar na vida e na política sem alma, amoral, e
    que globalmente contribuiu para a destruição de toda uma Pátria, e suas
    tradições.

    Ocorreu ontem, quando soube que este cavalheiro de triste figura tinha
    morrido, que estaria por certo no inferno, sentado com Rosa Coutinho,
    também lá entrado há poucos dias, à espera de Mário Soares e Almeida Santos,
    para os quatro juntos jogarem uma animada e bem “quente” partida de sueca...

    O País está mais limpo. Um dos maiores expoentes do ódio e da maldade,
    desapareceu da superfície da Terra. Espero que a Casa dos Bicos, um dia
    possa ter melhor função, do que albergar a memória de tão pérfida
    personagem. As suas letras, estou certo de que cairão no esquecimento, ao
    contrário das de Camões, Torga ou Pessoa, entre muitos outros.

    Apesar de tudo, e porque sou Católico (e porque a raiva não é pecado), que
    Deus tenha compaixão de tão grande pobreza, mas que se lembre
    fundamentalmente de nós , de todos os Portugueses íntegros que tentamos
    sobreviver com dificuldade, neste Portugal governado pelos amigalhaços do
    extinto, que apesar do luto em que fingem estar, mas que na verdade não
    sabem viver, continuam a todo o custo a viver o enorme bacanal que arruina
    Portugal...

    No fundo, no fundo, e porque as palavras as leva o vento, que Deus tenha
    piedade de tão grande pobreza! Cabe-nos perdoar. Mas não temos que esquecer!

    António de Oliveira Martins - Lisboa

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  5. O PS vive cheio de gente desta. São oportunistas sem convicções e que vagueiam ao sabor da corrente.


    Saudações Chaladas

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