terça-feira, janeiro 04, 2011

Quanto vale a liberdade de um homem?


Em nome da luta contra o terrorismo, os Estados Unidos querem ter acesso a dados biográficos e biométricos dos portugueses que constam no Arquivo de Identificação Civil e Criminal.
O FBI pretende ainda aceder à base de dados de ADN de Portugal para receber o registo criminal de cidadãos condenados, estando estes dados sob a responsabilidade do Instituto de Medicina Legal.
O acordo com o governo já está a ser feito e falta apenas ser ratificado na Assembleia da República. Contudo, este mês vai ser emitido um parecer da Comissão Nacional de Protecção de Dados que alerta para os problemas que constam no texto do acordo bilateral.
Fonte da Secretaria de Estado das Comunidades disse àquele jornal que se trata "de um processo que visa a luta contra o terrorismo e já foram feitos vários acordos entre os EUA e vários países europeus. Alguns através da Comissão Europeia".
Ainda durante a Cimeira da Nato, em Lisboa, o acordo voltou a ser abordado e o ministro da Administração Interna manifestou "a vontade firme de tornar a cooperação entre os dois países mais firme e profícua no futuro".
em I

Isto é inadmissível? Vamos deixar calados e mudos? Somos nós, a nossa liberdade, os nossos direitos, a nossa segurança que está a oferecida. Esta corja que nos governa entrega os cidadãos do seu país a um país estrangeiro.
(Não esqueçamos que é um país que tem no seu quintal um Guantanamo.) Se isto não é trair a constituição e a própria alma de um país o que poderá ser?
Vamos todos dizer não e já!

2 comentários:

  1. É a ficção a tornar-se realidade, é Hollywood e seus filmes futuristas dos anos 90. Também e principalmente a negação da nossa liberdade básica - o direito à privacidade.

    Ao pé desta gente de merda a PIDE, GESTAPO, KGB e semelhantes, eram anjinhos de altar (se é que os há).

    Só nos resta a clandestinidade.

    Nota-
    Esta treta das redes ditas sociais, são também um maná para esta gente, assim como os cartões multibanco, a via verde e afins, câmaras de vigilância em locais públicos e não só, etc..

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  2. E mesmo que se diga não Kaos, são eles que decidem!
    Nas eleições o povo vota sempre nos mesmos.
    Só o futebol é que interessa...

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