sexta-feira, outubro 07, 2011

Reencarnação da pobreza


"A crise que atravessamos é uma oportunidade para que os Portugueses abandonem hábitos instalados de despesa supérflua, para que redescubram o valor republicano da austeridade digna, para que cultivem estilos de vida baseados na poupança e na contenção de gastos desmesurados, para que regressem ao consumo de produtos nacionais, para que revisitem o seu país e aí encontrem paisagens esquecidas e um património histórico que só sendo conhecido pode ser acarinhado e preservado."
Cavaco Silva no discurso do 5 de Outubro

Foi como se tivesse feito uma viagem no tempo e estivesse a ouvir de novo um dos velhos discursos do Botas. Ou isso ou o seu espírito reencarnou na figura do Cavaco. Ao que os ideais da Republica e as esperanças do Abril dos cravos chegaram.

11 comentários:

  1. POIS É, MAS ESTE SENHOR SILVA, NÃO CHEGA AOS CALCANHARES DO BOTAS

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  2. Pois é !
    Por isso era também conhecido por Manholas!

    O oposto de manholas é artolas creio eu.

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  3. Ronca um porco destes estas aleivosias!!! Que poupe ele e a reca, para dar o exemplo.

    Um belo dia vai chegar. Pode até demorar 48 anos a chegar, mas já vimos que chega, inexoravelmente.
    À 2ª tentativa pode ser que saia mais bem feito.
    E não sou anónimo, sou o Pica-miolos.



    Cumprimentos.

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  4. O Chibo, aliás, hoje sou o Chibo desculpem :D

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  5. http://downloadfilmes.net.tf/

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  6. Fónix, ganda cena, ó chibo/ups pica miolos.Busfaste-te foi o que foi.Não faz mal que o povo gots, se não gostasse , ia votar.

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  7. Caro amigo, as suas fotomontagens são do melhor que já vi em português. Parabéns. Mas em termos de opinião económica, sugiro que estude os indicadores do tempo do Estado Novo, e verá que Portugal nunca teve crescimento tão alto como nesse tempo. Você, tal como a maioria do pessoal contaminado pela ideologia (ainda algo ressabiada) da esquerda radical que levou e descende do golpe militar do 25/4, ainda não percebeu que Portugal não tem riqueza para sustentar este Estado Social. Toda a "riqueza" que há hoje e o nível de vida que temos hoje foram conseguidos à conta do endividamento. O que é difícil é crescer sem endividamento. É pena que ainda nem toda a gente tenha percebido isto. "Em casa em que não há pãom todos ralham e ninguém tem razão", diz a sabedoria popular. Não vale a pena reclamar muito quando fomos todos cumplices do maior crime que foi praticado em Portugal contra o Estado. Esta III República é um nojo, tal como a primeira foi, e não tem solução à vista.

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  8. Anonimo

    Em minha opinião:
    Sim tinha muito crescimento, muita fome, muito analfabetismo, muito medo, era tudo em grande.

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  9. O Estado Novo era fantástico! Toda agente tinha emprego e tudo. O meu pai começou a trabalhar aos sets anos, a minha mãe aos oito. Uma maravilha! Às vezes havia sardinha para o jantar de domingo. UMA sardinha. Para todos.

    Incrível como alguém consegue elogiar ou destacar indicadores económicos numa ditadura que oprimiu o seu povo de forma tão degradante. É o que temos.

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  10. PARA O VER ASSIM SÓ MESMO NASCENDO 2 VEZES!!!

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  11. Vós que criticais o Estado Novo não compreendeis que aquele foi um tempo de ditaduras. Não percebeis que foi a única forma de sairmos duma guerra civil e duma bancarrota. Vocês sabeis por acaso o que foi a Primeira República? Não sabeis certamente. Estudai História, primeiro. E lembrai-vos de que não se fazem omoletes sem ovos. Os ovos acabaram, caríssimos. Tudo o que se fez nesta Terceira República foi À conta do endividamento. Fome havia no Estado Novo, claro que sim, mas muito menos do que havia na Primeira República. No estado em que as coisas estão muito mais fome haverá. Subscrevo em absoluto a opinião do "Anónimo" supra apresentada.

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