quarta-feira, dezembro 07, 2011

Anda por aí um travo salazarento


«Agora é tempo de acabar com os direitos adquiridos e encontrar uma carta dos deveres atribuídos a todos os portugueses, de alto a baixo. Agora é tempo de acabar com utopias e ilusões, soberanias e independências. Agora não é tempo para o exercício de democracias directas ou indirectas. Agora já não há tempo para hesitações ou referendos sobre o que se vai passar na Europa e em Portugal. Se Vítor Gaspar tem razão quando diz que “não há dinheiro”, não é menos verdade que Portugal não tem tempo a perder com formalismos próprios de gente rica. A ordem está falida e os frades famintos. »
(Editorial do i de António Ribeiro Ferreira)

A falta de decoro, de vergonha e dos mais básicos princípios democráticos que começam a surgir na nossa sociedade é preocupante e mostra a importância de todos nos unirmos na defesa de um valor fundamental que é a liberdade. Sem ela somos escravos de um qualquer Senhor que imporá a sua lei à força da perseguição e da violência. Este texto deste tal António Ribeiro Ferreira é um atentado à própria liberdade que lhe permite escrevê-lo e dar a sua opinião. Mas, o que se torna mais grave é que este texto reflecte em grande parte a postura e a forma como este governo se tem comportado. Como muito bem escreveu o "amigo" do blog o Jumento, "Este artigo é a melhor opinião que já se escreveu em apoio dos valores ideológicos de Vítor Gaspar".

6 comentários:

  1. A história dos Reis Magos:



    Baltazar oferece incenso;
    Belchior oferece ouro;
    .....e vem o Gaspar e tira tudo!!!

    ResponderEliminar
  2. E ainda agora começou, quando acabarem e legislatura (somos mansos por isso acabam-na) provavelmente voltam a ganhar a seguinte (somos mansos por isso ganham-na), Portugal para além de regredir em todos os aspectos uns bons sessenta anos, no que toca a liberdades individuais vai regredir ainda mais. Somos mansos e pronto, nada a fazer, ou será que há?

    ResponderEliminar
  3. Bem, eu digo que há!
    o quê?
    já o disse muitas vezes; gostava de ter capacidade operacional.
    Na primavera árabe não pediram aumentos e regalias, pediram democracia; eu quero mais, eu quero justiça e igualdade. Quem é que aceitava ganhar o mesmo que o homem do lixo?

    ResponderEliminar
  4. Não li na íntegra este editorial em particular, mas, já tenho lido outros assinados por ARF no jornal i e, acredito que o homem esteja a ser irónico.

    ResponderEliminar
  5. Anónimo das 10:51
    Então o melhor é ler que o link está no post. Tresanda a fascismo e depois deste já fez outro do mesmo calibre.

    ResponderEliminar
  6. Curiosamente, ando há uns dias para comentar este editorial, que é do mais estúpido que se pode escrever. Virei até o jornal de pernas para o ar (tinha-o comprado, por causa de uma notícia de capa,mas não tornarei a cair no logro). Virei-o, para ver se dele cairiam alguns neurónios soltos que restassem a este senhor António R F.
    Não caiu nenhum, Deve ter gasto os últimos a dizer este monte de disparates que inclusivé se contradizem...
    (E já fez outro igual depois?! Livra!)
    Este é o "jornalista" que oferecia bolachinhas à MLR em entrevista. Agora já canta de acordo com outra concertina...
    Boa malha, Kaos! É isto sem tirar nem pôr. E o cartaz está mais uma vez eloquente!

    ResponderEliminar

Ocorreu um erro neste dispositivo