quinta-feira, fevereiro 23, 2012

Onde pára o dinheiro


Do empréstimo de 78 mil milhões de euros, Portugal recebeu até ao dia 19 de Janeiro 39.610 milhões de euros (50,8 por cento do total) do empréstimo internacional na sequência do acordo alcançado com o Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu.

Pois é, está a vir e a ir rapidamente e para os cidadãos tudo o que parece restar são austeridade, sacrifícios, insegurança, desemprego, desespero, recessão, pobreza e miséria. O dinheiro não vem para reactivar a economia, para combater a recessão mas sim para pagar outros empréstimos aumentando ainda mais a dívida pelos altos juros que agora pagamos. Quando este acabar, outro virá com menos soberania e menos direitos mas com muito mais austeridade, sacrifícios, insegurança, desemprego, desespero, recessão, pobreza e miséria. O que também é menor é a esperança e a qualidade de sobrevivência dos nossos filhos e netos. Não estará na hora de procurarmos outras alternativas?

13 comentários:

  1. Para que acha que o dinheiro foi usado? Foi para alimentar o Estado, ou melhor o resto do Estado Social. O Socialismo é um sorvedor como está por demais comprovado. Acorde! Sem dinheiro não há "vícios". Portugal sempre foi um país pobre, e não se enriquece por decreto mas por investimento produtivo de iniciativa privada que é onde o dinheiro existe. O Estado está mais do que falido, não tem dinheiro nem para mandar cantar um cego. Foram os 37 anos de socialismo desde a MERDA do 25 de Abril. Basta de enfiar a cabeça na areia e olhar para a Estatística do INE, da DGT e do BP para perceber que o sorvedouro socialista levou-nos a 190 mil milhões (110% PIB) de endividamento compulsivo de base social. Se contarmos com as grandes obras públicas salta para mais de 280 mil milhoes (160% PIB). Acordem para a realidade!

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  2. Caro Anónimo, deixe-se de tretas e entenda, de uma vez por todas, que o dinheiro está a ser usado para que os especuladores que nos impingiram crédito a juros demasiado baixos, num autêntico "subprime" de dívida pública, e que têm nos seus activos demasiados títulos de dívida pública tóxica, a saber, a grega, a irlandesa, a portuguesa, a italiana, a espanhola e a belga também, que são "lixo tóxico" (de acordo com a classificação das agências de notação Moody's, S&P and Finch, as mesmas que nas vésperas do "crash" do outro "subprime" alimentaram a fogueira, pois davam AAA a tudo o que agora é "lixo") serem passados para o FEEF, ou seja, passarem a ser contadas como défice público, desta vez dos estados norte-europeus e da União Europeia para, lá para 2015, virem depois dizer que a culpa da dívida alemã, francesa, holandesa, sueca e finlandesa é do estado social "demasiado gastador" desses países. Sim porque, caro Anónimo, o nosso "Estado Social", o do socialismo na gaveta, é e sempre foi miserável, coitado, não chega nem para aquecer as casas aos velhinhos que (e não é de agora) vão definhando de frrrrio. Toda a gente na Europa e Estados Unidos sabe disso tudo, melhor que você que vive cá à mama de lhes fazer as vontades (e ser odiado, pelo povo, por isso) e por isso também não é o nosso Estado Social pobretanas o verdadeiro alvo a abater. O alvo a abater (ou melhor, a saquear) é o Estado Social "gordo" dos países norte-europeus...

    Pergunto ao caro Anónimo: de quem foi a culpa de termos adoptado uma moeda forte e taxas de juro demasiado baixas, que deram cabo da competitividade da nossa economia, ao mesmo tempo favoreceram o consumo a crédito, dando sinais de prosperidade errados ao povo português, quando o Portugal de 2001 precisava mas era de desvalorização da moeda, para dificultar importações e promover a produção nacional? Vá, responda, se tem coragem para tal!

    Quanto aos trinta e sete anos de "socialismo na gaveta" (parafraseando Mário Soares) pois nisso dou-lhe razão; este ano comemora-se o trigésimo sétimo aniversário da novembrada (25 de Novembro de 1975).

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  3. É que nem vale a pena argumentar com fascistas.
    Eles querem...mais analfabetismo, mais miséria, mais desemprego e mais de tudo o que é mau para o povo, para poderem ter criados quase à borla.
    O que eles gostam de "dar" esmolas...
    Por isso, conversa com tal gente ... ?
    O que eles odeiam o 25/4/74... e as colónias que foram à vida e davam lucros aos milhões...

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  4. Caro Anónimo, está a falar de coisas que, verdadeiramente, não entende; o que pretende vai dar no mesmo erro que foi feito em Portugal por Salazar, depois de 1945. Estamos na mesma fase do ciclo de Kondratieff que estávamos em 1945. Entenda, de uma vez por todas, que vai estar do lado errado da história.

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  5. Se eu quisesse aulas de economia, tinha cursado em económicas como os burros que nos dirigem .

    Deus queira que te faças gente !

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  6. Eles comem tudo
    Eles comem tudo
    Eles comem tudo
    E não deixam nada!...

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  7. Para o anónimo das 13:24
    Caro anónimo ,é com tristeza que me apercebo , mais uma vez, que o caroa nónimo, nad tem de anónimo,apenas trabalha para os amigos do governo quer tanto se têem aplicado neste e noutros sites , com uma simples e rígida missão de desinformação, isto é, em vez de utilizar este site para construir ideias, raciocínios e esclarecimentos,para uma melhor sociedade, apenas faz comentários de merda, confusos que apenas servem para desinformar aqueles que ainda não sabem em que lado da barricada estão.Acreditem, que estes tipos andam aqui e noputros sitios, apenas com esta intenção.POr isso meu caro anónimo das 13.24h, apenas lhe desejo que vá levar na cloaca!!

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  8. Eu estava a discutir, apenas e só, com o Anónimo das 13:24, bem entendido!

    Quanto ao amigo Anónimo das 14:20, pois, tem toda a razão!!! São ressabiados do antigamente; perderam as colónias porque perderam a guerra na frente interna, por avareza suprema e estupidez estratégica. Afinal, perder uma guerra na frente interna, ainda para mais numa ditadura, não é culpa dos governantes de então?!

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  9. E quem, como o Anónimo das 13:24, vem com essa cantiga do "gastámos demais" devia pensar um pouco antes de vir para aqui com tais diatribes, pois numa economia de mercado, os participantes nunca gastam nem se endividam demais nem de menos, apenas reagem às condições de mercado. E se o primeiro-ministro continua a dizer que "os portugueses gastaram demais", então ficamos todos a saber o que vale um diploma de economista da Universidade Lusíada, na comparação com um diploma de engenheiro da Universidade Independente...

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  10. Quanto ao meu comentário das 15:30, ele refere-se não ao comentário do amigo anónimo das 14:20, com o qual concordo inteiramente, mas aos elogios descabidos a Salazar, que o Anónimo das 13:24 já aqui postou anteriormente.

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  11. Caros anónimos das 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21 e por aí fora.

    O problema não está na forma, está no conteúdo.

    Que culpa tem o (dito) Estado Social dos maus gestores que têm gerido o país ao longo dos últimos anos.

    Nos países no norte e centro da Europa o sistema de estado social funciona e bem, até os USA's líderes do ultra-liberalismo mundial e do ultra-capitalismo mais feroz, já estão a implementá-lo.

    Como disse, o problema está em quem dirige e quem manda.

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  12. Comunas nunca vão aprender o que é iniciativa própria...

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  13. Portugal não tinha colónias. Os territórios ultramarinos, ou províncias, eram tanto de Portugal quanto o Algarve ou o Alentejo.

    Quem mais desenvolveu o País e o fez crescer sustentadamente, com base na poupança e não no endividamento (!!!), foi precisamente o Estado Novo. Em mais nenhum tempo da História de Portugal isto alguma vez foi feito. Os parvos que vêm dizer baboseiras sobre a educação e sobre a saúde em Portugal não sabem que foi nesse período histórico que mais foram promovidas. A maior redução da mortalidade infantil foi conseguida nos anos 30; a maior redução da taxa de analfabetismo foi obtida também nesse mesmo período. Antes dos anos 30, Portugal vivia em guerra civil e numa pobreza profunda. Não se enriquece por decreto, como é óbvio, mas com crescimento sustentado e com redução da despesa não produtiva que não seja sustentável.

    A entrada no Euro foi uma asneira e uma ingenuidade ao mesmo tempo, sim, tem razão nisso a intervenção do "joaopft" quanto a isto.

    Estes são so factos.

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