
O presidente da Associação de Médicos de Saúde Pública, Mário Jorge Santos, defende que o aumento da mortalidade – 6.100 óbitos em apenas duas semanas – pode estar relacionado com “a diminuição do rendimento das famílias” e com o “aumento das taxas moderadoras”.
Lembro-me que quando da "Acampada do Rossio" e nas Assembleias Populares" que se realizaram um tema de debate recorrente era o Manifesto e onde num ponto se declarava "O FMI mata". A explicação dessa frase era apoiada em dados que mostravam que a mortalidade das populações aumentava quando o FMI intervinha nesses países. Essa era uma das consequências da fome, miséria e pobreza que exigiam em troca da sua "ajuda".
Porque haveria de ser diferente por cá? Populações mais débeis, mal alimentadas e sem meios para recorrer à ajuda médica sempre que necessitem estão mais sujeitas a serem vitimas de uma qualquer doença. O FMI mata e no nosso caso a Troika mata e os nossos governantes são cúmplices nesse crime.
Lembro-me que quando da "Acampada do Rossio" e nas Assembleias Populares" que se realizaram um tema de debate recorrente era o Manifesto e onde num ponto se declarava "O FMI mata". A explicação dessa frase era apoiada em dados que mostravam que a mortalidade das populações aumentava quando o FMI intervinha nesses países. Essa era uma das consequências da fome, miséria e pobreza que exigiam em troca da sua "ajuda".
Porque haveria de ser diferente por cá? Populações mais débeis, mal alimentadas e sem meios para recorrer à ajuda médica sempre que necessitem estão mais sujeitas a serem vitimas de uma qualquer doença. O FMI mata e no nosso caso a Troika mata e os nossos governantes são cúmplices nesse crime.


3 Opiniões:
Pode estar tambem relacionado com as despesas de transporte que tiveram grandes aumentos.
quando não se pode mudar de povo acaba-se com ele que o que vier pode vir melhor formatado para o capitalismo
Entre as várias formas de extermínio, este é o mais subtil, mas também o mais cruel.
Enviar um comentário