quinta-feira, maio 10, 2012

Este nem com um milagre de Fátima lá vai


O economista João César das Neves defende que o problema da Saúde em Portugal não tem que ver com dinheiro, mas é religioso, sustentando que «o Serviço Nacional de Saúde (SNS) não existe, é uma ficção».
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O professor de economia da Universidade Católica afirmou ainda que «falar sobre o SNS é como discutir a paz no mundo, a fome em África, a globalização», acrescentando:«É apenas uma maneira de fazer congressos em sítios simpáticos».
A verdade, defende, é que o SNS é uma entidade abstrata e «aquilo com que temos de nos preocupar é com aquilo que é real, com as pessoas e os prestadores de cuidados de saúde que nos são próximos».
Contudo, João César das Neves afirmou ainda que «o problema da pastoral da saúde não é tratar dos pobrezinhos, que isso até os comunistas e os ateus o fazem».
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João César das Neves, contudo, reconhece que «a despesa é absolutamente brutal» e que «por isso é que o setor da Saúde está em dieta», porque «sofre de obesidade, fuma, é sedentária e já mudou de médico várias vezes, sem melhorar». Como resultado, disse, a Saúde em Portugal «sofre de tensão alta, tonturas e depressões».

Se há dias em que questiono a minha sanidade mental, mas depois leio algo do César das Neves e compreendo que anda por aí muita gente a falar nas televisões e a escrever nos jornais que, ou o faz para que eu enlouqueça de vez, ou não bate bem da cabeça. Vindo de quem vem já não devia estranhar pois este individuo é autor dos mais alucinantes textos que tenho lido por aí, mas mesmo assim ainda me consegue surpreender. Podem ler todo o artigo [AQUI].

8 comentários:

  1. A minha esmerada educação impede-me de dizer o que penso de tal personagem da opera bufa.

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  2. Deixa estar que eu digo.Como é que montes de merda como este têem ainda direito a tempo e antena?deviamos era fazer uma petição online para ele ser internado, mas não era n um hospício, eraa num bordel a servir de escarratório.Pronto, já disse.

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  3. Já agora, o que mais me fode é ver estas canalhas de merda que nunca bateram uma punheta a um grilo, virem para a praça publica armados em pulgas amestradas, gostava de ver este pulha com uma caganeira que ficasse com o cu em ferida, o que fazia? Rezava a virgem ou ir a correr para um hospital?

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  4. Anónimo das 06:44.......O teu comentário pode aplicar-se maravilhosamente a ti próprio....parabéns .

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  5. o gajo é um asqueroso, tal como muitos outros que gravitam à volta dos meios de comunicação social em geral. Por vezes, tenho fases que prefiro desligar-me "desse mundo", para bem da minha sanidade mental!

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  6. Que merdoso.Isso é um verme.

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  7. Kaos,que raio de mal é que fiz para me mandares ler a porcaria toda?

    Um abraço,
    mário

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  8. Já vi não sei quantos laranjinhas a debitar, tipo cassete, um conceito que veio dos intelectuais neoconservadores dos Estados Unidos e entrou em Portugal pela pena asquerosa do Rui Mateus (o tal que diz mal do Mário Soares em tudo menos naquilo que devia) e que aparece agora recauchutado, pela pena de Helena Sacadura Cabral. A dita cassete diz mais ou menos isto:

    "A mim irrita-me ideias abstractas e intelectuais. O Zé Tuga não se preocupa com essas diarreias mentais; preocupa-se com o pão do dia-a-dia, com a promoçãozinha do Pingo Doce, e com a fila de espera da consulta."

    Por causa de ter também debitado tal cassete, o Rui Machete levou uma trepa enorme do Avelãs Nunes. Ele só lhe retorquiu:

    "Não me faça de idiota; o que você estava a dizer constitui também ideologia".

    Ora, o que parece é que voltámos à contra-reforma. Há ideologias que são santas, e outras que são "diarreias mentais dos intelectuais".

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