terça-feira, fevereiro 21, 2006

Luís Delgado, o agoirento

Na sexta-feira, um banco nacional estimou que o PIB de 2006 vai apenas crescer 0,7 por cento, contra os 0,8 por cento do Banco de Portugal, já revistos, e os mais de 1 por cento anunciados pelo Governo. Ainda só estamos em Fevereiro e o ritmo é desanimador. Dias antes também o governador do Banco de Portugal veio alertar para o facto do país ainda ter de levar dois a três anos para chegar à média do crescimento europeu, o que significa que vamos estar quase uma década em divergência com os nossos parceiros. Se nem tudo andar bem, lá mais para a Primavera, os 0,7 por cento podem ser 0,5, e de décima em décima o nosso PIB vai-se esfumando. A pergunta é óbvia: quando é que isto tem fim?
In "Diário Digital"
Hoje portaste-te bem. Escreveste pouco, por isso também disseste menos asneiras, embora as que dizes são de palmatória.
Primeiro pões como referencia um banco privado para procurares argumentos para choramingares (já pareces o Santana Lopes). Melhor seria dizer que esses 0,1 ou mesmo os 0,3 por cento para a previsão do governo se resolviam num instante. Ponha-se esse e os outros bancos nacionais a pagar uma taxa de IRC igual a todas as outras empresas. Com os lucros fabulosos que têm apresentado só essa diferença enchia os cofres do estado em muitos milhões. Este governo completou agora um ano à frente do país. Portanto se esta crise vai durar ainda mais 2 ou 3 anos isso quer dizer que, também nos últimos 6 anos anteriores, quem por lá andou não resolveu nada. Nem os teus amigos Durão Barroso, “o fugitivo” e Santana Lopes “o palhaço”, que tu consideraste tão injustiçado, com as Manuelas Ferreiras Leite e os Bagões Félix, tiveram qualquer sucesso. Antes pelo contrario, enterraram ainda mais o país. Depois entras na tua especialidade; as previsões. Sabendo, como sabemos, que não acertas uma que seja podemos ficar descansados. Quanto à pergunta que fazes, tu já próprio respondeste, o Sócrates. Só tens de esperar os tais 2 ou 3 anos.

2 comentários:

  1. Por vezes parece que a nossa Banca vive num mundo alternativo. Enquanto enriquece e se torna cada vez mais arrogante (veja-se o caso da negação de contas a desempregados) e incentiva até ao paroxismo os empréstimos de consumo que endividam o país (e a ela pp, junto da banca estrangeira), a Banca faz-se cada vez mais rodear por um cenário de devastação e vazio.

    A Banca lusa parece um eucalipto no meio de um sobreiral, a quem devora toda a água.

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  2. O Luis Delgado parece um clone, só que mais gay, do Santana Lopes

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