terça-feira, maio 22, 2012

Vá para "o coiso" senhor ministro.


"Eu desafio aqui o Partido Socialista a colaborar connosco na elaboração deste plano nacional de emprego, porque o desemprego não é uma preocupação deste Governo só, destas bancadas da esquerda, do Partido Socialista. O desemprego tem de ser uma preocupação de todos nós e todos nós temos de trabalhar em conjunto, sindicatos, patrões e partidos para conseguirmos ultrapassar este coiso... este problema"»
 Álvaro Santos Pereira na A.R.

 O Coiso da Economia quando se referia ao desemprego na Assembleia da Republica tratou-o por "o coiso" como se essa calamidade a que as politicas do capitalismo nos condena como se fosse um problema menor. Este coiso que foram buscar a uma faculdade de segunda qualidade ao Canadá não pára de nos surpreender com as suas parvoíces e o sorriso parvo que ostentava quando chegou já há muito que foi substituto pela arrogância e má educação. Um coiso que devia ser mandado para "o coiso" porque coisos destes não merecem outra coisa.

5 comentários:

  1. "O COISO" na boca do snr ministro emigrante e imigrante é de um mau gosto incrível, tenho a sensação que o homem tem até alguma dificuldade em exprimir-se tantas as vezes que diz "asneiras", ou será falta de à-vontade pelo
    "trabalho" tão insignificante que produz!...
    NÓDOAS já cá há muitas a ofender os Portugueses, que volte para o Canadá onde poderá ser mais "útil e melhor"!...

    Zé de Aveiro

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  2. A.Ribeiro22/5/12 11:08

    "Eu desafio aqui o Partido Socialista a colaborar connosco na elaboração deste plano nacional de emprego, porque o desemprego não é uma preocupação deste Governo só, destas bancadas da esquerda, do Partido Socialista. O desemprego tem de ser uma preocupação de todos nós e todos nós temos de trabalhar em conjunto, sindicatos, patrões e partidos para conseguirmos ultrapassar este coiso... este problema"»
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    Este texto tem 62 palavras, algumas delas muito importantes e o autor do blogue resolve só pegar na gafe do "coiso" que de imediato foi corrigido para "problema". Por acaso neste texto não encontrou mais nada que merecesse destaque?

    É SÓ BOTA-BAIXO !!!!

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  3. Mas que bota-abaixo? As medidas propostas pelo ministro não vão resultar. A mesma receita (a de serem dinheiros públicos a financiar salários que deviam ser pagos pelas empresas, através do subsídio de desemprego) foi implementada em larga escala em 1985-90, com os célebres fundos europeus para a formação profissional. E o resultado desses anos, qual foi? Corrupção e destruição do aparelho produtivo da Nação. Agora, com muito menos dinheiro que então, não vão sequer conseguir enganar o povo, como conseguiram em 1985-90...

    Mudem de política, porque assim não dá!

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  4. Agora com Hollande, Obama, etc, vão tentar criar mais uma ilusão de que está tudo a melhorar, atirando mais crédito para cima dos problemas. Mas os factores que estão na base da crise do mundo ocidental (e de Portugal), que são a economia do crédito e da destruição dos aparelhos produtivos e sua substituição por serviços, comércio e "indústria" de acabamento de produtos (leia-se, colocação de etiquetas "Made in Germany"), este processo vai continuar. Portugal e a periferia estão a cair primeiro, por debilidades próprias, por ocuparem um lugar muito periférico na "indústria" de colocação de etiquetas, tudo isto acentuado pelo casino dos negócios do crédito.

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  5. E se duvidam do que eu escrevi atrás acerca da "industria" de acabamento de produtos, leiam este excerto de uma notícia que está a fazer furor nos Estados Unidos:

    "O governo da China não tem conseguido combater o fabrico de peças electrónicas contrafeitas pelas companhias chinesas que são a fonte principal das contrafacções na cadeia de abstecimento do Dep. de Defesa dos EUA.

    A Força Aérea norte.americana suspendeu a Shenzen, uma companhia baseada na China, de fornecer peças depois de ter vendido cerca de 84000 componentes suspeitos, muitos deles instalados em aviões militares."

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