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sábado, agosto 20, 2011

Cá se fazem, eles pagam

«O jornalista da SIC Mário Crespo foi sondado pelo ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, para saber da sua disponibilidade para aceitar o cargo de correspondente da RTP em Washington. A situação está a gerar algum mal-estar na administração da estação pública mas também a direção de informação da estação.
Primeiro porque a nomeação de correspondentes da RTP é uma incumbência da direção de informação, com posterior aval da administração. Depois, porque estas nomeações têm um regulamento interno com critérios bem definidos: é dada primazia aos jornalistas da RTP interessados em colocações no estrangeiro - o que não é o caso de Mário Crespo, jornalista da SIC - e os candidatos só são escolhidos após avaliação feita por um júri interno.

Esta notícia mostra várias coisas sobre quem nos governa actualmente. Em primeiro lugar que paga os favores de quem lhes fiu útil no passado recente para derrubar o governo dos socretinos, depois que são iguais a eles. Criticavam-nos por controlarem a informação da RTP mas já se viu que pensam fazer dela arma ao serviço do governo e do PSD.

segunda-feira, dezembro 21, 2009

Série Palhaços do Mário Crespo - O Rei Palhaço

Rei palhaço

Na sequência do texto do Mário Crespo, “Palhaços”, publicado pelo JN, e nas declarações do Sr. Silva sobre a total irrelevância da lei sobre o “Casamento entre pessoas do mesmo sexo” e as questões que tanto gosta de lançar a si próprio, relativamente ao envelhecimento da população portuguesa, sobre se os portugueses já não gostam de fazer filhos e “o que seria a nossa vida hoje se não tivéssemos o barulho, os gritos, as alegrias que nos trazem os netos?”, para não falar em todo um trajecto de várias décadas a assombrar Portugal, aqui fica mais um boneco inspirado no texto que referi no inicio deste paragrafo que parecia nunca mais chegar ao fim, mas que finalmente chegou.

domingo, dezembro 20, 2009

Palhaços deste meu país

Mário Crespo palhaço

Um texto do Mário Crespo publicado no JN

O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.
O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.
Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.
O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.
E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.
Ou nós, ou o palhaço.

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Sócrates e Crespo: Loucos um pelo outro

louco

A alegada conversa entre o primeiro-ministro, o ministro de Estado, o ministro dos Assuntos Parlamentares e o executivo de televisão terá decorrido no dia da discussão do Orçamento do Estado, na passada terça-feira, em que Crespo diz ter sido "publicamente referenciado como sendo mentalmente débil ("um louco") a necessitar de ("ir para o manicómio")". "Fui descrito como 'um profissional impreparado'", escreve o jornalista da SIC no artigo que foi publicado no site do Instituto Francisco Sá Carneiro, uma instituição de debate e reflexão política ligada ao PSD.

Gosto de ler os artigos do Mário Crespo e aprecio a sua frontalidade em chamar os bois pelos nomes, gosto de o ver afrontar o poder. Concordo com muito daquilo que diz e, em muitos casos, gostaria de ter o seu “engenho e arte” para aqui dizer o mesmo. Não gosto de o ver dar voz aos “Medinas Nostradamus Nosferatus Carreiras” que colocam a inevitabilidade de haver uma “mão de ferro”, para fazer aquilo que tem de ser feito, como se o capitalismo e a sobranceria autoritária sejam o único caminho. Não gosto de ver as acusações que faz ao Sócrates neste seu artigo, serem publicadas num “site” ligado ao PSD. Certamente que haveria jornais que publicariam o seu artigo, milhares de blogs e redes sociais que o publicariam de imediato e em uníssono se ele o desejasse. Basta ver os movimentos que por já fervilham, seja em textos de concordância, seja em grupos apoio virtuais. Não havia necessidade.

sexta-feira, julho 15, 2011

O peixinho Berado e os grandes tubarões


Vi no outro dia o "Comendador" Joe Berardo, em entrevista ao Mário Crespo tecer as maiores criticas contra o sistema capitalista que permite que haja gente, como por exemplo um empregado de uma grande empresa que tem todos os dias 12 trilião de dólares para investir no mercado especulativo. Indignado , perguntava-se como podia ele competir com tanto poder?
Compreendo o que ele sente porque também eu já senti o mesmo quando o via a especular e a enriquecer à custa dos mercados e da especulação. Há custa do país e de todos nós. Ver o Berardo no papel de "Calimero" foi um triste espetáculo mas não tenho pena dele. O capitalismo é isso mesmo, o poder do que mais tem sobre menos tem, o
pequeno retalhista que é comido pelo grande distribuidor ou o grande investidor que é comido pelo grande tubarão. Quem com o ferro mata, com o ferro morre.

sábado, fevereiro 20, 2010

Passou-se! Ele e a Tshirt com que dorme

 tshirt

Na Comissão Parlamentar de Ética, Mário Crespo, mostrou a tshirt com que dorme e onde se podia ler, "Eu ainda não fui processado pelo Sócrates".

Se tentar controlar a comunicação social através de “boys” colocados em empresas por um Primeiro-ministro é grave e lhe retira toda legitimidade de governar num estado democrático, também a isenção e objectividade de quem leva a paranóia e a obsessão para a cama, estampados numa tshirt, fica comprometida. Especialmente se a andar a mostrar na Comissão Parlamentar de Ética.

quinta-feira, abril 16, 2009

David e Golias ou a Caneta contra a espada

 David e Golias

O Engenheiro resolveu Processar o jornalista João Miguel Tavares por uma crónica que este escreveu no DN. Não um processo-crime normal, mas um processo cível que custa dezenas de milhares de euros. Não atacou o jornal nem jornalistas conhecidos como o Pacheco Pereira ou o Mário Crespo, escolheu como alvo um freelancer. Uma vez mais atacou os mais fracos e logo com um processo caríssimo, para lhe criar maiores dificuldades na sua defesa. Uma luta de David contra Golias, mas a verdade virá ao de cima e a pena vai vencer a espada. Este blog aqui lhe envia a sua solidariedade e coloca-se desde já à disposição de João Miguel Tavares para tudo o que ele necessitar. Numa altura em que tanto se questiona a justiça e se falam de pressões, esta actitude do Engenheiro só mostra que já treme.
Em baixo transcrevo o texto em causa:

JOSÉ SÓCRATES, O CRISTO DA POLÍTICA PORTUGUESA (João Miguel Tavares)
Ver José Sócrates apelar à moral na política é tão convincente quanto a defesa da monogamia por parte de Cicciolina. A intervenção do secretário-geral do PS na abertura do congresso do passado fim-de-semana, onde se auto-investiu de grande paladino da "decência na nossa vida democrática", ultrapassa todos os limites da cara de pau. A sua licenciatura manhosa, os projectos duvidosos de engenharia na Guarda, o caso Freeport, o apartamento de luxo comprado a metade do preço e o também cada vez mais estranho caso Cova da Beira não fazem necessariamente do primeiro-ministro um homem culpado aos olhos da justiça. Mas convidam a um mínimo de decoro e recato em matérias de moral.
José Sócrates, no entanto, preferiu a fuga para a frente, lançando-se numa diatribe contra directores de jornais e televisões, com o argumento de que "quem escolhe é o povo porque em democracia o povo é quem mais ordena". Detenhamo- -nos um pouco na maravilha deste raciocínio: reparem como nele os planos do exercício do poder e do escrutínio desse exercício são intencionalmente confundidos pelo primeiro-ministro, como se a eleição de um governante servisse para aferir inocências e o voto fornecesse uma inabalável imunidade contra todas as suspeitas. É a tese Fátima Felgueiras e Valentim Loureiro - se o povo vota em mim, que autoridade tem a justiça e a comunicação social para andarem para aí a apontar o dedo? Sócrates escolheu bem os seus amigos.
Partindo invariavelmente da premissa de que todas as notícias negativas que são escritas sobre a sua excelentíssima pessoa não passam de uma campanha negra - feitas as contas, já vamos em cinco: licenciatura, projectos, Freeport, apartamento e Cova da Beira -, José Sócrates foi mais longe: "Não podemos consentir que a democracia se torne o terreno propício para as campanhas negras." Reparem bem: não podemos "consentir". O que pretende então ele fazer para corrigir esse terrível defeito da nossa democracia? Pôr a justiça sob a sua nobre protecção? Acomodar o procurador-geral da República nos aposentos de São Bento? Devolver Pedro Silva Pereira à redacção da TVI?
À medida que se sente mais e mais acossado, José Sócrates está a ultrapassar todos os limites. Numa coisa estamos de acordo: ele tem vergonha da democracia portuguesa por ser "terreno propício para as campanhas negras"; eu tenho vergonha da democracia portuguesa por ter à frente dos seus destinos um homem sem o menor respeito por aquilo que são os pilares essenciais de um regime democrático. Como político e como primeiro-ministro, não faltarão qualidades a José Sócrates. Como democrata, percebe-se agora porque gosta tanto de Hugo Chávez.

terça-feira, janeiro 13, 2009

Esqueletos cavaquistas

 O esqueleto de Primeiro Ministro

“O Professor Cavaco Silva, magnânimo, comoveu-se. Contrariando o Sol promulgou o Orçamento porque, afinal, esta ainda é a quadra do entendimento entre os homens de boa vontade. Levado por esse espírito, em 48 horas redigiu no mais puro materialismo dialéctico a antítese da tese que tinha apresentado dois dias antes. "É preciso deixar de lado as querelas" disse mais ou menos no local do discurso onde 48 horas antes tinha dito que estava abalado "o equilíbrio de poderes e o normal funcionamento das instituições da República". E passou às culpas de tudo isto: "A crise chegou quando Portugal regista oito anos consecutivos de afastamento em relação ao desenvolvimento médio dos seus parceiros europeus". Claro que antes houve dez anos de governo PSD em que, apesar da conjuntura mais favorável que Portugal teve desde a descoberta do caminho marítimo para a Índia, a nossa curva de desfasamento dos parceiros europeus foi não menos significativa. Apesar dos fundos estruturais, das indemnizações compensatórias e tudo o mais, Portugal não arrancou, mas arrancou-se a vinha e afundaram-se frotas de pesca. Tudo em troca de biliões de ECU. Que década inesquecível. Vai estar connosco por muito e muito tempo. Mas para quê trazer ao Ano Novo fantasmas de décadas passadas se podemos confinar todas as culpas a oitavas mais recentes? O pormenor da década de abastança e falta de crescimento ser dos governos de Cavaco Silva é circunstancial. O importante é que, por determinação presidencial, a sinistra oitava do nosso descontentamento é agora dos governos de Guterres, Durão, Santana e Sócrates. Esses são os culpados no cânone do Presidente que "deve falar a verdade". Só que ficou de fora da "verdade" a crise no BPN, o seu Conselheiro de Estado e a corrupção.”
2009-01-05 por Mário Crespo no JN

É sempre bom ver que há mais gente que tem memória e se lembra daquilo que foram aqueles tempos e sobretudo que vá evitando que a história "oficial" desses tempos seja branqueada à vontade de alguns.

sexta-feira, maio 11, 2007

Os loucos de Lisboa

O Trambolhão do Carmona Rodrigues e do PSD na Câmara de Lisboa tem sido uma fonte inesgotável de exemplos de politiquice no seu estado mais puro. Senão vejamos:
- O Ex-Presidente, depois de dar o dito por não dito ao Marques Mendes e de todas as trapalhadas que criou, veio culpar os Partidos pela sua queda. Parece que ainda se pensava que se não fosse isso tudo estava normal e poderia perfeitamente continuar. Ainda não disse se pensava recandidatar-se ou não. Um tabu.
- O Número dois da Câmara, que já tinha o mandato suspenso por ser arguido no caso da Bragaparques, voltou e diz que a culpa é do Sá Fernandes, porque foi ele que fez toda a confusão. Provavelmente pensa que deveria ter feito como todos os outros, aceitar o dinheiro que lhe queriam oferecer e estar calado. Mostra-se disponível para concorrer como vereador em qualquer lista. Importante parece ser voltar e acabar o trabalho que começou. E que trabalho.
- O Marques Mendes nem sabe quem culpar para além dele. Anda fugido à procura de um candidato.
- A Paula Teixeira da Cruz, apresentada como possível candidata do PSD, quase me fez chorar, por pouco não me convenceu que a culpa é minha. A culpa é do burburinho que se criou em volta dos negócios e da situação da Câmara, que cresceu e fez com que se tornasse real. Quase que me fez acreditar naquilo que dizia. É verdade que o ar embasbacado, babado e sorridente do Mário Crespo também ajudou.
- Para o CDS a culpa é toda do PSD e também um bocadinho do PS. É o centrão o grande culpado. Ele pediu-nos que víssemos as coisas como ele. Rogou-nos que acreditássemos nele. Já não me convence.
- O Sócrates só se ri, mas ainda arranja aqui lenha para se queimar. Não se vê nenhum bom candidato. Não acredito que o António Costa queira sair do governo e duvido muito que a Maria de Belém seja candidata com um perfil de vencedora. Com a candidatura da Helena Roseta, não se pode arriscar que o Candidato do PS perca para alguém que vem de dentro do partido. Já lhe bastou o Manuel Alegre.
- O Jerónimo já veio anunciar que nada muda e o candidato é o mesmo e o Sá Fernandes vai tentar tirar dividendos dos escândalos que desmascarou.
- Já me esquecia, ainda temos o Manuel Monteiro que apoiava o Santana Lopes ou então avança mesmo ele. Força Manel.
Como cantava o outro:

São os loucos de Lisboa
Que nos fazem recordar
A Terra gira ao contrário
E os rios correm para o mar

Contributo para o Echelon: 15kg, DUVDEVAN

sábado, maio 20, 2006

Tu és mau. Não tu é que és mau


Mário Crespo "entrevistou Manuel Maria Carrilho no jornal da SIC notícias. Uma Sopeira jornalística enxertada em peixeira ofendida vs. um Carapau de corrida filosofando desculpas e rancores. Um triste espectáculo de jornalismo de isenção contra um sorriso enjoativamente hipócrita.
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