Ontem, depois do líder do BE, Francisco Louçã, se ter referido aos protestos da bancada socialista enquanto falava como "uivos", o líder parlamentar socialista, Alberto Martins afirmou: "Senhor deputado Francisco Louçã não vou responder à sua linguagem imagética animalesca".
Em resposta, o líder parlamentar do BE, Luís Fazenda respondeu: "É bem certo que, numa acepção, animal é aquele que é dotado de animação. Nesse sentido, o senhor deputado é tão animal como nós".
Como é bom ver aqueles de quem gosto de fazer aqui o boneco, pouparem-me à necessidade de comentar o que dizem. Eu não o diria melhor que eles.
Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping
Se há quem chore de alegria porque não haveremos de rir de tristeza. Todas as imagens deste blog são montagens fotográficas e os textos não procuram retratar a verdade, mas sim a visão do autor sobre o que se passa neste jardim à beira mar plantado neste mundo, por todos, tão mal tratado. A pastar desde 01 Jan 2006 ao abrigo da Liberdade de Expressão.
sexta-feira, maio 30, 2008
Raças perigosas XIV
quarta-feira, novembro 14, 2007
Sócrates - 2099
Em conferência de imprensa na Assembleia da República, Francisco Louçã exibiu as imagens do debate orçamental do dia 6 de Novembro nas quais o primeiro-ministro afirma que o prazo de concessão «não está ainda fixado». «Pode ser 99 [2099] e pode ser menos. Foi por isso que eu disse que não está fixado. (...) E não está. Vamos discutir isso no conselho de ministros», afirmou José Sócrates, no debate em resposta a Francisco Louçã.
Ao diploma, assinado em Conselho de Ministros a 27 de Setembro, estão anexas em capítulos as disposições contratuais, fixando que «a concessão expira às 24 horas do dia 31 de Dezembro de 2099».
In Dinheiro Digital”
«A data em que foi assinado o decreto em Conselho de Ministros é a prova revoltante de que o primeiro-ministro e o governo em geral mentiram descaradamente na Assembleia da República no debate do Orçamento do Estado», afirmou o deputado do PCP Bruno Dias.
In “Portugal Diário”
Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO
sábado, maio 31, 2008
Édipo e Quimera
Vi esta imagem e não sei porquê apeteceu-me fazê-la. Édipos, Quimeras e Esfinges, podem nada dizer nem nada representar nada. Pode não passar de uma imagem que me apeteceu fazer, mas se me apeteceu deve ter alguma razão. Está feita.
Já agora aproveito o “vazio” deste post para colocar este mail que recebi.
O Primeiro-ministro José Sócrates num momento de alucinação dirigindo-se a Francisco Louçã disse: ' Você não tem idade nem curriculum ...'.
Uma boa piada, diz o jornalista do Portugal Diário! Eu fui à Internet verificar o curriculum e não resisto a publicar:
Actividade política:
*Louçã, nasceu em 12 de Novembro de 1956. Participou na luta contra a Ditadura e a Guerra no movimento estudantil dos anos setenta, foi preso em Dezembro de 1972 com apenas 16 anos e libertado de Caxias sob caução, aderindo à LCI/PSR em 1972 e em 1999 fundou o Bloco de Esquerda. Foi eleito deputado em 1999 e reeleito em 2002 e 2005. É membro das comissões de economia e finanças e antes comissão de liberdades, direitos e garantias. Foi candidato presidencial em 2006.
Actividades académicas:
Frequentou a escola em Lisboa no Liceu Padre António Vieira (prémio Sagres para os melhores alunos do país), o Instituto Superior de Economia (prémio Banco de Portugal para o melhor aluno de economia), onde ainda fez o mestrado (prémio JNICT para o melhor aluno) e onde concluiu o doutoramento em 1996.
Em 1999 fez as provas de agregação (aprovação por unanimidade) e em 2004 venceu o concurso para Professor Associado, ainda por unanimidade do júri. É professor no ISEG (Universidade Técnica de Lisboa), onde tem continuado a dar aulas e onde preside a um dos centros de investigação científica (Unidade de Estudos sobre a Complexidade na Economia).
Recebeu em 1999 o prémio da History of Economics Association para o melhor artigo publicado em revista científica internacional. É membro da American Association of Economists e de outras associações internacionais, tendo tido posições de direcção em algumas; membro do conselho editorial de revistas científicas em Inglaterra, Brasil e Portugal; 'referee' para algumas das principais revistas científicas internacionais (American Economic Review, Economic Journal, Journal of Economic Literature, Cambridge Journal of Economics, Metroeconomica, History of Political Economy, Journal of Evolutionary Economics, etc.).
Foi professor visitante na Universidade de Utrecht e apresentou conferências nos EUA, Inglaterra, França, Itália, Grécia, Brasil, Venezuela, Noruega, Alemanha, Suíça, Polónia, Holanda, Dinamarca, Espanha.
Publicou artigos em revistas internacionais de referência em economia e física teórica e é um dos economistas portugueses com mais livros e artigos publicados (traduções em inglês, francês, alemão, italiano, russo, turco, espanhol, japonês).
Em 2005, foi convidado pelo Banco Mundial para participar com quatro outros economistas, incluindo um Prémio Nobel, numa conferência científica em Pequim, foi desconvidado por pressão directa do governo chinês alegando razões políticas.
Terminou em Agosto um livro sobre 'The Years of High Econometrics' que será publicado brevemente nos EUA e em Inglaterra.
Obras publicadas:
Ensaios políticos
Ensaio para uma Revolução (1984, Edição CM)
Herança Tricolor (1989, Edição Cotovia)
A Maldição de Midas – A Cultura do Capitalismo Tardio (1994, Edição Cotovia)
A Guerra Infinita, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2003)
A Globalização Armada – As Aventuras de George W. Bush na Babilónia, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2004)
Ensaio Geral – Passado e Futuro do 25 de Abril, co-editor com Fernando Rosas (Edições D. Quixote, 2004)
Livros de Economia
Turbulence in Economics (edição Edward Elgar, Inglaterra e EUA, 1997), traduzido como Turbulência na Economia (edição Afrontamento, 1997)
The Foundations of Long Wave Theory, com Jan Reinjders, da Universidade de Utrecht (edição Elgar, 1999), dois volumes
Perspectives on Complexity in Economics, editor, 1999 (Lisboa: UECE-ISEG)
Is Economics an Evolutionary Science?, com Mark Perlman, Universidade de Pittsburgh (edição Elgar, 2000)
Coisas da Mecânica Misteriosa (Afrontamento, 1999)
Introdução à Macroeconomia, com João Ferreira do Amaral, G. Caetano, S. Santos, Mº C. Ferreira, E. Fontainha (Escolar Editora, 2002)
As Time Goes By, com Chris Freeman (2001 e 2002, Oxford University Press, Inglaterra e EUA); já traduzido para português (Ciclos e Crises no Capitalismo Global - Das revoluções industriais à revolução da informação, edições Afrontamento, 2004) e chinês (Edições Universitárias de Pequim, 2005)
* Fonte Wikipédia
Sobre sócrates, sabe-se que é engenheiro civil tirado na Universidade Independente, ainda sob suspeita de ilegalidades. Que assinava como Engenheiro quando era Engenheiro-Técnico. Que elaborou ou pelo menos assinou uns projectos de habitação caricatos. Que a sua actividade política se deu com o 25 de Abril na JSD/PSD e depois no PS como deputado e como governante. Do seu curriculum sabe-se ainda (embora ele o desconhecesse) que teve uma incursão fugaz como empresário-sócio de uma empresa de venda de combustíveis.
Quanto a curriculuns estamos conversados! Quanto à idade devem ter diferença de meses...
Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17
terça-feira, dezembro 02, 2008
Bancos Tóxicos
Francisco Louçã quer inquérito ao «lixo tóxico» das operações financeiras
Será que o lixo tóxico do sistema não é o próprio sistema? Será que o poder está interessado em acabar com a mina que a impunidade da Banca lhe oferece? Alguém acredita que vão ele matar a galinha dos ovos de oiro?
segunda-feira, outubro 26, 2009
Enterrem-lhe a agulha já
Eu não percebo nada de vacinas, micróbios e vírus assim como também não entendo muito de poder e da forma de o obter. Não sei o que o Louça entende de saúde mas pelos vistos entende bastante de poder, ou pelo menos começa a aprender as técnicas de lá chegar. Será que acabou o discurso revolucionário e chegou a hora de amansar a fera e nos mostrar a face de um político responsável? Injectem-no já com a vacina da gripe dos porcos, não a dos poderosos e dos governantes, mas a outra a que arranjaram para o povinho. Bem necessitamos de cobaias.
segunda-feira, maio 14, 2007
Com ordem para matar
Sobre a nova missão dos soldados portugueses em Kandahar no Afeganistão, a Sócretina, comentou:- Não mudou a sua natureza, nada mudou.
Espero que nenhuma mãe ou mulher lhe venha a cuspir na cara, não porque ele não mereça, mas porque não desejo a morte de nenhum filho ou marido portugueses.
Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
O Monstro Cor-de-rosa
Para o PS poder fazer parte de alguma grande, ou pequena esquerda neste país, era necessário que saíssem de lá uma quantidade de oportunistas e servos do poder e que aquele partido fosse buscar à gaveta o socialismo que o Marocas para lá atirou. Espero realmente que o Bloco nunca venha a viabilizar nenhum governo dos Sócretinos, mesmo que isso o venha a representar que se vão encostar ao CDS do Portas. Não se pode pactuar com esta gente e com este sistema, é importante criar com ele uma ruptura completa. Há que falar claro, que iniciar uma viagem vitoriosa para o futuro. Não se vai tirar o poder a essa gente nestas eleições certamente, mas perante o ruir do capitalismo há que reafirmar ideias e outras formas de organização social, outros objectivos para além do poder económico e da ganância capitalista. Está mais que na hora de todos os que não acreditam no sistema parem de lutas por mais uns décimos nas eleições e assumam um objectivo comum. É triste ver o Bloco, como o PC, colocarem como objectivo o com ganharem um ou outro deputado. O objectivo tem de ser uma vitória com a maior urgência possível e por isso todos têm de assumir as suas posições claramente. Não há mais tempo para ambiguidades. O mundo parece que está a ruir e ninguém se parece preocupar muito com isso. Isto se ainda houverem eleições e não vier um Silva qualquer a fazer a vontade à Manelinha e decretar um intervalo na democracia com um governo de salvação nacional. Pode é ser um intervalo muito longo.
sexta-feira, novembro 07, 2008
O Encontro às cegas
Francisco Louçã lembrou que o banco foi sucessivamente dirigido por sociais-democratas como Rui Machete, Dias Loureiro, Oliveira e Costa e Miguel Cadilhe.
“BPN tem sido um autêntico governo sombra do PSD”, disse, acrescentando que têm sido estes políticos a dar caução às muitas operações “fraudulentas” do banco.»
in "Jornal Negócios"
O "governo sombra" pode ser do PSD, afinal esta é banca nascida da governação Cavaquista e desde o inicio se sabia ser uma banca voltada para o milagre da multiplicação do dinheiro, da especulação, dos grandes negócios (e negociatas) e dos paraísos fiscais, mas também pertence ao circulo do poder económico e por isso influente na governação. Só assim se justificam as "injecções" encapotadas de dinheiro do estado, seja via CGD ou de contas da Segurança Social, para tentar evitar o descalabro. Só assim se justifica a "cegueira" do Presidente do banco de Portugal, só assim se justifica este esticar da corda, esta permissividade com bancos que se sabia estarem a executar operações ilícitas. Só assim se justifica o só actuarem quando já não era possível esconder mais a situação.
Contributo para o Echelon: 15kg, DUVDEVAN
terça-feira, julho 28, 2009
Os desmentidos dos outros desmentidos
Depois disto já Sócrates desmentiu o desmentido do Louça que o desmentiu logo a seguir para ser desmentido de novo. Isto, na altura em que estou a escrever, porque dai até acabar ainda se vão desmentir mais uma dúzia de vezes. O que ainda não ouvi foi a própria Joana Amaral Dias e dizer o que realmente aconteceu ou não aconteceu. Isto fazer uma novela daquelas que parece não ter fim... nem história.
domingo, maio 24, 2009
Banda Paralamentar da A.R.
A notícia levantou polémica, no Parlamento, quando surgiu a informação de que os administradores do banco, assim como os da Anacom e da Autoridade da Concorrência iam ser aumentados em 5 por cento. Mas depois ficou a saber-se que pelo menos no caso do Banco de Portugal os salários vão ser congelados, o que implica que o mesmo aconteça com a Anacom e a Autoridade da Concorrência, cujos salários estão indexados aos do banco central. A oposição aplaude, mas não se dá por satisfeita. Miguel Fasquilho considera «uma atitude sensata» o congelamento dos salários, mas afirma que houve «por parte do Ministério das Finanças nenhum desmentido, nem nenhuma notícia a dizer que nunca lhes passou pela cabeça que houvesse estes aumentos». O PCP concorda. Honório Novo afirmou que «Registamos esse recuo, mas lançamos um outro desafio: o senhor ministro das Finanças é quem assina estes aumentos, e nós, naturalmente desafiamos a que não aprovasse (…) qualquer aumento dos administradores do Banco de Portugal e das demais entidades reguladoras em 2009. Já Francisco Louçã, do Bloco de Esquerda, pede regras claras para quem ocupa os altos cargos das entidades reguladoras e defende que, no caso do Banco de Portugal, os salários são já muito elevados. «Estamos a falar de salários que em alguns casos são três vezes o do Presidente da República».
Aplaudem os deputados o não aumento dos administradores, mas não usam o mesmo critério em causa própria. Nem resolveram não ser aumentados este ano nem os vejo utilizar o seu poder legislativo para criar regras que impeçam a vergonha e a imoralidade de alguns salários de detentores de cargos públicos que existem neste país. Será que é porque sabem que, muitas vezes, é na Assembleia da Republica e no governo que são “recrutados” os próximos senhores a ocupar esses cargos?
terça-feira, fevereiro 10, 2009
O divórcio
A ex-dirigente nacional Joana Amaral Dias foi afastada da lista de 80 nomes, liderada por Francisco Louçã, candidata à Mesa Nacional, o órgão máximo do Bloco de Esquerda entre convenções. A decisão apanhou de surpresa a militante bloquista, que diz não existirem razões para tal afastamento. Fonte do partido explicou à agência Lusa que tal se deveu a uma "redução da sua participação política".
Pim pam pum, de vez em quando lá vai um. Qual foi a zanga não sei, se foi o apoio que deu ao Soares ou simplesmente a redução da participação politica é coisa lá deles, mas que era uma cara bonita nesta politica tão feia, lá isso era.
segunda-feira, abril 04, 2011
A esquerda e o poder

Já há muito tempo que critico o PCP e o BE por se terem recusado ao0 longo do tempo em criar uma alternativa de esquerda com condições de lutar pelo poder. Infelizmente sempre preferiram olhar para os seus umbigos e ficar satisfeitos com a conquista de mais um ou dois deputados, mesmo que isso condene o país e os portugueses a sofrerem mais anos de politicas desastrosas e de destruição do estado social. O PCP já veio fechar a porta e, talvez por isso, o BE veio abrir uma janela de oportunidade. Sem ser o ideal nem ser aquilo em que acredito, afinal nenhum questiona a nossa participação na falsa União daquilo a que chamamos Europa e eu não compreenda como poderiam fazer politicas diferentes cumprindo com as suas regras e imposições, era importante que essa aproximação e unidade se começasse a criar. Não só juntando as forças partidárias, mas indo buscar à sociedade civil, às centenas de associações e movimentos existentes apoios e participação que possibilitasse a potenciação da mudança. Criando uma alternativa em que os que já não acreditam valer a pena votar porque ganham sempre os mesmo, pudessem ver uma luz de esperança e um objectivo que os fizesse desejar participar na mudança. Bastava serem esses os reais objectivos dos partidos de esquerda para isso ser possível.











Caro Cretino:
Permita-me que o trate desta forma, mais familiar. Bem sei que todos o tratam por Sócretino, mas eu, devido ao stresse pós-traumático do combate, como hoje se diz, sinto um enorme desejo de o tratar desta forma, sinto-me assim uma pessoa mais próxima do seu restrito círculo de amigos. Cretino, deve estar aflito para descobrir porque é que estou a escrever. Não, escusa de ficar descansado, não é um novo golpe de estado. Os golpes, geralmente são feitos pelos militares de secretaria (funcionários públicos) e não pelos militares combatentes. A razão desta missiva é para lhe dizer que é um político com sorte. Se estivesse na oposição, nem quero pensar nas consequências, era um Regimento (inimigo) de comentadores a abrir fogo sobre o Governo eleito, no qual não faltariam o Vital Moreira, Manuel Alegre e o Francisco Louçã, entre outros, a dizer, nem mais um soldado para o Afeganistão. Como agora está V. Ex.ª à frente dos desígnios desta fraca gente, toda essa trouxa de formadores de opinião está do seu lado, tal como o Graça Moura estava ao lado do Cavaco nos tempos áureos desse trauliteiro. Pois bem, caro Cretino, nós, os militares, somos uns felizardos com a esquerda no poder. A seguir à implantação da república, lá fomos nós para França, levar cacetada que até fervia, mal treinados, mal equipados e sem perceber patavina do que ali andávamos a fazer. Pelo menos, ficámos a saber que havia uma terra em França que se chamava La Lys. Mais tarde, houve um seu ex-colega, de Santa Comba Dão, que nos mandou rapidamente para África e em força. Mais uma vez, sem equipamento militar digno desse nome, levámos no cabedal, de todos os lados e, também aí andámos sem perceber de que lado estava o inimigo, até que alguém disse e bem, … nem mais um soldado p’rás colónias…, tendo terminado assim o forrobodó. Houve alguns que fugiram, antes que se fizesse tarde, não cumpriram o serviço militar, não por medo, claro, Ah Heróis, fugiram porque eram contra aquela guerra, coisa que eu, idealista dos quatro costados, aprovei. Mas hoje, esta guerra, já não tem opositores no regime, esta é uma guerra boa. Sendo assim, Cretino, se os vir, isto é se não foram ainda para Argel, Paris França, ou Genebra, diga-lhes por favor, que estamos à espera deles, que venham também, e já agora que tragam um amigo. Segundo dizem os talibãs, nas montanhas, há lugar para todos. Para terminar, resta-me dizer que, mais uma vez, os equipamentos para o combate, ficámos sem eles, foram comprados mas, para uso exclusivo da GNR no Iraque e da PSP, em Timor. E ainda bem Cretino, manda-os colocar no jardim do teu palacete, pode ser que ainda um dia te venham a fazer falta para te levar ao aeroporto.
O teu soldado, Funcionário Público n.º 1