A apresentar mensagens correspondentes à consulta Ministro das Finanças ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
A apresentar mensagens correspondentes à consulta Ministro das Finanças ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens

terça-feira, março 19, 2013

Um verdadeiro comediante


 Afinal o Vitor Gaspar não é um mau Ministro das Finanças porque o homem não é um Ministro das Finanças mas sim um actor de Stand-up Comedy. Foi um erro de casting deste governo e ninguém notou. Nem mesmo quando ele falava com aquela voz arrastada e dizia barbaridades todos se deixaram enganar. Se hoje na Assembleia da Republica ninguém morreu com um ataque de riso com aquilo que ele disse é porque aquilo é tudo gente muito sisuda e séria.

 15h15 "Tivemos sete avaliações positivas", disse o ministro das Finanças. 15h21 Vítor Gaspar fala sobre a consolidação orçamental. "Julgo que vale a pena destacar que 4,9% do PIB é o défice como apurado de acordo com a metodologia acordada com a troika"
15h31 - Vítor Gaspar diz que Portugal pode beneficiar do apoio dos parceiros europeus.
15h34 - Só será possível obter empregos em Portugal com bons salários se houver recapitalização da economia
15h44 - O envelope de financiamento para Chipre reflecte o consenso económico entre o Eurogrupo e o governo do país.
15h46 - "Na ausência desta medida, os cipriotas estariam a enfrentar consequências ainda piores."
15h49 - "O pacote de medidas é naturalmente da iniciativa e da responsabilidade de cada país", disse Gaspar.
15h50 - Vítor Gaspar diz que não houve radicalismo na execução do programa.
15h52 - A recuperação de crescimento será o motor da recuperação económica.
15H54 - "O grupo tem sabido usar o papel de bom aluno para bater o pé à troika", disse o deputado do PSD
16h07 - O ministro das Finanças sublinha que o desemprego não é uma preocupação macroeconómica, mas humana e social, constituindo o problema mais dramático. Segundo o governante, a melhor forma para combater o desemprego é procurar primeiro as bases para recuperação económica com vist ao crescimento sustentado e criador de emprego.
16h19 - "Portugal está empenhado no aprofundamento da união bancária a nível europeu e na harmonização da garantia dos depósitos a nível da União Europeia, que conjuntamente com outros elementos da união bancária são vitais para a confiança no sistema bancário europeu", declara o governante.
16h25 - O regresso aos mercados, explica Vítor Gaspar, serve para poder distribuir a consolidação orçamental num período mais alargado, sendo que o programa não terá mais tempo.
16h40 - O ministro das Finanças afirma que, de acordo com os cálculos, a dívida pública portuguesa é sustentável, estando abaixo dos níveis que se verificam na Itália, por exemplo, e muito perto dos níveis da Irlanda.
16h55 - "A tomada de uma medida deste tipo [a taxa sobre depósitos] está completamente fora de causa", reitera o ministro das Finanças.
16h57 - Vítor Gaspar explica que os números que foram apresentados hoje aos deputados e os números que decorrem do sétimo exame regular ao programa de ajustamento são consensualizados entre o Ministério das Finanças, o BCE, CE e FMI. Relativamente à questão do Orçamento Rectificativo, o ministro das Finanças explica que o mesmo só se justifica quando é necessário rever ou aumentar limites orçamentais, frisando que neste momento o tesouro português tem uma posição muito confortável, pelo que não há qualquer calendário para um Orçamento Rectificativo.
17h34 - Vítor Gaspar garante que a decisão em relação aos depósitos no Chipre não foi apoiada inicialmente pelo Eurogrupo, nem consequentemente apoiada pelo primeiro-ministro e pelo próprio ministro das Finanças. A iniciativa partiu do governo cipriota, sendo posteriormente apoiada pelo Eurogrupo.
"Considerações de estabilidade sistémica e de confiança aconselhavam que não fosse tocado qualquer depósito abaixo do limiar garantido", afirmou.
17h38 - "A procura interna já está alinhada com a oferta interna e consequentemente a urgência do financiamento não se coloca da mesma maneira, sendo que a procura interna deverá primeiro contrair a um nível mais lento e depois recuperar gradualmente ao longo do tempo", afirma o ministro das Finanças, sublinhando ainda que o sector exportador está a recuperar e as taxas de juro estão também a ajustar.
Vítor Gaspar diz também que há perspectivas de recuperação do investimento privado nacional e do investimento direito estrangeiro.

quinta-feira, julho 09, 2009

O Teixeira das Finanças Vs Teixeira da Economia

Finanças vs Economia

Depois da “marrada” do Manuel Pinho, o Ministro de Estado e Ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, assumiu também a pasta de Ministro da Economia. Gosto de imaginar o Teixeirinha, quando está no Ministério das Finanças a imaginar como vai “esticar” o dinheiro e diminuir o défice e quando está no Ministério da Economia a prometer aos empresários os milhões que o Ministro das Finanças não tem vontade nenhuma de gastar. No Conselho de Ministros provavelmente anda ao estalo consigo próprio.

quarta-feira, janeiro 11, 2012

Ministro de porcelana...Chinesa


Uma nota interna do Ministério das Finanças dá por oficial um défice de 5,4 por cento este ano, 0,9 pontos acima da meta traçada. (Cerca de 500 milhões de euros).
O Governo de Pedro Passos Coelho está a trabalhar num cenário de medidas adicionais este ano, para compensar um desvio orçamental decorrente do agravamento do cenário macroeconómico e do custo para a Segurança Social das pensões dos bancários, que foram transferidas para o Estado e que vai permitir que o Governo cumpra com o défice estabelecido com a troika no ano passado, mas provocando um aumento do défice deste ano.

Se o anterior Ministro das Finanças, (Teixeira dos Bancos e que chegou a ser considerado o pior Ministro das Finanças da União Europeia), não havia maneira de acertar uma previsão económica a médio prazo, o actual Vitor Gaspar parece não conseguir acertar numa curtíssimo prazo. Passaram-se 9 dias do inicio de execução do Orçamento de Estado para 2012, e já anunciam buracos de mais 0,9 por cento no défice e que todos nós vamos pagar em mais austeridade e pobreza. Se as previsões do Ministro sempre foram, para muitos, irrealistas e como não creio que seja nem burro nem ignorante em finanças, só posso concluir que foi pouco verdadeiro. Enganou as pessoas e o país com previsões erradas.
Ou o mal é do Ministro ou é do sistema, ou até pode ser dos dois. Em qualquer caso algo terá de mudar, ministro ou sistema, preferencialmente os dois. Mas, parece que nem os negócios da China vão salvar este governo.

quinta-feira, março 01, 2012

Bola de cristal


Questionado se haverá mais austeridade em Portugal, o primeiro-ministro Passos Coelho respondeu: "Eu espero bem que não. Não tenho nenhuma bola de cristal. Como presidente do PSD ou como primeiro-ministro não me anuncio como um profeta".

Vítor Gaspar, ministro das Finanças, revela que o desemprego deverá atingir os 14,5 por cento no próximo ano, segundo as previsões do Governo. A recessão vai agravar-se, com estimativas de 3,3 por cento do PIB, e o défice para 2012 deve atingir os “4,5 por cento”.
O ministro das Finanças revela ainda que o Governo irá apresentar até ao “final de Março” um orçamento rectificativo.

Já nem sei o que dizer deste governo e deste Ministro das Finanças. Olha-se para estes números e não se acredita neles por piores que já sejam. Ao fim de dois meses já falhou em todas as previsões sem que se possa encontrar nenhuma razão para isso e já todos sabemos que também estes não serão cumpridos. O Passos Coelho já não apresenta certezas e diz não ter nenhuma bola de cristal. Não tem bola de cristal, nem tem ideia nenhuma das consequências da sua parvoíce. Já o Vítor Gaspar deve fazer as suas previsões numa dessas bolas porque dá a ideia que não acerta uma sendo o ilustre economista que é. Ou então acerta mas mente e engana.

sábado, maio 17, 2008

Afinal sempre há crise de novo.

 Crise

«O ministro das Finanças anunciou ontem a revisão em baixa da previsão de crescimento económico deste ano, de 2,2 para 1,5 por cento. Teixeira dos Santos esclareceu também que foi revista em alta a previsão para a taxa de inflação em 2008, em 0,5 pontos percentuais, para 2,6 por cento.
O Governo decidiu manter as previsões para a taxa de desemprego nos 7,6 por cento, tal como tinha sido antecipado no Orçamento de Estado para 2008, apesar de ter revisto em baixa as previsões do crescimento económico, esclareceu o ministro das Finanças.»

Pois é a crise. Até o Sr. Silva veio dizer que já tinha visto que isto ia correr mal que o “bicho” da crise nos ia cair, uma vez mais cima. Pelos vistos só o governo é que não tinha ainda previsto que isto acontecesse e vem agora o Ministro das Finanças agora sobre o leite derramado. Claro que quem devia chorar éramos nós que vimos a inflação a aumentar acima das previsões do próprio governo e dos nossos aumentos. Lá vamos nós pagar de novo a crise, tão pouco tempo depois de nos virem com as “Aleluias” do fim da crise que até contou com anúncios de descida de impostos, (neste caso o IVA), aí está ela de novo para mais um assalto aos nossos direitos e bolsos. Claro que o Engenheiro ainda vai chegar aí e conseguir encontrar uma maneira de nos dizer: “Estes números são uma boa notícia para a economia portuguesa” e para Portugal.

Contributo para o Echelon: 15kg, DUVDEVAN

sábado, junho 23, 2012

Burro e mentiroso?

O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, admitiu que a informação disponível sobre o comportamento das receitas "não é positivo", mas sublinhou que o Governo está empenhado em cumprir o défice para este ano.
"Estes dados disponíveis traduzem um aumento significativo nos riscos e incertezas que estão associadas às expectativas orçamentais. O Governo está determinado a cumprir o tecto para o défice de 4,5% para 2012, mas estamos totalmente conscientes de que o esforço necessário para atingir este valor é muito importante". O ministro das Finanças explicou que se verificaram "valores abaixo do esperado" para a receita fiscal, nomeadamente do IRC,  e para as contribuições para a segurança social.

Já todos sabiam há muito que as receitas, devido ao brutal aumento dos Impostos e consequente quebra na produção e no consumo, iriam diminuir. Sabiam e muitos avisaram, mas um Ministro das Finanças fez orelhas de mercador e apresentava previsões no mínimo irrealistas.
Volto a uma pergunta que já aqui fiz; ou é incompetente e não conseguiu ver o que era evidente para todos ou é desonesto e mentiroso e sabia mas mentia. Ou pior ainda, é as duas coisas. Demita-se.

quarta-feira, maio 09, 2012

O Delfim de Wolfgang Schäuble



Jean-Claude Juncker pretende deixar a liderança do Eurogrupo em Junho e a discussão sobre a sua sucessão à frente do Eurogrupo foi ontem relançada pelo ministro alemão das Finanças. Wolfgang Schäuble, assumiu, pela primeira vez, que não descarta a hipótese de ocupar o cargo mas sublinha que há outras pessoas capazes, como por exemplo, o português Vítor Gaspar. "Pessoalmente, aprecio muito o ministro das Finanças de Portugal, Vítor Gaspar", disse o político conservador alemão, embora considere "que seria difícil" explicar semelhante nomeação devido ao facto de Portugal ser um país intervencionado.

Porra, se a Europa está como está e o Vitor Gaspar só é Ministro das Finanças de Portugal, o que seria dela se ele mandasse nas políticas económicas de todo o espaço Europeu. Para nós, que nos livrávamos  dele seria uma lufada de esperança, mas deixar um ditador ficar à frente do Eurogrupo, sobretudo sabendo como no caso do Durão Barroso que acabam por ser "mais papistas que o papa", acabaria inevitavelmente por colocar toda a Europa a pão e água.

quinta-feira, março 29, 2012

Porque só nos saiem Pinóquios?


O primeiro-ministro anunciou hoje que o Governo vai aprovar na quinta-feira uma proposta de Orçamento rectificativo que não inclui mais medidas de austeridade e que prevê uma recessão de 3,3 por cento para este ano.

«O Governo está disponível “para tomar medidas adicionais que se revelem necessárias para garantir a execução orçamental adequada” em 2012. A afirmação foi feita pelo próprio Ministério das Finanças no documento sobre a 3.ª avaliação trimestral do Programa de Ajustamento Económico.»

No orçamento para 2012 a previsão era de 2,8%, já vai nos 3,3%, a Agência Fitch já prevê 3,7 e eu que não entendo nada de finanças e de economia apostava que vai ultrapassar em muitos os 4%. Que o Passos Coelho não saiba o que diz e minta com todos os dentes é coisa que não surpreende ninguém, afinal ainda não fez outra coisa desde que foi eleito, agora de um Ministro das Finança esperara-se um maior rigor nos números e nas previsões, mas acredito que corremos o risco de uma vez mais, como aconteceu com o Teixeira dos Santos que não acertava uma, de voltarmos a ver um nosso Ministro das Finanças ser considerado o pior da Europa.

terça-feira, setembro 27, 2011

Gasparzinho no Covil do Dinheiro


"O processo de ajustamento vai ser um grande desafio e a maioria das dificuldades está para vir". O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, reconheceu, na noite de sábado, em Washington no âmbito da reunião anual entre o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundia, que o reequilibro da situação económica e financeira do País vai levar tempo a estar concluído e que os sacrifícios pedidos às famílias vão acentuar-se. O ministro das Finanças demonstrou também algum receio de que uma eventual réplica da contestação social vivida na Grécia se possa repetir no País.

O Gasparzinho foi a casa dos donos, do Mundo, apresentar o seu relatório de avaliação de desempenho e certamente deve ter agradado aos Senhores do Dinheiro. Essa gente, como o nosso ministro, não têm qualquer dimensão social no seu pensamento nem nas suas preocupações, olham para números e vêm a economia como a vaca sagrada. Para essa gente, como para o nosso ministro, não há limites para sacrifícios para os povos nem perda perda de direitos e diminuição de condições de vida. Em nome da alta finança, fome, pobreza e miséria são aceitáveis. Preocupam-se mais com a possibilidade da contestação social que pela condição de vida de quem a faz.
Outubro vai ser o mês de lhes começar a oferecer o que mais temem. Logo no dia 1 Manifestação da CGTP e no dia 15 os povos vão mostrar a sua indignação numa enorme manifestação internacional a acontecer em Lisboa e em centenas de cidades por todo o Mundo.

terça-feira, abril 24, 2012

Vitores nas finanças. Não obrigado



O ministro das Finanças, Vitor Gaspar, voltou a descartar a possibilidade de pedir às instituições que compõem a troika qualquer suavização das condições inerentes ao Programa de Assistência Económica e Financeira a vigorar em Portugal.

O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Vitor Constâncio, disse que Portugal deverá regressar aos mercados na data prevista.

A execução orçamental do primeiro trimestre está pior que a do ano passado, revelam dados divulgados hoje pela Direcção-geral do Orçamento. Há menos receita de IR, O défice do subsector Estado no primeiro trimestre foi quase o dobo do ano anterior e a despesa também registou um aumento significativo: 3,5% e na Segurança Social, onde a crise faz-se sentir quer nas contribuições recebidas, quer nas prestações pagas.

Isto de ter Vitores a mexer em dinheiro públicos parece não ser coisa boa. Um, para o PSD, passou de besta como Presidente do Banco de Portugal a bestial como Vice-Presidente do BCE. Não é bem assim que ainda por lá há quem não goste dele embora para o governo seja uma maravilha ter tal lambe botas a falar do alto do seu tacho. O outro é o Ministro das Finanças e mesmo perante os avisos, primeiro e a realidade dos números, agora, continua a negar a evidência e, como sempre acontece a realidade vai cair em cima daqueles que menos têm. É o preço que pagamos por deixarmos estes Vítores continuem o compadrio do poder.

quinta-feira, fevereiro 21, 2013

Chumbado!


A recessão em 2013 será afinal de 2% do PIB e não 1%, como previsto no Orçamento do Estado, reconheceu o ministro das Finanças. Falando na comissão parlamentar de Finanças, Vítor Gaspar disse que esta revisão em alta dos números da recessão resultam da conjugação de menos procura interna e externa.

 Um mês e meio e já tudo falhou e já são necessárias mais medidas. Nada que todos não dissessem já mesmo antes da aprovação do Orçamento, mas uma vez mais a teimosia do Gaspar chamava de burros e ignorantes a todos. Este incompetente ou mentiroso ainda não conseguiu acertar uma única previsão desde que é Ministro e falhou sempre para pior. Já está mais que provado que a receita da austeridade a todo o custo, da criação de pobreza e miséria não leva a lado nenhum e só agrava uma economia que já era débil. Ficou muito satisfeito quando foi pedir mais uns milhões de euros emprestado aos Mercados a 6% só não explica é como os pensa pagar numa economia sem dinheiro e em recessão. Claro que quem vai pagar mais esta prova da sua incompetência vamos voltar a ser nós com mais dificuldades e menos direitos. Olhe-se para a Grécia e veja-se o futuro de Portugal com um ser tão ignóbil como o Gaspar como Ministro das Finanças. Não se corte com esta política, não se mande os mercados bugiar e não se aposte nas pessoas e na sua capacidade de produzir e rapidamente o desemprego vai disparar, as falências aumentar e a pobreza tornar-se paisagem neste país. Este país está entregue a bandidos.


sábado, janeiro 05, 2008

Assalto ao Banco de Portugal

 Assalto ao Banco

“O secretário-geral do PSD, Ribau Esteves, afirmou que o governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, deve prestar esclarecimentos até dia 15 sobre a averiguação das operações financeiras do BCP ou sair do cargo”.
In “TSF”

Depois de ter justificado a promíscua exigência de o novo Presidente da CGD ser laranja, por ser “tradição” e o compadrio garantir que esse tacho não poder ser da mesma cor partidária do Governador do Banco de Portugal, o PSD lançou um ataque à gerência do BCP, acompanhada por uma enorme campanha mediática que transformou bestiais em bestas, alterações de apoios e muitas histórias menos claras, chegou agora a hora de também tentar assaltar a Presidência do Banco central do Estado. Estou mesmo convencido que, após tomar conta de tomar de assalto todos os Banco do país, o Luís Filipe Gaiato, nos vai explicar que quem domina o sistema bancário fica com o direito a nomear o Ministro das Finanças e quem tem o Ministro das Finanças deve, evidentemente, nomear o Primeiro Ministro. Nem serão necessárias eleições.
Sempre ouvi dizer que o poder corrompe, mas pelos vistos também enlouquece.

Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI

quarta-feira, outubro 31, 2012

Contra os Salazarentos, insultemos o Gaspar


O ministro de Estado e das Finanças considerou hoje "insultuosas" afirmações dos deputados João Galamba (PS) e Honório Novo (PCP) que o aproximaram ou da linguagem ou das teses ideológicas do regime do Estado Novo.

Obrigado Sr. Ministro por considerar que compara-lo a Salazar é insultuoso. Já lhe chamei ladrão, gatuno, incompetente, mentiroso, aldrabão e muitos outros nomes de mais forte vernáculo mas pelos vistos nunca consegui ser considerado insultuoso. Agora já sei como o insultar e o atingir e ainda por cima nem tenho de mentir ao abusar. És Salazarento. E, na actual situação em que vivemos nem fica mal esta comparação, porque se temos um Ministro das Finanças, Vitor Salazar, um Primeiro-ministro que se comapara bem com o Marcelo Caetano e um Presidente que em nada fica a dever ao velho cabeça de abóbora, o Américo Tomaz.  Com gente desta a ocupar os mais altos cargo do poder não admira que o país esteja como está e por isso parece que lá teremos de fazer um novo Abril só que no Outono.
Para o boneco escolhi um das mais famosas fotografias desse glorioso dia em que, como aconteceu umpouco por todo o lado, escolas, hospitais e serviços públicos as fotografias dos fascistas eram retiradas da parede e parece que está na hora de fazermos ficar vazias mais umas paredes. è que o 25 de Abril, sempre, mas também quando um homem quiser, e eu quero.
 

quarta-feira, novembro 09, 2011

A Almofada Orçamental



O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, disse que não há alternativa no Orçamento do Estado para 2012 que permita manter um dos subsídios salariais na função pública. «O orçamento não tem folgas, foi difícil de ser construído. Será muito difícil de ser executado, porque não há almofadas, não temos alternativa», disse Miguel Relvas, reagindo à proposta do PS de cortar apenas um dos subsídios.

Para nós parece que não há almofadas mas eles querem dormir em colchões de dinheiro roubado aos cidadãos num orçamento cheio de inconstitucionalidades e ilegalidades mas eles querem tornar inevitável. Esqueceram-se de cortar nas gorduras do estado e até se lembraram de aumentar os consumos intermédios que, quando eram oposição, afirmavam seria mais que suficiente para resolver todos os nossos problemas de défice. divida externa e sei lá que mais. O pior é que emagrecer é difícil e os consumos são onde as mãos são mais rápidas que o olhar. Não lhes bastava serem mentirosos quando afirmaram que não iriam subir os impostos para serem também pulhas quando roubam salários, direitos e a esperança a quem vive honestamente do seu trabalho.

Um pequeno exemplo que nos custa 3.056.829,58 Euros por ano.

Lista constante do site do governo
1.Nome:João Montenegro
Cargo: Adjunto do primeiro-ministro
Ligação ao PSD: Foi vice-presidente da Comissão Política Nacional da JSD
Vencimento: 3.287,08 euros

2. Nome:Paulo Pinheiro
Cargo: Adjunto do primeiro-ministro
Ligação ao PSD: Foi adjunto do gabinete de Durão Barroso
Vencimento: 3.653,81 euros

3.Nome: Carlos Sá Carneiro
Cargo: Assessor do primeiro-ministro
Ligação ao PSD: Foi adjunto de Pedro Passos Coelho na São Caetano à Lapa
Vencimento: 3.653,81 euros

4.Nome: Marta Sousa
Cargo: Assessora do primeiro-ministro
Ligação ao PSD: Responsável por deslocações e imagem de Passos Coelho enquanto líder do PSD
Vencimento: 3.653,81 euros

5.Nome: Inês Araújo
Cargo: Secretária do primeiro-ministro
Ligação ao PSD: Foi secretária do Governo PSD chefiado por Pedro Santana Lopes
Vencimento: 1.882,76 euros

6.Nome: Joaquim Monteiro
Cargo: Adjunto do primeiro-ministro
Ligação ao PSD: Foi deputado do PSD entre 1983 e 1985
Vencimento: 3.287,08 euros

7.Nome: Raquel Pereira
Cargo: Adjunta do ministro das Finanças
Ligação ao PSD: Foi adjunta no gabinete do Secretário de Estado do Tesouro e Finanças, Miguel Frasquilho e chefe de gabinete da secretária de Estado Maria do Rosário Águas.
Vencimento: 3.069,33 euros

8.Nome: Rodrigo Guimarães
Cargo: Chefe de gabinete do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Ligação ao PSD: Foi chefe de gabinete de Morais Leitão no Governo Santana
Vencimento: 4.791 euros

9.Nome: Gonçalo Sampaio
Cargo: Adjunto do gabinete do ministro da Defesa
Ligação ao PSD: Ex-candidato a deputado pelo PSD e presidente da secção B do PSD Lisboa
Vencimento: 3.183,63 euros

10.Nome: Cláudio Sarmento da Silva
Cargo: Assessor do gabinete do ministro da Defesa
Ligação ao PSD: Eleito membro da Assembleia da freguesia da Costa da Caparica pelo PSD
Vencimento: 3.356,34 euros

11.Nome: Paulo Cutileiro Correia
Cargo: Adjunto do ministro da Defesa
Ligação ao PSD: Ex-vereador da Câmara Municipal do Porto
Vencimento: 3.183,63 euros

12.Nome: Ana Santos
Cargo: Assessora do gabinete do ministro da Defesa
Ligação ao PSD: Fez parte da equipa, que, no Instituto Francisco Sá Carneiro, elaborou o programa do PSD para as últimas eleições
Legislativas; Ex-dirigente da Universidade de Verão.
Vencimento: 3.356,34 euros

13.Nome: Nuno Maia
Cargo: Adjunto de imprensa do gabinete do ministro da Defesa
Ligação ao PSD: Foi assessor no grupo parlamentar do PSD quando Aguiar Branco era líder
Vencimento: 3.183,63 euros

14.Nome: Marta Santos
Cargo: Adjunta do Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional
Ligação ao PSD: Foi assessora de António Prôa, vereador do PSD na Câmara Municipal de Lisboa
Vencimento: 3.183,63 euros

15.Nome: João Pedro Saldanha Serra
Cargo: Chefe de gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional
Ligação ao PSD: Ex-líder da bancada do PSD na Assembleia Municipal de Lisboa
Vencimento: 3.892,54 euros

16.Nome: João Miguel Annes
Cargo: Adjunto do gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional
Ligação ao PSD: Presidente da JSD Algés/Carnaxide . Faz parte do Conselho Nacional do PSD.
Vencimento: 3.183,63 euros

17.Nome: Rita Lima
Cargo: Chefe de gabinete do ministro da Administração Interna
Ligação ao PSD:Foi chefe de gabinete de Regina Bastos, secretária deEstado da Saúde no Governo de Santana Lopes
Vencimento: 3.892,53 euros

18.Nome: Jorge Garcez
Cargo: Assessor do Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Administração Interna
Ligação ao PSD:Secretário-Geral Adjunto da Comissão Política Nacional da JSD
Vencimento: 3.069,33 euros

19.Nome: António Valle
Cargo: Adjunto do Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares
Ligação ao PSD: Assessor de comunicação de Passos Coelho na São Caetano à Lapa
Vencimento: 3.069,33 euros

20.Nome: Ricardo Sousa
Cargo: Adjunto do Sec. de Estado Adjunto do Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares
Ligação ao PSD: Delegado ao Congresso do PSD pela JSD
Vencimento: 3.069,33 euros

21.Nome: Nuno Correia
Cargo: Chefe de gabinete do Sec. de Est. Adj. do Ministro Adj. dos Assuntos Parlamentares
Ligação ao PSD: Ex-candidato do PSD à Câmara Municipal de Castanheira de Pêra
Vencimento: 4.542.00 euros

22.Nome: Ademar Marques
Cargo: Adjunto do Sec. de Est. Adj. do Ministro Adj. dos Assuntos Parlamentares
Ligação ao PSD: Presidente do PSD/Peniche
Vencimento: 3.069,33 euros

23.Nome: Marina Resende
Cargo: Chefe de gabinete da Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade
Ligação ao PSD: Ex-assessora do Grupo Parlamentar do PSD (Junho)
Vencimento: 3.892.53 euros

24.Nome: Ricardo Carvalho
Cargo: Adjunto do Secretário de Estado da Administração Local e Reforma
Ligação ao PSD: Secretário da Junta de Freguesia Prazeres, eleito pelas listas do PSD
Vencimento: 3069,33 euros

25.Nome: João Belo
Cargo: Adjunto do secretário de Estado da Administração Local e Reforma
Ligação ao PSD: PSD/Coimbra
Vencimento: 3069,33 euros

26.Nome: André Pardal
Cargo: Especialista do gabinete
Ligação ao PSD: Vice-presidente da JSD; Delegado no último Congresso do PSD (XXXII)
Vencimento: 3069,33 euros

27.Nome: Diogo Guia
Cargo: Chefe de gabinete do Secretário de Estado do Desporto e Juventude
Ligação ao PSD: Membro da Assembleia Municipal Torres Vedras pelo PSD
Vencimento: 3.892.53 euros

28.Nome: Sónia Ferreira
Cargo: Especialista do gabinete do Secretário de Estado do Desporto e Juventude
Ligação ao PSD: Candidata a deputada pelo PSD nas últimas eleições Legislativas
Vencimento: 3.069,33 euros

29.Nome: Manuel Martins
Cargo: Adjunto do Ministro da Economia e do Emprego
Ligação ao PSD: Integrou as listas do PSD à junta de freguesia de Santa Isabel; Delegado ao Congresso do PSD
Vencimento: 3.069,34 euros

30.Nome: Álvaro Reis Santos
Cargo: Chefe de gabinete do sec. de Estado Adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional
Ligação ao PSD: Ex-vereador do PSD na Câmara Municipal de Ovar
Vencimento: 3.892,53 euros

31.Nome: Quirino Mealha
Cargo: Adjunto do secretário de Estado Adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional
Ligação ao PSD: Colaborou com o Instituto Sá Carneiro
Vencimento: 3.463,49 euros

32.Nome: Jaime Bernardino Alves
Cargo: Adjunto do secretário de Estado Adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional
Ligação ao PSD: Ex-presidente da Comissão Política do PSD/Resende
Vencimento: 3.069,34 euros

33.Nome: Rui Trindade
Cargo: Especialista do gabinete do sec.de Estado Adj.da Economia e do Desenv. Regional
Ligação ao PSD: Deputado na Assembleia de freguesia de Mafamude pelo PSD
Vencimento: 3.069,34 euros

34.Nome: Isabel Nico
Cargo: Adjunta do Secretário de Estado do Emprego
Ligação ao PSD Foi adjunta do sec. de Estado das Obras Públicas, Jorge Costa, num Governo PSD
Vencimento: 3.069,34 euros

35.Nome: Amélia Santos
Cargo: Chefe de gabinete do Secretário de Estado do Emprego
Ligação ao PSD:Foi chefe do Gabinete do Secretário de Estado das Obras Públicas, José Castro, no Governo de Durão Barroso
Vencimento: 3.892,53 euros

36.Nome: Carla Mendes Sequeira
Cargo: Especialista no gab. do sec. de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação
Ligação ao PSD: Em 2006 era membro do Conselho Nacional do PSD
Vencimento: 4.297,75 euros

37.Nome: Margarida Benevides
Cargo: Especialista no gabinete do sec. de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
Ligação ao PSD: Foi delegada ao XIX Congresso Nacional da JSD em 2007
Vencimento:3.069,34 euros

38.Nome: Carlos Nunes Lopes
Cargo: Chefe do gabinete do Sec. de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
Ligação ao PSD: Presidente do PSD/Mangualde
Vencimento:3.892,53 euros

39.Nome: Marcelo Rebanda
Cargo: Chefe do gabinete do Sec. de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
Ligação ao PSD: Foi adjunto da secretária de Estado do Turismo
Vencimento:3.069,34 euros

40.Nome: Eduardo Diniz
Cargo: Chefe do gabinete do Secretário de Estado da Agricultura
Ligação ao PSD: Foi assessor do gabinete do Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Fernando Bianchi de Aguiar num anterior Governo PSD
Vencimento:3.892,53 euros

41.Nome: Joana Novo
Cargo: Chefe do gabinete do Secretário de Estado da Agricultura
Ligação ao PSD: Candidata a deputada municipal de Viana do Castelo nas autárquicas de 2009 na coligação PSD-CDS
Vencimento:3.069,33 euros

42.Nome: Ana Berenguer
Cargo: Adjunta do Secretário de Estado do Mar
Ligação ao PSD: Foi adjunta do secretário de Estado Adjunto e das Pescas, Luís Filipe Gomes, no Governo de Durão Barroso
Vencimento:3.069,33 euros

43.Nome: Paulo Assunção
Cargo: Especialista do gabinete do Secretário de Estado do Mar
Ligação ao PSD: Foi adjunto do secretário de Estado Adjunto do Ministro da Presidência, Feliciano José Barreiras, no Governo de Santana Lopes
Vencimento:2.167,56 euros

44.Nome: Tiago Cartaxo
Cargo: Especialista no gabinete do Sec. de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território
Ligação ao PSD: Conselheiro Nacional da JSD; candidato derrotado à liderança da JSD
Vencimento: 3.069,33 euros

Cargo: Especialista no gabinete do Sec. de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território
Ligação ao PSD: Presidente do Gabinete de Estudos do PSD/Cascais
Vencimento: 3.069,33 euros

46.Nome: Nuno Botelho
Cargo: Apoio técnico ao gabinete do Sec. de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território
Ligação ao PSD: Vereador do PSD na Câmara Municipal de Loures
Vencimento: 1930 euros

47.Nome: Paulo Nunes Coelho
Cargo: Chefe de gabinete do secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território
Ligação ao PSD: Foi chefe de gabinete do secretário de Estado da Administração Local de Miguel Relvas, no Governo Durão
Vencimento: 3.892,53 euros

48.Nome: António Lopes
Cargo: Adjunto do gabinete do Secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território
Ligação ao PSD: Foi candidato à Câmara Municipal da Azambuja pelo PSD
Vencimento: 3.069,33 euros

49.Nome: Ricardo Morgado
Cargo: Especialista/Assessor do Secretário de Estado do Ensino Superior Ligação ao PSD: JSD
Vencimento: 2505,47 euros

50.Nome: Francisco José Martins
Cargo: Chefe de gabinete do secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Ligação ao PSD: Ex- chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PSD
Vencimento: 3.892,53 euros

51.Nome: Francisco Azevedo e Silva
Cargo: Adjunto do secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Ligação ao PSD: Ex- chefe de Gabinete de Manuela Ferreira Leite
Vencimento: 3.069,33 euros

52.Nome: José Martins
Cargo: Adjunto do secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Ligação ao PSD: Adjunto do Secretário de Estado da PCM, Domingos Jerónimo no Governo de Santana Lopes
Vencimento: 3.069,33 euros

53.Nome: Ana Cardo
Cargo: Especialista jurídica no gabinete do secretário de Estado da Cultura
Ligação ao PSD: Adjunta do gabinete de Teresa Caeiro (CDS), no Governo Santana Lopes
Vencimento: 3.069,33 euros

54.Nome: Luís Newton Parreira
Cargo: Especialista no gabinete do secretário de Estado da Cultura
Ligação ao PSD: Presidente da secção D do PSD Lisboa
Vencimento: 3.163,27 euros

55.Nome: João Villalobos
Cargo: Assessor no gabinete do secretário de Estado da Cultura
Ligação ao PSD: Prestação de serviços de assessoria em Comunicação Social e New Media, junto Gabinete dos Vereadores PPD/PSD na Câmara Municipal de Lisboa
Vencimento: 3.163,27 euros

56.Nome: Inês Rodrigues
Cargo: Adjunta da secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário
Ligação ao PSD: Adjunta do gabinete da secretária de Estado da Educação, Mariana Cascais, no Governo de Durão Barroso
Vencimento: 3.069,33 euros

57.Nome: Marta Neves
Cargo: Chefe de gabinete do ministro da Economia
Ligação ao PSD: Adjunta do ministro as Actividades Económicas e do Trabalho, Álvaro Barreto, no Governo de Santana Lopes
Vencimento: 5.821,30 euros

58.Nome: Fernando Faria de Oliveira
Cargo: Chairman da CGD (Sector Empresarial do Estado)
Ligação ao PSD: Ex-secretário de Estado do PSD

59.Nome: António Nogueira Leite
Cargo: Vice-presidente da CGD (Sector Empresarial do Estado)
Ligação ao PSD: Conselheiro económico do presidente do PSD, Pedro Passos Coelho

60.Nome: Norberto Rosa
Cargo: Vice-presidente da CGD (Sector Empresarial do Estado)
Ligação ao PSD: Ex-secretário de Estado em Governos PSD (Cavaco Silva e Durão Barroso)

61.Nome: Nuno Fernandes Thomaz
Cargo: Vogal da Comissão Executiva da CGD (Sector Empresarial do Estado)
Ligação ao PSD: Ex-secretário de Estado de Santana Lopes

62.Nome: Manuel Lopes Porto
Cargo: Presidente da Mesa da Assembleia-geral da CGD (Sector Empresarial do Estado)
Ligação ao PSD: Presidente da Assembleia Municipal de Coimbra, eleito nas listas do PSD

63.Nome: Rui Machete
Cargo: vice-pesidente da Mesa da Assembleia-geral da CGD (Sector Empresarial do Estado)
Ligação ao PSD Ex-presidente do PSD

64. Nome: Joana Machado
Cargo: Assessora do secretário de Estado da Administração Interna
Ligação ao CDS: Integrou as listas do CDS-PP para a Assembleia Municipal de Lisboa nas autárquicas de 2001
Vencimento: 2.364,50 euros

65. Nome: André Barbosa
Cargo: Assessor do secretário de Estado da Administração Interna
Ligação ao CDS: Ex-assessor do Grupo Parlamentar do CDS-PP
Vencimento: 2.364,50 euros

66. Nome: Tiago Leite
Cargo: Chefe de gabinete do secretário de Estado da Administração Interna
Ligação ao CDS: Candidato do CDS a Presidente da Câmara de Santarém nas autárquicas de 2009 e nº3 na lista de deputados à Assembleia da República nas últimas eleições Legislativas.
Vencimento: 3.892,53 euros

67. Nome: José Amaral
Cargo: Chefe de gabinete dSecretária de Estado do Turismo
Ligação ao CDS: Candidato nas Europeias como suplente, nas listas do CDS.
Vencimento: 3.892,53 euros

68. Nome: Antero Silva
Cargo: Adjunto da ministra da Agricultura
Ligação ao CDS: Líder do grupo municipal do CDS/PP na assembleia municipal de Vila Nova de Famalicão e membro da JP
Vencimento: 3.069,33 euros

69. Nome: Carolina Seco
Cargo: Adjunta Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural
Ligação ao CDS: Era a nº3 da lista à Assembleia da República pelo CDS no distrito de Viana do Castelo
Vencimento: 3.069,33 euros

70. Nome: Tiago Pessoa
Cargo: Chefe do gabinete ministro da Solidariedade e Segurança Social
Ligação ao CDS: Presidente do Conselho Nacional de Fiscalização do CDS
Vencimento: Vencimento de origem (HS-Consultores de Gestão, SA)

71. Nome: João Condeixa
Cargo: Adjunta do gabinete ministro da Solidariedade e Segurança Social
Ligação ao CDS: Candidato pelo CDS em Lisboa nas últimas Legislativas
Vencimento: 3069,33 euros

72. Nome: Diogo Henriques
Cargo: Adjunta do gabinete ministro da Solidariedade e Segurança Social
Ligação ao CDS: Chefe de gabinete da presidência do CDS-PP.
Vencimento: 3069,33 euros

73. Nome: Arlindo Henrique Lobo Borges
Cargo: Assessor do Secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar
Ligação ao CDS: Deputado municipal pelo CDS em Braga
Vencimento: 3069,33 euros.

TOTAL:
3.056.829,58 Euros por ano.

sábado, outubro 27, 2012

O Gaspar da maratona


O ministro das Finanças comparou o programa de ajustamento português a uma maratona. Portugal tem «uma maravilhosa tradição de corredores de maratona, portanto sabemos o que significa correr e triunfar na maratona». «Quando nós estamos a dois terços de uma maratona, estamos por volta do 27º quilómetro, e como sabem os corredores de maratona, em geral, não desistem ao 27º quilómetro», referiu. O que Vítor Gaspar quis dizer é que o pior está para vir: «Os atletas têm os seus maiores desafios já na fase final da maratona. É isso exactamente que acontece com o programa de ajustamento».O ministro das Finanças comparou o programa de ajustamento português a uma maratona.

O Homem da Maratona foi um excelente filme com o Dustin Hoffman que passou pelos nossos cinemas poucos anos depois da revolução do 25 de Abril e que me deu a ideia para o boneco. Quanto às afirmações do Gaspar só me apetece responder-lhe, vá à merda Sr. Ministro. Com aquela carinha aparvalhada, aquela voz arrastada e monocórdica, tem a mania de fazer este tipo de comparações, acompanhadas de uns sorrisinhos de quem se acha ter muita graça, mas só para anunciar mais desgraças. Já vos andei a lixar no último ano, já vos prometi lixar no próximo mas ainda quer salientar que o pior ainda está para vir. Não quer correr o risco de quando nos está a lixar, haja alguém que se atreva a ainda ter esperança que algo possa melhorar. Não só pisa como ainda nos cospe em cima para sua grande satisfação. Para além de incompetente, nunca acertando nenhuma previsão, é um sádico que tira prazer da desgraça que impõe aos outros. Um canalha do pior que já passou por este país.



domingo, maio 24, 2009

Banda Paralamentar da A.R.

Banda Parlamentar

Em Portugal, os deputados ganham 3708 euros de salário-base, o que corresponde a 50% do vencimento do presidente da República. Para além das actualizações do vencimento base, 2,9%, há ainda subida em complementos remuneratórios - como o subsídio de refeição, e despesas de transporte em viatura própria, por exemplo. Os titulares de cargos públicos têm ainda direito a um abono mensal para despesas, cujo limite pode chegar a 40% do salário no caso do Presidente, primeiro-ministro e ministros, ou de 25% no caso dos deputados. Como também lhes são pagos abonos de transporte entre a residência e São Bento uma vez por semana, e por cada deslocação semanal ao círculo de eleição, um deputado do Porto, por exemplo, pode receber mais dois mil euros, além do ordenado.

A notícia levantou polémica, no Parlamento, quando surgiu a informação de que os administradores do banco, assim como os da Anacom e da Autoridade da Concorrência iam ser aumentados em 5 por cento. Mas depois ficou a saber-se que pelo menos no caso do Banco de Portugal os salários vão ser congelados, o que implica que o mesmo aconteça com a Anacom e a Autoridade da Concorrência, cujos salários estão indexados aos do banco central. A oposição aplaude, mas não se dá por satisfeita. Miguel Fasquilho considera «uma atitude sensata» o congelamento dos salários, mas afirma que houve «por parte do Ministério das Finanças nenhum desmentido, nem nenhuma notícia a dizer que nunca lhes passou pela cabeça que houvesse estes aumentos». O PCP concorda. Honório Novo afirmou que «Registamos esse recuo, mas lançamos um outro desafio: o senhor ministro das Finanças é quem assina estes aumentos, e nós, naturalmente desafiamos a que não aprovasse (…) qualquer aumento dos administradores do Banco de Portugal e das demais entidades reguladoras em 2009. Já Francisco Louçã, do Bloco de Esquerda, pede regras claras para quem ocupa os altos cargos das entidades reguladoras e defende que, no caso do Banco de Portugal, os salários são já muito elevados. «Estamos a falar de salários que em alguns casos são três vezes o do Presidente da República».

Aplaudem os deputados o não aumento dos administradores, mas não usam o mesmo critério em causa própria. Nem resolveram não ser aumentados este ano nem os vejo utilizar o seu poder legislativo para criar regras que impeçam a vergonha e a imoralidade de alguns salários de detentores de cargos públicos que existem neste país. Será que é porque sabem que, muitas vezes, é na Assembleia da Republica e no governo que são “recrutados” os próximos senhores a ocupar esses cargos?

sexta-feira, novembro 20, 2009

Este tem mau na avaliação e é titular

 o quato pior ministro

O ministro de Estado e das Finanças, Teixeira dos Santos, foi classificado pelo diário britânico 'Financial Times' como o quarto pior ministro das Finanças, 15º lugar, num ranking de 19 ministros. Ainda assim, o governante melhorou quatro posições desde a última análise, em 2008, quando ocupou o último lugar da lista.

Cá pelo Jardim, da esquerda à direita todos o elogiam e dizem ser o melhor Ministro que temos. Eles lá sabem porquê.

segunda-feira, abril 07, 2008

O Refém

O Refém

«Porque José Sócrates “está refém deste ministro das Finanças” a política está a ser levada a cabo contra os cidadãos. “Este ministro das Finanças [Teixeira dos Santos] é um homem perigoso, é um homem que tem os seus complexos até sociais e este homem olha a sociedade portuguesa de uma maneira de quem quer castigar a sociedade, quem tem qualquer mágoa íntima contra a sociedade portuguesa”.»
Alberto João Jardim

Afinal aquele que , "não era engenheiro, era engenheiro, uma grande baralhada como o país”, não é assim tão mau e o "Bicho da Madeira" até lhe acha piada. Será que a postura e o estilo do Sócrates lhe trouxeram recordações de como ele era na sua juventude? Será que compreende que um líder de um governo, seja ele nacional ou regional, tem de controlar a informação e manter tudo na linha com uma mão de ferro e à bruta se necessário? Será que reconheceu que têm muito em comum? Será que afinal, quando tantos se indignaram por o Jaime Gama ter elogiado o "Bicho da Madeira" ele afinal estava era a fazer um elogio ao Sócrates? Mau, mesmo mau é o Teixeira dos Santos que o mantém refém, mas quem eu penso que à muito está refém somos todos nós. Reféns destes políticos que olham mais para interesses que para as necessidades dos cidadãos, reféns deste sistema liberal que faz como objectivo principal da sociedade o dinheiro e não as pessoas, refém desta Europa dos Bilderberg que nos impõe um futuro sem futuro. Talvez por nunca ter gostado de me sentir preso, tolhido na minha liberdade, não gosto do que vejo e do que sinto. Talvez porque gostava de deixar aos meus filhos um mundo melhor não gosto nada desta situação. Talvez por isso e porque me assusta o amanhã que nos querem impor nunca me calarei contra esta gente, nunca deixarei de acreditar que há muita liberdade para ganhar.
.....................................
Quando eu finalmente eu quis saber
Se ainda vale a pena tanto crer

Eu olhei para ti Então eu entendi
É um lindo sonho para viver

Quando toda a gente assim quiser


Tenho esta viola numa mão
Tenho a minha vida noutra mão

Tenho um grande amor
Marcado pela dor
E sempre que Abril aqui passar
Dou-lhe este farnel para o ajudar

E agora eu olho à minha volta
Vejo tanta raiva andar a solta
Que já não hesito
Os hinos que repito
São a parte que eu posso prever

Do que a minha gente vai fazer

Eu vim de longe
De muito longe
O que eu andei prá aqui chegar
Eu vou pra longe
P´ra muito longe
Onde nos vamos encontrar
Com o que temos pra nos dar


Extracto de "Eu vim de longe" José Mário Branco

Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping

domingo, fevereiro 12, 2012

Escutam-se os segredos, destapam-se as mentiras


Em declarações captadas pela TVI, no início do Eurogrupo, o ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schauble disse: "Depois de uma decisão substancial sobre a Grécia se houver necessidade de ajustamento do programa português, nós estaremos prontos para o fazer", explicou Schauble sobre Portugal.
Publicamente, o primeiro-ministro Passos Coelho tem dito que "não quer mais tempo nem mais dinheiro", mas no diálogo privado com Schauble, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, respondeu com agradecimento. "Isso é muito apreciado".

Todos sabem que as contas de Portugal vão derrapar e já em Abril isso vai ser claro nos relatórios sobre as contas do primeiro trimestre, com o aprofundamento da recessão e a redução das receitas. Todos sabem que Portugal não vai poder pagar o empréstimo e que vai ter de renegociar os prazos e até muito provavelmente pedir nova ajuda. (Por mais que nos digam que Portugal não é a Grécia, as consequências da brutal austeridade a que ambos os países têm sido sujeitos fará com que aquilo que hoje acontece na Grécia seja o prenuncio do destino que nos traçaram).
A solução só pode passar, não só por uma mudança de politicas mas sobretudo pela mudança deste sistema em que os mercados mandam mais que as soberanias dos países. Não se trata aqui de pieguices, mas do futuro de todos nós.

sábado, abril 17, 2010

Uma quinta-feira de cinzas na Europa

viagem cavaco republica checa

"Esta conferência de imprensa não é sobre o Tratado de Lisboa." Vaclav Klaus, Presidente da República Checa, não escondeu a sua incomodidade quando ontem, em Praga, numa conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo português, Cavaco Silva, uma jornalista portuguesa lhe perguntou pelo Tratado de Lisboa (que assinou contrariado).

A incomodidade, porém, não o levou a fugir à pergunta. "A minha opinião não mudou." "Pelo contrário", acrescentou. "É um problema aplicar tudo o que foi aprovado." E portanto "o défice democrático não diminuiu na Europa. Pelo contrário". Ao lado, o Presidente português nem pestanejava. Cavaco Silva e Vaclav Klaus conhecem-se há muitos anos, têm muito em comum nos respectivos percursos políticos (ambos economistas, ambos ex- -ministros das Finanças e ambos ex-primeiros-ministros). O Presidente português sabe que o seu homólogo está longe de ser um euroentusiasta: acha o reforço da união política uma miragem. A República Checa não está no euro nem quer estar.

Mas não foi esse o único momento em que Klaus mostrou não ter papas na língua. Questionado sobre os défices excessivos que alguns países da UE exibem - Portugal sendo um deles -, disse o que porventura Cavaco pensa mas não diz.

"Para mim é inimaginável que os países possam admitir um tal défice como aconteceu nos últimos tempos", afirmou o Chefe do Estado checo. "Como ministro das Finanças e como primeiro-ministro, eu nunca admitiria tal défice", acrescentou. Para Klaus, ao "crime" terá de corresponder um "castigo": "Aqueles que aceitaram isso agora terão de suportar as consequências do seu acto."

Cavaco foi, face à mesma pergunta, bastante mais "amável" (expressão do seu homólogo). Manifestou mesmo algum optimismo: "Neste momento surgiram já alguns sinais positivos de recuperação económica na União Europeia, embora essa recuperação seja ainda um pouco tímida." Segundo acrescentou, a sanidade orçamental portuguesa vai depender do "comportamento das economias para as quais exportamos bens e serviços e das quais recebemos os turistas que nos visitam", embora haja que estar alerta face aos riscos de "contágio" provenientes da crise grega. A visita do PR termina hoje.

em "DN Globo"

Powered By Blogger