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sexta-feira, novembro 08, 2013

Durão o aldrabão


Durão Barroso garantiu que "A Comissão Europeia reconhece ao Tribunal Constitucional português como ao tribunal constitucional de qualquer país, o direito  – mais, o dever – de verificar se as normas adoptadas [pelos parlamentos] são ou não compatíveis com a respectiva Constituição".
"O que a Comissão Europeia tem o dever de fazer é, isso, sim, salientar aquelas que podem ser as implicações de determinadas decisões", sublinhou. O que significa que se o TC considerar inconstitucionais "as principais medidas [do Orçamento do Estado] que a Assembleia da República aprovou ou vai aprovar, então isso poderá sem dúvida colocar em causa o regresso de Portugal aos mercados na data prevista. Isto é para nós uma evidência", vincou. Se isso acontecer, disse ainda o presidente da Comissão, "Portugal terá de substituir essas medidas por outras medidas (...) provavelmente mais gravosas e medidas que provavelmente terão um efeito mais negativo em termos de crescimento e emprego. Essa é a análise unânime feita pela Comissão Europeia, pelo Banco Central Europeu, pelo Fundo Monetário Internacional e pelos países da zona euro", justificou. Bruxelas tem um "respeito absoluto pelas decisões do TC" mas "ao mesmo tempo, temos de dizer que as decisões têm consequências", insistiu.

Então esta besta diz que nunca pressionou nem pressionará o Tribunal Constitucional mas depois passa o resto da conferencia de imprensa a fazer isso mesmo. Se chumbam as medidas não cumprem o memorando e não há mais dinheiro, prejudicam a economia e o emprego, blá, bla blá. Este gente tem mesmo cara de pau e são tão merdosos que nem o seu país respeitam. Gananciosos que pensam que estão a falar com mentecaptos. Da próxima vez que pusesse o pé em Portugal deveria ser imediatamente detido e julgado por traição ao seu país, aos direitos dos cidadãos e por gatuno, corrupto e aldrabão. Bandalho.


quarta-feira, novembro 06, 2013

Os senhores do Apocalipse


Curiosamente há dias em que Portugal não é a Grécia, vivemos um milagre econômico, tudo está a correr bem e o Sol já brilha ali no horizonte para no dia seguinte  nos dizerem que são precisos mais não sei quanto milhares de milhões, mais austeridade, mais cortes nos salários e pensões, mais pobreza para cumprir com as metas traçadas pelos nossos credores. No meio de tudo isto o que sobra mesmo é a realidade e essa é bem triste, com a miséria a alastrar por todo o lado. Culpado há e aparecem com frequência a debitar alarvidades e mentiras nas televisões mas infelizmente o que existe é uma realidade em que para além de ninguém lhes cobrar essas responsabilidades pouco ou nada fazem para os correr de lá. Pagamos todos e a que preço. 

quarta-feira, outubro 09, 2013

Em crise a lei é para cumprir só mais ou menos


Depois do Durão Barroso vir avisar que se o Tribunal Constitucional chumbasse mais medidas do governo o "caldo estava entornado" foi a vez de um alto responsável do Eurogrupo afirmar que "É um Tribunal Constitucional activista comparado com qualquer outro Tribunal Constitucional que eu conheça" e que em momentos de crise é necessário mostrar mais flexibilidade. Começou por cá com as afirmações do Passos Coelho e agora já é a Europa a querer pressionar e a fazer chantagem sobre o país para obrigar a aceitar ir5 contra a sua lei fundamental. Se o nosso Presidente da Republica não fosse uma múmia a quem se esqueceram de avisar que tinha morrido, teria, de acordo com a sua função principal de defender o escrupuloso respeito e cumprimento da Constituição bem como a soberania do país, apresentado imediatamente um protesto por este abuso e pelo desrespeito pelas leis deste país. Aliás já deveria há muito ter posto o bandalho do Passos Coelho na ordem mas prefere manter-se no silêncio dos culpados. Um Zombie que não só não faz nem serve para nada como acaba a legitimar o desrespeito pela nossa lei fundamental e pelos direitos dos cidadãos. Agora é para permitir que nos roubem ainda mais mas um dia destes é para aprovarem leis que nos retirem o direito à indignação, à greve, à manifestação ou à liberdade de expressão. Afinal estamos em crise e com isso tudo parecem querer legitimar. Filhos-da puta.

segunda-feira, outubro 07, 2013

O caldo entornado


O regresso de Portugal aos mercados está pendente da capacidade de “cumprir os passos que estão previstos” nas reformas delineadas pela troika na oitava e nova avaliações. O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, salienta que o recado é válido para “todos”, incluindo o Tribunal Constitucional. “É obvio que Portugal tem de fazer um esforço como Estado, não se pode pedir apenas responsabilidade do Governo – é responsabilidade de todos órgãos de soberania e da sociedade no seu conjunto.” A instabilidade social e a “falta de determinação”, disse, representam “um risco político” a ter em consideração. ” A instabilidade leva à insegurança junto dos investidores e quem paga é o país credor que vê reduzidas as fontes de financiamento. “Quando as pessoas começam a duvidar, começam a vender dívida pública portuguesa, os juros começam a aumentar e lá temos outra vez o caldo entornado.”

É verdade que não estamos a falar de um ser humano mas de um bicho fedorento, de um sabujo que trocou o seu país pelo luxossito bacoco de um lugar de Presidente da Comissão Europeia, que se vendeu por cagança e um bocadinho de poder. Vendido até à medula ao grande capital, aos Senhores da Nova Ordem Mundial, este bandalho e traidor vem agora com falinhas mansas chantagear o país e os seu orgãos de soberania. Ameaça o Tribunal Constitucional, e todos nós. Ou obedecemos , ou calamos, ou nem refilamos ou mostramos muita  subserviência e aceitamos tudo o que querem ou temos o caldo entornado.
Pois eu digo-lha já que meta os seus mercados e os juros no cu, que entorne o caldo pelo seu focinho abaixo que não precisamos dele para nada. Reconquistemos a nossa soberania e a nossa dignidade mandando-o à merda. Este é um ser rastejante do mais indigno que existe e só merece os nosso desprezo e que todos os portugueses lhe escarrem em cima.

terça-feira, julho 09, 2013

O Programa cautelar


Onde é que eu já vi este filme. Para muitos um segundo resgate já era inevitável o que inevitavelmente iria trazer mais austeridade mas também a queda deste governo. O enredo é sempre o mesmo. Começámos por justificar fazer sacrifícios e estar sob a pata da Troika com soberania limitada  por estarmos sob um resgate. Afinal parece que um segundo resgate seria necessário e a pata da Troika, a austeridade e a perda de soberania continuariam, mas vindo do nada o segundo resgate transforma-se em Programa Cautelar. Ai que suspiro de alivio que se ouve quando nos vêm dizer que é outra coisa diferente. O que ainda não dizem é que seja resgate ou programa cautelar o que se vai manter é austeridade, pata dos mercados e perda de soberania. Na realidade é a mesma coisa com outro nome e assim salva-se o governo de eleições e engana-se o pagode. 


quarta-feira, maio 08, 2013

O coro dos gatunos


Um dia destes olhei para uma televisão e lá estava o Cara de Cherne a mandar faladura sei lá onde. O discurso é o mesmo de todos os poderosos, mercados e banqueiros. Ai a crise, ai a Europa, ai o euro, temos de os proteger, temos de os salvar porque senão reinará o caos e a desgraça. Sem o Deus Euro para nos salvar vamos parar ao inferno, sem a divina protecção da Europa estamos condenados ao fogo eterno da fome, miséria, desemprego. Pois é, mas nesse fogo já ardemos nós e nos vemos Gregos assim todo o sul da Europa. Esta gente fala como se numa missa de acção de graças estivessem, mas na verdade é de uma de finados que se trata. Bradamerda...todos.


terça-feira, março 12, 2013

Os Miseráveis da Europa


A dias de mais uma cimeira europeia, em Bruxelas, Durão Barroso escreveu aos chefes de Estado e de Governo para fazer um balanço da resposta à crise na Europa e dar conta de algumas preocupações da Comissão Europeia, a que preside. As reformas dos países começam “a dar frutos” mas é preciso ter em atenção as “consequências sociais” da crise, nomeadamente a subida do desemprego.

A chanceler alemã Angela Merkel vai tentar evitar que o Parlamento alemão vote a extensão do prazo para cumprir o pagamento dos empréstimos concedidos a Portugal e à Irlanda.

Esta é a Europa que temos, a merda em que vivemos, o futuro em que querem que sobrevivamos. Um antro de malfeitores e gananciosos comandado por uma cabra sem escrúpulos. Se algum houve quem tivesse a ilusão de uma União Europeia a realidade mostra bem que são os egoísmos quem mais ordena. Como vai isto acabar? Infelizmente temo que da pior maneira e uma nova guerra na Europa não é impossível
Como até já o próprio Presidente do Parlamento Europeu reconhece, o alemão Martin Schulz, a Europa gastou milhões de euros para resgatar os bancos, mas, com a crise e os actuais níveis de desemprego, em particular entre os jovens, arrisca-se a perder uma geração e identifica a perda de confiança dos cidadãos na capacidade de a União Europeia resolver os seus problemas como “uma das principais ameaças” da própria UE. “E se a nova geração perde confiança, penso que é a UE que está verdadeiramente em perigo”.
 

terça-feira, fevereiro 19, 2013

Euro-Aldrabões


Porque a memória é importante, porque há culpados da situação em que estamos, porque outros nos querem dominar e explorar, porque esta dívida não é nossa, porque há responsabilidades a pedir. Estes são só dois dos muitos, estes enganaram o seu país a troco de fama, fortuna e opulência, para "excitarem" os seus egos e a sua cacança. Mas há mais, muitos mais, uns vendidos a troco por tachos, outros por estatuto mas quase todos também por dinheiro.  Todos ao serviço dos Senhores do Mundo, do grande capital, dos especuladores, dos mercados, da avidez humana. Gente reles, gente gananciosa, gente que não presta. Esquecem a moral, a justiça, a decência, a dignidade a troco de 30 dinheiros. Podia fazer aqui uma lista imensa mas todos sabem quem chegou à política com uma mão à frente e outra atrás e passado pouco tempo já vive na opulência. É bom ir recordando os seus nomes e as suas faces para que nunca mais gente da sua laia possa mentir, enganar, trair e roubar à custa da pobreza e da miséria de um país.

terça-feira, janeiro 08, 2013

O D. Durão


O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, afirmou que "O debate no nosso país está centrado no curto prazo e não se reflete nas oportunidades que uma crise como esta abre a Portugal". Barroso questionou ainda se Portugal terá aplicado da melhor maneira os cerca de 96 mil milhões de euros que Bruxelas já enviou para no nosso país no âmbito dos diversos quadros comunitários de apoio.
"Será que fizemos sempre as melhores escolhas no sentido do desenvolvimento do país?", questionou.
Barroso lembrou ainda que quando as coisas correm bem, muito políticos reclamam para si os êxitos, mas quando correm mal, culpam Bruxelas.

Este grande bandalho, que participou activamente como governante na delapidação dos fundos comunitários, que acabou por fazer como escolha abandonar o país para ir para o bem-bom da mordomia europeia, vem-nos falar de oportunidades que a crise abre. Oportunidades para quem? Para os que ficam no desemprego? Para os que caiem na miséria e na pobreza? É a precariedade uma oportunidade para quem tudo tem de aceitar em troca de um salário de miséria, sem garantias ou direitos? É uma oportunidade para as crianças que vão para a escola de barriga vazia, para os idoso que não podem comprar os medicamentos por falta de dinheiro? É uma oportunidade para quem perde perde tudo e acaba a viver debaixo de uma ponte? São este os grandes oportunistas da crise? Ou só se estava a dirigir aos banqueiros que enriquecem à custa da crise, às grandes fortunas que as aumentaram em 13%  em ano de recessão? Ao grande patronato que tem gente a trabalhar em regime de quase escravidão? Ou será aos liberais para aplicarem o seu plano de destruição de tudo o que seja estado social? Atirá-lo ao Tejo ainda era pouco.

domingo, janeiro 06, 2013

Dia de Reis


Sem tempo para escrever um texto pelo que a minha visão do dia de Reis de 2013 fica-se só pelo boneco.

sexta-feira, janeiro 04, 2013

Um barco chamado Europa


Durão Barroso considera que não se pode responsabilizar a União Europeia pela actual crise financeira dos estados-membros: só por “algum desconhecimento” e “desonestidade intelectual”, acusou. A verdade, para Durão Barroso, é que a crise apenas revelou as “sérias deficiências” de uma “construção imperfeita”, nomeadamente a “arquitectura da união económica e monetária”. A actual união monetária não passa de “um navio preparado para o bom tempo que se revelou demasiado frágil quando veio a tempestade”.

Quando Portugal entrou para a União Europeia o discurso era de uma Europa unida e falava-se de coesão económica, social e financeira. A Solução passou por pagar aos países a destruição do seu sistema económico e produtivo, (agricultura pescas e industria), substituindo-o por serviços e especulação financeira. Já na altura alguns avisaram para os perigos e para as consequências dessas políticas, chamavam-lhes de velhos do Restelo, mas o dinheiro e as promessas de uma Europa solidária não permitia que fossem ouvidos.
Hoje pode questionar-se se os lideres Europeus da altura o faziam com boas intenções e acreditando naquilo que diziam ou se pelo contrário já executavam um plano de destruição para futura submissão e roubos dos países mais fracos. Certo é que essa é a politica actual dos lideres que agora a governam.  Dizer que acusar a Europa dos males porque passamos é desconhecimento de desonestidade intelectual é sim uma desonestidade intelectual do Durão Barroso. Quem construiu o tal barco para o bom tempo esquecendo-se dos temporais? Quem conduziu o barco e o levou para dentro do temporal? Querer agora lavar as mãos das suas culpas é fácil, mas há culpados e esses culpados têm nome. Durão Barroso é certamente um deles.

sexta-feira, dezembro 21, 2012

Incompetentes


A Comissão Europeia ainda vê riscos para o cumprimento da meta revista do défice de cinco por cento para este ano. «O Governo implementou medidas adicionais para cumprir a meta de 2012. No entanto, o risco para atingir as metas continuam, em particular devido a contínuas falhas na arrecadação de receita e pelas incertezas quanto ao tratamento específico da venda prevista das concessões aeroportuárias», lê-se no relatório da Comissão Europeia sobre a sexta avaliação do Programa de Assistência Económica e Financeira. Bruxelas diz que, apesar de a meta do défice orçamental para este ano ter sido revista de 4,5% para 5%, os riscos não são negligenciáveis.

E agora como é? Mais e mais austeridade para somar a toda aquela já prevista para 2013? Não houve um único objectivo do governo e do incapaz Gaspar que tivessem sido atingidas. O défice, mesmo com a benesse de 0,5% oferecida pela Troika, vai falhar, o desemprego bateu  recordes, a recessão afundou, a dívida engordou e a economia está destroçada. Podia vir para aqui com números sobre tudo isto e muito mais que todos mostram um falhanço clamoroso nas previsões do governo. Nada bate certo e mesmo com medidas extraordinárias que nos foram ao bolso uma vez e para 2013, apesar do brutal Orçamento de Estado previsto e do corte de mais 4 mil milhões em serviços públicos e sociais, a própria comissão europeia já afirma poderem não ser suficientes e serem necessárias mais medidas, ou seja mais austeridade e mais cortes. Era em 2012, depois em 2013 3 o próprio Passos Coelho já atira o início da recuperação para 2014. Até quando vamos continuar impávidos a ver este descalabro e a aceitar que estes incompetentes destruam o que resta do país, dos empregos e das nossas vidas?

segunda-feira, dezembro 10, 2012

O "igNóbel" da paz


A União Europeia recebeu hoje o prémio Nobel da Paz. Quem se lembra da cimeira das Lajes e da Guerra do Iraque e da forma como alguns países europeus promovem um autentico colonialismo económico sobre os outros países mais fracos só pode considerar isto como uma brincadeira de mau gosto. A Europa, assim como a América ou outra qualquer grande potencia são sempre focos de guerra, de instabilidade e de miséria porque todos procuram manter o seu poder à custa de outros. Os prémios Nobel da paz há muito que está desvirtuado e serve interesses económicos e político. Infelizmente, mais uma boa ideia transformada num jogo de interesses.


terça-feira, novembro 20, 2012

Esta austeridade é uma festa


Ontem, depois do trabalho, chegado a casa e enquanto fazia umas limpezas e umas arrumações começou a falar na rádio o Vitor Gaspar sobre a sexta avaliação da Troika. Se eu não soubesse que há gente a passar fome, a viver nas ruas e muitos desesperados sem emprego ou meios de subsistência, se eu não soubesse que as contas públicas estão um caos, que as receitas fiscais baixaram imenso e a economia está a dar o berro ia pensar que estávamos no paraíso, ou pelo menos a caminho dele. O défice vai ser canja, a recessão vai-se extinguir como por magia, o desemprego cair e ainda vamos ter a refundação do Estado com serviços públicos de saúde e educação de grande qualidade. É a grande festa que aí vem. Pelo menos para ele que vai receber da Troika mais uns milhares de milhões. Uma festa em que infelizmente nós vamos ficar à porta ao frio do desemprego e da precariedade, ensopados em impostos neste temporal de austeridade.

sexta-feira, outubro 12, 2012

Anjinhos o caraças


O presidente da Comissão Europeia disse ser fundamental que se perceba que os Governos nacionais são responsáveis pelas medidas de austeridade que aplicam, e não a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu ou o Fundo Monetário Internacional (Troika). Segundo Durão Barroso, “é muito importante que se clarifique esta questão da responsabilidade”, porque “alguns governos dizem ao seu público que têm problemas porque ‘eles’, aqueles ‘fulanos’ em Bruxelas, ou em Frankfurt, no caso do BCE, ou em Washington, no caso do FMI”, estão a impor-lhes algo, “e isto simplesmente não é verdade”, e dificulta ainda mais a aceitação de medidas já de si “dolorosas”.

Isto da TROIKA afinal não são os malvados que os acusam e acabam a ser uns anjinhos que só nos querem ajudar e são os governos que nos lixam. Afinal os memorandos são só um papel a que os governos podiam limpar o cu e só não o fazem porque cagam nos povos. Isto é como o fisco que nos diz quais os impostos que temos de pagar mas somos nós que decidimos se pagamos o não. A decisão é nossa e o Ministro das Finanças um anjo.
Esta gente não tem vergonha na cara e basta ver o Cara de Cherne a querer limpar a cara da Comissão Europeia lavando as mãos das suas responsabilidades na miséria a que condenam os povos, o BCE e o FMI advertem para as consequências na economia da austeridade mas não deixam de a impor.
Amanhã, na Praça de Espanha, os artistas vão dizer à Troika que se lixe e todos nós lá estaremos c bater panelas e a fazer muito barulho no Global Noise para os apoiar. Depois muitos irão até São Bento para ai permanecerem  protestando, debatendo e realizando actividades que vão do Ioga à recolha e distribuição aos mais necessitados de roupa e comida, até às 18 horas de segunda feira altura em que se iniciará uma concentração de protesto contra este Orçamento de Estado e o seu "colossal" aumento de impostos. Que se lixe a Troika e que se lixe este governo. Queremos as nossas vidas.

Vejam aqui o Fim-de-semana da Resistência [AQUI]
e procurem os protestos que vão acontecer um pouco por todo o país.

sábado, outubro 06, 2012

Democracia verdadeira, já


O "Cara de Cherne" já veio a Portugal, mesmo antes de os portugueses saberem a roubalheira a que vão estar sujeitos no próximo ano, dizer-nos que a Comissão Europeia está de acordo e celebra essa roubalheira. Vivemos tempos de vergonha e de miséria, vivemos tempos em que somos governados por gatunos que roubam salários, empregos e esperança. Vivemos tempos em que esta Europa mostra a sua verdadeira face de vampiro. Vivemos tempos difíceis, vivemos tempos em que temos de assumir as nossas responsabilidades e o nosso futuro. A democracia como a conhecemos já está morte e não responde às necessidades dos portugueses. Quem nos governa e quem nos diz representar na AR já não nos respeita e não cumpre a sua tarefa democrática. Fantoches às ordens de interesses. Pantomineiros. Está na hora de construirmos uma nova democracia mais participativa e onde a nossa voz seja ouvida e a nossa vontade seja cumprida. Uma democracia em que quem nos governa não tenha medo do povo do seu país. Uma democracia em que o 5 de Outubro não tenha de ser celebrado à porta fechada por medo. Está na hora de dizermos que a rua é nossa.
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