A apresentar mensagens correspondentes à consulta Mário Lino ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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segunda-feira, maio 28, 2007

O direito à opinião

O Correio da manhã, jornal sério e nada voltado para o sensacionalismo e para o boato, como todos sabemos, tem hoje um artigo sobre as reacções da blogosfera às afirmações do Ministro Mário Lino sobre o deserto para lá do Tejo. Fez uma busca por ‘Mário Lino blogs’ e concluiu que as referências aumentaram para 490 mil. Fala da “explosão de criatividade” e acaba o artigo da seguinte forma: “Seja em forma de texto, imagem ou vídeo, todos são livres de trazer a público o seu ponto de vista. O anonimato e a falta de uma legislação na blogosfera permite aos usuários dizerem tudo o que lhes apetece”. E assina, Márcia Bajouco

Cara Márcia:
Não é a falta de legislação, já que ela é idêntica à de qualquer outro escrito em qualquer outro local, que nos permite dizer aquilo que nos apetece. É verdade que há muitos blogs que são anónimos, mas também há muitos que o não são e que fazem o mesmo (o meu por exemplo, se perder dois minutos rapidamente descobre quem sou, só tem de procurar). O que acontece é que há por aí muita gente cansada daquilo que se passa neste país e neste sistema em que vivemos. Há muita gente cansada de ver os órgãos de informação a desinformar, a esconder, a não serem suficientemente verdadeiros e corajosos. Há por aí muita gente que acredita na liberdade de dizer aquilo que pensa. A grande diferença entre aquilo que aparece escrito num blog ou numa notícia de jornal, é que aqui não fazemos notícias, mas sim mostramos a visão de cada um de nós sobre aquilo que vemos acontecer. Eu não digo que o Mário Lino é um camelo, digo sim, que para mim se comporta como tal. Para dizer isto não necessito de me esconder por detrás de nada. Sou eu que penso assim e esse é um direito que é meu. Quem não desejar saber a minha opinião, imaginar que se pode sentir ofendido por aquilo que penso, é simples, não a venha cá ler.
Deixe lá os blogs em paz, e não suspire por uma “legislação na blogosfera”. Nós, as gentes dos blogs, sabemos bem aquilo em que acreditamos e temos muito orgulho e satisfação na liberdade que queremos e defendemos.

Já agora deixo aqui o comentário do JCosta sobre a noticia publicada:
"Como o dito não é anónimo e nem lhe falta legislação, está-se mesmo a ver,não diz tudo o que lhe apetece. Por mim subscrevo qualquer coisa para que o pessoal do 'correio' possa ir onde entender..."

O amigo Jack do blog "Os Infiltrados" deixou mais este excelente e imaginativo texto como comentário. Tinha que saltar cá para fora.

Amigo Kaos, não sei qual é o meu azar, tudo me bate à porta. Não sei se conheces uma jornalista Márcia qq coisa. Enviou-me um texto por fax e pediu-me que o deixasse aqui no teu Blog. Também não sei qual é o vosso relacionamento, nem tenho nada que saber mas, devia estar bastante irritada e com os copos quando o escreveu porque, não entendi nada do que lá está escarrapachado.
Um abraço Jack .

“Até já a formiga tem catarro”, como dizem na minha terra. Estive quase tentada a não lhe responder mas, ao abrigo da lei de imprensa, coisa que vocês aí na blogosfera desconhecem, resolvi escrever esta simples missiva de modo a que o ilustre aprendiz de jornalista, da próxima vez, não se meta com quem não deve. Como sabe, se não sabe informe-se, nós jornalistas, andamos 3 anos no ensino superior, está bem que é um curso minhoca mas, tal como o Primeiro, o que conta é o canudo. Contrariamente, vocês são uma caldeirada de cursos, sem qualquer formação específica e, mais do que isso, sem “verus dominus” que leva a que se cometam as maiores atrocidades como se está a ver no caso concreto do pobre Mário. Os bloguistas não são “sui juris” logo, não devem brincar ao jornalismo, isto é, “suum cuique”. Pois é, caro Kaos, nós temos um “pactum servati dominii” no que toca ao direito de informar, portanto, vocês arrumem a trouxa e vão fazer bonecos para a margem sul. Nós temos “norma agendi”, “verbi gratia", que não nos permite falar mal de um familiar de um colega nosso, veja o António Costa, claro que tem um lado bom e um lado mau, nós contribuímos para que na informação jornalística se veja apenas o lado bom da sua candidatura, não é como os bloguistas que estão “erga omnes”, i.e. disparam em todas as direcções, até parece que não têm amigos. O vosso “modus faciendi” não tem o controlo do “mandator” como nós temos, e que leva a que haja um bendito filtro na nossa liberdade de expressão. Espero que tenha sido explícita e que de uma vez por todas acabe a “calumnia litium” “ab hoc et ab hac” na blogosfera. Mas, “errare humanum est” e nós jornalistas aqui estamos para os perdoar, esperamos é que no mais curto espaço de tempo apaguem os blogues ou então, nos contactem para ser regulamentada a vossa actividade.
Márcia Trabouco

Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping

sexta-feira, março 15, 2013

Hoje é dia de Teatro


O ex-ministro das Obras Públicas Mário Lino vai estar novamente na ribalta, mas desta vez a representar e a cantar, também no papel de engenheiro, numa peça de teatro, Nada do Outro Mundo, que tem estreia marcada para sexta-feira, em Cascais.

Para não dizerem que aqui neste blog só digo mal aqui está um post para celebrar o facto de ver anunciar  um ex-ministro não vai para administrador de uma grande empresa mas para actor de Teatro. E logo o Engenheiro Mário Lino, que não tendo conseguido construir nem uma aeroporto, nem o TGV, nem mesmo sendo no "deserto da Margem Sul", vai fazer o papel de um Engenheiro que constrói uma ponte. Acredito que se vai dar bem, afinal representar para iludir a realidade é aquilo que os nossos governantes sempre fizeram melhor. Talvez ficasse melhor no papel de Camelo, mas não pode ter logo um que lhe valha um Oscar.

terça-feira, abril 28, 2009

As mordaças do PSD

 Cala-te

“O PS, pela terceira vez, tenta pôr uma mordaça em opiniões diferentes: foi a mordaça do candidato Vital Moreira, a mordaça do ministro Santos Silva e a mordaça do ministro Mário Lino. Curiosamente os três têm um passado de cultura democrática ligado ao comunismo e ao trostkismo, consoante os casos, que fala por si.
Paulo Rangel responde assim ao ministro Mário Lino que hoje o acusou de ter uma visão salazarenta dos investimentos públicos.

De cada vez que a Manuela Ferreira Leite abre a boca, (normalmente não entra mosca), já todos sabemos que perde votos. Agora é a vez do Paulo Rangel mostrar que também ele fazia melhor em estar calado. Um partido que pouco mais tem feito que criticar o governo não pode acusar de o quererem amordaçar de cada vez que esse governo o critica a ele. Não lhe fica bem e é assustador pensar que se ele chegasse ao poder muito provavelmente acabaria por ter uma relação ainda mais difícil com a critica que aquele que têm os Socretinos. Também o bolorento Salazar considerava que a critica só podia ser resolvida com mordaças e esta resposta do líder parlamentar do PSD é triste. Tão triste como a figura que o seu partido anda a fazer.
Com gente desta, a que nos governa e a que nos quer convencer que são alternativas estamos bem tramados. Está na hora de mudar, não só na cor do partido do governo, mas sim também nas políticas. Há que devolver este país aos cidadãos e acabar com a pouca vergonha desta politica de compadrios, em que os ricos cada vez ficam mais ricos e todos nós cada vez mais pobres. Há que recusar as políticas europeias que nos condenam a obedecer a um liberalismo que nos conduziu a esta crise e ao desespero das filas de desempregados. Há que mudar, mas mudar realmente de opções para este país.

quinta-feira, janeiro 15, 2009

Vem aí a nova televisão

Televisão Digital

«O Governo assegura que ninguém vai ficar sem televisão e promete apoiar a compra de equipamentos para a Televisão Digital Terrestre (TDT).
O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, garante apoios, sobretudo às famílias mais carenciadas, para que ninguém deixe de ter acesso à nova televisão.
Faltam menos de 3 anos para ser cortado o actual sinal de televisão analógico. A partir de 2012, só quem receber o sinal digital é que vai poder ligar a “caixa que mudou o mundo”.
Mário Lino diz que o Governo pode dar subsídios aos telespectadores, mas as operadoras de televisão reclamam mais do Estado. “Com a libertação do espectro radioeléctrico o Estado vai receber um bem de elevado valor, que poderá alugar, ceder, vender a terceiros, deverá por isso mesmo ser o Estado quem compete pagar as acções de promoção de TDT que utilizem tempo de emissão dos operadores televisivos. Acresce que implica a continuação de avultados investimentos em equipamento e em formação de pessoas e também aqui deve competir ao Estado apoiar esses investimentos”, diz Francisco Balsemão.»

Era só o que faltava deixar este povinho sem ver televisão. Vão-lhe meter pela porta dentro e, se possível colocar um aparelho, (sem botão de desligar), em cada sala, quarto, cozinha ou cagadeira da casa. É por aquela caixa mágica que nos hipnotizam, que, empregados ou desempregados, remediados ou pobres, nos adormecem e nos fazem ruminantemente ficar sentados a vê-los servirem-se do país e daquilo que devia ser de todos nós. Para isso não faltará certamente dinheiro, nesta ou na próxima crise em que vivermos. Não vai faltar para garantir que nos vão poder entrar todos os dias em casa, nem para encher os bolsos de muitos outros.

quinta-feira, janeiro 01, 2009

Prémios Kaos 2008 - Mário Lino e Jorge Coelho

Prémios 2008

«As novas regras foram aprovadas em Conselho de Ministros. Regras mais flexíveis para a contratação das grandes obras públicas. As medidas vigorarão em 2009 e 2010. O objectivo é acelerar as obras públicas e relançar a economia portuguesa.
Assim, em obras cujo custo seja inferior a 5,15 milhões de euros, o Estado pode optar pelo ajuste directo em vez do concurso e no âmbito da compra e locação de bens móveis ou serviços para contratos até 206 mil euros. O Governo garante que são medidas excepcionais.»

O Prémio “Camelo da Margem Sul” tinha como destino garantido o Ministro Mário Lino, mas depois desta nova decisão governamental, todos nós passámos a ser os “Grandes camelos” deste Jardim. Qual a empresa de construção que não gostará de ser amiga do peito do Ministro? E qual das empresas fornecedoras de bens e serviços não desejarão passar a mão pelo pelo de algum membro do governo? Num país onde se fala tanto de corrupção estas facilidades parecem sempre ser uma bênção dos céus…para alguns, (como a crise que as justifica).

sexta-feira, janeiro 11, 2008

Retratos de Ano Novo - A oposição

Triste oposição

Luís Filipe Menezes Menezes congratulou-se com a decisão do Governo de construir o novo aeroporto de Lisboa em Alcochete mas considera que isso mostra “um Primeiro-ministro sem coragem, que hesita, que muda com muita frequência de opinião, que tem convicções que não são muito, muito profundas”.
Até chegam a meter dó as intervenções do Gaiato Menezes. Consideraria ele que o Sócrates seria corajoso e merecia louvores por manter a opção pela OTA, mesmo havendo provas irrefutáveis que estava a fazer asneira? Certamente que dava mais jeito ao Gaiato que Sócrates na sua arrogância não mudasse de opinião para o poder criticar, mas, sendo ele o “chamado” líder da oposição não deveria desejar o melhor para o país?

Já o Paulo Portas veio pedir a cabeça do Mário Lino. Porque será que, uma personagem que considera que o terrorismo nasceu com a Revolução Francesa, tem a mania de cortar cabeças? O homem devia ter vivido em 1789 que teria sido operador de guilhotina certamente. Mário Lino, por uma questão de dignidade, devia demitir-se e nunca ser demitido. O Paulinho devia era pedir a demissão do Secretário de Estado que ofendeu toda uma população quando desejava justificar o pagamento e 9 euros em catorze prestações de 65 cêntimos e aproveitar na mesma altura e demitir-se também da liderança do CDS. Todos nos recordamos bem da sua passagem e dos seus correligionários pelo poder, dos casos e dos financiamentos.

É esta a oposição de direita que o Sócrates tem de enfrentar. Ele bem pode dormir descansado, nós não.

Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI

Harakiri

 Arakiri

Embora estejamos a viver a hora do “Triunfo dos Porcos”, o governo decidiu e lá apareceu o Engenheiro ao lado do Mário Lino, para nos dizer: O Aeroporto da Ota morreu, viva o de Alcochete. Embora o Ministro tenha, num discurso após um jantar em que parecia demasiado alegre, chamado de deserto à margem sul do Tejo e dito que “jamé” aí seria construído um aeroporto, não tenho a filosofia que se deve pedir a cabeça de um governante por tudo e por nada, pelo que esta não me parece ser uma razão suficiente para o fazer. (Outras razões mais fortes há para correr com todo o governo a começar no Engenheiro). É preferível que este governo, arrogante por natureza, tenha tido a humildade de reconhecer que estava errado e arrepiado caminho enquanto não é tarde de mais, que continuar com o erro de esbanjar dinheiros públicos. Concordo com o Sócrates que esta não é uma razão para descartar o Mário Lino. Menos correcta é a posição do próprio Ministro que, se tivesse vergonha na cara devia demitir-se. Um harakiri vinha mesmo a calhar.

Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17

terça-feira, novembro 13, 2007

O Padrinho de Alcochete

O Padrinho CIP

Francisco Van Zeler diz que Mário Lino quer "destruir o estudo da Confederação da Indústria Portuguesa", que aponta Alcochete como melhor opção para a construção do novo aeroporto.
Acusa o ministro de estar por detrás da publicação de três notícias, que dão conta da existência de vários erros no estudo encomendado por aquela confederação.
Uma manobra que "visa descredibilizar o documento e o seu autor, José Manuel Viegas". Van Zeller diz ter indicações de que "Mário Lino quer construir o novo aeroporto na Ota"
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Todos temos questionado porque deseja tanto este governo construir o novo aeroporto na OTA. O que não ouvi perguntar é se haverá alguma razão para a CIP o desejar tanto em Alcochete. Gostava de acreditar que se têm dado a todo este trabalho e despesa só em nome do bem de Portugal, mas como estou habituado a que esta gente não dê ponto sem nó, desconfio. São muitos milhares de milhões e há muitos que lhe querem deitar o dente. É que Camelos somos nós por acreditarmos nesta gente que nos faz viver neste deserto de justiça social e futuro.

Contributo para o Echelon: 15kg, DUVDEVAN

sábado, novembro 03, 2007

O Aeromilhões

O camelo

O ministro das Obras Públicas disse sobre o estudo da CIP para o novo aeroporto, que aponta Alcochete como melhor localização para a infra-estrutura: «- Ainda não tive tempo de ler o estudo», afirmou Mário Lino, acrescentando que «certamente» lhe dará «uma vista de olhos». Entretanto, um grupo de especialistas e de docentes da Universidade de Coimbra deverá divulgar este mês um estudo sobre as vantagens da Ota para localização do novo aeroporto.

Não entendo este país. Quando parece normal que as decisões importantes para o futuro deste “Jardim”, devam ser tomadas por governos honestos, por gente eleita para tratar dos nossos destinos, vejo os empresários, a gente do grande capital a apresentar estudos e a pressionar a decisão. Isto só pode ser compreendido como a prova de que, ou há quem saiba que a decisão do governo é “fajuta, serve interesses próprios e sombrios, ou são esses mesmos interesses que procuram fazer aprovar decisões que lhes sejam mais rentáveis. Claro que resta a hipótese de o estarem a fazer por altruísmo, por amor ao país, por colocarem os desígnios da sua Nação acima dos seus interesses, mas por aquilo nos conta a história, passada e recente, parece carecer de credibilidade. O que parece certo é muitos mil milhões vão ser gastos na construção de um aeroporto enquanto a pobreza cresce em Portugal. Muitos outros milhões são e serão gastos em Cimeiras, em jantares, em visitas oficiais, em mordomias, que atravessam a nossa politica da esquerda à direita, do parlamento a Belém, do governo à oposição, que são aceites por todos, pois todos mamam nelas. Estou-me nas tintas para o novo aeroporto, gostava era de ver cada um desempenhar as suas funcões com competência. O Sócrates a ser tão competente como o piloto de um avião ou de um autocarro, o Correia de Campos como um médico, o Mário Lino como um engenheiro civil. De desertos e camelos já estou farto.

Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI

sexta-feira, julho 20, 2007

Gémeos

Estava eu muito descansado, quando de repente me aparece a Carolina , aquela do Pinto da Costa, na televisão, mas afinal não era ela, era a irmã gémea. Foi então que eu entendi tudo o que se passa por aí na política portuguesa. Afinal não andam por aí muitos mentirosos, andam é gémeos que pensam de maneira diferente. Por exemplo, o Sócrates um é Engenheiro e o Sócrates dois que não é. Um andou a fazer a campanha eleitoral, a dizer que ia baixar impostos, ia fazer referendos à constituição europeia, Scuts de borla e sei lá que mais. Depois veio o gémeo e faz tudo ao contrário. E não é o único, quase rodos os ministros têm também o seu gémeo. Há claro as excepções, como o Manuel Pinho, as borradas que diz são idênticas às merdas que faz, porque é só um. O Mário Lino também tem gémeo, mas, parece que é da margem sul e é camelo. A Lurdes, essa não tem, parece que Deus recusou fazer duas coisas daquelas, mas o da Agricultura tem, o que é Presidente dos Agricultores Europeus e que quer aprovar a reforma do vinho e o que é só ministro e é contra. Também há os ministros que não têm gémeo, nem eles próprios existem. Uma coisa da 5ª dimensão, em que um é o outro que não existe. É o caso do Ministro do ambiente que não se vê, ou mesmo a da Cultura, embora essa exista no formato abstracto e no género do gémeo do Mário Lino mas só com uma bossa. Uma mistura entre os quadros de pin-ups Andy Warhol e o mictório do Duchamp. O da Saúde também tem gémeos e parece que até mais do que um. O que diz que não vai aplicar os estudos técnicos, o que os aplica e o que pede elevação no debate. Estou eu a falar para aqui do governo, mas se formos para a Assembleia da Republica devem andar por lá uns quatrocentos e sessenta deputados pelos corredores. Os 230 eleitos para defender os interesses das populações que votam neles e os outros, que sentados nas cadeiras, levantam o dedo à ordem do dono.

Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO

domingo, novembro 12, 2006

Traidor da Nação ou Herói?

“Confesso-me um iberista convicto, Portugal e a Espanha têm uma história comum, uma língua comum, uma unidade histórica e cultural e que a Ibéria é uma realidade que persegue tanto o Governo espanhol como o Governo português.”
Mário Lino (Vigo - Abril 2006)
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Os argumentos não convenceram um grupo de 12 cidadãos subscritores de uma queixa apresentada na PGR, alegando que o ministro, violou o código penal e a constituição da República, e “incorreu no crime de traição à pátria, punido com uma pena de dez a 20 anos de prisão, de acordo com o Código Penal”.
Os nacionalistas signatários, asseguram que não têm qualquer vínculo partidário e estão a agir por "patriotismo", revelando alguma decepção com o próprio Presidente da República.
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Eu, que gosto tanto dos Espanhóis como gosto do Cavaco Silva, ou seja nada, lembro-me de uma sondagem feita recentemente em que 28% dos portugueses se mostrou a favor dessa mesma união. Isto deu-me uma ideia genial para resolver os problemas da nossa economia. Era assim:
Primeiro prendia-se um terço dos portugueses, por traição. O problema dos funcionários públicos está resolvido (são 700 mil, 1/3 = 200 mil, ou seja cumpre-se os desejos do “Compromisso Portugal”). Também o problema dos 400 mil desempregados fica solucionado com a prisão de mais de um milhão de trabalhadores, o que resolverá também o problema da imigração, possibilitando a legalização dos que por cá já estão e a entrada de muitos mais. Uma sugestão poderia ser também a alteração à lei, criando a norma de que, os presos por traição em Portugal, passariam a ter de trabalhar em empresas multinacionais com as mesmas direitos e salários daqueles praticados na China. Acredito que com isso veríamos as Multinacionais que se têm “pirado” de Portugal, como a MG ou a LEAR, voltarem sem falar de muitas outras que passariam a escolher Portugal para abrir as suas novas fábricas. Os Chineses passariam eles a ter de viver com as “deslocalizações”, que como se sabe é “uma coisa inevitável no contexto da globalização”. Já estou a imaginar, milhares de lojas dos 300 a abrir por toda a china, para vender produtos “Made in Portugal”.
Sem saber, Mário Lino pode ter ajudado a resolver o problema económico de Portugal. Será que o devo nomear no concurso “O Maior Português de Sempre”.
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Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO

terça-feira, outubro 23, 2007

O Rato Lino

O Rato Lino

O Ministro das Obras Públicas e Transportes, Mário Lino, considera a greve dos pilotos como «inoportuna» e diz que apenas pode ser encarada como uma greve “mais com objectivos políticos do que laborais”. “Neste momento os sindicatos querem manter a greve, mas estas costumam acontecer quando as pessoas já não estão disponíveis para discutir ou já discutiram e não chegaram a acordo. Não estamos de maneira nenhuma nessa situação e por isso acho estranho que o sindicato convoque uma greve que vai criar efeitos muito negativos na TAP e no país”.

Que muitos dos engravatados que costumam passar pelas cadeiras do poder, digam asneiras resultantes da sua ignorância do que são sindicatos e do que é uma greve, já é difícil de entender num regime democrático, onde o direito á greve está consagrado na constituição. Agora que seja logo este ministro, a quem certamente na sua escola e militância no Partido Comunista foram ensinados todos os fundamentos e objectivos de uma greve, torna as suas palavras mais incompreensíveis. Oh Mário, não há greves inoportunas e sabes bem que todas as greves são e serão sempre politicas. É o b-a-bá do sindicalismo e tu sabes isso muito bem.
Engraçado é notar que os governantes se mostrem tão preocupados com esta greve e com os seus efeitos e se estejam nitidamente nas tintas quando se trata de autocarros, barcos ou outros quaisquer transporte público. Talvez por os utilizarem pouco, talvez por andarem demasiadamente confortáveis, de “cuzinho tremido” nos seus popós de luxo, enquanto o avião lhes faz falta para irem e virem nas visitas aos seus “parceiros europeus”.
Pena tenho eu, em ver a forma desigual como são tratados os trabalhadores consoante as consequências que as greves que fazem provocam. Um governo realmente democrático deveria considerar todas as greves de igual forma. Pena tenho eu, que os trabalhadores deste país continuem a olhar para as suas classes profissionais de forma separada, que não haja uma verdadeira união e solidariedade para que, quando justa, a luta de uns fosse sempre a luta de todos.

Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI

sexta-feira, junho 03, 2011

O Regresso do Bullman



Manuel Pinho voltou esta noite à política no comício mais divertido da campanha socialista. «Prometi que nunca mais ia um Telejornal e cumpri. Prometi que nunca mais ia a um debate com políticos e cumpri. A terceira promessa que fiz há dois anos foi a de que nunca mais vinha a comício e não cumpri». Veio para dar o seu apoio a José Sócrates, o político prestigiado, corajoso e de visão que lhe deu «a honra» de poder servir, e de lhe dar «um pouquito» de si.

Qual a importância do regresso do Manuel Pinho? Nenhuma, a não ser a vontade de lhe fazer mais um boneco, Afinal fez com o Mário Lino uma dupla fantástica de "bobos" do socretismo. Pinho, Lino, Lino Pinho.

segunda-feira, dezembro 10, 2007

Pinóqui 2007 - JAMAIS digas JAMAIS

Mario pinoquio

O Ministro Mário Lino, aquele que comparou a margem sul do Tejo a um enorme deserto, que disse que aí "jamais" seria feito um aeroporto, afirmou agora perante os seus pares, na Assembleia da Republica, que “Jamais tinha dito jamais”. Oh, Mário, nós vimos na televisão tua a dizes o “jamais”. É verdade que estavas no fim de uma jantarada, já bem animado, com os olhinhos verdes a brilhar, mas que disseste, lá isso disseste. Faz lá um esforço de memória e vais ver que te lembras. Não é que eu me importe que mintas, já estamos a ficar tão habituados a mentiras neste país, que já nem ligamos muito, mas o teu patrão, o Engenheiro pode ficar chateado. Uma mentira como essa nem ele se tinha lembrado de dizer, pode ficar com inveja e, fala-se tanto de reestruturações governamentais, que ainda acabas como Presidente do Conselho de Administração de uma empresa S.A. de transportes, mais cedo do que pensas.
Vê lá se tens mais cuidado com as mentiras, Portugal pode estar a tornar-se num enorme deserto, mas ainda não somos todos camelos.

Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17

sexta-feira, janeiro 11, 2008

Um barril cheio de obras públicas

Mario Lino

Está dura a vida para o Mário Lino, mas com tanto dinheiro que agora vai haver para fazer Aeropostos, TGVs e Pontes vale o sacrifício. Quando abrir a torneira muitos vão querer mamar nela.

Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI

quinta-feira, novembro 22, 2007

Há muitos Maçaricos por aí.

Mario Lino Bird control

Afinal parece que o estudo da CIP sobre o novo aeroporto de Lisboa tem alguns problemas. Depois das críticas em que se mostrava que muitas das despesas necessárias para que o aeroporto podesse ficar em Alcochete, não tinham sido contabilizadas, chegaram agora os maçaricos-de-bico-direito. Chegaram, não, vão chegar milhares deles lá para meados de Dezembro, para aqui passarem o Inverno e, logo por azar, os malvados fazem os seus voos na área de aproximação dos aviões. Pensa-se que fazem, mas como ainda não estão cá isso não pode ser confirmado por um estudo. Para isso vai ser necessário esperar mais seis meses para ir lá alguém contá-los. Para aqueles que pensem que isto é mais uma maluqueira de ecologistas, tirem dai a ideia, é que um pássaro que seja sugado por um reactor de um avião, pode provocar um acidente.
Gostei sobretudo dos “espertos” que vieram logo com a solução. Muda-se a localização dos arrozais e os “passarocos” vão logo voar para outras bandas. Esqueceram-se é que há arrozais onde o terreno o permite e não onde se deseja criá-los. Ou são onde estão hoje, ou Portugal perde quase 20% da sua produção de arroz.
Quem deve estar satisfeito, mas também muito admirado, é o Mário Lino, já que não devia saber que havia tanta passarada num “deserto”. Até há quem diga que, sempre que tem algum tempo livre, lá vai ele a correr até Alcochete para contar passarinhos.

Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping

segunda-feira, agosto 29, 2011

Deserto político


Que a Sul do Tejo temos uma grande Deserto já o Mário Lino nos tinha dito e pelos vistos este governo concorda pois acaba de retirar todos os investimentos previstos para essa zona. Não vive lá quase ninguém e aquilo é terra para os menos afortunados. Não há dinheiro desiste-se dessa zona. Desiste-se como parece que este governo desistiu do país. Em nome do défice e da Trika nada se faz. O país desliza para uma profunda recessão e nada se faz para alterar a situação. Cresce a pobreza e o desemprego e só se lembram mais impostos. Destroi-se o pequeno comércio e a pequena industria para financiar a banca em muitos milhares de milhões.

terça-feira, maio 11, 2010

Passageiros com destino ao Poceirão fazem favor de entrar

TGV para o Poceirao

A crise vai obrigar a linha de TGV Lisboa-Madrid a parar no Poceirão, freguesia da Marateca, concelho de Palmela. Eu, para apanhar o TGV vou até à Avenida de Roma apanhar o comboio, o que passa pela Ponte 25 de Abril, para Setúbal onde, apanho um outro comboio que me leva até ao Poceirão para depois apanhar finalmente o TGV. Muito se discutiu a viabilidade económica de cada linha do TGV, mas se obrigam o passageiro a perder três horas só para apanhar o TGV, esta não o será certamente. Não me parece lógico que quem apanhar o TGV em Madrid tenha como destino o Poceirão, uma terra que fica no meio do Deserto do Mário Lino. Devem andar a brincar connosco. Ou constroem tudo ou não constroem nada, que são milhões a mais para fazer uma linha fantasma.

domingo, agosto 23, 2009

Prémios da Legislatura - Camelos jamé

Prémios legislatura jamais

Para Mário Lino, o homem que conseguiu, durante esta legislatura, dizer todos os dias exactamente o contrário daquilo que tinha jurado na véspera. Do deserto ao sul do Tejo ao famoso “Jamé” à construção do aeroporto em Alcochete, passando pelo TGV ou pelas portagens nas Scuts não acertou uma. Para ele o Prémio “Camelos no governo, jamé”.

terça-feira, setembro 23, 2008

O Magalhães da Intel

O Magalhães

«Foi anunciado como o primeiro computador português, mas não é bem assim. O Magalhães é originalmente o Classmate PC, produto concebido pela Intel no sector dos NetBooks, que surge em reacção ao OLPC XO-1, que foi idealizado por Nicholas Negroponte.
Será, no fundo, um computador montado em Portugal, mais propriamente pela empresa JP Sá Couto, em Matosinhos. Tirando o nome, o logótipo e a capa exterior, tudo o resto é idêntico ao produto que a Intel tem estado a vender em várias partes do mundo desde 2006. Aliás, esta é já a segunda versão do produto.
Na Indonésia o «Magalhães» é conhecido pelo nome de «Anoa», na Índia é o Mileap-X series, na Itália é o Jumpc e o no Brasil é conhecido por Mobo Kids. O Governo do Vietname percebeu o sucesso da oferta e já o colocou nas escolas a preço reduzido. Uma ideia agora adoptada por José Sócrates.»
in “Portugal Diário

Hoje é dia de romaria governativa para “vender” o Magalhães um pouco por escolas de todo o país. Vendo a lista desta gente, o número que vai ser vendido em Portugal, não posso deixar de pensar no Engenheiro como o melhor vendedor no país, (terá certamente uma medalha de mérito da Associação Portuguesa de Vendedores de computadores), e no estrangeiro por convencer o Chavez a comprá-los também e o Mário Lino, sempre presente nestas alturas de distribuição como funcionário do serviço de entregas. A Ministra anda lá para nos convencer que tudo vai muito bem e o Silva, quando aparece, é sempre na sua função de “emplastro”.
Sei que os computadores são uma ferramenta indispensável no futuro dos nossos jovens, que a sua introdução na aprendizagem feita cedo para ao mais jovens é uma medida positiva, mas será que isso resolve os maiores problemas? Penso que não e custa-me ver a Escola e o Ministério não se preocuparem o mínimo com a presença de placas com amianto, como acontece na escola do meu filho, um produto altamente cancerígena e penso, proibido na construção, afirmando que o mesmo só é perigoso quando deteriorado ou for mexido o que libertaria fibras, essas sim cancerígenas. Mas, também que espectáculo mediático e que propaganda daria num telejornal a substituição de alguns tecto de pequenos ginásio escolares.
Fernando Magalhães deu a volta ao mundo, mas este Engenheiro não me parece que dê a volta a nada nem que este “Menino d’oiro” vá descobrir nenhum novo “El dourado” para salvar este país. Não é com bazófia que se resolvem as dificuldades, mas com uma prática voltada para os cidadãos.

Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping