Dois deputados de partidos da coligação governamental de Angela Merkel aconselharam a Grécia a vender algumas das suas ilhas para arrecadar receita e combater o grave endividamento do país. O conselho causou indignação em Atenas. Podia ter sido uma piada, mas a Alemanha é neste momento o país que tem o futuro da Grécia nas mãos, por via do seu peso na União Europeia. A ideia, sustentam os deputados germânicos, não é descabida, existindo um mercado de luxo para ilhas privadas, sobretudo junto de milionários alemães.
Se há quem chore de alegria porque não haveremos de rir de tristeza. Todas as imagens deste blog são montagens fotográficas e os textos não procuram retratar a verdade, mas sim a visão do autor sobre o que se passa neste jardim à beira mar plantado neste mundo, por todos, tão mal tratado. A pastar desde 01 Jan 2006 ao abrigo da Liberdade de Expressão.
sábado, março 06, 2010
sexta-feira, março 05, 2010
Unidos pela diferença
Engraçado notar como nesta fase do "campeonato" as posições do PSD sejam tão parecidas com as do BE e as posições estratégicas do CDS com as do PCP. É o que dá aceitar participar no jogo num sistema que está viciado à partida.
Com uma "Liberdade" como esta, estamos lixados
Uns, mafiosos, tudo fazem para calar vozes incomodas, outros ajudam-nos ao não serem credíveis nas acusações. De tanto querem bater acabam por nos deixar sem saber o que é verdade e o que são delírios. Estão bem uns para os outros.
quinta-feira, março 04, 2010
Batata Transgénica
A Comissão Europeia autorizou ontem o cultivo e comercialização de organismos geneticamente modificados na União Europeia. Trata-se da batata amflora e de três novas variedades de milho.
Estes Organismos "ferneticamente" desejados estão aí. Não é só o ambiente e a saúde que são colocados em risco é também a vitória de poderosas multi-nacionais que já mostraram que não aceitam que nada nem ninguém se intrometa nos seus lucros fabulosos. Mais um mau sinal do futuro que alguns Senhores do Mundo, os defensores da Nova Ordem, estão a "montar" para nós.
quarta-feira, março 03, 2010
Vai a culpa morrer solteira?
Agora que já passaram uns dias sobre a desgraça que se abateu sobre a Madeira, que as acções de socorro e ajuda mais urgentes já foram tomadas, parece-me tempo de se procurar saber se o que aconteceu podia ser evitado e/ou se há gente com “culpas no cartório”. E, podia mesmo ter sido evitada e há quem contribuiu para ela. Basta ver esta pequena reportagem que passou, há menos de um ano, na televisão pública, para se provar que aquilo que aconteceu era o que se sabia que ia acontecer um dia. E aconteceu, e morreu gente, e há quem queria que não nos lembremos disso. Mas, lembramos e pensamos que se devia apontar o dedo aos culpados. Sem culpa nenhuma, Jorge Coelho demitiu-se de Ministro quando da queda da ponte de Entre-os-Rios. De que está à espera o Bicho da Madeira.
PS: Obrigado ao "Anónimo" que aqui deixou o link para este video
PS: Obrigado ao "Anónimo" que aqui deixou o link para este video
terça-feira, março 02, 2010
O carteiro
A carta, entregue no edifício do Banco Comercial Português (BCP), que alertava Armando Vara de que o telefone do primeiro-ministro se encontrava sob escuta está assinada e tem um número de telemóvel.
"Avise ou mande avisar o seu amigo José Sócrates que o seu telefone encontra-se em escuta (não por e-mail, nem por telemóvel ou telefone. Só ontem soube de fonte segura. Se for preciso contar-lhe-ei tudo em pormenor (sem ser por e-mail ou telefone)", escreveu PN a Armando Vara acrescentando que "estava muito nervoso" e pedindo que "depois de a ler" destruísse a carta.
"Dei-lhe tanta importância que ela estava na gaveta da minha secretária", afirmou Armando Vara na altura, acrescentando "achei aquilo absurdo".
"Avise ou mande avisar o seu amigo José Sócrates que o seu telefone encontra-se em escuta (não por e-mail, nem por telemóvel ou telefone. Só ontem soube de fonte segura. Se for preciso contar-lhe-ei tudo em pormenor (sem ser por e-mail ou telefone)", escreveu PN a Armando Vara acrescentando que "estava muito nervoso" e pedindo que "depois de a ler" destruísse a carta.
"Dei-lhe tanta importância que ela estava na gaveta da minha secretária", afirmou Armando Vara na altura, acrescentando "achei aquilo absurdo".
segunda-feira, março 01, 2010
Às vezes até uma catástrofezinha dá muito jeito
Chuva, vento e até uns terremotos às vezes dão muito jeito para distrair a comunicação social e este povinho. Será que não haverá por aí uma escuta que prove que ele também é culpado pelo mau tempo?
domingo, fevereiro 28, 2010
Mala de Cartão...Louis Vuitton
Inês de Medeiros requer ao Parlamento é o pagamento de uma viagem semanal a Paris em classe executiva e ajudas de custo relativas aos 25 quilómetros de distância entre a sua casa e o aeroporto. Todos os deputados beneficiam de ajudas de custo referentes às viagens que fazem entre o Parlamento e a sua residência. O valor do quilómetro é o que está em vigor para todos os trabalhadores da função pública: 40 cêntimos.
Pois é, só que a Inês Medeiros foi eleita pelo círculo de Lisboa e assim não tem direito a viagem nenhuma. Até podíamos tentar ser compreensivos, pois sabemos que tem os filhos em Paris, local onde realmente vivia, mas que exija viajar em classe executiva e querer “mamar” as ajudas de custo já é um exagero. Pior ainda quando ouvimos o socialista José Lello argumentar que inviabilizar a deslocação semanal a Paris de Inês de Medeiros põe em causa a livre circulação dos cidadãos europeus. Se assim fosse, também que não tenho dinheiro para andar a viajar pela Europa, podia argumentar o meu direito á livre circulação e exigir que me pagassem os passeios. Sem falar do “forrobodó” que seria ver, a partir de agora, todos os deputados a darem moradas em Londres, Nova York, Rio de Janeiro ou Pequim.
Pois é, só que a Inês Medeiros foi eleita pelo círculo de Lisboa e assim não tem direito a viagem nenhuma. Até podíamos tentar ser compreensivos, pois sabemos que tem os filhos em Paris, local onde realmente vivia, mas que exija viajar em classe executiva e querer “mamar” as ajudas de custo já é um exagero. Pior ainda quando ouvimos o socialista José Lello argumentar que inviabilizar a deslocação semanal a Paris de Inês de Medeiros põe em causa a livre circulação dos cidadãos europeus. Se assim fosse, também que não tenho dinheiro para andar a viajar pela Europa, podia argumentar o meu direito á livre circulação e exigir que me pagassem os passeios. Sem falar do “forrobodó” que seria ver, a partir de agora, todos os deputados a darem moradas em Londres, Nova York, Rio de Janeiro ou Pequim.
sábado, fevereiro 27, 2010
sexta-feira, fevereiro 26, 2010
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
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