segunda-feira, abril 05, 2010

Sapatinhos para Gaza

genocidio palestina

Pela primeira vez em perto de três anos, os camiões carregados de roupa e sapatos foram autorizados por Israel a entrar na Faixa de Gaza.

Um povo que foi vítima do Nazismo durante a segunda Guerra Mundial deveria ser o primeiro a lutar contra qualquer tipo de genocídio. Mas, a sua ânsia expansionista não pára de massacrar o povo Palestiniano e de ocupar o seu território. À força das bombas e da morte, continua a construir colonatos em território ocupado. Continua a espalhar miséria, horror e desespero. A comunidade internacional nomeia altos-representantes para processos de paz que nada fazem para mudar a situação e fechando os olhos aos crimes e às ilegalidades praticadas por Israel. O total desrespeito, a miséria, o horror, a morte a que são condenados os Palestinianos, demonstra a total hipocrisia e desinteresse pelos direitos humanos. Devíamos ter todos vergonha daquilo que deixamos acontecer sem nada fazermos para evitar.

genocidio palestina

Calendário Março 2010 - O Mês duma educação que continua embruxada

Calendário Março 2010

domingo, abril 04, 2010

Ressurreição do PSD? Muitos querem ver para crer

ressurreição


Ainda aqui, preso por um fio.

férias

De férias. Sem uma Internet fiável, sem um computador nem o programa com a qualidade desejável, não sei se me será possível continuar a manter o ritmo de postagens nem a mesma qualidade dos bonecos durante os próximos dias. As minhas desculpas, mas onde estou, está-se bem e eu e a minha familia merecemos este tempo.

Calendário Fevereiro 2010 - O Mês da Face Oculta

Calendário Fevereiro 2010

sábado, abril 03, 2010

Calendário Janeiro 2010 - O Mês do Orçamento

Calendário Janeiro 2010

Hospedriras da Air Comet, a linha aérea que fechou em Dezembro, decidiram fazer um calendário em que posam nuas para não deixar cair no esquecimento a sua causa e ganhar algum dinheiro. Talvez os nossos governantes pudessem fazer o mesmo para equilibrar o défice e, com o sucesso que fariam junto dos políticos por esse mundo fora, diminuir a nossa divida ao estrangeiro. Aqui fica a primeira sugestão começando por Janeiro e Teixeira dos Santos neste mês normalmente animado pelo Orçamento de Estado.

A minha escolha para "Coelhinho" desta Páscoa

Coelho da Páscoa

quinta-feira, abril 01, 2010

Atropelados pela dívida pública. Quem criou o monstro?

divida publica

Era só o défice, agora juntaram-lhe a "Dívida pública" para justificar todas as atrocidades que vão cometendo contra os nossos direitos enquanto se vão banqueteando no taxo da economia global. Quem fez a dívida? Onde está a obra ou o dinheiro?

1º de Abril

1 de Abril

segunda-feira, março 29, 2010

O PEC e a defesa de Portugal dos estrangeiros maus

estrangeiros maus

O Sr. Silva veio afirmar que, "neste momento, independentemente de se gostar ou não gostar do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), temos que nos colocar na posição de defender Portugal perante o estrangeiro".

Anda todo nacionalista o nosso Presidente a dizer-nos o que é irrelevante aquilo que desejamos, que gostamos e em que acreditamos. Uma espécie de “suspensão da democracia” à moda do Sr. Silva, em que perdemos o direito de lutar por aquilo em que defendemos. Gostava era de saber porque se esqueceu de defender Portugal dos estrangeiro, quando era Primeiro-Ministro na altura das vacas gordas, quando a Europa aqui descarregava à pazada milhões todos os dias e ele utilizou todo esse dinheiro em estradas para esses tais estrangeiros nos impingirem os seus produtos, para pagar a destruição da nossa agricultura e industria e ainda na criação de bancos (BCP’s, BPP’s e BPN’s) com os seus amigos Loureiros e os Oliveiras e Costas. Defender Portugal é criar condições para uma verdadeira independência onde não estejamos dependentes de agências de rating ou do estalar dos dedos dos senhores do mundo. Ser-se independente é não se ser dependente, é produzir-se aquilo que necessitamos para consumir, é não como dizia o José Mário Branco no seu “FMI”, “que até neste país de pelintras se acho normal haver mãos desempregadas e se acha inevitável haver terras por cultivar!”. Cambada de Condes de Andeiros e de Vasconcelos deste país.

O Homem Bomba-atómica

homem bomba

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