A apresentar mensagens correspondentes à consulta Sarkozy ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
A apresentar mensagens correspondentes à consulta Sarkozy ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens

sábado, outubro 25, 2008

O Kamarada Sarkozy

Kamarada

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, afirmou que "a ideologia da ditadura dos mercados e do Estado impotente morreram com a crise financeira"."Tudo converge para reflexões sobre a redefinição do papel do Estado na economia".Segundo Sarkozy, uma revolução intelectual e moral está em andamento e "de agora em diante, nada mais na economia mundial será como antes". "Pensávamos que a política não era algo necessário. Isso acabou", disse o presidente francês, considerado um liberal. "Haverá agora maior actuação política." Sarkozy anunciou medidas de apoio à economia francesa, que deve, segundo projecções, entrar oficialmente em recessão no terceiro trimestre deste ano. "A Europa não deve deixar suas empresas à mercê dos predadores” Sarkozy anunciou a criação de um tipo de fundo soberano francês, chamado de Fundo Estratégico de Investimento, para apoiar empresas consideradas fundamentais para a economia do país. In [GLOBO.COM]
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, chamou de "camarada" o chefe de Estado francês, Nicolas Sarkozy, depois deste ter afirmado que a actual crise financeira internacional representou "a morte da ditadura do mercado". "Que frase para a história. Camarada Sarkozy, caramba, me surpreendeu". In [GLOBO.COM]

Se eu não olhasse para o Sarkozy como uma das personagens mais sinistras e perigosas que por aí anda, se não soubesse que é um dos demónios ao serviço dos Bilderberg até podia pensar que lhe tinha dado um rebate de consciência. Assim, só temos de estar atentos e esperar o pior. Esta crise, crise que eles criaram com as suas politicas e a sua ganância, já está a ser utilizada para roubar o dinheiro de todos nós para financiar os Bancos e já nos dizem que também vai engordar as grandes empresas privadas. Enquanto deram lucro, baixaram-nos os salários e retiraram-nos direitos, agora que dão prejuízo fazem com que sejamos nós a pagá-lo.
Será que nem assim este povo levanta a sua voz contra estes ladrões?
Será que vão aceitar bovinamente, uma vez mais, que nos roubem descaradamente?
Porque não nacionalizam os grandes grupos económicos e obrigam as grandes fortunas feitas com o dinheiro roubado a quem trabalha a pagar os prejuízos pelos quais são responsáveis?
Não estará na hora de fazer a revolução?

Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO

sábado, julho 26, 2008

Boa sorte "apaixonante" Barack Obama

 O Mal e o menos Bem

«O presidente francês, Nicolas Sarkozy declarou logo após um encontro com Barack Obama, virtual candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, que existe entre ambos "uma grande convergência de opiniões" e que eles tiveram uma conversa "apaixonante". Durante a entrevista, Sarkozy e Obama demonstraram afinidades e trocaram inúmeras amabilidades, além de palmadinhas nas costas e sorrisos.
Apesar de afirmar "estar disposto a trabalhar ao lado do vencedor das eleições presidenciais americanas, em Novembro próximo, seja ele quem for", Sarkozy não conseguiu esconder seu entusiasmo em relação ao candidato democrata. "Boa sorte Barack Obama”».

Quando vejo alguém que considero como um “demónio dos infernos Bildebergianos”, um adorador do Bush chamado Sarkozy tão entusiasmados com aquele que dizem ser a “boa nova”, o “santo” que desceu dos céus sobre a terra para tudo endireitar, para nos salvar. Quando vejo o “mal” desejar boa sorte àquele que dizem ser o “bem” desconfio. Sei que sou paranóico, sei que a lógica tem de fazer sentido, que por mais que se mascare, por mais que se esconda, a realidade nunca deixa de o ser e há aqui alguma coisa que não bate certo.
Em Berlim juntaram-se 200 mil para ouvir o discurso do Obama e em Paris havia franceses a vitoriá-lo com camisolas com a sua fotografia estampada. Porque estão a vender já a imagem do Obama, não só aos Americanos que o vão eleger, mas a todo o mundo. Que tarefa lhe destinaram os que o promovem?
Não servirão, Sarkozy e Obama, os mesmos donos? Pensem nisso e tenham medo, muito medo.

Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO

segunda-feira, maio 07, 2012

Sarkozy, o fim de um pequeno lider


O socialista François Hollande venceu ontem, como se esperava, a segunda volta das presidenciais em França, batendo Nicolas Sarkozy por pouco mais de 3%, numa das mais disputadas corridas ao Eliseu das últimas décadas. Sarkozy deixa a política entrando para a História como o primeiro chefe de Estado a falhar a reeleição em mais de 30 anos. 

O Reinado do Sarkozy chegou ao fim. Não sei se o que lhe vai ocupar o lugar será melhor ou se tudo continuará na mesma, mas pelo menos é um prazer saber que este pequeno "Lord Farquaad" caiu, ainda por cima com a vergonha de ser o primeiro Presidente Francês que não consegue ser reeleito. Ele merece.
 

quarta-feira, janeiro 11, 2012

Menage a deux


O presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Ângela Merkel, estiveram reunidos uma vez mais para decidirem do futuro da Europa.
Durante a conferência de imprensa o Presidente francês Nicolas Sarkozy haveria de deixar bem clara esta ideia: nada se fará sem o acordo mútuo do eixo franco-germânico. E foi neste clima que mais uma vez Merkel e Sarkozy se encontraram para guindar o futuro de um continente.
Os dois líderes voltaram a insistir no novo pacto fiscal decidido que pode chegar no final do mês, durante o Conselho Europeu, o que permitiria a sua adopção no primeiro dia de Março. “Estamos a contar que as negociações estejam concluídas nos próximos dias”, declarou Sarkozy.

A dupla Merkozy continua a discutir em almoços o futuro de toda uma Europa que se rebaixa e acata. Já decidiram que em Março vamos assinar o novo pacto fiscal, não importando se isso tiverem de passar por cima da nossa Constituição. O governo e o seu "caniche laranja" logo arranjarão uma qualquer lei especial com o beneplácito do Sr. Silva para aprovarem há pressa na Assembleia que o vai possibilitar. O que pensam os cidadãos é coisa que não perguntam porque não lhes interessa nada.

segunda-feira, junho 25, 2007

Conjunções

Já aqui tenho referido os textos do amigo "Arrebenta" dos “Braganza Mothers” como um dos escritores fundamentais da Blogosfera. Este pareceu-me merecer a sua difusão pela importância do seu conteúdo.

O nível de Entropia aproxima-se dos seus extremos. Essa figura de Berardo, sobre a qual não teço quaisquer tipo de comentários, falou ontem do "Banco do Benfica". É uma ideia espantosa, e a ser levada "à la limite", como por lá se ouviu, poderia conduzir à criação de Um Clube/Um Banco, ou se, quiserem, "Um-Banco/Um-Clube". É mais um Ovo de Colombo, e, para que a coisa surtisse realmente efeito, deverá ser anunciada, para breve, uma entidade bancária reguladora das actividades destes bancos de bancada e de baliza, o Banco Central de Fátima -- branqueamento de capitais "off-shore" --, para que se cumprissem os três FFF.
Infelizmente os Três FFF são agora quatro: "Fátima, Futebol, Foder-nos e Ficarmo-nos". Como já aqui disse, estou-me altamente nas tintas para as Licenciaturas do Sócrates, por uma razão muito simples: licenciaturas socráticas é o que mais para aí há, e por isso estão todos caladinhos que nem ratos, a começar pela Comunicação Social, que tanto adorou a Páscoa Eufórica de 2007. Por mim, volto a repeti-o, tornei-me completamente alheio ao tema: é matéria, não para a Blogosfera, mas para televisões, jornais e comentadores pagos -- não eram esses as únicas fontes válidas de informação?... Pois se lhe comeram a carne, que lhe roam agora os ossos. Não 'tou nessa -- José Sócrates é como a Felgueiras: só teve azar. Correm por aí uns zunzuns de que o Saco Azul de Felgueiras não era um, mas vários, e destinou-se a fazer desaparecer um fluxo de capitais, que correspondia a comissões recebidas, por ter atribuído a um consórcio francês, o Consórcio "Zazie" (it's a joke), o exclusivo das estações de tratamento de resíduos sólidos, as E.T.A.R.s, então na mão do Ministério do Ambiente, suponho, e cujos titulares já se me varreram da memória, porque 10 anos é demasiado tempo.
Só a Fátima teve azar, e assim se percebe o Beijo de Judas que trocou com Sócrates, mas o pior vem a seguir: há, em Astrologia, ciência que muito pratico, antes de vir aqui escrever qualquer texto, e que, avisadamente, me tem dado sinais contraditórios, uma coisa chamada "Conjunção", que corresponde ao alinhamento sideral de astros, geralmente anunciadora de factos faustos, ou infaustos.
De aqui a uma semana, irá suceder qualquer coisa de absolutamente espantoso: a conjunção política de três figuras do mais sinistro que a Europa até hoje conheceu: Sócrates, que dispensa qualquer tipo de apresentações; José Düraü Barrozo, que ainda dispensa menos, e uma outra, que geralmente vocês tentam não relacionar, e que se chama Sarkozy. Sarkozy já não é, como Blair, um Homem de Bilderberg, mas um homem que incarna tudo o que Bilderberg agora nos reserva. Tudo isto pode parecer aparentemente nada, mas representa um facto extraordinário: nós, intelectuais, artistas, criadores portugueses, que, durante anos, décadas, séculos, alertámos para uma forma errada de estar no Mundo, que, grosseiramente, dataria do Pós-Descobertas -- também podem discutir isso aqui, se quiserem -- subitamente descobrimos que o Facilitismo, o Chico-Espertismo, a Mediania do Justinho-à-Certa, o Abate das Melhores Cabeças, a Cunha, a Trapaça, O-quanto-custa-a-carta-de-condução, o não-te-preocupes-que-eu-conheço-um-gajo-que-te-resolve-já-isso, etc., etc., etc. eram, afinal, as receitas que o Admirável Mundo Novo buscava, avidamente, e, afinal, nós praticáramos com ligeireza, lisura e perícia, ao longo de séculos de História. A Europa, agradecida, coloca, assim, o seu Tratado Constitucional, nas mãos de dois portugueses, de primeira água: um garboso Engenheiro Civil, de notas máximas, e um ex-maoista, que, consta, fez o curso aos gritos, em cima da mesa, no tempo do linchamento dos professores, das notas de braço no ar, e das classificações discutidas no nacional-porreirismo dos cotovelos apoiados na bancada da Secretaria. De um certo ponto de vista, é, desde Vasco da Gama, o nosso ponto mais alto na História Europeia, e, só de pensar nisso, se pudesse não estragar o teclado, vomitava já.
A estratégia de Bilderberg -- e desculpem-me agora o deslize marxista vocabular -- apoiada no Capitalismo Selvagem de teor Neo-Liberal, passa por transportar a América para a Europa, mas num modelo -- lembram-se da diferença entre o "sucedâneo" de chocolate espanhol e o verdadeiro chocolate?... -- "especial". Estava eu longe de pensar que o "toquezinho especial" assentasse no célebre trafulhismo português, mas ele aí vem, e sonha, já, com alargar-se às potências emergentes, aliás, já emersas, a China, a Índia, a Rússia, e aqueles espaços a que vamos ficar, por razões históricas, de pilhagem, desgoverno e destruição, ligados: Brasil e África, por exemplo. O ideal, no fundo, para Bilderberg, era uma solução à chinesa -- um estado pré-democrático, que, a ser imposto à Europa, teria de vir disfarçado de autoritarismo pós-democrático -- Sarkozy --, com criadores amansados -- Os pintores e escultores "Pedrinhos", do "Copy/Paste" das miseráveis tendências americanas, que enxameiam a Comissão de Honra do António Costa, os "Equadores", e quejandos, da não-literatura de sucesso dos escaparates da F.N.A.C. -- a mão de obra semi-escravizada e sem autonomia de pensamento, e com diplomas de papelão na mão, caçados, apressadamente, nas "Independentes" -- já fechou, ou não?... -- nos Centros de Novas Oportunidades, ou, resumindo, a Aldeia Global do Livre Mercado das Novas Oportunidades para Velhíssimas Golpadas. Putin, é obviamente, indispensável: tem séculos de tradição czarista de se livrar, pelo veneno, dos opositores.
A Turquia é o Nó Górdio: a Reunião de Bilderberg, em Istambul, é um sinal disso: quanto à Turquia, tenho duas opiniões, será mau que entre, e mau que não entre. Excluí-la é excluir grande parte da História da Europa, as cidades gregas da Ásia Menor, a maior metrópole sedeada em solo europeu, Santa Sofia e a Mesquita Azul; incluí-la é excluir grande parte da História da Europa, reposicionar o conflito cristianismo/islamismo num patamar pacífico, enfiar, por tratado, o estado mais populoso da hipotética Nova União, ou, e por que não?, certos novos métodos de tratar criminosos, eventualmente ao gosto de Sócrates, Sarkozy e quejandos...
O Tratado da União será uma espécie de "Prova de Inglês Técnico", com duas folhas cheias de erros deliberadamente calibrados e com um cartão de visita anexo. Em todas as frentes, há uma suspeita de que o pior ainda está para vir: a destruição dos Direitos de Cidadania, do Estado, enquanto património social, político e histórico comuns, da Liberdade de Expressão, e uma infinita Menoridade Cultural, como já estava prevista na "Trilogia da Fundação", de Asimov. Quanto a Portugal, já corre, pelo menos há dez anos, nos "Fora" Internacionais, que a estratégia é desmantelar a sua estrutura produtiva e social, de tal modo que volte a estar atrás dos 27 estados da União, e voltar a beneficiar, em pleno, dos Fundos... Estruturais. Entre o boato e a realidade, escolham. Bilderberg, como sempre, foi mais pragmático: será um país exclusivamente de serviços. A avaliar pelo que ouvimos, sabemos e prevemos, suponho que tipo de serviços...
A minha maior dor é que tudo isso tenha vindo a suceder no meu tempo, mas sucedeu, é verdade, sucedeu mesmo.

O meu comentário. Kaos said...

Arrebenta, pediste que eu desse a minha opinião, o que é sempre perigoso pois há dias em que estou mais azedo. Muito honestamente tenho que dizer que ler os teus textos é sempre um enorme prazer e una experiência única. Podes ter toda a razão, e terás certamente, mas eu quero que o Bilderberg se vá foder, o Durão se babe de prazer à sua vontade e que o Engenheiro se ajoelhe em frente de quem desejar. O que realmente quero é voltar a ver este país com os tomates que já teve, comer boas farinheiras e que o tintol não seja martelado. Puta que os pariu a todos. Vão gozar o capitalismo deles para longe e deixem-nos o nosso sol e o nosso fado. Não tenho vontade nenhuma de ser nem criado nem caralho de aluguer para velhas Bilberguianas. Rua com esta escumalha e que volte o direito a rir-me das anedotas que me contam e o direito a poder indignar-me com falsos moralismos. Quero ser eu, pensar, certo ou errado, mas poder pensar aquilo que me apetecer. Pensar e dizer. Mas, como há a vontade de me tirarem tudo o que quero, há que acabar com o mal pela raiz. Descarregar o Múmia no esgoto municipal, meter a Opus dei e a Maçonaria num aterro sanitário e o Sócrates numa incineradora. Transformar o Parlamento num museu de espantalhos e instaurar uma anarquia primordial, com Adões e Evas a comer maças por todo o lado. Pior do que estamos não ficaríamos certamente e pelo menos gozávamos um bom bocado.

Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

A mentira da Rectificação do Tratado de Lisboa

Sarkozy

«Parlamentares franceses aprovaram hoje uma lei que ratifica o Tratado Europeu, que substituiu o projecto de Constituição da União Europeia, rejeitado em plebiscitos pela Holanda e pela França em 2005. Os parlamentares na câmara baixa do Parlamento, a Assembleia Nacional, aprovaram a lei por 336 votos a favor e 52 contrários. O Senado deverá aprovar a lei na noite de hoje. A aprovação da lei deixará o presidente francês, Nicolas Sarkozy, livre para ratificar o tratado, algo que poderá ocorrer nos próximos dias.»
In “A Tarde

No dia em que em Portugal a maioria rejeitou quatro propostas que pediam a realização de um referendo ao Tratado de Lisboa, em França já votam a sua aprovação. Vergonha, lá, onde o referendo teria de ser feito por já uma vez o povo francês ter votado contra o tratado constitucional e cá por ter sido uma promessa eleitoral do Engenheiro. Lá, o poder está nas mãos do Sarkozy, de um fascinara, de uma besta do mal, uma personagem perigosíssima e de que ainda ouviremos falar muito. Cá, estamos nas mãos de gente sem honra nem palavra, gente que coloca os interesses da Europa, ou antes do Clube de Bilderberg, acima dos nacionais. Fala muito o Engenheiro da legitimidade da rectificação do tratado ser feita pelo AR sob a capa da democracia representativa. Mas, mais uma vez nos tenta enganar pois essa legitimidade não existe. Não existe porque ninguém lha deu em eleições. Quem votou nele votou na promessa da realização de um referendo. O que se passa aqui é um abuso de poder em que o Sócrates impõe a sua opinião à de todos nós, como se a dele fosse mais válida, mais legitima ou mais certa que a dos outros. Já nem é a mentira, a aldrabice, a desonestidade o mais grave neste caso, mas sim o “vender” a nossa soberania e a nossa independência a gente que, até hoje, não nos deu qualquer razão para que possamos confiar nela. Por muito menos já muitos foram defenestrados pelo povo deste país.

Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI

terça-feira, novembro 06, 2007

Sarkozy o libertador

O Salvador

Depois de ter conseguido “comprar” o médico e as enfermeiras búlgaras que a Líbia tinha condenado á prisão perpétua, foi agora a vez de ir resgatar os membros da ONG, “Arca de Zoe”, que estavam presos depois de serem apanhados a arrebanhar crianças no Chade. Esta publicidade mediática, esta tentativa de se mostrar como um “diplomata”, um homem que desbloqueia problemas internacionais, não passa de uma falácia já que é sempre baseada na compra da Justiça. Baseia-se em transformar a justiça num bem transaccional, em algo que tem um preço, portanto um negócio. Se a mediatização do Sarkozy é importante para ele, já esta legitimidade de comprar justiça é muito mais para os seus patrões, os tais gajos do Clube Bilderberg. Dinheiro não lhes falta e assim torna-se muito mais fácil e rápido a execução dos seus planos. Este Sarkozy é uma das personagens mais sinistras que se arrasta pela Europa. Espero que, para nosso bem, que o verniz, com que se besunta, quebre e possamos ver a tempo, a verdadeira “besta” que lá se esconde. É que eu tenho medo daquele tipo.

Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17

sábado, março 04, 2006

Nicolas Sarkozy ...Não te queremos por aqui

O ministro francês de Estado e da Administração Interna, Nicolas Sarkozy, está esta sexta-feira em Lisboa, onde será recebido pelo seu homólogo português, António Costa, e pelo primeiro-ministro, José Sócrates. Antes, Nicolas Sarkozy, estará reunido com o presidente do Partido Social-democrata (PSD), Luís Marques Mendes, e manterá outro encontro com Cavaco Silva, o Presidente da República eleito.

Se vivêssemos num mundo com valores mais elevados de direitos, justiça e liberdade gente como esta deveria ser proibida de pôr os pés no nosso país. Representam aquilo que é o fascismo no verdadeiro sentido da palavra. Na linha de Le Pen são o rosto da verdadeira xenofobia europeia e só merecem a nossa repugnância. Institucionalmente, até compreendo que o governo o tenha de receber oficialmente como sendo um Ministro de França. Menos compreensível é que gentinha como o Marques Mendes aceite reunir-se com ele só para aparecer nas notícias como sendo alguém com um mínimo de importância na política deste país. Só lhe fica mal.
Mais uma pequena referencia para notar que é esse “nazi” vai ser recebido pelo Cavaco logo no seu primeiro dia de presidente. Será uma triste coincidência ou simplesmente um sinal dos novos tempos que se aproximam?

Se os portugueses possuissem uma verdadeira consciencia social e politica haveria certamente grandes manisfestações de protesto contra a presença de gente como esta no nosso país.

sábado, dezembro 03, 2011

A conquista da Europa

O Presidente francês, Nicolas Sarkozy, colocou-se hoje ao lado da Alemanha para defender “um novo tratado europeu” que refunde a Europa e reforce o governo económico da União Europeia.

A cada crise económica por que passou a Europa no século XX, segui-se uma guerra em que a Alemanha assumiu o papel do conquistador e que resultaram em muitos milhões de mortos. Na primeira crise do novo século há quem diga que a guerra será só económica e que, como nas anteriores, lá está a Alemanha a lançar uma nova ofensiva de conquista, desta vez não pela força das armas mas pela força da chantagem e da ameaça financeira. Certo é que a cada dia, a cada decisão da dupla Merkle/Sarkozy mais um pouco da soberania dos países é alienada e com um novo tratado pouca ou nenhuma restará. Isto, se entretanto a coisa não descambar para a velha via do tiro e da bomba.

quinta-feira, novembro 10, 2011

Netanyahu: Chato e mentiroso



A conversa decorria informal entre Nicolas Sarkozy e Barack Obama, e foi acidentalmente ouvida pelos jornalistas durante a cimeira dos G20 na semana passada. O presidente francês confessou que «não suporta» o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu. «Nem posso vê-lo, é um mentiroso», terá dito Sarkozy, a que Obama respondeu: «Se está farto, imagine eu, que tenho de lidar com ele todos os dias».

Deixem, tenham um bocadinho de paciência que os Palestinianos têm de lidar com ele muito mais e têm mesmo de o ver nos muros, nos colonatos e nas bombas que lhes caiem em cima. Quanto ao ser mentiroso, não o são também todos vocês?

segunda-feira, abril 20, 2009

O poder e a inveja

 Pictures at na exebition

O Presidente francês, Nicolas Sarkozy, afirmou que o seu homólogo americano é inexperiente, (Barack Obama «nem sempre é firme na tomada de decisões nem é eficiente»), que o primeiro-ministro espanhol, Zapatero, não é muito inteligente (“Pode ser que Zapatero não seja muito inteligente”) e que a chanceler alemã não sabe o que fazer para acabar com a crise financeira mundial, («não teve outra hipótese senão seguir a minha posição» quando viu o estado da banca alemã).

Para o Times (conservador), “Sarkozy está irritado com a adulação que goza um dirigente norte-americano sem experiência, cuja popularidade eclipsou a sua reputação de salvador do mundo”.
in: Correio do Minho

O pior é que ele é perigoso e ruim.

sábado, janeiro 10, 2009

As novas conquistas dos Donos do Mundo

 Império capitalista

«O presidente francês, Nicolas Sarkozy, a chanceler alemã, Angela Merkel, e o ex-primeiro-ministro britânico, Tony Blair, apresentaram em Paris propostas para salvar o capitalismo, questionado pela crise, em uma reunião convocada sob o lema "Novo mundo, novo capitalismo".
No discurso inaugural do encontro, Merkel lançou a ideia: "É possível que junto ao Conselho de Segurança tenhamos também um Conselho Econômico com um papel diferente do ECOSOC", o Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, que coordena políticas nestas áreas entre as agências da ONU.
Sarkozy declarou: "Eis aqui o Estado encarando em plenitude seu papel e suas responsabilidades", advertindo que não se trata de nacionalizar toda a economia mundial, nem de criar um capitalismo de Estado. "Um capitalismo de empresários que o Estado deve animar, impulsionar". "Mas por falta de regulamentação do sistema, ela não deve ser substituída por um excesso de regras", advertiu.
Já Tony Blair, defendeu um "governo mundial" para regular o sistema financeiro diante da crise internacional.
O presidente do Banco Central Europeu (BCE) Jean-Claude Trichet, o diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), Pascal Lamy, o ministro indiano de Comércio Kamal Nath e o ministro italiano de Economia, Giulio Tremonti, estiveram também entre os participantes.»

Estes reúnem-se em privado para decidir o nosso futuro na dita “Democracia Europeia”. Já decidiram que somos capitalistas pelo que não entendo porque havemos nós de ir votar. Se eu votar no Comunismo ou no Socialismo, (e não estou a falar do PS) o meu voto nunca poderá contar. Afinal não me deixam decidir nada de importante, somente me pedem para dizer qual o nome da marioneta em que a comunicação social já fez o trabalho de convencer o povinho a votar. Isto cá no burgo, que na Europa eles escolhem o Presidente, eles até já pensam nomear o “Governo Mundial”, o derradeiro objectivo dos satânicos Bilderbergs, Iluminati e outros Donos do Mundo. Para nós fica o papel de servos dos seus servidores.

quarta-feira, julho 02, 2008

Mais um Bebe nos braços

Tratado de Lisboa

«A Polónia estragou a festa de Nicolas Sarkozy. Não ratificará um tratado "sem fundamento" depois da recusa dos irlandeses. E a União Europeia, cujas rédeas a França assumiu, mergulhou mais fundo na crise de onde tentava sair desde o "não" irlandês. A declaração de Lech Kaczynski provocou um duro golpe no primeiro dia da Presidência francesa da UE, já de si marcada pelo fantasma do referendo na Irlanda. Sobram, também, as críticas recentes do presidente da República Checa, exigindo respeito pelas decisões democráticas dos países. Vaclav Klaus, de resto, veio ontem a público apoiar a posição do seu homólogo polaco. A Alemanha vai adiar a ratificação do Tratado de Lisboa. O Presidente alemão vai esperar que o Tribunal Constitucional se pronuncie sobre vários processos pendentes, nomeadamente sobre se o tratado está conforme a constituição do país.
O presidente francês reagiu às declarações com um misto de irritação e diplomacia. Não quer imaginar, disse, que Kaczynski - que assinou o documento em Bruxelas e em Lisboa - "possa pôr em causa a sua própria assinatura". »


Sarkozy devia, não ficar irritado com o Presidente Polaco, nem o acusar de estar a faltar à sua palavra, deveria era felicitá-lo exactamente por isso. Se o que estava combinado era que a ratificação tinha de ser feita por todos os 27 países para validar o Tratado e se há um que já se recusou a fazê-lo o assunto está arrumado. Ele só está a cumprir com o que assinou.

Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping

sexta-feira, maio 02, 2008

Casamento por conveniência

Novos amantes

«A chanceler alemã, Angela Merkel, recebeu hoje o Prémio Carlos Magno pelo seu contributo para superar a crise na União Europeia, que culminou na aprovação do Tratado de Lisboa. O elogio da laureada coube ao presidente francês, Nikolas Sarkozy.»

O Decote»

Ver as imagens desta cerimónia, com o Sarkozy a querer fazer-se de “engraçadinho”, de e “engatatão”, perante os risos satisfeitos de uma plateia de vendilhões da Europa não pôde deixar de me causar alguma tristeza. Ver aquela gente tão feliz por conseguir realizar o trabalhinho e as ordens dos tenebrosos Bilderberg foi confrangedor. O que eu não daria para ver a Irlanda, único país onde por lei é obrigatório referendar o Tratado, tirar-lhes aquele sorriso da boca com uma vitória do Não. Isso representaria a derrota da mentira, do engano e da falta de coragem desta gente em perguntar a opinião dos seus povos. Por cá o Engenheiro mentiu-nos a todos, faltou ao prometido e, meio às escondidas, fez aprovar o tratado numa sombria tarde de Abril. Noutros países a vergonha tem-se repetido e só a Irlanda nos dá ainda alguma esperança. Daqui lanço o meu apelo, o meu pedido aos Irlandeses, votem Não.

Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO

segunda-feira, agosto 06, 2007

O Senhor de Bilderberg

Li hoje que, na Suiça, o concerto de um Rapper Francês, foi interrompido e invadido por manifestantes protestando pelo seu apoio a Sarkozy a quem chamaram de fascista. Para o rapper ficou só a acusação de colaboracionista.
Se eu disser que fiquei satisfeito com esta notícia, vão-me certamente perguntar onde está a minha democracia, a minha liberdade de opinião. Podem perguntar-me porque eu estou a fazer a mesma pergunta a mim mesmo. Porra, afinal eu sempre fui um defensor da liberdade de expressão e custa-me sentir satisfeito com esta notícia. Mas aqui estamos a falar de Sarkozy, um homem, se é que lhe posso chamar isso, que tem como missão, lixar-nos a todos. Um ser perigoso e mau. Se fosse um daqueles místicos que lê as profecias dos Nostradamus da antiguidade, seria um dos demónios mandados à terra pelo mal. Eu acredito que este homem representa tudo do pior para nós e para os nossos filhos. Deverei eu dar-lhe todo o espaço e liberdade para ele aplicar o seu mal? Não deverá ele ser travado antes que seja tarde demais? (se é que já não é). Eu fiquei satisfeito por ver que há mais quem lute contra este monstro e não me sinto culpado por isso. Não posso e não quero.

Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO

domingo, julho 15, 2007

o 14 de Julho (218 anos depois)

Ontem, 14 de Julho, foi o dia nacional de França, o dia da queda da Bastilha, marco importante na Revolução Francesa. Uma Revolução popular e burguesa contra a aristocracia e que fez saltar a tampa à Maria Antonieta. Vi imagens da comemoração, com um Sarkozy satisfeitíssimo e um Sócrates todo ele sorrisos. Fui ouvindo sons desgarrados, como haver por ali portugueses a desfilar na parada e também a transportar a bandeira. O Sócrates derretia-se em palavras de apoio ao Sarkozy e de como estavam tão próximos em ideias e estratégias um do outro. Só rosas sem espinhos nem espinhas. Assustou-me ver o Sócrates, um dito socialista, tão “apaixonado” por uma personagem tão sombria e que considero do mais sinistro que apareceu na politica dos últimos anos. Um ser perigoso e que não me inspira qualquer confiança. Sabendo do golpe que se trama para a imposição da constituição, agora apelidada de tratado, e do que isso representa para o fim da democracia e inevitavelmente para a liberdade tenho de me sentir horrorizado. Senti um vómito ao ver aquelas imagens e uma vergonha enorme em ver o Primeiro-ministro do meu país tão satisfeito por participar e estar no centro disto tudo. Vêm aí outra vez as Marias Antonietas, mas desta vez com cabeças bem mais feias e sujas. Fecha-se o círculo.

Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI

domingo, maio 06, 2012

Pacta sunt servanda


«O governo alemão vai permitir ao candidato à Presidência francesa François Hollande "salvar a face", mas espera que ele mantenha os compromissos assumidos em nome da França, nomeadamente o tratado orçamental, disse o ministro das Finanças germânico.
Wolfgang Schaeuble declarou que "Dissemos ao senhor Hollande que o pacto orçamental foi assinado e que a Europa funciona na base do 'pacta sunt servanda'", ou seja, os compromissos são para serem cumpridos, independentemente do governo que os assina". "Sempre disse que todos os governantes eleitos têm de poder 'salvar a face', por isso vamos discutir isto de forma amigável, mas não vamos mudar os nossos princípios", enfatizou o governante alemão.»

Mais do mesmo. O governo alemão até está disposto a fazer o favor de aceitar que os franceses escolham outro Presidente que não o Sarkozy, mas exigem que ele se comprometa com as politicas que impõem à Europa e aceite que quem manda são eles. Bom seria que este Hollande fosse homem de palavra e batesse o pá à Merkel, mas a a história já nos mostrou que estes eleitos de alterne acabam todos por fazer o mesmo e seguir as mesmas políticas. Não vamos ter de esperar muito tempo para tirar as dúvidas.
 

terça-feira, janeiro 31, 2012

Onde já vai o abismo.


Preocupado com as próximas eleições, onde se espera que o povo francês dê um pontapé no cu, o Sarkozy, enquanto anunciava novas medidas de austeridade afirmou que "A Europa já não está à beira do Abismo". Eu até acrescentaria mais, que o abismo há muito que ficou para trás e que a queda é grande, muito grande para quem não tem para-quedas.

segunda-feira, janeiro 16, 2012

Está a chegar a hora da França


A agência Standard & Poor’s (S&P) fez uma vaga de cortes que abrange nove países e retira à França e à Áustria a nota máxima de avaliação. Portugal passa a ter uma nota já considerada “lixo” financeiro.

Já nem vou falar de mais uma agência financeira ter atirado Portugal para o lixo. Isso já é corriqueiro e são sempre mais um murro no estômago do Passos Coelho que, para nosso mal, os merece a todos. Agora, estou é curioso para ver se o Merkozy continua, ou se o Sarkozy começa a sentir o rabo da França mais apertadinho ou a Merkel a chamar preguiçosos aos franceses. A culpa é da guerra entre o Dolar e o Euro para mostrar que os lideres não têm culpa nenhuma. São os mercados, até chegam a reconhecer que são especuladores, e por isso tudo isto é uma injustiça. Mas será?
Se existem regras quem as fez? Se é crime quem rouba é porque alguém fez uma lei que diz que roubar é crime. Se não é crime especular com o futuro de países, promovendo a miséria dos seus povos, é porque nunca desejaram fazer uma lei em que especular seja considerado um crime. Porque fazem umas leis e não fazem as outras? Perguntem-lhes.