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segunda-feira, janeiro 02, 2012

Boys de hoje e de sempre


Encontrei esta capa de um velho LP e confesso que não sei se são os "Boys will be Boys" a cantar "Smiles for the seasons" ou os "Smiles for the seasons" a cantar "Boys will be boys". O que sei é que, com esta gente, independentemente da estação do ano haverá sempre quem tenha razões para sorrir e os boys nunca deixarão de o ser.

domingo, agosto 21, 2011

Ilusão ou engano


Na campanha eleitoral o Pasos Coelho prometeu, o Paulo Portas também, o programa eleitoral também que com eles no governo não havia cá boys nem meios boys. Só competencia. Claro que o famoso Super-Alvaro afirmou recentemente numa entrevista televisiva que a ideia não é de "no jobs for the boys", é "less jobs for the boys", mas mesmo assim fiquei espantado com a esperteza saloia da solução que encontraram para nomear os quadros superiores do Estado. Por concurso, com regras claras para ser escolhido o melhor mas, com a última palavra a ser dada pelo Ministro que pode simplesmente não ligar nenhuma ao resultado do mesmo. Honestamente prefiro o modelo actual em que se sabe que a nomeação é de um boy e é feita com celeridade que um que finja não ser aquilo que é e ainda se vai perder tempo e dinheiro a fazer um concurso para depois o Ministro escolher quem quer para o lugar.
Um Ilusionista tenta criar-nos uma ilusão sabendo que nós sabemos que é só uma ilusão, mas esta gentinha não nos quer iludir, quer mesmo é enganar-nos.

segunda-feira, dezembro 10, 2012

Como se chama a um vendedor de panelas? Relvas?


Na Assembleia da Republica foi aprovado a extinção de mais de mil freguesias, enquanto ao mesmo tempo se criam mais uns tachos de coordenadores locais ou regionais, não eleitos mas sim nomeados e a ganhar uns milhares de euros por mês. Uns tachos para agradar aos boys das concelhias e mais uma machadada na democracia. Não se deviam acabar com freguesias, o que se deviam era criar mais garantindo que nenhuma tinha mais de cinco mil habitantes e assim que nenhum membro da junta era remunerado. Assim se garantia que quem concorresse para esses cargos o fazia por cidadania e serviço público e que os cidadãos ficariam com alguém que conheciam e que os poderia atender para ouvir as suas opiniões e problemas. Aproximar os eleitos dos eleitores devia ser o caminho não o contrário, como está a ser feito, em que os eleitos nem conhecem os eleitores e os eleitores vão ver chegar gentes dos partidos, muitos vindos de bem longe, para ocuparem os lugares e os tachos administrativos agora criados.
Este Miguel Relvas é o personagem mais sinistro deste governo, é o homem que cala jornalistas, saneia outros, vai vender a RTP a amigos, anda metidos em segredos das secretas e paga favores feitos ao partido com tachos para boys. Primeiros foram os amigos importantes, em cargos de Administração bem pagos, como na EDP, CGD e outras, depois lugares de assessores e consultores pelos Ministérios e empresas públicas e agora há que satisfazer os boys locais com tachos administrativos bem remunerados. Pelo menos bom pagador de favores este governo é. Ao pé deste Relvas até o aldrabão do Sócrates parece um anjinho.

quinta-feira, fevereiro 17, 2011

Os Boys and Girls



O CDS-PP acusou a ministra do Trabalho de beneficiar 40 dirigentes da Segurança Social, todos do PS, e perguntou o que «está por detrás da criação destas chefias e promoções».
A ministra do Trabalho, defendeu que a «ideia era evitar vazios legais e dar seguimento ao que tinha sido inscrito no Orçamento de Estado para 2009. Alguns desses nomes que referiu como sendo "boys and girls" encartados do PS são pessoas que trabalham na Segurança Social há mais de 30 anos», lembrou Helena André.


Parece-me que até podiam trabalhar na Segurança Social há 50 anos que o estranho é que sejam todos do PS. Isso e que seja em 2011, durante um orçamento de austeridade extrema, que venha cumprir o que estava inscrito no orçamento de 2009.

Já não há vergonha e um cartão de partido continua a valer muito. Hoje valem os rosas, amanhã valerão os mais alaranjados

terça-feira, outubro 30, 2007

A Aranha

A AranhaOntem fiz esta imagem para um post, que depois acabou por "exigir" uma outra diferente. Felizmente, esta não vai ficar para aqui a "envelhecer" porque surgiu este comentário da "Maria Lisboa", autora e colaboradora de diversos blogs. Abusivamente aqui o coloco à vista de todos.

Este estudo apenas tinha uma finalidade!

Teixeira dos Santos, como se não estivesse a par dele e por milagre a sua vinda a público não coincidisse com o 5.º Congresso Nacional da Administração Pública, onde ele ia botar faladura aproveitou para concluir que o estudo não é mais do que um reforço às medidas do governo!
Que coincidência!
Diz ele: "Os cidadãos querem mais e melhor e que se gaste menos", afirmou o ministro, dizendo que esta conclusão do estudo "confirma o diagnóstico" que o governo fez para a reforma da administração pública. "É isso que pretende com a reforma da administração pública", acrescentou o governante.
http://www.rtp.pt/index.php?article=304693&visual=16

O que não deixa de surpreender, para além da miséria da amostra é a sua composição.
"Do estudo participaram 53 dirigentes intermédios da Administração e 300 cidadãos, com idades entre os 30 e os 39 anos, uma faixa etária que foi seleccionada por ser das que mais contacta com os serviços públicos."
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=872142

É esta a faixa etária que mais contacta os serviços públicos?! A que propósito? Não temos todos que contactar os mesmos serviços, tenhamos a idade que tivermos? Não estamos todos sujeitos a ter que nos servir destes serviços?

1ª Pergunta: não será este o escalão etário em que existem mais "boys", não será este o escalão etário em que se encontra uma geração que encontrou nas empresas a sua fuga ao serviço público e por isso tudo o que vem dele não presta?

2ª Pergunta: será que o serviço público não funciona porque os funcionários não produzem? Ou será que as chefias não gerem? Será que isto não funciona porque de cada vez que há uma mudança governamental, se mudam as chefias todas, para meter os boys amigos, alegando que os cargos são de confiança política? Ou será que não funciona porque a cada mudança governamental e consequente mudança de chefias mudam as leis e as regras do jogo, tornando impossível o funcionamento de qualquer sector? Ou será, ainda, porque em muitas repartições se funciona à mão, ou quando existem computadores estes são do século passado? Ou será porque na maioria das repartições se funciona em condições de trabalho que ninguém do sector privado imagina existir?

Peço desculpa, a 2ª pergunta são muitas, mas são quase todas parte da mesma... e nem falei da miséria de vencimentos comparados com os do privado...

Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17

domingo, outubro 17, 2010

Malabirismo com boys

O deputado do PS, Vitor Batista, veio acusar o braço direito do Sócrtaes e seu Chefe de gabinete no partido, André Figueiredo de ter tentado aliciálo com um lugar na REN, na CP, ou no Metro de Lisboa, com um ordenado que podia chegar aos 15 mil euros, se aceitasse não ser candidato à liderança do PS/Coimbra, eleição que acabou por perder. O outro, o André já ameaçou com o usual processo por difamação e o Engenheiro da Independente diz manter a confiança no seu Chefe de gabinete. Depois de tanta história que já ouvimos a este Primeiro-ministro e seus "boys", não custa a creditar que esta seja mais uma.

sexta-feira, agosto 05, 2011

Os especialistas especialissimos


O Governo de Pedro Passos Coelho tinha, até ontem, contratado 51 especialistas para os seus gabinetes. Um número total que poderá estar incompleto, já que falta ainda colocar no portal do Governo as nomeações nos ministérios da Educação, Negócios Estrangeiros e Justiça. A admissão de especialistas foi dos aspectos mais criticados pelo Tribunal de Contas na primeira e única "Auditoria aos Gabinetes Governamentais". No relatório de 2007, os governantes eram criticados por recorrerem, "de modo ilimitado e sem justificação ou fundamento expressos, à admissão de pessoal". A auditoria citava, "como exemplo, os especialistas", cuja nomeação se traduzia numa "forma de tornear o cumprimento das limitações impostas ao número de pessoal do quadro dos gabinetes governamentais". Além de alertar para o facto de não existir número-limite para a contratação e de avisar sobre a ausência de um tecto para o vencimento dos especialistas.
Num mês, o actual Governo ficou perto do número de especialistas contratados pelos antecessores. Nos primeiros quatro anos de José Sócrates em São Bento, entraram 74 especialistas. Nos dois anos de Durão Barroso tinham sido admitidos 70. Nos meses de Santana Lopes foram 48.
O Ministério da Economia, está no centro do fenómeno. Os vencimentos dos nomeados por este sector governativo destacam-se do restante executivo. Até ao momento, o ministro desta pasta, Álvaro Santos Pereira, é responsável pela nomeação de 40 por cento dos especialistas do Governo.

Tão poupadinhos que eles iam ser, mas bastou um mês para se ver que a sua poítica em nada varia dos anteriores, carrega-se em quem trabalha, nos que menos têm, a classe média, cortam-se salários, aumentam-se impostos e preços e "jobs for the boys".Pagam os mesmos de sempre.

sexta-feira, abril 20, 2012

Um Portugal exempl'ar



O ministro Vítor Gaspar defendeu que Portugal deve servir de exemplo para todos os que apoiam políticas expansionistas, baseadas no investimento público, concluindo que esse exemplo não deve ser repetido. O ministro português participou numa conferencia em Washington e foi lá que sustentou que os cortes na despesa são preferíveis ao aumento de impostos porque não afetam o crescimento económico.

Não me parece nada que prove a inviabilidade de politicas expansionistas baseadas no investimento público. Prova sim que os dinheiros que em certa altura, a troca da destruição do sistema produtivo, quer na industria como na agricultura, choveu em Portugal foi, bem investido em algumas coisas e muito mal em muitas mais. Se tivesse sido investido na industria, na agricultura, no ensino e na saúde e não em BPN's, BPP' e outros da mesma laia, se tivesse procurado melhorar os serviços e as empresas públicas em vez de as utilizarem como emprego para boys e corrupção para depois, sob o nome de privatizações, as oferecerem aos Bancos e aos grandes grupos financeiros, nada prova que esse investimento não seria bem sucedido. É que não sendo público, o investimento tinha de ser privado e não se vêm muitos com vontade de investir.

sábado, fevereiro 20, 2010

Passou-se! Ele e a Tshirt com que dorme

 tshirt

Na Comissão Parlamentar de Ética, Mário Crespo, mostrou a tshirt com que dorme e onde se podia ler, "Eu ainda não fui processado pelo Sócrates".

Se tentar controlar a comunicação social através de “boys” colocados em empresas por um Primeiro-ministro é grave e lhe retira toda legitimidade de governar num estado democrático, também a isenção e objectividade de quem leva a paranóia e a obsessão para a cama, estampados numa tshirt, fica comprometida. Especialmente se a andar a mostrar na Comissão Parlamentar de Ética.

quarta-feira, setembro 26, 2012

Uma cigarra muito reles


O ministro da Administração Interna afirmou hoje que quando disse que havia muitas cigarras e poucas formigas em Portugal referia-se "aos trabalhadores por conta de outrem e aos pequenos e médios empresários, comerciantes e agricultores, que, pelo trabalho de formiga que todos os dias fazem, criam riqueza, mantém empregos e criam postos de trabalho em Portugal".

Agora já se compreende o que queria dizer aquela sinistra personagem, cigarras são os médicos do SNS, os bombeiros, policias, professores e todos os outros funcionários públicos. Mais uma vez este governo tenta culpar os funcionários públicos por todos os males do país esquecendo-se de dizer que muitas das funções essenciais da nossa sociedade são feitas por eles. Claro que há cigarras mas muitas delas são os boys que o PS, o PSD e o CDS têm vindo a colocar um pouco por todo o lado. Esta gentinha que nos governa não presta para nada.

terça-feira, abril 07, 2009

Vem aí o Papão...de novo.

 Os Directores

O Ministério da Educação destitui o Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Santo Onofre. Na base da alegada destituição estará o facto de não ter sido constituído naquele agrupamento o Conselho Geral Transitório, órgão fundamental para a implementação do controverso modelo de gestão e avaliação dos docentes implementado por este governo.
Os professores e educadores da escola defendem que “não existe qualquer fundamento sustentável para executar esta penhora extemporânea do mandato dos actuais órgãos de gestão deste Agrupamento” e afirmam que foram seguidos todos os trâmites legais para a instituição do órgão em falta, mas que não houve quem se quisesse candidatar.
Quanto ao Conselho Executivo, referem que foi “devidamente eleito por todos os professores dos 11 estabelecimentos de ensino associados, com mandato até Junho de 2010”.
«O cumprimento da lei não é uma questão facultativa, é uma obrigação. Nesta escola não se cumpriu uma lei e houve uma recusa à participação. É dada a possibilidade aos professores e às comunidades locais de se organizarem para dirigir as escolas. A comunidade local e os professores não querem tomar conta da escola nos termos em que a lei exige», respondeu Maria de Lurdes Rodrigues.

De ilegalidade em ilegalidade a Sinistra Ministra segue o seu caminho na destruição da escola pública e democrática. Com o cargo de director que agora vão criar nas escolas vão arranjar lugar para mais algumas centenas de pequenas “Margaridas Moreiras” (aquela coisa da DREN), pequenos ditadores, boys que vêm no seu pequeno poder a possibilidade de mostrarem a sua arrogância. (Se não o fossem certamente que não aceitariam o cargo). Depois lá vem a escola aberta à sociedade local, ou seja, ao negócio e ao compadrio.

Infelizmente muitos professores fraquejaram na luta e até vários sindicalistas entregaram objetivos individuais, ainda há quem tenha uma consciência daquilo que está em jogo e não desista da luta. Esses são os que merecem a nossa admiração e aqueles a quem devemos oferecer a nossa ajuda sempre que necessitarem dela.

sábado, dezembro 11, 2010

Um casamento de conveniência...para eles


O Sócrates veio informar que a sua solução para tornar o despedimento mais barato para as empresas passa por uma redução dos valores das indemnizações a pagar pelas empresas, mas também pela criação de um fundo público para financiar os despedimentos.
Depois de, ainda recentemente, para poupar dinheiro ter reduzido o tempo e o valor do subsídio de desemprego para as centenas de milhares de portugueses, vem agora gastar esse dinheiro para facilitar a criação de mais desemprego. Neste casamento por conveniência com os "patrões"uma vez mais seremos nós a pagar a desgraça que nos impõem. Nós pagamos tudo, as aldrabices do BPP e do BPN, as mordomias dos nossos políticos, os prémios vergonhosos dos grandes gestores e agora até os despedimentos. Vamos uma vez mais dar o nosso dinheiro a quem afirma não ser possivel aumentar o ordenado mínimo para 500 euros, (80 centimos por dia). Vamos uma vez mais pagar para ver os lucros e os prémios das grandes empresas aumentarem, para vermos o dinheiro "fugir" para as off-shores sem pagar impostos, para vermos ex-governantes e os seus "boys" nos conselhos de administração de empresas a quem ofereceram lucros de milhões. Vamos pagar por mais submarinos e blindados para guerras que só servem os interesses dos grandes senhores do mundo.
Um governo devia servir para trabalhar para o bem dos cidadãos de um país e não somente para servir os interesses de alguns patrões que só pensam na ganância do lucro sem olhar a meios. Mas isto é o que temos e, se nada fizermos, é aquilo que vamos continuar a ter.

segunda-feira, maio 07, 2012

Integridade e corrupção


O combate à corrupção em Portugal está abaixo do esperado para um país desenvolvido, segundo um relatório do Sistema Nacional de Integridade. «Nenhum Governo até hoje estabeleceu, objectivamente, uma política de combate à corrupção no seu programa eleitoral, limitando-se apenas a enumerar um conjunto de considerandos vagos e de intenções simbólicas». O documento revela que, apesar dos esforços, muitas das leis criadas «estão viciadas à nascença, com graves defeitos de concepção e formatação», resultando na sua ineficácia, para além de se constatar a ausência de uma estratégia nacional de combate à corrupção.

Do governo para o privado e do privado para o governo, com muitos boys, muitos negócios e muitos lucros. Pagamos nós.



segunda-feira, junho 25, 2012

Uma Rede de tachos


O PS contestou hoje a nomeação de José Luís Arnaut para o cargo de membro não executivo do conselho de administração da REN - Redes Energéticas Nacionais e exige ao Governo que explique no Parlamento o processo de privatização da empresa. O PS acusa o Executivo de fomentar "um dos maiores exercícios de promiscuidade entre a política e os negócios, conformando a negociação em si uma ilegalidade".
"A privatização da REN, tal como da EDP, funciona como uma espécie de espólio que o Governo distribui para personalidades ou dirigentes topo de gama do PSD e do CDS. Depois de Eduardo Catroga ou de Celeste Cardona, vem agora José Luís Arnault, sobretudo na sua qualidade de administrador da REN e simultaneamente presidente da comissão de auditoria financeira do PSD".
O PS contesta igualmente a nomeação de Miguel Moreira da Silva, do CDS, que irá ocupar um lugar de direcção na REN. "Miguel Moreira da Silva que sai do Governo, que acompanha esta privatização, e sendo ele irmão do próprio vice do PSD, Jorge Moreira da Silva, vem ocupar um lugar de direcção e isto não é nenhuma coincidência".

Qual é a surpresa? Mais uma vergonha a juntar a tantas outras de e que infelizmente não é uma excepção. Vendem aquilo que é património de todos nós e pagam os favores aos seus boys. Os sacrifícios, esses ficam para os outros.

domingo, maio 10, 2009

Um casamento a que não vou

Casamento outubro

Já todos entendemos que, se não acontecer nenhum facto extraordinário, a partir de Outubro o PS e o PSD estão condenados a casarem um com um outro num grande bloco central. Uns dizem que querem outros que não querem, mas tudo parece apontar para que esse seja o resultado lógico da actual crise. Incapazes de fazer um governo uni partidário ou de encontrar nos partidos mais pequenos uma coligação funcional, os dois partidos mais votados, (e mais parecidos um com um outro), acabarão por acasalar. O problema será o de como dividirem os espólios e os "jobs for de boys”.
Já notaram de como todos dizem que os que afirmam essa inevitabilidade o fazem porque consideram que a partir de Outubro é necessário um governo estável que possa aplicar medidas anti-populares para solucionar a gravíssima crise, (que eles criaram), em que estaremos na altura. Isto quer dizer que nos vão andar a mentir até às eleições, prometendo o paraíso quando sabem bem que é o inferno que nos vão oferecer. Adia-se o aperto do garrote até conseguirem o voto dos cidadãos para depois nos confrontarem com a inevitabilidade de mais e maiores sacrifícios. Já ouvi iminentes economistas falar mesmo da inevitabilidade de "suspender" a Constituição. Não sei o que pensam aqueles que aqui vêm, mas eu recuso-me a aceitar ser enganado por esta cambada e muito mais que me retirem direitos e liberdades. Recuso-me a votar em quem me está conscientemente a mentir e enganar e declaro desde já que não considerarei como sendo um governo democraticamente eleito um que atinja esse objectivo pela mentira e pelo engano. A democracia exige verdade.

terça-feira, março 27, 2012

Insónias ou pesadelos?





O ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, afirmou hoje que o desemprego é aquilo que verdadeiramente "tira o sono" ao Governo. Eu parece-me que o poder do Vitor Gaspar no governo e sobre o Passos Coelho é que lhe está a provocar insónias porque o único desemprego com que realmente o deve preocupar é com o dos boys que ainda faltam colocar.
Só mesmo os interesses instalados, os negócios que vão a meio e muito favor que falta pagar mantêm este governo desconjuntado ainda inteiro. Com os resultados da politica económica do Gasparzinho a gerarem cada vez mais criticas nos corredores do poder e as guerras já instaladas no seu interior não se lhe augura um grande futuro.

domingo, setembro 04, 2011

O Matadouro de São bento


O ministro das Finanças, Vítor Gaspar apresentou no Parlamento, o primeiro plano de cortes efectivos na despesa corrente primária do Estado para 2012. O sector da saúde será o mais afectado, prevendo-se uma redução de 810 milhões de euros e ainda cortes de 507 milhões na Educação e 205 milhões na Segurança Social.

Este governo primeiro tira-nos a pele com impostos e depois é que nos mata com a redução da despesa, feita não pela redução das gorduras do Estado, nas nomeações de boys, concessões público-privadas, institutos públicos e mordomias, mas pela redução de salários e pensões bem como em cortes nos direitos sociais. Seja pelo aumento de impostos ou das taxas moderadoras nos hospitais quem vai pagar são sempre os mesmos, os que não têm recursos para ir aos hospitais privados, e que se terão de contentar com um serviço que obrigatóriamente terá de baixar de qualidade com o corte previsto.
Também o corte da Segurança Social é incompreensivel numa altura em que a crise tem atirado tantas familias para a pobreza e para a miséria. Confiar na caridadezinha para fazer o trabalho que competia ao Estado é vergonhoso.
Com este governo os portugueses só podem aspirar a um futuro de pobreza e miséria. Correr com este governo e com estas políticas é necessário e urgênte.

quinta-feira, março 18, 2010

É tão bom ser-se boy

boys

Só o presidente executivo da operadora, Zeinal Bava, teve direito a 546 mil euros de salário fixo em 2009. Já o chairman, Henrique Granadeiro, somou 485.423 euros. Os restantes gestores executivos, Luís Pacheco de Melo, Carlos Alves Duarte, Manuel Rosa da Silva, Shakhaf Wine e os dois arguidos no caso Face Oculta Rui Pedro Soares e Fernando Soares Carneiro - auferiram 364 mil euros cada um. Face à conjuntura económica, todos tiveram um corte de 10% nos seus rendimentos nesse ano.

Além dos salários, os gestores que já exerciam funções no anterior triénio (2006 a 2008), acrescem prémios de 3,8 milhões de euros. A Henrique Granadeiro e Zeinal Bava coube mais de um milhão de euros (1.019.271 euros) a cada. Menor foi o bónus individual - 587 mil euros - de Rui Pedro Soares, Luís Pacheco de Melo e António Caria.

domingo, agosto 26, 2012

Subsídios há muitos...seus palermas

 

Alguns assessores do Governo contratados e pagos pelos gabinetes ministeriais no sector privado receberam o pagamento do subsídio de férias.  Contrariamente a todos os outros funcionários públicos, que viram o subsídio de férias a ser retirado, alguns assessores receberam o pagamento pelas férias adquiridas e vencidas em 2011.
 
Podia começar este post de muitas maneiras. Por exemplo dizendo que se o Natal é quando o homem quiser então também o Vitor Gaspar considera que pode ser Pai Natal quando quiser.  Ou podia falar de portugueses de primeira, os governantes, os seus assessores, os gestores da CGD ou os funcionários e pensionistas do Banco de Portugal e de segunda que são os funcionários públicos, os professores, os médicos, os enfermeiros, os trabalhadores de empresas públicas e muitos outros, em que uns recebem os seus subsídios de férias e Natal como recebiam todos os anos enquanto aos outros é roubado inconstitucional mente.  Podia chamar mentiroso a este governo, primeiro por ter mentido na campanha eleitoral dizendo que não ia cortar nos subsídios depois por ter negado esse pagamento aos boys que ia contratando para assessores, chefes de gabinete ou até motoristas quando o Diário da Republica publicava as suas contratações com direito a esses subsídios. Podia começar este post de qualquer uma destas maneiras ou até de outra qualquer assim como o podia vir a acabar chamando-lhes aldrabões, ladrões, mentirosos, filhinhos da mãe deles mas parece-me que só a notícia e o que ela representa é suficiente para não ter de fazer post nenhum.

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