segunda-feira, maio 15, 2006

O PESO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA


A Função Pública é objecto da mais sistemática, minuciosa e profunda actividade político-legislativa de desmantelamento e esvaziamento. O peso da administração pública é vendido como uma verdade científica.
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Os grandes meios de comunicação manipulam informação e fabricam verdades nacionais de acordo com os seus interesses, negligenciando os ranking estatísticos que em matérias mais inócuas gostam de anunciar.
Jorge Matos
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Nota: Normalmente procura-se omitir o facto de Médicos, Professores, Forças de Segurança e outras actividades imprescindíveis para os serviços básicos de apoio à população integrarem o número dos Funcionários Públicos.
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Contributo para o Echelon: SIGDASYS, white noise

26 comentários:

  1. Tem que haver alguém a pagar a fava..e neste caso estão os servidores publicos...

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  2. parabens pelo post!
    é rigorosamente verdade que que a informação é manipulada e que os dados são distorcidos!
    todos os dias ouvimos que os problemas desta choldra se devem ao elevado número de funcionários públicos e seus previlégios....quando a verdade é completamente diferente!

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  3. Cavaleiro:
    Todo este ataque ao número de funcionários publicos é uma farsa montada para justificar os gastos do estado. Assim têm sempre uma desculpa para o défice e acabam não resolvendo o problema por não desejarem despedir. Mentiras, para enganar os tolos (todos nós). Haverá alguns funcionários em Ministérios e outros orgão publicos que estarão a mais, mas nada que justifique todo o barulho que fazem em volta disso. É só mais uma mentira para ajudar no ataque ao estado social e a favor da privatização de areas como a saúde, segurança etc. Quem vai pagar com isso seremos nós mais uma vez. Tretas

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  4. luikki:
    Ainda bem que cada vez há mais pessoas como tu a verem para além da areia que nos atiram diáriamente para os olhos na comunicação social. É necessario acabar com esta e outra mentiras que nos impingem diáriamente. Um perigo isto de, quem ouve as noticias acabar mais desinformado que quem não a faz.

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  5. e repare-se que os dois "modelos nórdicos do costume": suécia e dinamarca aparecem no topo da lista... ou seja, não importa tanto o peso, como a qualidade e eficiência do funcionalismo público. O acento deve ser colocado na criação de mecanismos de prémio do mérito e de punição do demérito e não nos despedimentos e rescisões cegas.

    o que não quer dizer que muitos FPs não estejam a vegetar nos seus serviços, pq estão! mas nesse caso, transfiram-nos para onde fazem falta e criem mecanismos que facilitem essa mobilidade (geográfica, inclusivé)!

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  6. Aí está ( nas palavras do Rui ): não é tanto o peso, a quantidade, mas sim a qualidade.
    Primeiro tem de haver uma racionalização do sistema publico. Racionalizar meios humanos, materiais e finaceiros. Torná-los mais humanos, justos e eficazes. O prémio ao mérito tb é boa ideia, mas cuidado com quem o atribuiria... Nisto há sempre o perigo dos "padrinhos & afilhados". Integrar os contratados nos quadros. Se são precisos vão para os quadros. è injusto haverem FP de 1ª e outros de 2ª. Acabar com certos ordenados dourados de uma pequena minoria de FP e aumentar os ordenados dos que ganham misérias, muitas vezes, por trabalho árduo. - Isto seria a minha ideia de convergência salarial: Quem ganha acima de um certo patamar ficava sem aumentos, quem está no fundo da tabela remuneratória teria aumentos progressivamente maiores, quanto mais pequeno fosse esse ordenado. Quem mais tem cedia um pouco a quem menos tem! è que um aumento de 1% para quem ganha 2500 euros são 25 euros, mas para quem ganha 500 euros são só 5 euros! Esses 25 euros do primeiro caso davam para distribuir 5 euros a mais por cinco trabalhadores que ganhassem apenas 500 euros. Assim, os de 2500 euros não teriam aumento e esses 25 euros seriam distribuidos por 5 trabalhadores que receberiam 10 ( 2% )e não cinco euros, apenas a titulo de exemplo...

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  7. Quantos funcionários públicos ... só o são .... porque andaram com a bandeirinha do Partido na mão, em momento apropriado ... ???
    Passa-se da alto a baixo, em termos hierárquicos, verifica-se em governos de PSD e de PS, na Administração Central. E inclui também o PCP, na Administração Local.

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  8. Pois é, mas estão a mais na pesada estrutura da Função pública. :|

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  9. Um país que precisa ser repensado com a cabeça...

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  10. Rui:
    A grande maioria dos FP não sãoi aqueles burocratas que nos querem vender. Curam doentes, garantem a nossa segurança ou ensinam as nossas crianças etc... Há como em tudo gente desocupada e a vegetar, mas não são esses que criam o monstro do estado que nos é vendido (sei disso porqie a minha falecida mãe coordenou o recenceamento da FP há alguns anos). São mentiras ditas em nome dos grandes interesses economicos.Infelizmente mentiras que vendem

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  11. Sá morais:
    Tu já vais no problema dos salarios dos FP. Um assunto importante e para o qual deviam ser encontradas soluções que acabassem com situações indignas de um estado de direito. Mas, a nivel da sociedade o que há que desmentir é a ideia de que há FP a mais. Pelo contráario, provavelmente há a menos.

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  12. Alien:
    O que dizes é verdade, mas isso é uma gota no oceano. (embora custem muito ao estado pelos gordos salários que ganham). O que tudo isto serve é para cruiar desculpas para os maus resultados economicos e para tentar acabar com o estado social.

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  13. tb:
    O que há que pensar é que direito tem a Comunicação social (ao serviço dos grandes grupos economicos)de nos tentar vender ideias erradas. E sem contraditório

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  14. Diana f:
    Já me perdi na ordem dos comentários. O que era para ti foi escrito em nome de Alien. Troca-se.
    Alien:
    A estrutura não é assim tão pesada como nos querem fazer crer. O gráfico prova-o. Podem é estar mal distribuidos, mas isso é outra coisa

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  15. bom, assunto espinhoso, não? (mais um looool)

    falando de3 funcionarios publicos e de médicos..eu já trabalhei varios anos num hosp. publico e outros tantos num de gestão privada.
    no último, numa enfermaria que interna +/- 2000 doentes por ano, com um grupo de 10 médicos.
    no primeiro, que internava um pouco mais de metade, sabes quantos médicos tinha? 50. nada menos....achas que todos viam doentes? ;) pois...
    meu amigo, a função publica é um saco tão grande...

    beijo

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  16. não sei porque é que deixei um 3 lá em cima...este blog desorienta-me :) lol

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  17. Cristina:
    É realmente um assunto complicado. Ainda hoje no Prós e Contras (falaram das maternidades, esse parto que está dificil de fazer) e concluiram a falta de médicos em todos aqueles hospitais. Será só uma questão de má distribuição? Será talvez necessario uma maior organização e efeciencia, mas não ceio que haja FP a mais no nosso país.

    Boa noite para ti
    bjs

    PS: Gostei daquilo do 3 :)

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  18. pá, não vi o programa, esqueci-me.
    :((

    as más companhias....ttssss...

    é óbvio que há falta de médicos, os cursos de 1000 alunos estão a reformar-se e os seguintes são de 200...na proxima meia duzia d'anos vamos perder praí metade. dramático. bem,há solução, no meu hospital, ja temos umas dezenas de nacionalidades...sério.

    beijos (ufff)

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  19. Cristina:
    Olá Bom dia
    Não perdeste muito em não ver. O argumento da falta de condições de um lado e o de desconhecimento da realidade do outro. Como diz o outro, eles falam falam .
    Tu muito melhor que eu tens a consciência dos problemas que vamos ter com a falta de médicos no futuro. Muito justamente se criticou a politica de números clausus mas uma vez mais os nossos governantes fecharam os olhos à realidade futura. É engraçado que passam o tempo a pedir-nos para fazermos sacrifícios em benefício do futuro e quando lá chegamos descobrimos que esse sacrifício não era necessário como muitas vezes até foi contraproducente.
    bjs

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  20. Cristina,
    Correcto e afirmativo.
    A geração de médicos de cursos de 1000 alunos, que refere, reporta-se à década de 70, e que irá estar no activo mais 10 anos.
    Depois ?
    Virão exércitos de médicos espanhóis, de Leste, etc.
    O Estado tem tratado mal a Excelência de Portugal, "convidando-a" até a sair para outros Países.
    Uma Excelência que "lá fora" é apoiada, acarinhada e reconhecida.
    Nada a fazer.

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  21. diana f.
    A Cristina pelos vistos sabe bem daquilo que fala e nós vamos sentir essa realidade quando ela nos atingir. Na questão das maternidades o problema já é a falta de especialista para colocar nos serviços. Simplesmente uma falta de visão de futuro dos nossos governantes.
    bjs

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  22. Kaos,
    não tenho a menor dúvida que a Cristina sabe do que fala, não só neste tema, como em muitos outros, que se referem à área da Saúde.
    .
    Quanto à falta de visão dos governantes, por não haver obstetras (q.b) ...
    .
    Ó krido, deixe-se disso. As especialidades médicas sempre estiveram nas mãos de uns quanto "tubarões".
    Business, baby.
    .
    Bom almoço.
    beijoca
    Diana F.
    .
    PS - Hoje estou com a pedalada toda, ... lololol ...

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  23. Diana f.
    Já vi que sim.
    Eu em relação a isto da saúde entendo pouco (fujo de ir a eles como o diabo da cruz). Tenho no entanto uma opinião sobre uma medida que devia ser implementada no SNS. Acabar com a promiscuidade entre o publico e o privado. Os médicos seriam obrigados a optar em qual desejavam trabalhar. Talvez assim os tubarões perdessem alguns dentes :)
    bjs

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