quinta-feira, setembro 14, 2006

Menage à trois

Uns coices retirados de "O Jumento" sobre a DGCI
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O poder tentacular e secreto da Opus Dei combinada com os recursos financeiros do maior banco privado leva-nos a defender que é tempo de dizer que não é admissível que a maior instituição do Estado esteja sob o controlo de alguém da Opus Dei e de um empregado do BCP, e é ainda menos aceitável que o poder do Millennium dentro do fisco vá muito mais além daquele que resulta da designação de um director-geral e que com isso tenha conseguido poupar muitos milhões de euros. A Deus o que é de Deus e a César o que é de César.
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É inaceitável que enquanto existem investigações sobre a banca, tendo o Millennium sido referenciada nessas investigações como a comunicação social deu conta, sabendo-se que o Millennium recorreu a truques (e sabe Deus que mais) para obter reembolsos ou evitar o pagamento de impostos e que à frente da DGCI esteja alguém “emprestado” pelo próprio Millennium.
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O texto completo aqui: "O Jumento"
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Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI

2 comentários:

  1. Opus Dei quer dizer obra de Deus, não é? Pois não lhes fica mal: eles abotoam-se o mais que podem e depois basta-lhes dizer que foi obra do divino. Filhos de uma mangedoura!

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  2. por estas razões o rectângulo continua a afundar-se...

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