Isso se a política deste governo ainda nos aumentarem a despesa na área das viagens. Basta privatizar a TAP e lá se vão as viagens de borla e lá vai o estado ter nova despesa.
Se há quem chore de alegria porque não haveremos de rir de tristeza. Todas as imagens deste blog são montagens fotográficas e os textos não procuram retratar a verdade, mas sim a visão do autor sobre o que se passa neste jardim à beira mar plantado neste mundo, por todos, tão mal tratado. A pastar desde 01 Jan 2006 ao abrigo da Liberdade de Expressão.
segunda-feira, junho 27, 2011
Viagens low cost ministrial
Isso se a política deste governo ainda nos aumentarem a despesa na área das viagens. Basta privatizar a TAP e lá se vão as viagens de borla e lá vai o estado ter nova despesa.
terça-feira, junho 11, 2013
Portugal a saldos
quinta-feira, dezembro 13, 2012
Eles comem tudo, eles comem tudo
quarta-feira, dezembro 19, 2012
A minha árvore de Natal
terça-feira, outubro 23, 2007
O Rato Lino
O Ministro das Obras Públicas e Transportes, Mário Lino, considera a greve dos pilotos como «inoportuna» e diz que apenas pode ser encarada como uma greve “mais com objectivos políticos do que laborais”. “Neste momento os sindicatos querem manter a greve, mas estas costumam acontecer quando as pessoas já não estão disponíveis para discutir ou já discutiram e não chegaram a acordo. Não estamos de maneira nenhuma nessa situação e por isso acho estranho que o sindicato convoque uma greve que vai criar efeitos muito negativos na TAP e no país”.
Que muitos dos engravatados que costumam passar pelas cadeiras do poder, digam asneiras resultantes da sua ignorância do que são sindicatos e do que é uma greve, já é difícil de entender num regime democrático, onde o direito á greve está consagrado na constituição. Agora que seja logo este ministro, a quem certamente na sua escola e militância no Partido Comunista foram ensinados todos os fundamentos e objectivos de uma greve, torna as suas palavras mais incompreensíveis. Oh Mário, não há greves inoportunas e sabes bem que todas as greves são e serão sempre politicas. É o b-a-bá do sindicalismo e tu sabes isso muito bem.
Engraçado é notar que os governantes se mostrem tão preocupados com esta greve e com os seus efeitos e se estejam nitidamente nas tintas quando se trata de autocarros, barcos ou outros quaisquer transporte público. Talvez por os utilizarem pouco, talvez por andarem demasiadamente confortáveis, de “cuzinho tremido” nos seus popós de luxo, enquanto o avião lhes faz falta para irem e virem nas visitas aos seus “parceiros europeus”.
Pena tenho eu, em ver a forma desigual como são tratados os trabalhadores consoante as consequências que as greves que fazem provocam. Um governo realmente democrático deveria considerar todas as greves de igual forma. Pena tenho eu, que os trabalhadores deste país continuem a olhar para as suas classes profissionais de forma separada, que não haja uma verdadeira união e solidariedade para que, quando justa, a luta de uns fosse sempre a luta de todos.
Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI
quinta-feira, setembro 29, 2011
Privatização da Água. Vamos dizer Não
Que vendam os anéis, que privatizem a TAP, a ANA, a EDP, a GALP, a Carris, a CP, aREN, etc. pode ser visto como um disparate e a destruição património que ainda resta ao país. Como dizia o Saramago, "já agora privatizem também a puta-que-os-pariu", mas o que é inadmissível é que queiram privatizar um bem que não pertence a ninguém, que é a essência da própria vida; a água. Muitos já lhe chama o petróleo do Século XXI, um bem que se vai tornar cada vez mais escasso (e mais caro).
Com que direito a querem entregar nas mãos de gente que só pensa em lucro e especulação? Já nem vou falar do custo para os cidadãos e para a idolatrada competitividade das empresas. Falo só do direito à água que é de todos.
Será que o seu futuro dono terá o direito de nos recusar o acesso a esse bem precioso deixando-nos a morrer à sede?
Será que se aproxima o dia em que nos vão recusar um copo de água?
Esta é uma luta que todos temos a obrigação de participar. Não se trata aqui de mais uns euros ao fim do mês ou mais um imposto, (razão que deveria ser mais que suficiente), mas da luta pela água. Que cada um pense nas consequências que daqui podem advir, (vejam como vai subir o preço da electricidade e como têm subido os combustíveis) e vejam se se podem dar ao luxo de ficar em casa no sofá?
segunda-feira, novembro 15, 2010
O cartão vermelho à liberdade
Vamos todos aproveitar esta cimeira para, nas ruas, afirmarmos o nosso descontentamento e dizermos a esta gente que não as queremos no nosso país. Fora com os Senhores da guerra.

