Contributo para o Echelon: 15kg, DUVDEVAN
Se há quem chore de alegria porque não haveremos de rir de tristeza. Todas as imagens deste blog são montagens fotográficas e os textos não procuram retratar a verdade, mas sim a visão do autor sobre o que se passa neste jardim à beira mar plantado neste mundo, por todos, tão mal tratado. A pastar desde 01 Jan 2006 ao abrigo da Liberdade de Expressão.
«As declarações de José Manuel Fernandes, director do jornal Público, na Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC), no caso das «pressões» para «abafar» as notícias sobre a licenciatura do primeiro-ministro, estão a levantar nova polémica: o director do Público afirma que Sócrates o pressionou e o primeiro-ministro desmente e acusa Fernandes de «especial covardia».
A frase que está a lançar a polémica foi publicada no site da ERC e diz o seguinte: "Fiquei com uma boa relação com o seu accionista e vamos a ver se isso não se altera"».
Podia fazer aqui um longo texto a explicar todas as peripécias deste processo, a começar na altura em que o Sócrates aqui ganhou o Cognome de “Engenheiro” em virtude de tudo o que ia surgindo em redor da forma como conseguiu a sua licenciatura e das trafulhices que se lhe seguiram. A história é longa e todos se recordam dela pelo que basta irem ler o resto da notícia [AQUI], onde a ERC se esquece de ligar gravadores exactamente quando são feitas declarações comprometedoras, ou altera agora o que escreveu no relatório afirmando ter-se enganado na transcrição. Se na altura a licenciatura ficou muito mal explicada e a poucos convenceu, esta trapalhada só vem confirmar que, apesar da ERC dizer que não encontrou provas da tentativa do Engenheiro em controlar as noticias, o incomodo que provocou ao Engenheiro foi ainda maior. É assim, quem tem esqueletos no armário nunca sabe quando saiem de lá para o assombrar.
«A seguradora American International Group Inc. - AIG/Life foi salva "in extremis" da falência através de uma injecção de 85 mil milhões de dólares (62 mil milhões de euros) aprovada pela administração do presidente George W. Bush.
Os executivos de topo da AIG que, para comemorar a exorcização do fantasma da falência, esbanjaram 440 mil dólares (320 mil euros) em banquetes, spa e partidas de golfe, num luxuoso "resort" californiano.»
Nem vale a pena comentar, pois não?
«O presidente da Autoridade da Concorrência afirmou que o estudo aprofundado ao mercado de combustíveis só ficará concluído em Março do próximo ano. A AdC optou por fazer um estudo que englobasse os anos de 2007 e 2008 e há dados que só estão disponíveis no próximo ano. Manuel Sebastião explicou que só dentro de cinco meses o estudo poderá ser concluído devido 'à vastidão de dados que para serem bem trabalhados precisam de tempo'. Este relatório será feito utilizando os dados fornecidos pelas petrolíferas.»
Todos temos visto o preço do petróleo continuar a descer mas isso parece não fazer baixar os combustíveis em Portugal. Estranhamente, nesta queda do petróleo que de 150 dólares passou para menos de 90, bastou um intervalo de dois ou três dias em que subiu 4 Dólares para logo vermos a Galp subir os preços. A queda de mais de 60 dólares pouco se reflectiu na baixa do petróleo. (E no gás subiu, subiu mas desce, zero). Vem agora autoridade da Concorrência dizer que só nos vai apresentar o relatório só em Março de 2008, que tem de esperar pela entrega dos dados pelas petrolíferas, ou seja vamos estar mais meio ano à mercê de quem acreditamos terem estado a assaltar-nos nas bombas de gasolina. Meio ano de espera para depois recebermos um relatório feito com dados fornecidos pelas próprias petrolíferas e que quase posso aqui apostar que vai dizer que não foram encontradas nenhuma ilegalidade e que tudo isto é natural. Até pode ser, mas para quem sabe somar dois mais dois custa a entender como a subida do petróleo faz subir a gasolina muito e imediatamente, mas a sua queda quase não se note no preço a pagar. Bem pode descansar o Manuel Pinho que até Março já tem desculpa quando o chatearem com os preços da gasolina.
Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping
”O mais importante nesta altura é ninguém confiar em rumores nem boatos. Confiem naquilo que eu e outros responsáveis disserem publicamente. Isto é muito importante em momentos de incerteza”.
Vítor Constâncio, Governador do Banco de Portugal
Está-se mesmo a ver que é no Constâncio que vou confiar. Uma tal personagem que representa muito daquilo que eu mais desprezo na politica, a soberba, a cegueira com a realidade de vida dos outros, a sua indiferença a tudo o que de mau lhes aconteça enquanto se paga a si próprio ordenados e benesses de um autentico nababo, quer que eu só acredite naquilo que ele e outros responsáveis pela crise nos diga. O Deus das finanças, a palavra séria e competente. Pois é mesmo em gente como ele que mais desconfio, que sei terem a cara de pau suficiente para nos dizerem amanhã exactamente o contrário do que dizem hoje e ainda nos atirarem com a culpa, mas sobretudo com o custo, para nos fazerem pagar a nós pelos seus erros enquanto eles nada sofrem. Quem fala de tempos de incerteza não nos pode vir querer vender certezas.
Contributo para o Echelon: 15kg, DUVDEVAN
“Muitas famílias têm dificuldades em pagar os empréstimos que contraíram para comprar as suas casas; há idosos para quem a reforma mal chega para as despesas essenciais; há jovens que buscam ansiosamente o seu primeiro emprego; há homens e mulheres que perderam os seus postos de trabalho”…
“A situação internacional, por outro lado, não é favorável. Ao elevado preço do petróleo e dos produtos alimentares alia-se o aumento das taxas de juro”…
Os portugueses "têm o direito a esperar do Estado que faça bem o que lhe compete fazer: que seja rigoroso e ponderado no uso dos dinheiros públicos e que os impostos sejam justos e razoáveis"
Discurso de Cavaco Silva no 5 Outubro
Falou muito, disse muita coisa mas esqueceu-se de dizer o mais importante. Quem o oiça até pode pensar que estamos acabadinhos de entrar na crise, que navegávamos em águas de abastança e riqueza. Não, a crise já faz parte das nossas vidas há muito tempo e não foi o cheque petrolífero nem a situação internacional que a criou agora. Claro que todos desejamos que o estado faça bem o seu trabalho e use os dinheiros públicos de forma rigorosa, mas porque não o fez ele quando foi governo e todos os dias choviam milhões da União Europeia? Porque não foi esse dinheiro bem investido e criada riqueza que fizesse desenvolver este país? Porque foi esse dinheiro desbaratado e entregue nas mãos de novos banqueiros, grandes empresários e em tanto novo-riquismo, em tantos Ferraris que encheram as nossas estradas?
Para este sistema capitalista chegou a altura de nos atirarem com mais uma dose de crise para cima, de nos dizerem que temos de pagar aquilo que o sistema que criaram andou a roubar impunemente enquanto eles olhavam para o lado, mas também que temos de ter confiança, a palavra da moda na boca desta gente. Querem que aceitemos calados tudo isto e tenhamos confiança no futuro, que continuemos a confiar neles o no seu sistema, que não paremos para pensar se não haverá outro caminho onde eles evidentemente não teriam lugar. Claro que há e é isso que eles temem que possamos exigir.
Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17
«Os líderes dos quatro países europeus mais desenvolvidos, hoje reunidos em Paris, anunciaram numa declaração conjunta que tomariam «todas as medidas necessárias» para garantir o equilíbrio e estabilidade do sistema bancário e financeiro. França, Alemanha, Itália e Reino Unido estiveram representados na mini-cimeira, que contou com representantes com o Banco Central Europeu (BCE) e a Comissão Europeia.»
Nem me interessa o que decidiram, mas a forma como o fizeram. Grande Europa a nossa. Quando há que tomar decisões já lhes basta chamar aqueles que realmente mandam, os grandes Senhores, aqueles que nos dizem o que temos de fazer. É o Espirito do "Tratado de Lisboa" a assombrar a Europa. Só não entendo porque não dizem de vez que Portugal deixou de ser um país para ser uma região autonoma (mas pouco).
Portugal fora desta Europa dos Bilderberg já.
Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI
Na mesma quadratura do círculo do post anterior também a blogosfera foi discutida. O António Costa estava muito indignado com a facilidade como se punham a correr no “submundo” que é a blogosfera petições sem nenhum sentido. Claro que quando chegou a vez do Pacheco Pereira quase rebentou de prazer. Um assunto em que é especialista, (embora esta gente se pense especialista em tudo). Ele, que olhando em redor para comentadores e camaramen, doncluiu. Eu, a pessoa mais atacada na blogosfera de todos os que estamos aqui. Que honra, que alegria. Claro que isso só acontece porque em toda a blogosfera só 1% vale alguma coisa, os outros 99% são lixo, escrito por frustrados que querem ganhar alguma fama, uma multidão anónima sem qualquer valor e que falam de assuntos sem os conhecer a fundo. (Olha logo quem, que nesse mesmo programa com meia dúzia de palavras tinha transformado o Marx num teórico defensor do capitalismo, mostrando claramente que, ou nunca realmente leu as suas obras, ou quando fala diz o que lhe dá jeito sem se preocupar com toda a deturpação da verdade e da realidade que possa estar a fazer. Já ouvi chamar de troca-tintas, charlatães e aldrabões a quem se comporta assim). Eu, como parte integrante desses 99% e produtor de lixo blogosfértico aqui lhe digo que encontro muito mais de 1% de blogs muito melhores, mais bem escritos, mais imaginativos, mais interessantes, que o dele. Mas, como dizia a minha Avó, “presunção e água benta cada um toma a que quer”.
Há, é verdade, acabou citando Bernard Shaw, dizendo que tem escrito no cimo do seu blog, em letra invisível, "Nunca lutes com um porco. Primeiro, porque ficas sujo. Segundo, porque ele gosta!" Só me apeteceu aplaudir, tão bem ficou reflectida a sua personalidade.
Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17
Não sei se já repararam na forma como o assunto da crise imobiliária tem sido nos tem sido vendida. A primeira versão foi culpar o capitalismo feroz, os grandes bancos e justificar o meter milhares de milhões, um pouco por todo o mundo, do dinheiro público no negócio daqueles que, pela ganância do lucro, criaram a própria crise. Entraram na história as entidades reguladoras que, embora existentes nada fazem, irão passar a ter de fazer alguma coisa, para tentar convencer-nos que isto nunca mais irá acontecer. Depois a culpa já passou para a globalização, como se não fossem eles os seus mentores, e para os maravilhosos anos de prosperidade que o capitalismo nos ofereceu. Já começaram avisos que na América as pensões e as poupanças dos americanos vão sofrer um rombo, que afinal também os cidadãos vão perder dinheiro. O Obama já veio dizer que a crise “não é só de Wall Street”, mas de todo o país. Dai para que a culpa seja só nossa porque compramos, aquilo que gastam fortunas em propaganda para nos vender, não falta muito. Brevemente estarão a apontar o dedo a todos nós, às leis laborais, às férias, aos feriados, aos fins-de-semana, aos que criticam o sistema, a todos e a tudo pela crise. Claro que depois de nos colarem a culpa da crise vão-nos fazer pagar por ela. E com juros.
Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping
"A queda na bolsa vai ter um impacto directo nas pensões de reforma e na poupança de milhões de americanos".
George W. Bush
Se alguém entrar em minha casa ou me assaltar na rua e me roubar as minhas economias é um “ladrão”. Se alguém permitir que outros o façam é cúmplice e por isso também ladrão. Há algum tempo iam presos, mas como a comida e o alojamento custavam dinheiro agora oferecem-lhes uma pulseira e mandam-nos para casa. Já se um banqueiro ou um politico roubar o dinheiro de poupanças ou aquele que foi junto durante uma vida de trabalho para assegurar uma pensão na velhice, é uma crise monetária. Os que roubam este dinheiro não vão presos, antes pelo contrário, recebem milionários prémios de desempenho. Encheram as contas offshores deles e de alguns amigos e governantes e, como paga, podem ir calmamente estender-se numa qualquer praia com um “Allgarve”, umas meninas ou meninos de todas as idades, (consoante os gostos) que os ajudem a passar o tempo e alguns campos de golfe onde podem ir combinando, entre duas pancadas, qual a próxima empresa onde irão sentar os seus balofos cus na cadeira da administração.
Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO
«Para Manuel Pinho, o mundo tal como conhecíamos até agora acabou. "Durante
Acabou? Que mundo é que acabou? De que prosperidade fala o Ministro, da dele? Será que se lhe acabaram os campos de golf, os excessos de velocidade nas nossas auto-estradas, e que não vai haver Allgarve para o ano que vem? Vai a nossa costa Alentejana ser salva da especulação imobiliária por esta crise?
É que para muitos milhões de portugueses, toda essa prosperidade de que fala o ministro nunca passou de uma miragem no deserto da interminável crise que nos apresentavam. Sempre nos falaram do paraíso que estava para lá desse deserto, mas por mais que andássemos nunca lá chegávamos e agora vem o Ministro dizer-nos que nunca lá chegaremos. Todos os “motores” resolveram avariar-se ao mesmo tempo, o do crédito porque a especulação e a ganância não têm limites, a inovação porque de tanto inovarem nunca chegaram a mudar nada, os novos países que enormes novos mercados prometiam para acabaram por minar o emprego e o investimento e porque quem produz a energia entendeu que a galinha dos ovos de ouro era sua. Claro que o Ministro vem agora dizer tudo isto já se estava a prever, mas foi também ele quem sempre elogiou o sistema, quem nada fez para acabar com os paraísos fiscais das offshores e quem nunca se cansou de nos apontar as miragens do futuro. A culpa é dele, do Sócrates, do Teixeira dos Santos, do Cadilhe, do Cavaco, da Manuela Ferreira Leite, do Portas e do Félix, do Balsemão e do Pacheco Pereira, do Teixeira Pinto e do Constâncio, o Barroso e o Marcelo Rebelo de Sousa e de todos os outros que criaram e alimentaram o sistema sabendo que ia ruir mais dia menos dia. Vai esta gente toda sair impune disto? Claro que vai, vão continuar a fazer mais do mesmo, vão continuar a defender o sistema enquanto ele os servir e vão deixar os povos pagarem o mal que fizeram.
Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17
O amigo Arrebenta dos "Braganza Mothers" pediu-me uma nota de um milhão de dollares com a Sarah Palin. Já antevendo o prazer que os seus fantásticos textos sempre me dão, aqui reproduzo as imagens que lhe enviei.
Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping
Uma traineira de pescadores portugueses foi bafejada pela sorte e, depois de terem saído para a pesca da sardinha, saiu-lhes o “Jackpot” de um cardume de Corvina e um barco cheio com 14 toneladas de pescado. Imagino a alegria daquela gente no regresso ao porto de Sesimbra, para aí se transformar em desespero. A Policia Marítima apreendeu todo o peixe por “a quantidade pescada ser superior à permitida por lei”. Disso não entendo nada, mas que saiba não fizeram pesca ilegal, tiveram simplesmente sorte que transformou em tragédia. As 14 toneladas acabaram por ser vendidas na lota a alguns cêntimos o quilo, (quando normalmente valeriam mais de 6 Euros), fazendo com que os mais de 2 mil euros que cada pescador iria ganhar neste dia em que a sorte grande lhes bateu à porta, se tenham transfigurado no prejuízo de uma multa. Perderam os pescadores, ganhou o estado. Podemos dizer que Jaime Silva, o tal que respondeu a um pescador que protestava que se nas estivesse bem que saísse da União Europeia), foi um feliz pescador.
Quando tanto se fala de aumentar a eficiência e a produtividade, que tanto se fala da necessidade de modernização para concorrer com os outros países, como se justifica que um barco possa pescar demais. Modernizar para quê se com aquilo que temos já pescamos mais que aquilo que a lei autoriza. Assim não vamos a lado nenhum, mas também parece ser isso que esta Europa exige aos nossos governantes; que continuemos a ser um pasto para a sua ganância.
Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO
«O Presidente da República acredita que a crise financeira e económica que está a assolar os EUA vai afectar os portugueses. Cavaco Silva considera que os responsáveis pela crise que se instalou nos mercados são os "reguladores, supervisores, bancos centrais, com a invenção dos produtos financeiros".»
Ena pá, anda esta sumidade, este professor universitário tão elogiado e saudado, este economista, que dizem ser de grande gabarito, este homem que nunca se engana e raramente tem dúvidas, a dedicar-se ao estudo da politica económica, para chegar a tão brilhante conclusão que mais ninguém tinha conseguido chegado. Claro, que se esqueceu dos políticos e dos defeitos perversos do próprio capitalismo, mas isso deve certamente ser da idade e de estar embasbacado a olhar para os arranha-céus de Nova Iorque.
A única pergunta que me faço é se, quando o Sr. Silva não tem nada para dizer, não faria melhor em estar calado.
Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO
«Foi anunciado como o primeiro computador português, mas não é bem assim. O Magalhães é originalmente o Classmate PC, produto concebido pela Intel no sector dos NetBooks, que surge em reacção ao OLPC XO-1, que foi idealizado por Nicholas Negroponte.
Será, no fundo, um computador montado em Portugal, mais propriamente pela empresa JP Sá Couto, em Matosinhos. Tirando o nome, o logótipo e a capa exterior, tudo o resto é idêntico ao produto que a Intel tem estado a vender em várias partes do mundo desde 2006. Aliás, esta é já a segunda versão do produto.
Na Indonésia o «Magalhães» é conhecido pelo nome de «Anoa», na Índia é o Mileap-X series, na Itália é o Jumpc e o no Brasil é conhecido por Mobo Kids. O Governo do Vietname percebeu o sucesso da oferta e já o colocou nas escolas a preço reduzido. Uma ideia agora adoptada por José Sócrates.»
in “Portugal Diário”
Hoje é dia de romaria governativa para “vender” o Magalhães um pouco por escolas de todo o país. Vendo a lista desta gente, o número que vai ser vendido em Portugal, não posso deixar de pensar no Engenheiro como o melhor vendedor no país, (terá certamente uma medalha de mérito da Associação Portuguesa de Vendedores de computadores), e no estrangeiro por convencer o Chavez a comprá-los também e o Mário Lino, sempre presente nestas alturas de distribuição como funcionário do serviço de entregas. A Ministra anda lá para nos convencer que tudo vai muito bem e o Silva, quando aparece, é sempre na sua função de “emplastro”.
Sei que os computadores são uma ferramenta indispensável no futuro dos nossos jovens, que a sua introdução na aprendizagem feita cedo para ao mais jovens é uma medida positiva, mas será que isso resolve os maiores problemas? Penso que não e custa-me ver a Escola e o Ministério não se preocuparem o mínimo com a presença de placas com amianto, como acontece na escola do meu filho, um produto altamente cancerígena e penso, proibido na construção, afirmando que o mesmo só é perigoso quando deteriorado ou for mexido o que libertaria fibras, essas sim cancerígenas. Mas, também que espectáculo mediático e que propaganda daria num telejornal a substituição de alguns tecto de pequenos ginásio escolares.
Fernando Magalhães deu a volta ao mundo, mas este Engenheiro não me parece que dê a volta a nada nem que este “Menino d’oiro” vá descobrir nenhum novo “El dourado” para salvar este país. Não é com bazófia que se resolvem as dificuldades, mas com uma prática voltada para os cidadãos.
Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping