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segunda-feira, março 12, 2012

Embaixador do Pastel de Nata na OCDE


«A demissão de Álvaro Santos Pereira foi estancada na segunda-feira pelo primeiro-ministro, mas a saída do governo do ministro da Economia do cargo é irreversível a prazo.
Segundo soube o i, o próximo destino político de Álvaro Santos Pereira poderá ser o cargo de embaixador da OCDE, vago há quase um ano, quando o socialista Eduardo Ferro Rodrigues abandonou Paris para regressar à política activa e integrar as listas do PS para a Assembleia da República.
Contactado pelo i, um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou que o preenchimento do lugar de embaixador na OCDE “está para breve”.»

terça-feira, dezembro 11, 2012

O Avatar a portuguesa


 O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, defendeu hoje, em Bruxelas, uma política industrial europeia mais "amiga do investimento", e criticou o "fundamentalismo" de algumas regras ambientais.
"A Europa tem que flexibilizar algumas das suas regras. Muitas vezes, a Europa está mais preocupada em manter regras muito fundamentalistas, que prejudicam a nossa indústria e prejudicam o nosso emprego". Em relação aos instrumentos para a reindustrialização da União Europeia (UE), Santos Pereira desejou que "ao nível das regras ambientais e doutras regras obviamente que sejam importantes, a Europa não seja mais papista que o papa em relação a outras regiões do globo".

Logo no dia internacional para contestar um enorme crime ambiental que é a construção da barragem de Belo Monte na Amazónia, vem o Álvaro defender que a economia é mais importante que o ambiente e que se deve flexibilizar as regras que o regem. Se queremos ser competitivos temos de nos deixar de mariquisses, que se lixe o ambiente e vamos usar o planeta para enriquecer nem que o destruamos. Como o que conta é produzir a todo o custo isso implica que mais dia menos dia também possa defender o trabalho infantil, que isso é ser mais papista que o papa, o até o regresso do esclavagismo que não vale a pena sermos picuinhas.  Esta praga chamada Álvaro que temos de aturar deve ter sido daqueles que quando foi ver o filme do Avantar deve ter saído triste porque para ele, certamente, perderam os bons, os que estavam a tentar produzir e fazer dinheiro. Maldita natureza esta que se mete no caminho.
esta gente anda desenfreada e já nada, por mais indecente, irreal, criminoso que seja os trava. Vão destruir tudo, o estado social, os direitos dos cidadãos, a liberdade, a democracia e até o mais básicos principios morais e humanos. Esta gente não presta, esta gente está louca, esta gente tem de ser travada e ou nós o fazemos ou destroem tudo.


sábado, junho 30, 2012

900 anos de história


O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, considerou hoje que Portugal precisa de espírito empreendedor para dar a volta à crise e retomar o caminho do crescimento, mostrando-se confiante no futuro do país. "Precisamos de empreendedores para puxar o país para a frente". "Ninguém pode ter a mínima dúvida que Portugal vai dar a volta a esta crise", disse Santos Pereira, lembrando que nos quase 900 anos de história os portugueses sempre souberam reagir às dificuldades e reerguerem-se.

Pela primeira vez concordo com o Álvaro quando diz que em 900 anos de história Portugal sempre conseguiu reerguer-se mesmo quando a sua Independência lhe foi retirada. O que talvez devesse preocupar o Álvaro e os seus amigos do governo é que muitas vezes o fez correndo com os vendidos e os traidores pelas portas ou atirando-os pela janela fora. E janelas não faltam por aí.

quarta-feira, julho 06, 2011

Quando a FLAMA se inflama


Álvaro Santos Pereira, o novo ministro da Economia, acha que “se a Madeira quiser, um dia poderá tornar-se independente”. “Afinal, se Malta, Chipre, e até Timor-Leste conseguem ser independentes, porque é que os madeirenses não poderão sonhar com uma autonomia total de Portugal?”, questiona Santos Pereira num livro que publico em 2007 e onde defende que João Jardim tem utilizado ao longo do tempo a ameaça da independência da Madeira como forma de conseguir mais fundos para a ilha.

quarta-feira, agosto 03, 2011

Alvaridades


O Ministro Álvaro Santos Pereira, o tal que veio do Canadá para nos salvar, foi à Assembleia da Republica responder a perguntas dos deputados. Devia ter ido para responder a perguntas mas como parecia não ter respostas para nada, (ficou para as enviar mais tarde por escrito), ocupou todo o tempo a queixar-se do passado e a promover a sua pessoa. Um triste espectáculo o de dizer que encontrou no Ministério "regalias exageradas e salários desproporcionados, que serão devidamente analisados e reajustados" e depois tentar justificar que tenha nomeado uma chefe de gabinete que ganha "mais 50%" do que os chefes de gabinete dos restantes ministros (Primeiro Ministro incluido), simplesmente pela competencia da Senhora. "Também é verdade que a minha chefe de gabinete é uma super-chefe de gabinete. Está a perder mais de 50 mil euros em ordenado por estar a trabalhar para nós", justificou Santos Pereira."Desde que sejam respeitadas as regras estabelecidas pelo Governo para salários, a qualidade tem de ser paga", insistiu o ministro, considerando que "esta pessoa tem as qualidades que é preciso para governar um super-ministério da melhor maneira".
Um Super-ministério de que ele se considera um super-ministro e andou a apagar luzes e de onde até agora saíram a ideia das bandeirinhas de portugal e o aumento dos transportes públicos que nalguns casos ultrapassa os 25%.
Mais um a quem todos deviamos era fazer um belo manguito, pagar-lhe o bilhete de avião de volta para de onde veio. Recusar pagar bilhete nos transportes públicos, se feito por muitos, pode ser uma boa ideia para começar.

sábado, janeiro 14, 2012

Álvaro. A Nata do nosso Governo


O Álvaro Santos Pereira, o simplesmente Álvaro é dos Ministros que não consigo levar a sério, é como os palhaços no circo, não têm de fazer grandes habilidades nem mostrar grandes talentos, basta-lhes fazer palhaçadas para nos fazerem rir. O triste nisso é que lhe está atribuído um super-ministério, que vai da economia, ao trabalho ou aos transportes, e tudo o que conseguimos ouvir é falar de bandeirinhas portuguesas, de transformar o Algarve na Florida Europeia e agora de fazer franchising dos Pasteis de Nata. Portugal necessita de economia como necessita de emprego e o responsavel é o Álvaro, o tal que, quando aparece, me dá vontade de rir. Mas, se há uns que choram de alegria, a verdade é que este me faz rir de tristeza.

quinta-feira, junho 21, 2012

Já não há paciência


O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, acusou os sindicatos do sector dos transportes de exercerem "chantagem" nas greves que estão a realizar e de o Governo ter "demonstrado enorme paciência" em relação à situação.

Oh Álvaro, paciência de santo temos demonstrado todos nós para te aturar. Ao principio fazias-nos rir com os teus disparates, depois preocupar-nos com a tua incapacidade mas agora já irritas com a tua arrogância. Os trabalhadores não fazem chantagem, fazem greve, um direito consagrado na constituição de qualquer regime democrático. Nenhum trabalhador faz greve por prazer ou só para irritar um Ministro. Se a faz, perdendo dias de salário, é porque considera importante lutar por direitos e pelo seu posto de trabalho. Um governo não tem de demonstrar enorme paciência com a situação, tem de governar. Se isso lhe tira a paciência então estou certo que o sector de transportes cancelará qualquer greve para o Álvaro poder apanhar o avião de volta ao Canadá de onde nunca devia ter saído. Portugal não necessita de pantomineiros nem  incapazes na condução dos seus destinos. Portugal não necessita nada do Álvaro que não seja ir-se embora. Prometemos que de vez em quando lhe mandamos um pasteis de nata.

sábado, dezembro 08, 2012

Afinal não é idiota, é super....


O ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, afirmou hoje que a contracção do Produto Interno Bruto (PIB) nos primeiros nove meses do ano se deveu à crise do país e ao agravamento da recessão na Europa.
O Produto Interno Bruto (PIB) diminuiu 3% no conjunto dos três primeiros trimestres de 2012, com o abrandamento das exportações e a redução menos acentuada das importações a darem uma contribuição menos positiva para o desempenho no terceiro trimestre, segundo dados do INE hoje divulgados.

Eu sempre disse que este homem era um génio e havia para aí quem o visse como o idiota dos pasteis de nata. Não que a ideia dos pasteis de nata tenha sido algo com muito sucesso, aliás como tudo o que fez, antes pelo contrário, tudo desabou numa enorme desgraça, dos números do desemprego ao encerramento de empresas, mas quem a não ser ele podia descobrir que a queda do PIB em 3% se deve à crise. Quem teria toda esta clarividência senão uma sumidade como este Álvaro que importamos do Canadá. Claro que as politicas do governo, a austeridade, o facilitar os despedimentos, o desinvestimento na economia, a destruição de empresas e o canalizar todo o dinheiro para os bolsos dos banqueiros, não influencia nada o PIB. É a crise, seja lá o que isso for. Podem fazer a merda que desejarem que o Passos Coelho desculpa-se com o governo anterior, nem que passem cem anos, e o Álvaro aponta a causa fundamental, a crise. Pelo menos para os saudosistas dos tempos do "botas", este ministro deve recordar-lhes a inteligência, a lucidez e a oralidade do velho "Cabeça de Abóbora" a que alguns chamavam de Américo Tomás. Na inteligência do discurso o brilhantismo da idiotice está lá toda.

quarta-feira, janeiro 25, 2012

Os Padres estão caros com'o raio.


«Durante séculos, a majestosa cidade de Braga especializou-se na produção de um produto: padres. Basta percorrer as monumentais ruas da cidade para perceber a importância que a religião e a Igreja Católica têm para a região. São edifícios e mais edifícios (muitos deles de grande dimensão) dedicados à produção e formação de sacerdotes. Hoje em dia, a indústria de produção de sacerdotes bracarenses está em declínio”. (…) Porquê? (…) A grande causa do declínio da Igreja Católica em Portugal é simplesmente a falta de competitividade. A indústria de produção de padres perdeu competitividade, pois os custos de produção de novos sacerdotes são demasiado altos e o preço do sacerdócio é extremamente elevado.»
Álvaro Santos Pereira, O Medo do Insucesso Nacional

Foram "pérolas" como esta que levaram o Passos Coelho ir buscar este Álvaro a uma desconhecia universidade canadiana e promove-lo a Super-Ministro da Economia. Quando alguém fala de uma industria de produção de padres e conclui que a grande causa do declínio da Igreja Católica em Portugal é simplesmente a falta de competitividade entramos num mundo de infinitas possibilidades de abordagem do assunto. É como entrar numa outra dimensão, num mundo de loucura, um mundo em que tudo pode ser imaginado e a relação entre tudo o que existe pode ser alterada ao ponto de envergonhar o próprio surrealismo. Talvez até se possa propor o "franchising " de Padres Bracarenses semelhante ao dos Pasteis de Belém. Este governo sem este Álvaro não teria graça nenhuma.

quinta-feira, abril 19, 2012

Ir a espanha para libertar o gás.


O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, está em Madrid para analisar com o ministro espanhol da Indústria, Energia e Turismo, o dossier da energia. O encontro com José Manuel Soria, marcado para as 17 horas, pretende, analisar «todo o dossier» relativo ao sector da energia. O Governo comprometeu-se a criar condições para o aumento da concorrência no sector do gás, com o objectivo de reduzir o preço, no dia em que de manhã o regulador propôs um aumento das tarifas de 6,9 por cento.


Ainda me lembro quando se falava do Mercado Ibérico da Electricidade e de como isso iria produzir concorrência e a baixa dos preços. Uma concorrência tão útil que o preço da electricidade aumenta exponencialmente. Ou a famosa concorrência na gasolina que não pára de subir. Agora é a vez do gás ser libertado nas mãos dos mercados pelo nosso Super-Álvaro.
Enquanto não se entender que existem bens essenciais, bens que não podem estar sujeito ao livre arbítrio, à ganancia e à avidez, que têm de servir as pessoas e não os mercados esta espiral de loucura só tende a aumentar. Perceber isto é perceber que o discurso do inevitável deixa de o ser para se tornar no discurso do assim não pode ser para a inevitabilidade passar a ser a busca de outras alternativas e a prática de outras soluções.

terça-feira, junho 28, 2011

O Ministro artesanal


No momento que escrevi este post, andei à procura de actos do governo que mais urgência teve para tomar posse. Procurei e só encontrei a de que o Ministro da "guerra" estaria preocupado com a situação que se vive nos Estaleiros de Viana e uma visita do novo Ministro da Economia à Feira Internacional de Artesanato e antes de presidir à cerimónia de inauguração do certame, o ministro da Economia visitou vários 'stands', aconselhando todos os artesãos e criadores a destacarem a "marca Portugal" nos seus produtos. "Uma bandeira portuguesa aqui, está bem? Assim são duas grandes marcas juntas, a da Madeira e a de Portugal", disse ao visitar um 'stand' de bordados da Madeira, que tinham um pequeno selo da região autónoma. Também disse que "É óbvio que todos sabemos que vêm aí tempos difíceis, mas também é óbvio que há uma nova maneira de conseguirmos dar a volta e eu acho que todos nós, apesar de conscientes das dificuldades, percebemos que há uma nova esperança em Portugal", acrescentou Álvaro Santos Pereira. E também disse "prefiro que me chamem Álvaro do que me chamem ministro". Para um Ministro Importado do Canadá não me parecem afirmações que me criem grande espectativas, mas como já não as tinha não me dececionou. Parecia-me bem mais importante que ele não só mostrasse preocupação como o outro Ministro, mas já estivesse a fazer alguma coisa para impedir que o último dos nossos Estaleiros Navais de acabe como a Lisnave.

segunda-feira, março 05, 2012

Pobre Álvaro


Um projecto de decreto lei que pretende reforçar o papel do Ministério das Finanças na coordenação das verbas do QREN abriu um foco de tensão no interior do Governo. Vítor Gaspar quer aproveitar a reprogramação dos fundos comunitários que vai ser lançada para reforçar o seu papel no controlo das verbas gastas pelo Estado. Já Santos Pereira não quere que a gestão estratégica de onde investir saia do seu ministério, sendo neste momento a única alavanca para estimular o crescimento económico.
Passos Coelho afirmou hoje que o ministro das Finanças terá uma palavra "decisiva" na reprogramação e reafectação estratégica dos fundos comunitários, embora a coordenação destas verbas permaneça no Ministério da Economia.

Pobre Álvaro que uma vez mais se vê relegado para segundo plano e desrespeitado nas suas (in)competências. Pobre Álvaro e pobres de nós que vamos ver o dinheiro que podia ser utilizado numa tentativa de reanimar a economia e combater o desemprego a ser gasto em politicas orçamentais. É que neste governo que na sua politica de empobrecimento do país e do "custe o que custar", o Vitor Gaspar, mais que todos os outros, é o que considera a vida e a dignidade dos cidadãos como o facto menos importante nas suas opções politicas e orçamentais. O "amor" do Passos Coelho pelo seu Gasparzinho equivale-se ao desprezo e desconsideração como trata o pobre do Álvaro.

sábado, abril 13, 2013

O pós-crise ou mais uma crise de parvoice


O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, referiu que Portugal estava no pós crise.

Festa, alegria, foguetes, Yupi, já estamos no pós-crise. Já vejo o sorriso dos desempregados, dos que perderam a casa, dos que passam fome, dos que caíram na pobreza, dos que vivem com enormes dificuldades para alimentarem os seus filhos, de todos. Acabou a crise. Nem percebo as noticias que falam em mais taxas para os pensionistas, em mais cortes na saúde, na educação e na segurança social. Deve ser uma campanha contra o governo pois se acabou a crise não há razão para mais austeridade. A partir de agora é só crescimento,a economia vai disparar e o futuro é risonho. Não haverá segundo resgate e a Troika já faz as malas e vai-se embora. Viva o pós crise.
Ou então é só mais uma parvoíce do Álvaro que como não sabe o que dizer, diz o que lhe vem à cabeça. 

sexta-feira, agosto 05, 2011

Os especialistas especialissimos


O Governo de Pedro Passos Coelho tinha, até ontem, contratado 51 especialistas para os seus gabinetes. Um número total que poderá estar incompleto, já que falta ainda colocar no portal do Governo as nomeações nos ministérios da Educação, Negócios Estrangeiros e Justiça. A admissão de especialistas foi dos aspectos mais criticados pelo Tribunal de Contas na primeira e única "Auditoria aos Gabinetes Governamentais". No relatório de 2007, os governantes eram criticados por recorrerem, "de modo ilimitado e sem justificação ou fundamento expressos, à admissão de pessoal". A auditoria citava, "como exemplo, os especialistas", cuja nomeação se traduzia numa "forma de tornear o cumprimento das limitações impostas ao número de pessoal do quadro dos gabinetes governamentais". Além de alertar para o facto de não existir número-limite para a contratação e de avisar sobre a ausência de um tecto para o vencimento dos especialistas.
Num mês, o actual Governo ficou perto do número de especialistas contratados pelos antecessores. Nos primeiros quatro anos de José Sócrates em São Bento, entraram 74 especialistas. Nos dois anos de Durão Barroso tinham sido admitidos 70. Nos meses de Santana Lopes foram 48.
O Ministério da Economia, está no centro do fenómeno. Os vencimentos dos nomeados por este sector governativo destacam-se do restante executivo. Até ao momento, o ministro desta pasta, Álvaro Santos Pereira, é responsável pela nomeação de 40 por cento dos especialistas do Governo.

Tão poupadinhos que eles iam ser, mas bastou um mês para se ver que a sua poítica em nada varia dos anteriores, carrega-se em quem trabalha, nos que menos têm, a classe média, cortam-se salários, aumentam-se impostos e preços e "jobs for the boys".Pagam os mesmos de sempre.

terça-feira, maio 22, 2012

Vá para "o coiso" senhor ministro.


"Eu desafio aqui o Partido Socialista a colaborar connosco na elaboração deste plano nacional de emprego, porque o desemprego não é uma preocupação deste Governo só, destas bancadas da esquerda, do Partido Socialista. O desemprego tem de ser uma preocupação de todos nós e todos nós temos de trabalhar em conjunto, sindicatos, patrões e partidos para conseguirmos ultrapassar este coiso... este problema"»
 Álvaro Santos Pereira na A.R.

 O Coiso da Economia quando se referia ao desemprego na Assembleia da Republica tratou-o por "o coiso" como se essa calamidade a que as politicas do capitalismo nos condena como se fosse um problema menor. Este coiso que foram buscar a uma faculdade de segunda qualidade ao Canadá não pára de nos surpreender com as suas parvoíces e o sorriso parvo que ostentava quando chegou já há muito que foi substituto pela arrogância e má educação. Um coiso que devia ser mandado para "o coiso" porque coisos destes não merecem outra coisa.

domingo, junho 23, 2013

Poiares Madura ou mais uma grande Poia Madura


Nos dois anos do governo é boa altura para mostrar a cara nova do governo e que ainda não tinha aqui retratado. Apresentado como mais um génio, como se não nos bastasse o Álvaro santos Pereira,é agora a cara do governo. É novo, muita gente ainda nem sabe o seu nome e por isso a vontade de lhe cuspir em cima ainda não é tão grande, mas ou me engano muito ou brevemente será tão odiado como todos os outros se o governo mantiver a vontade de falar todos os dias. Mas, vamos começar por ver o que disse no fim do tal Conselho de Ministros Especial; "Uma economia mais competitiva, maior mobilidade e coesão social são os objectivos do Governo para os próximos dois anos, disse hoje o ministro Adjunto e do Desenvolvimento, afirmando que há condições para "oferecer esperança" aos portugueses". 
Da economia nem vale a pena falar que é coisa que já destruíram mas gosto especialmente da maior mobilidade e coesão social. Isto traduzido em linguagem corrente quer dizer facilidade em despedir o que seria contraditório com a coesão social a não ser que ela seja vista como menos direitos laborais e por isso mais carneirismo e menos contestação. Quem protesta, rua.

quarta-feira, abril 03, 2013

Impulso jovem

  
Estamos safos. O desemprego jovem vai acabar de vez. Com toda a pompa e circunstancia o licenciado Miguel Relvas, acompanhado do retornado Álvaro santos Pereira apresentou a solução. Para dinamizar o famoso programa "Impulso Jovem" arranjou uma nova cara para o apresentar, um jovem que viu num vídeo do You Tube e com quem almoçou. Um jovem que vai trabalhar, como o governo gostava que todos os jovens trabalhassem, gratuitamente. Agora com o Miguel Gonçalves a vender o produto qualquer bebe que nasça já vai poder arranjar emprego, muitos deles ainda na barriga da mãe e outros até nos testículos do pai. Ainda por cima o jovem vai poder ter como modelo de homem integro, estudioso e sério como é o grande Relvas. Hoje já vou dormir muito mais descansado com o futuro dos meus filhos.

sexta-feira, julho 01, 2011

Está na hora de escolher


“Não fiquei com qualquer impressão, pelo que não posso dizer que tenha ficado muito impressionado”, revelou o secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, após a reunião esta manhã com o novo Ministro da Economia, Emprego e Obras Públicas, convocada por Álvaro Santos Pereira. Carvalho da Silva considera que o salário mínimo tem condições para subir para os 500 euros e transmitiu o facto ao novo ministro.

Daqui a poucas horas vai ser aprovado o Programa deste governo, com as medidas da Troika, da União Europeia e ainda as da cabeça do Passos Coelho. Para o Carvalho da Silva a certeza de que terá as ruas bem cheias nas manifestações que vai promover. Pena será se elas, uma vez mais não passarem de passeios na Avenida e não uma mobilização para ocuparmos as ruas e nelas permanecermos exigindo justiça na crise, na divida e nas opções políticas para a sua resolução.

quinta-feira, agosto 09, 2012

Os deslocados da vida


«O Estado gasta mensalmente 15.800 euros com o subsídio de alojamento que é pago aos membros do governo (e chefes de gabinete) que têm a residência de origem a mais de 100 quilómetros de Lisboa. No total são anualmente 189.600 euros.
Actualmente, um ministro, nove secretários de Estado e seis chefes de gabinete recebem o subsídio. De acordo com os despachos até agora publicados em “Diário da República”, Álvaro Santos Pereira, ministro da Economia, é o único titular de uma pasta governamental a receber este apoio.

Dividindo isso por todos a coisa dá quase mil euros mensais por cabeça o que não é nada mau num país onde o ordenado mínimo é de 500 euros. Mas, parece-me bem que quem tem de abandonar a sua casa e muitas vezes a sua família para servir o país possa ser compensado por isso. Gostava era de saber porque não recebem idêntico tratamento os professores, os médicos, os enfermeiros e outros funcionários que todos os anos são obrigados a saírem das suas casas para também eles servirem o país, ensinando, tratando ou prestando serviços essenciais ao país e aos portugueses. Já agora porque não todos aqueles que, seguindo o conselho do Primeiro Ministro, foram obrigados a emigrar por o seu país não conseguir dar-lhes a possibilidade de terem um trabalho e um futuro digno. Será que Ministros, Secretários de Estado e Chefes de gabinete pertencem a uma raça diferente?

quinta-feira, setembro 05, 2013

Mais um Maduro


Como a imagem é a de um disco do Quim Barreiros  podia começar com algo brejeiro fazendo já um trocadilho com o nome de "Poia com ares de Maduro" mas é preferível não. É que não sei bem onde amadureceu este maduro porque nunca tinha ouvido falar de tal personagem. Imagino-o a escrever umas baboseiras num desses blogs de direita, a blasfemar contra o Estado a defender o neo-liberalismo que o Passos Coelho, mesmo não entendendo, se diz admirador. Um pouco da mesma maneira que convidou o não saudoso Álvaro santos Pereira. 
Na prática vinha para substituir o Miguel Relvas na parte de comunicação do governo. O outro fazia-nos vomitar e este chegou com toda a força e com conferencias de imprensa semanais para explicar tudo o que o governo fazia. A verdade é que falar é fácil e para atirar umas postas de pescada para fazer propaganda basta um qualquer personagem que saiba falar sem meter os pés pelas mãos. (Para a Presidência também deveria ser um requisito mas infelizmente temos o que temos). E lá aparecia o homem a fazer lindas dissertações, mas do que se esqueceu é que depois da prosa vêm as perguntas dos jornalistas e ai as coisas começaram a descambar. É que a politica deste governo não se aguenta se for questionada tanta é a porcaria, o compadrio, a podridão o desrespeito e os resultados que representa. E assim tudo voltou ao que era, acabaram as conferencias de imprensa e ficaram os comentadores das televisões a dizer que o mal é que o governo não explica as medidas que toma. O governo, esse ficará a lançar foguetes se alguém é contratado para ir limpar uma casa de banho, pelo menos até ao dia das eleições. Depois mais uma vez tudo voltará à forma inicial e lá vêm mais cortes nos salários, nas pensões, nos direitos sociais e na pouca qualidade de vida que ainda resta a alguns. Mais impostos, mais Troika, mais dívida, mais um "resgate" .


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