Basta ler AQUI para se ver como a liberdade dos portugueses está muito abaixo dos interesses daqueles que realmente mandam neste país. Vamos deixar?
Se há quem chore de alegria porque não haveremos de rir de tristeza. Todas as imagens deste blog são montagens fotográficas e os textos não procuram retratar a verdade, mas sim a visão do autor sobre o que se passa neste jardim à beira mar plantado neste mundo, por todos, tão mal tratado. A pastar desde 01 Jan 2006 ao abrigo da Liberdade de Expressão.
quinta-feira, agosto 12, 2010
Liberdade e Democracia
domingo, novembro 15, 2009
Espionagem política
sábado, setembro 12, 2009
A este nunca lhe falta o ar...de parolo.
Um Presidente da Republica num regime parlamentar tem pouco que fazer, ficando-lhe atribuídas as responsabilidades de garantirem o cumprimento da Constituição e a defesa da democracia. Quando, no meio de toda o barulho mediático criado em torno da existência de “asfixia democrática” no país, cabe-lhe a obrigação de se manifestar sobre o assunto. Ou há asfixia democrática e ele tem de agir ou não há e ele tem de repor a normalidade no país. É que se há e nada diz, ou anda distraído ou não está a cumprir com as suas funções. Se não há, não acabar com esta polémica é ser cúmplice na estratégia eleitoral da Manuela Ferreira Leite. Rir-se disto é parolice democrática.
domingo, fevereiro 22, 2009
A DREN anda a brincar ao Carnaval
Estava previsto que os alunos festejassem o Carnaval no espaço escolar, mas a decisão desagradou à Associação de Pais e à Câmara Municipal, que reclamaram a realização do habitual cortejo. Foi assim que, depois de um braço de ferro que se prolongou pelos últimos dias, a DREN reiterou a ordem dada a presidente do Conselho Executivo do agrupamento para que convocasse os professores para a realização do cortejo.
in "Publico"
Haja decência e mande-se essa “coisa” da DREN dar aulas. Ditadorezinhos de um raio que assumem que o poder lhes dá o direito ao autoritarismo e à ameaça. Um bom manguito é o que ela merece.
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
A esquerda do Zé povinho
"Proponho-vos que no próximo programa eleitoral assumamos estas duas bandeiras que identificam o Partido Socialista como a verdadeira força da esquerda progressista, da esquerda moderna, da esquerda do povo”»
[Público]
segunda-feira, fevereiro 02, 2009
O Swing perfeito
Golfe. Se não estivesse a chover, quase que apostava que o Manuel Pinho devia andar por lá todo contente. Quanto ao Sr. Silva, se não fosse tão importante para o país o problema do “torneio de golfe”, (sobretudo para os que perderam ontem o emprego isso possa parecer estranho), seria o estar no estrangeiro, a visitar os pasteis de Belém, ou a cor da gravata não ser a correcta para nos informar porque não se compromete com nada. São assuntos de estado e não se comentam assuntos de estado. (o estado não somos todos nós?) Estou certo que os que vão perder o emprego amanhã também devem andar muito preocupados com o local onde se tratam os assuntos de estado… ou talvez não.
domingo, fevereiro 01, 2009
Que raio de CITIUS este
Solange Hasse denuncia ainda que qualquer funcionário com perfil de administrador do sistema pode alterar uma decisão judicial.
Com a ideia de corrupção que percorre toda a nossa sociedade e onde o poder politico não está inocentado, só o ser possível imaginar-se que pode meter as mãos nos processos é inaceitável. Já muitos suspeitam de alguma promiscuidade entre as leis que o poder politica aprova e a incapacidade da justiça em acusar e quando o consegue condenar a corrupção neste país. A oposição feita à criação de leis que a combatam, como aconteceu com o pacote João Cravinho, mostra que há muita gente que gosta de ver a lei ser permissiva e que os mecanismos que poderiam combater efectivamente a corrupção são tabus. Ver essa mesma gente a ter uma ferramenta que possa mexer nos processos e alterar dados seria transformar este “CITIUS” num autêntico paraíso para os corruptos.
segunda-feira, dezembro 22, 2008
O Adamastor económico
Habituados a Cabos das Tormentas estamos todos nós que sempre vivemos na crise de os atravessar. Do paraíso prometido já vamos ao encontro do Adamastor. A rapidez com que esta gente muda o discurso é surpreendente embora ainda mais seja o facto de parecer que muitos achem isso normal. Claro que depois deste discurso tudo é possível e facilmente nos imporão mais sacrifícios. Como estas crises são úteis a quem faz as politicas dos Clubes de Bilderberg e para retirar direitos e para justificar cortes na democracia e nas liberdades.
quarta-feira, agosto 13, 2008
Como se defende a democracia?
O controverso projecto de reforma foi formalizado pouco depois do escândalo da chamada "yidispolítica" que trouxe à tona casos de corrupção que teriam permitido a aprovação do projecto para a primeira reeleição de Uribe em 2006. Em Julho, a parlamentar Yidis Medina (condenada a 47 meses de prisão pela Corte Suprema), admitiu ter vendido seu voto em troca de "favores" a "altos funcionários do governo", o que teria sido determinante para aprovação do projecto de reeleição.»
Nos últimos tempos sempre que se fala do Chavez e da Venezuela vejo-o tratado como um ditador. A única justificação que pode haver para isso parece-me ser o facto de não se vergar à vontade dos Bushes. Tem cumprido sempre com os preceitos constitucionais democráticos do seu país e é actualmente o líder democraticamente eleito pelo seu povo. Como o Uribe deseja fazer agora, também ele fez um referendo que lhe possibilitasse ter um terceiro mandato. Foi recusado pela população e até hoje sempre disse que o iria respeitar. Uribe já mostrou que é corrupto e que deseja manter-se no poder. Será que só por falar do Bush como “o meu amigo Americano” lhe vai permitir continuar a ser chamado de democrata enquanto outros, bem mais honestos, são chamados de ditadores? Será que não ser fundamentalista no cumprimento da Bíblia do capitalismo faz de um dirigente um ditador instantâneo? Será que esta América, sempre tão diligente no apoio aos sangrentos ditadores que a América do Sul já produziu, não continua a utilizar todas as estratégias, contra-informação e sabotagem para derrubar governos democraticamente eleitos só para colocar no seu lugar os seus lacaios que lhes obedecem e lhes permitem explorar as matérias primas enquanto os povos vivem na pobreza e na miséria? Não estaremos muitos de nós a deixar-nos manipular por uma comunicação vendida aos Senhores do poder, aos Bilderbergs deste mundo que são tudo menos democratas?
Já agora deixo aqui algumas perguntas aos democratas que tanto criticam os regimes menos capitalistas deste mundo. Como se pode lutar paritariamente contra esse mesmo capitalismo se ele utiliza o seu poder e o seu dinheiro para financiar, e ajudar as oposições ao regime? Será livre uma comunicação social que obedece ao poder do dinheiro? Onde começa e onde acaba a democracia e a liberdade? A ingerência externa na política de um país compromete a democracia?
Contributo para o Echelon: 15kg, DUVDEVAN
segunda-feira, julho 14, 2008
Crise? Qual crise?
"O Mundo não está em “crise”. Somos nós, países industrializados ocidentais, na Europa e nos EUA, que estamos em “crise”, não é o mundo. Bem pelo contrário, o mundo está bem e recomenda-se."
Publico José Pacheco Pereira
Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO
sexta-feira, junho 13, 2008
A Justiça de Bush
Gente presa há vários anos, sem saberem de que são acusados, raptados, torturados, espancados e sem poderem apelar ou a defenderem-se. Esta é a ideia de justiça de Bush, a sua guerra que diz ser em nome da segurança, dos direitos humanos e da liberdade.
Contributo para o Echelon: 15kg, DUVDEVAN
sábado, maio 31, 2008
Claustrofobia
Nas minhas deambulações blogosféricas cruzei-me com o blog “Claustro Fobias” e não resisti a roubar a imagem que lhe serve de título. Lembrando-me do caso do cigarro do Engenheiro, facto que por si não me faria diferença nenhuma se isso não fosse simbolicamente a demonstração que esta gente se considera acima das leis que nos impõem. Estou farto viver esta Claustrofobia de me sentir fechado nesta falta de espaço para a criação de alternativas, mais justas, mais humanas e sobretudo que não nos condenem à “crise” da pobreza. Eu não me conformo com isso nem estou disposto a deixar que esta gente me continue a lixar impunemente.
Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO
segunda-feira, março 17, 2008
Em defesa da Escola Pública
Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping
sábado, março 08, 2008
Encaixotada
Hoje, certamente a Sinistra Ministra vai sentir-se bem entalada. Diz que não se vai embora, não vai parar, não vai ceder. Pode dizer o que quiser porque ela não decide nada. Bem pode desejar demitir-se que só sai se o Sócrates lhe der autorização, pode querer continuar que leva um piparote do Sócrates se for essa a sua decisão. Claro que ela sabe que o Sócrates rejubilaria se, depois da manifestação de Lisboa, os professores se conformem, ou pelo menos que desanimem e desistam da luta. Adoraria se esvaziasse o gás, que os protestos diminuíssem e deixassem de ser notícia. Cabe-nos a todos nós não deixar que isso aconteça, antes pelo contrário tentar juntar mais gente numa luta mais geral. Claro que ela sabe que poderá ter de engolir um sapo se o Sócrates lhe der ordens para ceder naquilo que jurou não ceder e assim retirar gente das ruas. E, claro que sabe que o Sócrates, se pensar que tudo isto lhe está a sair demasiado caro em votos, pode pura e simplesmente enviá-la para os “excedentários” do governo.
Não sei até que ponto pode ir esta luta, se pára e é derrotada, se faz cedências e …, pariu um rato, se não desiste até à queda da Sinistra ou se cresce numa contestação a muitas outras politicas e injustiças. Uma coisa é certa, hoje é um dia de mudança e um dia importante que vai ficar registado na história do reinado dos Socretinos e até do regime. Vale a pena lutar.
Contribuição para o Echelon: NATOA, sneakers, UXO
sexta-feira, março 07, 2008
O Bisbilhoteiro
in [CM]
Muito solicita é a PSP. Como não tiveram sorte quando andaram a cheirar nos sindicatos, desta vez foram às escolas. Não entendo é como poderiam as escolas saber quantos dos seus professores vão participar numa manifestação no seu dia de folga. Ou será que sabem, será que, pela calada, já por lá andava alguém a recolher informações e a opinião dos professores? Será que nas escolas já existe um serviço de informação montado e em funcionamento? Será que a “verbalização” de críticas às mudanças ocorridas no sistema de ensino como um dos parâmetros de avaliação proposto numa escola de Leiria era para fazer “escola” em todas elas? Numa democracia, quando um governo desconfia do povo e este não confia no governo, algo está muito mal.
Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17
quinta-feira, março 06, 2008
A Coroação Russa
Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI
terça-feira, março 04, 2008
Robobtofa II
Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping
segunda-feira, março 03, 2008
A Roboprofa
Tenho ouvido dizer, até a muitos professores que não estão contra a avaliação de desempenho, mas alguns só porque não concordam com a complexidade do processo e outros com o ser iniciado a meio do ano.
Quanto a mim a pergunta que deve ser colocada, é se concordam em que venham questionar a sua competência de dois em dois anos, que venham vasculhar o seu desempenho durante esse tempo. Será que a avaliação não deve ser contínua, tanto pela excelência, pelo simples cumprimento dos objectivos ou pelo não cumprimento? Será que as escolas, nomeadamente no seu Conselho pedagógico não poderão fazer esse juízo no dia a dia das actividades da escola? Em qualquer empresa privada essa é a prática utilizada e cada um é avaliado pela sua chefia durante o normal desempenho do seu trabalho. Como já aqui disse tenho filhos em idade escolar e por isso procuro acompanhar o seu desempenho e aquilo que se passa na sua educação. Até eu, longe das aulas (e agora quase sem acesso ao interior da escola), pude notar a diferença do ensino e correspondente aprendizagem dos meus filhos com diferentes professores. Houve mesmo o caso de uma professora, não efectiva na escola, que fez os miúdos da sua sala mostrarem óptimos resultados e uma aprendizagem acima do normal. Todos os pais (e já agora os miúdos), gostaram dela e desejavam que ela pudesse continuar o seu trabalho. Assinaram uma carta em que se solicitava isso mesmo, mas a resposta que recebemos foi a de que, o desejo dos pais não era critério na colocação de professores e assim lá perderam os nossos filhos uma excelente professora. Será que um tal desempenho e a opinião dos pais não deveria ter sido considerada na avaliação contínua da professora? Não deveria isso constar do seu processo? Não sou professor e por isso não estou tão dentro dos processos legais que regem a educação no nosso país, mas parece-me que pelo menos desde os tempos do Roberto Carneiro e do famigerado decreto 115 do Guterres, tudo me parece estar errado. Esta luta dos professores devia ser contra a avaliação não contínua, feita fora da escola e da comunidade, contra o fim da gestão democrática das escolas com a recriação do “velho” director todo-poderoso e por mudar concepções de escola e ensino bem mais antigas e erradas. Como pai espero sinceramente que esta luta não acabe numa pequena vitória deixando de fora muitas coisas muito importantes. Esta luta devia ir até ao fim.
Contributo para o Echelon: 15kg, DUVDEVAN
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Alternativas precisam-se
Este homem deu uma entrevista à SIC. Impossível definir qual dos momentos ou qual das afirmações que fez se pode evidenciar. Não por não haver nenhuma, mas por ser uma tal sequência que é impossível decidir. Cheguei a ter pena do personagem, da sua inabilidade, da sua incapacidade para esclarecer as contradições e os zig-zags das suas politicas e afirmações. A arrogância do líder parlamentar do PS, Augusto Santos Silva, quando nos chantageou com: ou aceitação das “reformas” que andam a fazer ou então condenam-nos a sermos entregues nas mãos do Luís Filipe Menezes e do “seu” PSD.
Já agora aproveito para realçar a necessidade de pensarmos que alternativa temos nós para isto e quais teremos quando chegar ao momento das eleições? A condenação, a denuncia e a contestação não podem parar, mas também é importante saber para onde vamos. Do mesmo feito por outros ou algo completamente diferente? Neste caso, o quê? Ideias e uma discussão sobre o assunto seria útil. A blogosfera pode ajudar essa discussão.
Contributo para o Echelon: 15kg, DUVDEVAN
domingo, fevereiro 24, 2008
A Educação e o futuro
A semana passada foi com algum horror que tomei conhecimento da intenção de alterar os horários dos alunos do 1º, 2º e 3º ciclos, de forma a que passem a entrar na escola às 8.30h da manhã para saírem às 19.30h. São 11 horas de escola por dia o que dá uma coisa como 55 horas semanais de aulas.
Quando coloquei aqui um post sobre o assunto, pareceu mais importante discutir-se se a posição expressa pelo sindicato, (não sei qual deles), era aquela que os professores defendiam, do que as funestas consequências da medida governamental.
Durante esta semana coloquei esta questão a diversos colegas e amigos meus e a resposta mais frequente também teve pouco a ver com os nossos filhos e muito mais com a resolução dos seus problemas pessoais. Quase todos concordavam com a medida. Assim não têm de encontrar (e pagar) um OTL para colocar as crianças, estão melhor na escola do que na rua ou sozinhos
Está tudo errado e é grave que nós pais aceitemos isso pacificamente. A solução que nos oferecem para o problema é errada e perigosa. Temos de colocar as crianças como o eixo principal da solução e não a produtividade e a competitividade das empresas, como está a ser feito. Sei que o Clube de Bilderberg defende que seja o Estado a tratar da educação das crianças e a sua separação da instituição familira, mas isso não torna obrigatório que lhes façamos a vontade. Quem tem filhos em idade escolar deveria poder estar à porta da escola à hora da sua saída. A lei deveria dar-lhes esse direito e nós devíamos exigi-lo, afinal é dos nossos filhos e do seu futuro que estamos a falar.
Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping





















