
Se há quem chore de alegria porque não haveremos de rir de tristeza. Todas as imagens deste blog são montagens fotográficas e os textos não procuram retratar a verdade, mas sim a visão do autor sobre o que se passa neste jardim à beira mar plantado neste mundo, por todos, tão mal tratado. A pastar desde 01 Jan 2006 ao abrigo da Liberdade de Expressão.
sexta-feira, junho 17, 2011
O adeus ao Teixeira dos "Bancos"

A hora do encantamento

Basta ver os sorrisos, ou as falsas caras sérias que se esforçam por apresentar, para se notar a ânsia de poder que por ali vai. Estão apaixonados por ele e como se costuma dizer, "quem feio ama bonito lhe parece. Agora andam nos preparativos do casamento, já marcado, e aguardam o grande dia em que finalmente lhes chamem de Senhores Ministros. Um vai poder deixar de dar como morada um andar em Massamá e dizer que agora tem residência num palacete em São Bento e o outro já deve andar a pensar que fortaleza da linha vai pedir desta vez para casa de férias. Embevecidos como andam, parecem esquecer que após a boda a realidade do dia-a-dia vai chegar, com o trabalho para fazer, as contas para pagar, os pedidos de "emprego" dos "amigos" e "enteados" para não falar das exigências dos "merceeiros", "ardinas, "bancários" e "patos-bravos" que os ajudaram e pagaram o casamento. Depois da lua-de-mel ainda vou ver aqueles sorrisos transformados em cabelos brancos e toda a jovialidade em rugas e caras de pau.
quinta-feira, junho 16, 2011
A máscara partida do adeus

Pelos corredores de Belém
quarta-feira, junho 15, 2011
A atração do poder
A conferência anual de Bilderberg, em que Pinto Balsemão é o único português com estatuto de membro permanente, começou ontem e decorre até domingo em St. Moriz, na Suíça.Quem vai segue as regras: não fala sobre o convite, o local, a agenda, as expectativas, sobre nada. "Faz parte do protocolo, não faço qualquer comentário." Esta foi a única frase que Clara Ferreira Alves aceitou dizer ao DN sobre a sua participação no restrito clube que se reúne uma vez por ano juntando algumas das pessoas mais influentes a nível mundial entre chefes de Estado e de Governo e outros dirigentes políticos, líderes de empresas, banqueiros.
Por indicação de Pinto Balsemão, a jornalista do Expresso e o economista António Nogueira Leite foram os dois portugueses convidados este ano a conviver de perto com o exclusivo grupo que muitos classificam de secreto e a quem atribuem um forte poder. Como uma espécie de "mão invisível" que controla e orienta decisões-chave em momentos chave, pelo mundo fora.
A Clara Ferreira Alves foi convidada para ir à reunião dos Bilderberg? Porquê? Talvez por razões que a razão desconhece, ou então por outra qualquer.
Profecias da crise

Ouvi o Medina Carreira explicar porque estamos tramados. Com a globalização, as industrias menos tecnológicas transferiram-se para os países de terceiro-mundo, enquanto as mais emblemáticas ficaram nos países mais ricos do centro da Europa. Para nós e os outros países periféricos não sobrou nada. Qual a solução, perguntou-lhe a jornalista, e ele já ia a dizer que não sabia, mas rapidamente mudou de ideias e transferiu as culpas para o nosso sistema político. Isto no dia em que a União Europeia convocou uma cimeira de urgência dos Ministros da Economia, o rating das dividas dos países cai e os juros batem recordes.
Parece evidente que o mal não está só nas políticas que se seguem, mas especialmente no sistema global em que nos meteram. O sistema é inviável para muitas pequenas economias e ou se muda ou isto tudo dá um enorme estrondo um dia destes. Já tenho alertado para as lições da história e para um possível conflito a nível, agora não mundial, mas global. As duas anteriores grandes crises económicas do século XX acabaram em grandes guerras. (Crise de 1909 - Guerra de 1914 e crise de 1029 - Guerra de 1939). Não acredito em destinos traçados, mas acredito que se nada fizermos, as mesmas causas acabam por produzir consequências iguais.
terça-feira, junho 14, 2011
Nunca mais chega o dia

Esticam, esticam, até partir. A justiça em Portugal está montada de tal forma que quem tiver dinheiro para "sustentar" um advogado consegue evitar a prisão até à ultima e muitas vezes conseguir a prescrição do crime. Isto se durante o processo não inventarem um erro judicial ou processual que justifique a anulação do mesmo.
Com tudo isto, alguém já condenado por ter metido as mãos nos dinheiros públicos pode ser reeleito e continuar a manter o cargo. Com esta justiça não há corrupto que hesite.
Governantes. Que responsabilidade?

segunda-feira, junho 13, 2011
Sem cura

Que raio de médico para a crise tínhamos de arranjar, logo aquele que foi quem nos contaminou com a doença. Para mais não confio sequer no diagnóstico quanto mais na prescrição e mais facilmente vamos morrer da cura que da doença.
Sermão aos inevitaveis
domingo, junho 12, 2011
O Povoador

Ouvi mais tarde um pouco daquilo que o Sr. Silva tinha dito e, surpreendentemente até concordei com algumas coisas. Estranhei que de o discurso de "não se podem pedir mais sacrifícios aos Portugueses" quando da tomada de posse, tenha passado para um de "os portugueses precisam de aceitar mais sacrifícios", mas concordei quando falou da necessidade de repovoar o país e de refazer a nossa agricultura. Há muito que o defendo mas, há sempre um mas, custa-me ouvir este discurso de quem foi um dos principais responsáveis pelo fim da nossa agricultura quando foi Primeiro-Ministro. Nunca se pagou tanto para arrancar tantas culturas e nunca se desertificou tanto o interior. Estou farto desta política de hipocrisias. Uma nova forma de democracia participativa é urgente.
Uma coisa sem nobreza nenhuma

in Diário de Notícias
Este Nobre que se apresentou nas Presidenciais como o mais anti-político dos candidatos, que se mostrou contra o clientelismo e a distribuição partidária de tachos, não necessitou nem de seis meses para se tornar naquilo que dizia criticar. Ansioso por poder e depois de não ter conseguido a Presidência não hesitou em transformar os seus míseros 15% de votos na possibilidade de ser a segunda figura da nação. Pequeno, pequenino demais para merecer o respeito, sobretudo daqueles que votaram nele. Sem experiência parlamentar, dificilmente vai conseguir ser eleito, tanto mais que o voto é secreto e há muitos, mesmo dentro do PSD, que não lhe reconhecem competência para o lugar. Espero que não o consiga para ver como vai reagir. Ele merece isso.
sábado, junho 11, 2011
O WC da política

Ana Gomes justificou a sua posição com "comportamentos no passado" de Paulo Portas, concretamente a "aquisição de submarinos - lesiva para os contribuintes e para o Estado - de que ele foi o principal responsável como ministro da Defesa", e de ter sido junto do então ministro que "funcionou uma das centrais de informação e calúnia de dirigentes do PS que alimentou o tratamento na imprensa do caso Casa Pia".
A eurodeputada acusou ainda a Procuradoria-Geral da República de ter afastado as duas procuradoras que tinham iniciado a investigação ao caso dos submarinos e de ter rejeitado um pedido seu de investigação às suspeitas levantadas por um periódico francês "sobre dois ministros do governo de Durão Barroso que fariam investidas em meios de prostituição, um deles até disfarçado com cabeleira postiça".
Ana Gomes compara a situação com o caso de Strauss-Kahn, afirmando que a classe política e a imprensa francesas sabiam dos comportamentos "desviantes" do ex-homem forte do FMI e "nada disseram". E conclui: "À atenção do próximo primeiro-ministro, do PR, de todos os responsáveis políticos em Portugal, da imprensa, para que não digam que não sabiam e que não foram avisados."
Dia de Portugal e do Sr. Silva

sexta-feira, junho 10, 2011
O eterno Valete que quer ser Rei

quinta-feira, junho 09, 2011
Quem é amiguinho? Quem é?

Um candidato que nunca o será

quarta-feira, junho 08, 2011
D. Francisco, o conciliador
Rei morto, reizinhos aos pulos. O jogo pela liderança do PS vai começar. Um jogo de personagens menores em que o Francisco Assis parte à frente. Liberalzinho, conciliador e disposto a negociar e partilhar. De Belém à Lapa a maior certeza de que o Partido Socialista facilitará a passagem do fundamental da implementação das ordens da troika do dinheiro.Contra ele tem a proximidade à imagem do Sócrates, a favor a imagem "vendida" com o mediatismo que isso lhe concedeu.
A Troika labrega

terça-feira, junho 07, 2011
Das profundezas do liberalismo...ele está ai

A hora de mudar o manequim

segunda-feira, junho 06, 2011
Resultado eleitoral 2011

domingo, junho 05, 2011
O dia do jogo final

O Pepino alemão
sábado, junho 04, 2011
A outra Europa

Quando votarem lembrem-se que há votos que também são votos são nesta gente.
sexta-feira, junho 03, 2011
O Regresso do Bullman

Qual a importância do regresso do Manuel Pinho? Nenhuma, a não ser a vontade de lhe fazer mais um boneco, Afinal fez com o Mário Lino uma dupla fantástica de "bobos" do socretismo. Pinho, Lino, Lino Pinho.
Democracia Real

quinta-feira, junho 02, 2011
E o futuro está mesmo a chegar

Todos sabem o que aí vem, todos sabem que o discurso da beira do precipício não funciona quando já se está a cair dele abaixo, todos sabem que isto não é solução e todos nos pedem que votemos em que defende que continue tudo na mesma. Não é um por cento no IVA ou mais uma ou menos uma privatização que fazem com que seja diferente. Só mudando consciência, mudando prioridades poderíamos encontrar uma saída de esperança, mas mudando não para garantir a riqueza, as mordomias e o poder de alguns, mas um futuro digno para todos.
Quando o centro se descentra

Ainda me lembro quando em Portugal ninguém dizia que era de direita e o CDS era um partido de Centro. Hoje esse mesmo partido é acusado de "esquerdismo" pelo Homem dos Bilderberg em Portugal. Ao que chegámos.
quarta-feira, junho 01, 2011
Austeridade presidêncial

A Tragédia Grega

Assim, o presidente social-democrata defendeu um Governo «estável e sólido» saído das próximas eleições para que não se cometa «o mesmo erro que cometeram outros países que tiveram de recorrer à ajuda externa».
O Passos Coelho parece esquecer que a tragédia grega já está a ser representada no palco português; chama-se FMI. O que o Passos Coelho não quer dizer é que independentemente de quem nos governar a tragédia vai ser trágica demais. O dinheiro que aí vem é para pagar juros aos credores e não para resolver os problemas do país. Basta ver o estado em que estão Grécia e Irlanda um ano depois da ajuda. Ainda estão pior do que estavam e basta relembrar as palavras do Economista-chefe do Deutsche Bank de que uma reestruturação da dívida pública portuguesa é uma hipótese que não pode ser excluída. O destino está traçado nesta tragédia Europeia.
terça-feira, maio 31, 2011
Ai, vai au fundo vai

Em Bruxelas já estarão a ser estudados quais os impactos na zona euro de uma renegociação parcial da dívida grega. A zona euro arrisca-se a viver esta semana uma nova vaga de contágio do risco de incumprimento dos países ditos periféricos.
Economista-chefe do Deutsche Bank diz que uma eventual reestruturação da dívida pública portuguesa é uma hipótese que não pode ser excluída.
E ainda há a Espanha, Itália, Bélgica, ...
Aih, tanta raivinha de dente
No final do seu discurso, durante uma ação de campanha para as legislativas do próximo domingo, Manuela Ferreira Leite insistiu: "Pedro Passos Coelho vai-me desculpar, mais uma vez digo, eu não ando à procura de um outro primeiro-ministro, eu ando à procura que o engenheiro Sócrates saia de primeiro-ministro. "Eu, pessoalmente, dada a atitude do engenheiro Sócrates, dado aquilo que ele diz, nem tranquila fico se ele ficar na oposição, porque acho que ele na oposição vai ser tão pernicioso para o país quanto na liderança do país, porque vai fazer a maior das afrontas a tudo aquilo que vá ser feito para cumprir o acordo que ele próprio assinou".Como Primeiro-ministro nem pensar, deputado fora de hipótese, residente em Portugal nem imaginar isso é bom, viver no Planeta Terra um perigo, só haver a memória do seu nome uma ameaça global. Talvez seja a sua costela dos seis meses de cancelamento da democracia, talvez seja o ressentimento por ele lhe ter dado uma "tareia" nas últimas legislativas, talvez seja simplesmente ódio.
Pessoalmente até concordo com ela, o Engenheiro da Independente devia ser responsabilizado criminalmente pelo mal que fez a este país, mas o melhor mesmo é ela ficar calada que nós não nos esquecemos de quando foi ministra, nem do seu amigo de Boliqueime e gangue associado. e lhes fossemos exigir também responsabilidades".
segunda-feira, maio 30, 2011
Mais aldrabices e trafulhices

Existem dois textos diferentes do memorando com a troika para a ajuda externa a Portugal. A SIC refere ainda que “existem diferenças substanciais entre os dois documentos.” O primeiro documento assinado pelo governo PSD e CDS, no início de Maio é diferente do que foi assinado no dia 17 do mesmo mês. O segundo memorando tem alterações de prazos e conteúdos.
Ciumes de Coelho
"Lado a lado" entre Paulo Portas e Rui Rio incomoda Passos Coelho. Rui Rio recebeu Paulo Portas na Câmara do Porto, mas só para a semana terá tempo de entrar na campanha de Passos Aliados certos no futuro se os sociais-democratas vencerem as eleições, CDS e PSD continuam a motivar arrelias mútuas.Com amigos destes quem necessita de inimigos.
domingo, maio 29, 2011
O Assassino de líderes

Pacheco Pereira é uma espécie de fantasma que levita pelo PSD, apoiando até ao ridículo as posições do seu partido quando o líder é do gosto, como quando andou a "traduzir" os disparates que a Manuela Ferreira Leite ia deixando sair pela boca fora, ou "assassinado-o quando não é. Quem não se lembra do símbolo do PSD de cabeça para baixo quando o Luís Filipe Menezes foi líder do partido. Mas, o que isto realmente mostra é que o PSD é um saco de gatos em que todos tentam lixar todos, com grupos e grupinhos sempre em guerra pelo poder. Um partido com tantos interesses que para satisfazer todos não há estado nem empresas públicas que cheguem. O PS tem os seus "boys", mas o PSD tem toda uma monarquia de Barões a pequenos reis que tem de satisfazer.
Super Ministro das polícias

Não sei se é por ter medo de ladrões, imigrantes ou da contestação social que o faz desejar um super ministro de uma super policia. Ou se calhar sei o que ainda torna tudo mais tenebroso.
sábado, maio 28, 2011
In Continenti culpati

«Questionado sobre a possibilidade Portugal ter uma investigação formal para apurar quem esteve na origem do elevado endividamento do Estado, Belmiro de Azevedo considerou que "é preciso saber porquê", acrescentando que "tem que haver culpados nomeadamente aqueles que foram responsáveis pela gestão do país".»
Concordo, e começo já pelo próprio Belmiro que para construir o seu império não se preocupou se matava milhares de lojas e de empregos. Que promoveu o consumismo desenfreado e facilitou o crédito. Que foi dos que ganharam mais dinheiro com as política suicidas e irresponsáveis daqueles que nos têm governado.
Aborto democratico

Para tentar pescar uns votos no CDS parece valer tudo. Pode acontecer é que querer tudo lhe venha a custar não ter nada. Se calhar ele até tem jeito para cantar ou apanhar cerejas, agora em política é uma autentico aborto.
sexta-feira, maio 27, 2011
Eles estão por aí de novo

Fechar a torneira da internet livre
Apesar de reconhecer que a criatividade no mundo digital deve ser fomentada, o presidente francês afirmou que os governos em democracia «são os únicos representantes legítimos da vontade geral».
Com a desculpa dos direitos de autor e da legitimidade democrática vem ai um ataque à liberdade na internet. O poder já entendeu que a internet está a ser utilizada como forma de contestação, de informação e de denuncia de muita coisa que normalmente é escondida pela comunicação social controlada. Basta ver o acampamento do Rossio para ver como a realidade é escondida e a manifestação da "geração à rasca" da força de mobilização em que se pode transformar. A Internet é neste momento uma das principais armas contra o totalitarismo e contra a lavagem cerebral a que somos sujeitos todos os dias pelos meios de comunicação "oficiais". Por isso a sua defesa é essencial assim como o é a participação de todos nos movimentos que exigem a criação de uma verdadeira democracia que acabe com a palhaçada que nos vendem. O poder não larga o osso de livre vontade e tudo fará para o manter. É por isso essencial que tiremos os nossos rabos gordos do sofá e vamos para a rua exigir aquilo a que temos direito: responsabilidade, liberdade e democracia real.
quinta-feira, maio 26, 2011
Moby Dick submarino

Coelhinho "duracel"
quarta-feira, maio 25, 2011
Insegurança social à moda liberal
Na segunda-feira ouvi numa rádio as propostas dos partidos para o futuro das pensões dos portugueses. PSD e CDS preparam-se para privatizar o lombo da segurança social e deixar o osso da pobreza para os que vivem com salários mais baixos. Com a descida da contribuição da entidade patronal (TSU) e um limite máximo para o valor da pensão, permitindo que os que mais ganham passem a deixar de contribuir para o sistema, descapitalizando-o e levando-o à falência. O Sócrates pode não ter razão em mais nada, pode ser um grande sacana e aldrabão, mas tem quando diz que esta direita ultra-liberal vai matar o estado social. A saúde e a educação vão pelo mesmo caminho.
Uma campanha das arábias
Vale tudo.
terça-feira, maio 24, 2011
E ainda não foi a boda, quanto mais a lua-de-mel
O presidente da Câmara Municipal das Caldas da Rainha. Fernando Costa, perante o embaraço de Passos Coelho, diz-se "ofendido" por Portas ter falado dos autarcas do PSD como caciques com clientelas, disparou: "Eu não estou atrás de clientelas, nem nas dos sobreiros, nem nas dos submarinos", António Pires de Lima desafiou Pedro Passos Coelho a mostrar que tem autoridade no PSD, pondo "na ordem" os responsáveis sociais-democratas que estão a atacar Paulo Portas. "Os líderes veem-se nestas alturas", disse o dirigente do CDS,
Com a sangria que o Portas anda a tentar fazer ao Passos Coelho roubando-lhe votos, já era de esperar que alguém no PSD viesse tentar defender a fronteira eleitoral partido. Ainda agora começou a campanha, os que têm andado a prometer um casamento pós-eleitoral, começam a zangar-se. Claro que este também nunca foi um casamento de amor.











