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terça-feira, julho 17, 2012

A solução Marcelista para o Dr. Relvas... Marques Mendes


Marcelo Rebelo de Sousa sugeriu, este domingo, os nomes de Marques Mendes  para ocupar o cargo de ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, considerando que neste momento o Governo tem «um buraco» neste lugar. «Não há ministro da Presidência no Governo e Passos Coelho precisa de um», disse Marcelo sublinhando que o primeiro-ministro deve «encontrar um a sério».
Para ocupar as funções que Miguel Relvas desempenha no Governo, Marcelo sugeriu
Luís Marques Mendes, que foi ministro-adjunto de Cavaco Silva e ministro dos Assuntos Parlamentares de Barroso. Para Marcelo, Marques Mendes estará em vantagem por ter ocupado aqueles dois cargos governamentais, ter sido líder do PSD e «conhecer o que é a coordenação política». 

Oh Marcelo, tu és um cómico. Então dizes que o governo necessita de encontrar um ministro da Presidência "a sério" e propões o Marques Mendes.  Já agora porque não o Santana Lopes ou até o Sócrates que foi da JSD.
O que é preciso mudar não é o Relvas é o governo todo.

domingo, agosto 13, 2006

O Padrinho Marcelo

No Expresso desta semana, e evocando os 100 anos do nascimento de Marcelo Caetano, o outro Marcelo, o Rebelo de Sousa, escreve um artigo em que o elogia nas suas vertentes pessoais, profissionais e politicas.
Sendo filho de gente apoiante e colaboradora do regime salazarista e apadrinhado por tal personagem, Marcelo Revelo de Sousa, teria tido um futuro garantido nesse regime, assim como conseguiu ter neste, sobretudo a partir do momento que o 25 de Abril perdeu a sua cor e se confunde cada vez mais com o cinzento marcelista do Caetano. Compreende-se facilmente que, a nível pessoal e de relação entre as famílias, o elogie, já que, deve ter tido todos os empurrões” que necessitou. Se a nível académico já se pode colocar uma maior dúvida, quanto às suas posições como ideólogo do regime e da Mocidade portuguesa, a nível político choca ver defender tal personagem. Houve, na altura, a esperança de uma “Primavera Marcelista”, com um abrandamento do regime fascista, mas a verdade é que isso nunca aconteceu, com a manutenção da guerra colonial, da censura, da polícia política, da prisão e da tortura para os opositores do regime. Marcelo, o Caetano, foi um ditador, e não adianta tentar branquear este facto.

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Contributo para o Echelon: Electronic Surveillance, MI-17

terça-feira, fevereiro 10, 2009

Para onde corre o Professor?

Porque corre

Marcelo Rebelo de Sousa admite que o PSD caminha para «um ponto sem retorno». O antigo líder social-democrata disse que o partido não pode continuar a agir como até agora e que Manuela Ferreira Leite tem acertado ao lado do que é importante. «Nos últimos dois meses e meio esteve mais tempo calada do que a falar. Quando fala, fala onde? Em estúdios de televisão ou de rádio em entrevistas e na sede do partido», afirmou o comentador.
Para Marcelo Rebelo de Sousa se a situação se mantiver vai atingir-se o «ponto de não retorno», em que o «PSD deixa de concorrer para ganhar e passa a concorrer como o PP, o PCP e o BE para tirar a maioria ao PS e perder por poucos».
Marcelo Rebelo de Sousa diz ainda que a imagem de Manuela Ferreira Leite está a prejudicar o partido. «Estou preocupado, o que está a puxar o PSD para baixo é a imagem da líder e não vale a pena negar a evidência», considera o comentador de política, sublinhando ainda que a imagem de Manuela Ferreira Leite se tem vindo a «degradar brutalmente e a meu ver por culpa dos conselheiros».

Para onde corre o Marcelo Rebelo de Sousa? Uns dizem que para a Presidência lá para 1017 outros que poderá estar tentado a enfrentar o Sócrates. Se isso o tirasse das noites televisivas de domingo já não era mau.

segunda-feira, agosto 14, 2006

Um Marcelo nuclear

Sendo, Marcelo Rebelo de Sousa, um professor e um político sem grandes registos dignos de nota, até parece que hoje resolvi fazer uma “vendetta” contra ele. No entanto, foi o próprio quem criou a necessidade de escrever posts consecutivos acerca da sua pessoa.
Primeiro tinha feito a sua cara nos “Retratos Assimétricos”, depois li o seu artigo sobre o Marcelo Caetano para, já esta noite, o ouvir em mais uma das suas “conversas em família”. Aí, defendeu a necessidade de todos os países democráticos (onde considerou a Rússia e a China), se unirem às facções Norte Americanas, para apoiar o bombardeamento ao Irão e assim o impedirem de criar armamento nuclear. Bombardeamento esse que até poderia ser realizado com, pasme-se, armamento nuclear.
Quero pensar que, depois de Hiroshima e Nagasaki, não haja quem considere sequer essa possibilidade, muito menos o Marcelo. Mas que o disse, é um facto, e que devia vir retratar-se disso, uma necessidade.
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Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

O aborto

“A livre escolha da mulher por nenhuma causa justificativa, por um incómodo momentâneo, uma mudança de residência, uma depressão ligeira, um estado de alma inconstante”.
Marcelo Rebelo de Sousa

Já estou a ver uma mulher sentada na sala a ver televisão e, de repente aparece-lhe pela frente uma escolha de Marcelo. Passará possivelmente por um “incómodo momentâneo”, ficará no mínimo com uma “depressão ligeira” e muito provavelmente com o seu “estado de alma inconstante” e lá a veremos a levantar-se, vestir o casaco, dizer ao marido – Já venho – meter-se no carro, guiar até ao hospital e dizer ao médico de serviço que quer fazer um aborto.
Penso que, se acredita mesmo naquilo que diz, o Professor Marcelo deve votar não, para mais tarde não vir a ser o culpado moral de milhares de abortos. Vá lá, fica ilibado dos realizados por mudança de residência.

Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping

segunda-feira, abril 28, 2008

O Inverno Marcelista

O Inverno Marcelista

Marcelo Rebelo de Sousa declarou apoiar Manuela Ferreira Leite por ser a candidata que reúne mais condições para ser primeira-ministra. Nas sondagens e "para o eleitorado", disse, a ex-ministra, que tem experiência governativa e uma imagem "de rigor, competência e credibilidade" é a melhor posicionada para disputar umas legislativas.

Pelos vistos tudo o que conta é ganhar eleições, não interessa quem, como ou com que programa. Escolhem-se líderes pelas sondagens e não pelas ideias.
Houve uma época, quando o “Botas” caiu da cadeira e um tal de Marcelo chegou a Primeiro-ministro que se falou da esperança de uma “Primavera Marcelista”. Nunca chegou e 40 anos depois vem um outro Marcelo oferecer-nos, para correr com este “Botinhas” que nos governa, um “Inverno Marcelista” propondo a Manuela Ferreira Leite para Primeiro-ministro. Será que este país nunca mais tem um verão do povo?

PS: Depois de fazer o post e de o publicar, ao olhar para a imagem este poema da Natália Correia,
"Queixa das Almas Jovens Censuradas" não me saía da cabeça e pedia para que aqui o escrevesse. Alguma razão deveria haver pelo que fiz-me a vontade.

Dão-nos um lírio e um canivete
e uma alma para ir à escola
mais um letreiro que promete
raízes, hastes e corola

Dão-nos um mapa imaginário
que tem a forma de uma cidade
mais um relógio e um calendário
onde não vem a nossa idade

Dão-nos a honra de manequim
para dar corda à nossa ausência.
Dão-nos um prêmio de ser assim
sem pecado e sem inocência

Dão-nos um barco e um chapéu
para tirarmos o retrato
Dão-nos bilhetes para o céu
levado à cena num teatro

Penteiam-nos os crânios ermos
com as cabeleiras das avós
para jamais nos parecermos
conosco quando estamos sós

Dão-nos um bolo que é a história
da nossa historia sem enredo
e não nos soa na memória
outra palavra que o medo

Temos fantasmas tão educados
que adormecemos no seu ombro
somos vazios despovoados
de personagens de assombro

Dão-nos a capa do evangelho
e um pacote de tabaco
dão-nos um pente e um espelho
pra pentearmos um macaco

Dão-nos um cravo preso à cabeça
e uma cabeça presa à cintura
para que o corpo não pareça
a forma da alma que o procura

Dão-nos um esquife feito de ferro
com embutidos de diamante
para organizar já o enterro
do nosso corpo mais adiante

Dão-nos um nome e um jornal
um avião e um violino
mas não nos dão o animal
que espeta os cornos no destino

Dão-nos marujos de papelão
com carimbo no passaporte
por isso a nossa dimensão
não é a vida, nem é a morte

Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI

terça-feira, novembro 20, 2007

O mano António

 Rebelos de sousa

Ontem ouvi um bocado do Prós-e-Prós, supostamente sobre a polémica entre o Rei de Espanha e o Chavez. Claro que acabou numa ode ao capitalismo global. Nem vou falar disso, mas quero aqui deixar marcado o dia em que descobri que o Marcelo Rebelo de Sousa tem, pelo menos, um irmão, o António. O que não fiquei a saber é, se afinal o Marcelo não tem culpa de ser como é pelo irmão que tem, e então merece a nossa simpatia, ou se é o irmão que diz aquelas coisas porque cresceu ao pé do Marcelo. É assustador saber que aquele homem é professor de economia. Todo aquele anti-tudo-o-que-não-seja-capitalismo-selvagem é assombroso. Mas sinto um prazer enorme ao sentir o medo que os Fideis e os Chavez deste mundo lhes causam. É um ódio tal que os vai consumir por dentro, que os vai fazer amargos e tristes. A minha única pena é que os deixem destilá-lo pelas televisões deste país. (Nem havia necessidade de ter trazido o imbecil daquele director de um jornal espanhol para largar as suas bostas de opinião, bastava os que cá tínhamos).

Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping

segunda-feira, outubro 02, 2006

Quem sabe sabe e o Marcelo é que sabe

Marcelo Rebelo de Sousa afirmou ontem, na sua homilia semanal na RTP1, que “o poder político controla o poder económico”. É nestes detalhes, que se nota quão mais avançado no tempo está este homem relativamente ao comum dos mortais como nós. Eu, ainda acreditava que o poder económico controlava o político, o judicial, o da comunicação social e todos os outros poderes que existem, existiram ou virão a existir. Afinal ainda vivo na idade da pedra do pensamento, ainda imagino Máfias, Bancos, corruptos, tráficos de influencias até ao de drogas e armas, petróleo, diamantes e sei lá que mais a controlar e a agir em nome do “business”. Fiquei por isso muito satisfeito ao saber que, quem realmente controla tudo isto são os políticos, aquela gente eleita com os nossos votos, o que faz com sejamos todos nós a controlar todos estes poderes, inclusive o económico. O Marcelo é realmente um homem que já vive num futuro tão mais perfeito, tão mais actual. Ou isso, ou então é só um demagogo populista, que usa o espaço dado, melhor pago, pela nossa televisão publica, para nos contar lindas histórias da carochinha para adormecermos. E, realmente, ouvi-lo, cura qualquer insónia.
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Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI

quarta-feira, maio 24, 2006

Marcelo. O vendedor da banha-da-cobra

Segundo afirmou nas Novas Conferencias do Casino, Marcelo Rebelo de Sousa é optimista em relação aos quatro desafios que Portugal resolveu em simultâneo: descolonizar, democratizar, integrar-se na Europa e criar uma economia liberal.
Falta uma nova “cultura cívica”, sobretudo na criação de uma nova economia, num país em que “nem a direita (conservadora-bonapartista ou com preocupações sociais), nem a esquerda (estatista, intervencionista e dirigista), são liberais”. Uma das reformas que faltam é, de resto, “a adequação da justiça a uma economia de mercado”.
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Confirma-se, de facto, a tendência para o professorado no nosso Marcelo. Eu não sabia, que o objectivo de “criar uma economia liberal”, tinha sido decidido em simultâneo com a descolonização ou a democratização. Já estou a ver, dia 25 de Abril de 1974, Posto de Comando do MFA e o Otelo, a dizer: Camaradas, vamos acabar com a injusta guerra colonial, transformar Portugal numa democracia popular e criar uma economia liberal.
Viver e aprender.
Define depois a “direita” como “conservadora-bonapartista ou com preocupações sociais”. Fico aqui a pensar em que grupo o devo “encaixar”. E o Portas, e o outro, aquele gajo do BCP. Tenho de repensar todas as minhas “definições “ da direita portuguesa.
Nem esta direita é liberal, assim como também não o é a nossa “esquerda” que se pode definir como, estatista, intervencionista e dirigista. Convinha alguém avisar o Sócrates disso.
Conclui depois, afirmando a necessidade da “adequação da justiça à economia de mercado”. Adequá-la para quê? Neste momento quem tem dinheiro já não a pode comprar? Pensava que sim?
Pena que a Natália Correia já não possa escrever mais poemas para o seu Cancioneiro Joco- Marcelino. Seria, nesta altura uma obra com vários volumes.
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Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping

terça-feira, abril 04, 2006

O Fado Cavaco / Marcelista

Adapatado da obra "Fado Lusitano" de Abi Feijó

O Fado do Coveiro
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Das artes mágicas campeão audaz
Tira Marcelo da manga outra faceta:
Por su dama Lisboa, o Galaaz
Faz-se à viela e ginga à lisboeta.
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Calça à boca de sino e cachené
Ao marialva senil metendo inveja,
Fidalgo edil que canta para a ralé
O faduncho finório gargareja.
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Estremece Aníbal com o pardal fadista
Que aquilo é treino para o último regalo:
Escaqueirar o reinado cavaquista
E sobre a tumba, por fim, cantar de galo.

O Blog “O Pafuncio” tem vindo a publicar regularmente os poemas do “Cancioneiro Joco-Marcelino” de Natália Correia. Podemos encontrar aqui algum material de reflexão sobre a forma de como Marcelo Rebelo de Sousa exerceu a sua actividade politica à alguns anos atrás. A brincar a brincar se dizem verdades e se mostra que, aquilo que então era a verdade hoje dificilmente poderá ser reconhecida ao escutarmos as “escolhas” do convencido comentador televisivo.
No ano de 1989, em pleno cavaquismo (brrrrr, que arrepio), Marcelo, era então um acérrimo crítico de Cavaco Silva, preparando já o assalto à liderança do PSD e possivelmente a um reinado em Belém.

Estremece Aníbal com o pardal fadista
Que aquilo é treino para o último regalo:
Escaqueirar o reinado cavaquista
E sobre a tumba, por fim, cantar de galo.

Hoje, após ter sido convidado para Conselheiro de Estado, tudo parece diferente. Cavaco transforma uma voz que, em alguns casos lhe poderia ser incómoda, num porta-voz populista das suas ideias e ambições. O professor aceita, preparando terreno para um improvável regresso à liderança do PSD ou para uma mais plausível candidatura à Presidência daqui a dez anos. A dúvida que fica é a da se Cavaco será assim tão magnânimo e esquecerá o passado, ajudando o seu Conselheiro quando ele necessitar, ou se numa atitude revanchista lhe retirará o tapete quando não necessitar mais dos seus serviços. Pessoalmente acredito mais na segunda hipótese, mas prefiro não apostar, desde já, nesse cavalo.

segunda-feira, abril 03, 2006

TRETAS DO MARCELO II

Adaptado da obra "Shark" de Jim Rowe

Quem ouviu o, agora “Conselheiro de Estado”, Marcelo Rebelo de Sousa nos passados domingos e ontem não pode deixar de notar as diferenças. De um aborrecido e monótono tempo de comentário, muda a moderadora, o tom e o conteúdo. Do comentador que procurava dizer o que pensava, e dai o pouco interesse e monotonia, passa para um discurso politicamente tendencioso e em muitos casos encomendado por Belém. Marquês Mendes passou de besta a bestial, o governo de corajoso e empenhado a teimoso e errático. Nem a necessidade de explicar que, a sua posição de comentado nada tem a ver com a sua posição de conselheiro, e que na televisão dizia o que pensava foi simplesmente patética no pressuposto que também no conselho fará o mesmo (ou vai só abanar a cabeça como faziam aqueles cãezinhos que, à algum tempo, se passeavam no vidro de trás de muitos carros portugueses).
Basta juntar as afirmações da nossa dama de ferro, Manuela Ferreira Leite, aos comentários no professor Marcelo para se notar a mão do inquilino de Belém, Cavaco Silva. Depois de se rodear dos seus capangas, Cavaco inicia, dos bastidores como sempre fez, a sua actividade de oposição ao governo. Começa a festa

quinta-feira, março 16, 2006

ESPELHO MEU

Adaptado de Auto-retrato: José Tagarro (1902-1931)

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, escolheu os cinco membros que pode designar para o Conselho de Estado, entre eles Marcelo Rebelo de Sousa.
(das Notícias)
O professor Marcelo Rebelo de Sousa irá candidatar-se a Belém se o ex-primeiro-ministro Cavaco Silva não o fizer. A garantia foi deixada pelo próprio.
(in Público 2005)

Na sua desesperada esperança, Marcelo Rebelo de Sousa arrastar-se-à penosamente junto aos ecrans, invertendo a lógica da publicidade – é o produto publicitado que é pago e não o produto que paga ao publicista.
Cavaco, deu-lhe um lugar no banco. A RTP o “serviço público”.
Jorge Matos

quarta-feira, janeiro 16, 2008

A comédia laranja

 PSD a oposição

Ontem o Gaiato Menezes deve ter ficado muito satisfeito com o seu dia. Apareceu na televisão e o Santana Lopes deu uma entrevista na SIC noticia. Já a empresa que lhe trata da imagem deve ter ficado com os cabelos em pé. A mim, só me dá mesmo é vontade de rir. O seu ar responsável a pedir aos deputados do PSD para haver unidade no Partido, de como era feio fazer guerrilhas internas, quando não há em Portugal quem não se lembre do tipo de oposição que fez ao pequeno Mendes quando este era o líder do partido. Mais uma vez faz o que eu digo, não faças o que eu faço, o só por si lhe retiraria alguma credibilidade se ele ainda tivesse alguma. Mas, como o homem se pensa dono do país, e agora que não há nenhuma presidência de nenhum banco para exigir, veio reclamar mais comentadores políticos. O Marcelo é do PSD, mas não conta e como há o Vitorino ás terças-feiras, ás quartas tem de haver alguém da direcção do PSD. Para compensar o Marcelo também deviam contratar o Manuel Alegre para as noites de segunda. Se pensam que só a televisão publica a quem o Menezes diz o que fazer, desenganem-se. A quadratura do círculo, devia ser acrescentada de mais dois comentadores. Um elemento da direcção do PSD para contrabalançar o Jorge Coelho (o Pacheco também não conta) e o António José Seguro porque sim. A ideia dele até era boa, colocava duas vozes para se propagandear e duas internas do PS para criticar o Sócrates. Felizmente para nós que este nunca há-de chegar a Primeiro-ministro senão as televisões em Portugal só davam entrevistas a membros do PSD, comentadas por comentadores do PSD.

Já à noite o Santana repetiu tudo o que o gaiato tinha dito, chorou-se muito, de como neste país todos foram maus para ele, no governo, no partido, na Câmara de Lisboa, no Grupo Parlamentar, em todo o lado. Um autentico saco de pancada, já desde a incubadora, este menino guerreiro. E, que dizer da magia de nos tentar convencer que o Sócrates mostrou não ter consistência nas suas convicções por ter mudado de opinião no caso do Tratado Europeu e da OTA e o Menezes ter demonstrado responsabilidade por ter feito exactamente o mesmo.

Já todos vimos que o Sócrates não presta, mente e se está nas tintas para os portugueses, e que este PSD é talvez ainda pior do que ele. Não estará na altura, daqueles que sempre votaram no rosa ou no laranja mudarem de cor? Não estará na altura de mudar alguma coisa? Não sei se este país aguenta mais um mandato de Sócretinos ou de um novo governo assantanado.

Contributo para o Echelon: 15kg, DUVDEVAN

quarta-feira, janeiro 13, 2010

Mais um na lista do desemprego

Só sai a pontapé

O programa 'Escolhas de Marcelo', na RTP termina no final de Fevereiro, tal como o espaço de comentário de António Vitorino 'Notas Soltas', e ambos os políticos vão sair da estação pública. A saída de António Vitorino empurra Marcelo. «Não saio pelo meu próprio pé», garante o professor, que considera ironia sair da RTP quando há PSD, Orçamento e Presidenciais.

Mais um para a fila do desemprego, mas desempregos destes não preocupam ninguém. Sendo um comentador do sistema, que o defende e serve interesses bem conhecidos, não demorará muito a ter um novo espaço para fazer as suas homilias e impingir as suas opiniões. Quando há PSD? Quando há orçamento? Quando há presidenciais? Quem se pensa ele para pensar que sem ele o PSD não vai continuar na confusão e o orçamento aprovado? Claro que nas presidenciais, há a velha questão de ele se babar pelo cargo, mas aí terá de escolher outra televisão para fazer a sua campanha.

segunda-feira, setembro 21, 2009

Música Celestial

Musica Celestial

Voto no CDS é "música celestial", avisa Marcelo Rebelo de Sousa.
Marcelo Rebelo de Sousa, “o Professor”, veio defender a bipolarização do voto nas próximas eleições no Sócrates e na Manuela Ferreira Leite. Como não quer o Sócrates aconselha o voto na Manelinha e avisa-nos que o voto noutros partidos é votar Sócrates. Como diz, o voto na Manelinha “não cai do céu” e “o resto é música celestial”.

Quando era criança e fui confrontado com a Religião, sempre estranhei a crueldade das história que contava, com um Deus castigador, que ordenava a um pai que matasse o seu filho como prova da sua obediência, que provocava dilúvios, matando milhões, para castigar o homem e muitas outras. Pior, a falta de fé conduzir-nos-ia inevitavelmente para um inferno de crueldade e sofrimento eterno. Também agora quando votar, me prometem o céu da Manelinha ou me condenam ao inferno Sócretino. Se na altura a aquele daquele Deus não me assustou, também agora a deste professor não me convence.

terça-feira, março 09, 2010

Menezes e o Entertainer

 entretainer

Luís Filipe Menezes desafiou Marcelo Rebelo de Sousa a candidatar-se à presidência do PSD «e comprovar que tem tanto apoio como político como tem como entertainer». «Se Marcelo considera que tem condições para ser líder do PSD e se por uma vez na vida tem coragem de assumir um combate difícil, que seja candidato».

segunda-feira, junho 23, 2008

O Regresso da Bruxa

A Bruxa laranja

Acabou o Congresso do PSD quase como se não tivesse começado. Bem feito para aqueles que resolveram ir a Guimarães, pagar 50 euros para assistir aquela tristeza. Até as televisões andaram aflitíssimas por encontrar algo que pudesse ser noticia, uma novidade, uma frase, algo que justificasse os meios técnicos e humanos que para lá enviaram. O que assistimos foi ver o símbolo do PSD dar mais umas cambalhotas, onde os que sabotaram as anteriores direcções vieram afirmar que daqui para a frente a critica interna estava proibida, que afinal quando concordavam com o Sócrates e não com a posição do partido, como aconteceu no fecho das urgências ou na não descida dos impostos, afinal não estavam a concordar. Muitas foram as cambalhotas com muitos que apoiaram um a encostar-se ao lado que mais lhe garantia o “futuro” e um vazio de ideias de como fazer diferente dos Sócretinos se eles estão a fazer aquilo que eles fariam. Falaram em “reavaliar as obras públicas anunciadas pelo Sócrates”, mas afinal não é isso que todos fazem quando chegam ao poder? Todos querem ser quem anuncia e quem manda fazer as obras. É aí que está o dinheiro, o negócio, o futuro de muita gente. Pergunte ao seu amigo, o Sr. Silva, que ele tem muita experiência no assunto. Já me estava a esquecer, a Manelinha também sabe, também fazia parte do governo desse período negro da nossa história. Depois foi o arrepio de ouvir aquela senhora a falar de “insensibilidade social”. Coitadinhos dos pobrezinhos, esqueceu-se de dizer quantos são culpa da sua majestosa passagem pelas finanças, que precisam tanto de umas esmolinhas. Não de uma politica de aumento dos ordenados e das pensões, do nível de vida dessa gente, mas através do apoio do estado a Instituições Privadas de Solidariedade Nacional. Aí terá certamente o apoio do Sr. Silva que também já se mostrou adepto da caridadezinha. (Como estas coisas me fazem recordar a minha infância e as Conversas em Família do Marcelo, não o Marcelo afilhado, mas sim o Caetano padrinho, embora em alguns casos o estilo seja muito semelhante).
É o regresso daquela que muitos apelidaram de Bruxa quando subiu impostos, congelou salários, vendeu os anéis do país, para nos deixar atolados na eterna crise que é Portugal. Tenham medo, muito medo, que a Bruxa está de volta.

Contributo para o Echelon: 15kg, DUVDEVAN

domingo, junho 18, 2006

Mais um para jogar na Selecção

Não me faltava ver mais nada. Depois de ouvir o nosso Marcelo falar de politica, educação, cultura, cinema, musica, economia, etc. etc. etc. …só faltava o futebol. Liguei a televisão e ali estava ele a comentar, não só tudo o que gira em volta deste mundial, mas sim das técnicas e tácticas das equipas. Fiquei fascinado.
Quero por isso propor, a todos, para fazermos uma “forcinha” para que o Marcelo vá fazer uma perninha ao Mundial na Alemanha. Tenho a certeza que na sua grande capacidade seria uma mais valia para o resto da equipa. Afinal já andou a apanhar lixo, já mergulhou no Tejo, já é Conselheiro de Estado, é um homem completo.
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Contributo para o Echelon: spies, IWO, eavesdropping

sexta-feira, março 24, 2006

Um Papa e dois Cardeais

Adaptado da obra "Ritratto di Leone X con due cardinali" de Raffaello


Novos Cardeais - Portugal volta a ficar de fora
As regras definidas no Direito Canónico são claras quanto aos requisitos para se ser promovido a cardeal: homens que receberam a ordenação sacerdotal e que se “distingam notavelmente pela doutrina, costumes, piedade e prudente resolução dos problemas”. Mas, na prática, há outros argumentos: a dimensão do país, a sua influência e razões de ordem estratégica e, até, política são determinantes numa escolha que é da exclusiva responsabilidade do Papa.
É pena que a Igreja não preste mais atenção a Portugal quando se trata de escolher novos dignitários para os mais altos lugares da sua hierarquia. Somos um país repleto de personalidades com o perfil perfeito para esses cargos. Senão vejamos:
Para Papa quem melhor que o nosso Pacheco Pereira. A figura, o porte, a imponência de um homem que destila cultura por todos os poros. Um pensador, sempre com opiniões claras, lúcidas e desinteressadas. Um verdadeiro ícone da blogosfera portuguesa e uma referencia no comentário televisivo. Com ele a Igreja poderia mesmo ver reescritos os 10 mandamentos e se necessário a própria Bíblia. Um verdadeiro Papa como não se encontram muitos por ai (felizmente, digo eu).
Para cardeais temos em primeiro lugar Marcelo Rebelo de Sousa, o professor. Quem melhor para presidir a importantes cerimonias que um homem que, quase não dorme, e é capaz de adormecer todo um país quando fala na televisão. Um homem popular, que quando pratica o acto do comentário, consegue dizer aquilo que todos nós sabemos, como se de uma nova visão do mundo se tratasse. Todos dizemos em êxtase, brilhante. Altruísta, todas as semanas se dá ao trabalho de nos vir cultivar com as “escolhas do Marcelo” (pena é que ninguém lhes ligue nada, ou se calhar não).
O segundo e último Cardeal seria, como não podia deixar de ser, Paulo Portas. Um homem às direitas, que consegue passar horas a falar sem que no fim tudo aquilo dê algum sumo. Um homem voltado para dentro de si mesmo, que por isso, nos brinda com brilhantes e elogiosas opiniões sobre a sua própria pessoa. Um homem, que com a sua palavra, é capaz de converter milhões à contemplação, à adoração e ao respeito pelos paladinos da luta contra o eixo do mal, os Americanos. Apreciador da cultura anglo-saxónica, envolto na mística Americana é, quando fala, capaz de fazer desligar milhares de televisões por todo o nosso país. Imaginem-no em Roma a fazer desligar milhões e milhões de televisões em todo o mundo.
Três homens que bem poderiam ir pregar para o Vaticano. Para nós, portugueses, a sua partida seria sem duvida alguma, uma bênção.

PS. A estes três poderíamos ainda juntar, com muito prazer, o Richelieu dos nossos dias e “Alma Parda”, Cardeal Dias Loureiro.

domingo, março 19, 2006

TRETAS DO MARCELO I

O Pensador de Hamangia.
Período mesolitico (cerca de 4200-3500 a.C).
"Passámos do capitalismo dos meados do século 20 para o capitalismo do século 21 ou 22."
As escolhas de Marcelo” de 19.03.2006

Será que o homem acredita que este capitalismo vai durar 200 anos?

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